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Maranhão acumula superávit no comércio exterior até maio

Andre Reis
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Maranhão soja
Maranhão acumulou superávit de US$ 68,8 milhões entre janeiro e maio de 2026, impulsionado principalmente pelas exportações de soja, alumina e celulose.

MARANHÃO, 09 de junho de 2026  O Maranhão fechou os cinco primeiros meses de 2026 com superávit de US$ 68,8 milhões na balança comercial.

Entre janeiro e maio, o estado exportou US$ 1,6 bilhão e importou cerca de US$ 1,6 bilhão, alcançando uma corrente comercial de US$ 3,2 bilhões. Os dados são do Comex Stat, plataforma do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O resultado manteve o Maranhão entre os principais estados brasileiros no comércio exterior. No acumulado do ano, o estado respondeu por 1,1% das exportações nacionais e por 1,4% das importações do país. Com isso, ocupou a 14ª posição entre os maiores exportadores e a 12ª entre os maiores importadores do Brasil.

Os Estados Unidos lideraram as transações comerciais com o Maranhão, somando US$ 696,7 milhões. Em seguida aparecem a China, com US$ 615,9 milhões, e a Rússia, com US$ 436,7 milhões. Além disso, Canadá, Arábia Saudita e Holanda também tiveram participação relevante nas negociações realizadas pelo estado.

A soja permaneceu como o principal produto exportado pelo Maranhão. As vendas externas do grão alcançaram US$ 609,1 milhões, o equivalente a 37% de todas as exportações estaduais.

A alumina movimentou US$ 423,6 milhões e a celulose somou US$ 276,6 milhões.

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