
BRASÍLIA, 26 de junho de 2026 — A Receita Federal arrecadou R$ 266,793 bilhões em maio. Esse valor foi divulgado na quinta (25). O montante superou a previsão dos analistas, que esperavam R$ 253 bilhões.
O resultado representa um crescimento real de 10,69% em relação a maio do ano passado. Além disso, esse é o maior valor para o mês desde o ano 2000, quando a série histórica começou.
O Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido renderam R$ 36,767 bilhões. Esse número teve um salto real de 33,11%. Desse total, R$ 7 bilhões vieram de receitas atípicas. Isso aconteceu por causa de mudanças recentes na legislação.
O governo também notou aumento de 49,40% nos recolhimentos por estimativa mensal e de 8,85% no lucro presumido. O novo tributo sobre a exportação de petróleo, que compensa a redução do diesel, contribuiu com R$ 1,048 bilhão.
As receitas da previdência somaram R$ 63,275 bilhões em maio. Esse valor teve alta real de 4,88%. Esse desempenho foi puxado pelo crescimento de 4,30% da massa salarial dos trabalhadores.
O governo também começou a reonerar a contribuição patronal dos municípios em janeiro. O Imposto de Renda Retido na Fonte sobre aplicações financeiras rendeu R$ 31,162 bilhões, impulsionado pelas declarações de ajuste anual.
No acumulado de janeiro a maio, a arrecadação total chegou a R$ 1,323 trilhão. Isso representa um crescimento de 6,42% sobre o mesmo período de 2025. É o maior valor para esse intervalo desde o ano 2000.
As contribuições do PIS/Pasep e da Cofins totalizaram R$ 256,652 bilhões, com alta de 4,71%. O IOF rendeu R$ 41,823 bilhões, com aumento de 38,77%. Já o IRPJ e a CSLL acumularam R$ 279,347 bilhões no ano.







