PF deflagra operação contra deputado maranhense

CAPA BLOG

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira, 9, a Operação Descalabro, que apura suposto esquema criminoso no Maranhão voltado ao desvio de recursos públicos, da área da saúde, por meio do direcionamento de licitações. Extraoficialmente a informação é a de que o alvo dos mandados é o deputado federal Josimar de Maranhãozinho. Estima-se que a fraude pode ter gerado prejuízo de R$ 15 milhões aos cofres públicos. Segundo apurado pela Polícia Federal, o deputado destinou emendas parlamentares, no montante R$ 15 milhões, para os municípios do interior do Estado do Maranhão, seu reduto eleitoral. Os Fundos Municipais de Saúde, ao receberam os recursos, firmaram contratos fictícios com empresas “de fachada”, pertencentes ao deputado, que estão em nome de interpostas pessoas, desviando, assim, o dinheiro público. Posteriormente essas empresas efetuaram saques em espécie e o dinheiro era entregue ao Deputado, no seu escritório regional parlamentar em São Luís. Em uma investigação iniciada pela Polícia Federal, quatro meses atrás, conseguiu-se não apenas constatar os desvios, como também acompanhar os saques e realizar o registro de áudio e vídeo da distribuição dos valores no escritório regional do parlamentar. O deputado acusado divulgou noyta: NOTA DE ESCLARECIMENTO Acerca de matérias jornalísticas publicadas na imprensa maranhense, tratando de operação deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (09), cujo alvo foi o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL), em respeito à sociedade maranhense, a assessoria de comunicação do parlamentar faz este comunicado com base nos esclarecimentos abaixo narrados, para que se restabeleça a verdade dos fatos, equivocadamente divulgados em blogs, portais e emissoras de rádio e tv: 1 – O deputado federal Josimar Maranhãozinho foi tomado de surpresa em relação à operação realizada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (09). O parlamentar está tranquilo e se coloca inteiramente à disposição da Justiça para elucidar qualquer fato que seja necessário; 2 – Como não tem nada a temer, Maranhãozinho reafirma, como sempre, seu total apoio à apuração dos fatos, desde que respeitados o devido processo legal e o amplo direito de defesa; 3 – Lembra ainda que, como deputado federal destinou mais de R$ 15 milhões aos municípios maranhenses, mas os recursos foram distribuídos e aplicados de forma legal prova disso, por exemplo, que o relator do inquérito na Justiça Federal não teria encontrado nenhum indício que pudesse autorizar prisão de algum dos investigados; 4 – O deputado estranha que a operação tenha surgido justamente, pouco tempo depois de reafirmar sua candidatura ao governo em 2022 e, coincidentemente, a uma semana após ser alvo de uma série de ataques dos adversários onde alguns, inclusive, chegaram a usar as redes sociais para comemorar ação de hoje, enquanto outros usaram seus assessores para anunciar em blogs, antecipadamente, que ele seria alvo da PF; 5 – Sobre o dinheiro encontrado em sua casa e escritório, esclarece que não existe nenhuma irregularidade já que o montante sequer ultrapassa o teto, informado à Receita, por meio da Declaração do Imposto 2020. Além disso, cabe informar ainda que o montante em especie que foi encontrado em seu poder são oriundos de sua atividade pecuária e empresarial, fatos que serão comprovados posteriormente; 6 – Por fim, para comprovar a veracidade dos fatos, anexamos cópias dos IR 2020 e do relatório de convênios assinados com recursos de emendas. Reitera que a sociedade maranhense pode continuar confiando na sua conduta, na certeza de que uma apuração isenta e justa resultará no pleno esclarecimento das denúncias. Além disso, o deputado reafirma que não irão lhe intimidar quanto ao seu desejo de concorrer na disputa majoritária de daqui a dois anos.

Militante petista enfrenta Flávio Dino e agrava decadência política do governador

Flavio Dino

O petista Paulo Romão afirmou em uma reunião de líderes sua intenção de ser candidato a senador em 2022. Romão conta com o apoio da legenda para a disputa. A candidatura reforça o processo de decadência da base de apoio e da autoridade do governador Flávio Dino. Tida como possibilidade “reserva” e “moeda de barganha” do governador, a vaga para o Senado em 2022 pode ir para o ralo com a ação do petista por várias. O movimento coloca o PT em rota de colisão com o governador. Próximo do PDT de Weverton Rocha, o partido pode acabar sendo prestigiado pelo senador para estancar o processo de enfraquecimento no governo de Flávio Dino. A ousadia de uma figura diminuta como Paulo Romão pode despertar o desejo de políticos de verdade. Se um simples militante do PT pode desafiar Flávio Dino pela vaga no Senado, por que um deputado estadual ou federal não poderia? E caso o governador, na tentativa de frear a rebelião petista, contemple o partido com mais espaços no governo? Isso poderia passar a impressão de fraqueza e desencadear um efeito manada de enfretamento em busca de mais espaços. Em todos os cenários a atitude do PT em “lançar Paulo Romão” ao Senado reforça a decadência política de Flávio Dino. Poucos anos atrás seria impensável que o todo poderoso governador fosse desafiado até por um simples militante de partido.

Pressão popular barra mudança da Constituição pelo STF

Rodrigo Maia

BRASÍLIA – Após um fim de semana de péssima repercussão com a possibilidade de aprovação da reeleição de integrantes das mesas diretoras da Câmara e do Senado, o Supremo Tribunal Federal (STF) barrou a possibilidade de mudança na Constituição. Dessa forma, os presidentes Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP) não poderão disputar os cargos novamente. O placar foi revertido ainda no fim de semana, com os últimos votos do julgamento do plenário virtual, que havia começado na sexta-feira (4). O resultado final do julgamento ficou em 6 a 5 contra a reeleição de Alcolumbre e de 7 a 4 no caso da reeleição de Maia. Na noite do domingo (6), votaram contra a reeleição os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e o presidente do STF, Luiz Fux. No sábado (5), a ministra Rosa Weber havia votado do mesmo modo. Na sexta, dois ministros tinham contra a reeleição: Marco Aurélio Mello e Cármen Lúcia. Mas, até então, o resultado era favorável à reeleição. Os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes haviam acompanhado o voto do ministro Gilmar Mendes, que foi a favor de liberar a reeleição tanto de Maia quanto de Alcolumbre. Já o ministro Kassio Nunes Marques, primeiro indicado do presidente Jair Bolsonaro ao STF, tinha votado pela legalidade da reeleição nas mesas diretoras, mas limitou o benefício a Davi Alcolumbre. Para o ministro, como Maia já foi reeleito uma vez, ele não teria direito a uma nova recondução ao cargo. O caso em julgamento é a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) impetrada pelo PTB que tentava vetar a recondução de Maia ao cargo – que acabou por abranger também o presidente do Senado.

É INEVITÁVEL: Duarte será prefeito e governador no futuro

Duarte Jr

Duarte Jr tem 33 anos de idade. Possui o maior ativo que alguém pode ter na política, o tempo. Irá disputar muitas eleições, isso é fato. Dado o desenrolar da política recente no estado, em 4, 8 ou 12 anos o advogado Duarte Jr será eleito prefeito da capital. Em 10, 14 ou 18 anos será governador do estado. E muito provavelmente irá esmagar ou subjugar todos os seus adversários ao longo desse percurso sem nenhuma reação. Não se trata de futurologia, apenas da análise séria e da certeza de que algumas coisas na política são inevitáveis. A ascensão meteórica no Procon, em que até mesmo os cargos de limpeza eram milimetricamente indicados com vistas a política, foi o início de uma carreira política fadada ao sucesso. Muito mais pela covardia da classe política do que pelos méritos do próprio Duarte, ele está fadado a ser a maior força política do Maranhão. É inacreditável a passividade com que a classe política do estado assiste o avanço do ex-presidente do Procon. Duarte chamou Rubens Pereira Jr de bandido em várias ocasiões, como resposta teve o apoio do comunista. A fila de vítimas do jovem político se acumula. Vai desde os também deputados Neto Evangelista, César Pires, Glaubert Cutrim, Wellington do Curso até o finado Zé Gentil. O PDT, maior partido de apoio da do governo Flávio Dino, é foi atacado severamente por Duarte nas eleições. O mesmo sofreu o PCdoB, tratado como “militância bovina”. O marqueteiro de Duarte Jr, Chico Mendez, assumiu a campanha tecendo os elogios efusivos ao deputado. Logo no início da campanha abandonou o barco acusando-o de ser um psicopata. Após a derrota na eleição, Duarte Jr nomeou-se maior força do governo. Em fatídica reunião no Palácio dos Leões teve a audácia de dizer, na cara do vice-governador Carlos Brandão, que chegou onde chegou sozinho. Sem a ajuda de Brandão, Duarte não teria sido candidato. Duarte, que acredita ter deposto o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) como segundo homem mais poderoso no governo, tentou intimar o vereador Paulo Victor (PCDoB) em uma empreitada pela presidência da Câmara de Vereadores mesmo sabedor que a ação resultaria em fracasso. Duarte pretendia transformar a Câmara de Vereadores em uma âncora contra Eduardo Braide. O parlamentar, em uma das raras vezes em que um político não age feito um cagão quando confrontado por Duarte, respondeu ao acinte apoiando o candidato de Eduardo Braide, Osmar Filho (PDT). Só que a ação de Paulo Victor é isolada. Em todas as vezes enfrenta, ataca, humilha e conspira contra seus adversários, ou ele vence ou é “aliviado”. De tijolo em tijolo Duarte Jr vai construindo uma carreira política fadada ao sucesso. Duarte Jr é uma galinha dentro da jaula dos leões. Só que a galinha ruge como leão e os leões piam como galinhas. Ele irá esmagar seus adversários e, na falta de concorrentes e de freio, será eleito prefeito e depois será governador do estado. É questão de tempo.

Violência policial no Maranhão é incentivada pelo governo

Violencia Policial

Na madrugada do dia 29 de dezembro de 2020 policiais militares de Rosário, interior do Maranhão, foram filmados agredindo moradores durante o atendimento de uma ocorrência de aglomeração e perturbação de sossego. O vídeo é mais um, entre vários episódios, de violência policial no Maranhão. A sensação de que a polícia anda mais violenta é amparada não apenas por dezenas de vídeos, mas por números. Sob a titela de Flávio Dino, a polícia militar no Maranhão está matando mais, morrendo mais e agredindo mais. O caso de Rosário foi uma verdadeira aula de como a polícia não deve agir. Além de agredirem os jovens com tapas na cara, chutes e xingamentos, os policiais alvejaram com um tiro de bala de borracha um jovem que estava tirando foto da ocasião. Na mesma semana também foram divulgados vídeos de casos de suposta violência policial em bairros da capital. No mesmo fim de semana um vídeo de agredindo e atirando uma mulher em um bairro da periferia também foi divulgado. Números revelam que os casos do fim de semana não foram isolados. Reportagem do jornalista Alex Barbosa, da TV Mirante, mostram que quase 800 policiais respondem a processos no Maranhão. Após a divulgação do ocorrido, como de costume, os policiais foram crucificados por entidades como OAB, órgãos de “direitos humanos”, imprensa e pelo próprio governador Flávio Dino (PCdoB). Sociólogos foram mostrados repetindo os mesmos clichês de sempre. “A violência policial é cultural”, “Há uma deformação na autoridade policial”, “Falta preparo” e outras generalidades que não esclarecem absolutamente nada o aumento da violência policial no estado. ALÉM DO ACHISMO Apesar das entidades e dos especialistas, uma análise simples revela que a máquina de violência policial no Maranhão possui raízes no fracasso das políticas do ATUAL governo na formação de policiais e harmonia entre agentes e sociedade. Já no final de 2016 o governador teve indícios do problema da violência policial e de como a falta de preparo poderia resultar na perda de vidas. Dois anos após Dino assumir o cargo, policiais militares assassinaram uma garota de 23 anos e balearam a irmã dela, de 27 anos, em Balsas (MA). O veículo das duas jovens foi metralhado porque não parara em uma barreira policial na BR-230. As duas eram irmãs e voltavam de um velório quando se depararam com o bloqueio. Detalhe: os policiais não usavam fardamento. A morte de Karina deveria servir como um aviso, mas foi completamente desprezada pelo governador. O caso deixa claro a falta de preparo dos policiais em questão na formação de uma simples blitz. Até o mais esquerdista dos sociólogos não pode negar que a formação do policial pelo GOVERNO DA VEZ é o maior mecanismo de prevenção que se pode ter contra a violência. Sob a batuta de Flávio Dino, os cursos de formação policial sofreram uma diminuição radical com o comunista. O processo de formação de policiais que anos atrás demorava cerca de 12 meses, hoje foi reduzido a míseros quatro meses. O resultado imediato foi a morte de vários policiais em operação logo após saírem do curso de “formação”. O número de policiais mortos por imperícia também aumentou com a nova política do governo. Ou seja: por culpa única e exclusiva do governador Flávio Dino a qualidade dos policiais maranhenses piorou. O uso político da Polícia Militar também tem transformado, para pior, a vida de policiais na corporação e pode ter influência no aumento da violência. Poucos anos atrás um ofício interno da PM deixou claro que a corporação estava sendo utilizada para espionar adversários do governo. Dentro da Polícia Militar o clima é de terror. Muitos soldados e oficiais tidos como opositores do governo reclamam de perseguição e pressão política. O nível de stress na corporação em período eleitoral (coincidentemente quando viralizam vídeos de abuso de autoridade) sobe a níveis elevados segundo agentes ouvidos pelo blog. O aparelhamento político da tropa e o desprezo pela eficiência da tropa também pode ser observado na figura nefasta dos tais “capelães”. Apesar de não demonstrarem publicamente, muitos policiais e soldados reclamam e desconfiam das dezenas cargos de capelães criados para, segundo denúncias, barganhar votos com pastores evangélicos. A situação também mexeu com o funcionamento da polícia. A sensação de abandono também tem afetado os policiais. Após a chegada de Flávio Dino ao poder, foi decretado que o braço jurídico do governo não iria mais defender policiais por atos cometidos em serviço. A notícia tirou a moral de muitos policiais e criou o estigma na corporação de que o governador não gostava da polícia. A CULPA É DO GOVERNADOR Nunca antes na história do Maranhão a Polícia Militar e seus agentes foram tão negligenciados. Seja pela precarização da formação, aparelhamento político ou perseguição e assédio na corporação. O governador Flávio Dino, que imediatamente decidiu pelo afastamento dos policiais envolvidos no caso de Rosário, não costuma ter a mesma postura quando oficiais são envolvidos alinhados ao seu governo são flagrados em situações piores. O governador silenciou quando o filho de um coronel foi flagrado bêbado em uma blitz dirigindo uma viatura da polícia. Ele também silenciou quando a policial Tatiane Alves de Lima denunciou assédio sexual e moral dentro de um batalhão. Por sua postura e por suas políticas, é impossível retirar de Flávio Dino a responsabilidade pela Polícia Militar no Maranhão. A decadência da corporação é o legado dele.  

UDI Hospital conquista certificação hospitalar internacional de qualidade

UDI

O UDI Hospital, pertencente à Rede D’Or São Luiz, acaba de conquistar uma das mais conceituadas acreditações em saúde de nível internacional, a QMentum International. A unidade hospitalar, que completará 26 anos de serviços prestados em São Luís em janeiro, passou por um rigoroso processo de avaliação e conseguiu obter a certificação. Com a acreditação QMentum, o UDI Hospital comprova que segue práticas de gestão e assistência transparentes e seguras, com padrões de excelência internacionais, desde a identificação dos pacientes, administração de medicamentos, higienização, protocolos, entre outros procedimentos, até a alta hospitalar. Para o paciente do UDI, a acreditação significa que ele recebe serviços de excelência, assegurados por requisitos internacionais de boas práticas assistenciais, desde a sua entrada até a sua alta. Esta excelência age de forma positiva para o sucesso dos tratamentos. O diretor geral do UDI Hospital, Valace Portella, explica que, para a obtenção da certificação, há avaliações feitas por diversos segmentos, desde fornecedores, parceiros, empresas clientes e até mesmo familiares dos pacientes atendidos, o que dá ainda mais relevância ao processo de acreditação. Por isto, o processo não é rápido, nem fácil de ser conquistado, pois é exigida da unidade hospitalar uma série de padrões internacionais bem elevados a serem seguidos. Ele destacou que para a certificação contou muito o exitoso trabalho de toda a equipe do hospital. “Esta acreditação é resultado dos esforços individuais de cada pessoa que faz parte do UDI Hospital”, afirmou. “A segurança do paciente e a prestação de um serviço de qualidade são nossas prioridades e a certificação QMentum é mais um passo que damos para garanti-los. Este é o nosso compromisso”, acrescentou Valace Portella, diretor geral do UDI Hospital.

Gostaríamos de usar cookies para melhorar sua experiência.

Visite nossa página de consentimento de cookies para gerenciar suas preferências.

Conheça nossa política de privacidade.