Maranhão registra mais de 400 colisões contra postes em 2026

Postes Maranhão

MARANHÃO, 25 de julho de 2026 — A Equatorial Maranhão registrou 432 colisões de veículos contra postes entre janeiro e junho de 2026 no estado. São Luís teve o maior número de ocorrências, com 109 casos. Os acidentes danificam a rede elétrica e podem interromper o fornecimento de energia para casas, comércios, escolas e hospitais. Além disso, oferecem risco de morte. O número de ocorrências caiu em relação ao mesmo período de 2025, quando houve 645 registros. Mesmo assim, a distribuidora informou que os casos continuam exigindo atuação diária das equipes. Depois da capital, os municípios com mais acidentes foram São Domingos do Maranhão (14), São José de Ribamar (13), Balsas (12), Humberto de Campos (10), Grajaú (9), Imperatriz (9), Santa Quitéria do Maranhão (9) e Caxias (8). Segundo a Equatorial, as principais causas são desatenção, excesso de velocidade, desrespeito à sinalização, uso do celular e embriaguez ao volante. A empresa mantém equipes de plantão para reparar os danos e restabelecer a energia. Em São Luís, os acidentes afetaram 101.838 unidades consumidoras no semestre. A distribuidora informou que a troca de um poste custa entre R$ 3 mil e R$ 44 mil, conforme os danos causados. Quando o responsável pelo acidente é identificado, ele deve pagar pelos prejuízos. A Equatorial também orienta motoristas a evitar o uso do celular ao volante e, em caso de colisão, não se aproximar de cabos caídos e acionar os serviços de emergência e a Central 116.

Petição quer tirar Argentina da Copa do Mundo 2030

Argentina

MUNDO, 25 de julho de 2026 — Mais de 23 milhões de pessoas assinaram uma petição para excluir a Argentina da Copa do Mundo de 2030. O abaixo-assinado, chamado “Argentina Out”, foi criado durante o último Mundial, nos Estados Unidos, Canadá e México. Ele já tem 23.316.108 assinaturas. Esse número quase bate o recorde mundial de 24,3 milhões, do movimento Jubilee 2000. Os organizadores da petição alegam dois motivos principais. Primeiro, eles dizem que a Argentina recebeu favorecimentos na última Copa. Segundo, criticam a exibição de uma bandeira que reivindica as Ilhas Malvinas como território argentino. Por isso, eles pedem que a seleção seja punida e não participe do torneio de 2030. Apesar do número impressionante de assinaturas, a petição não tem valor jurídico. A FIFA não usa campanhas públicas como critério para aplicar sanções. Então, mesmo com milhões de apoiadores, a entidade não é obrigada a aceitar o pedido. A decisão sobre quem joga a Copa continua sendo da FIFA, não do público.

Reduto eleitoral de Lula tem as cidades com mais assassinatos

Cidades nordeste

NORDESTE, 25 de julho de 2026 — As dez cidades mais violentas do Brasil ficam no Nordeste. É o que mostra o 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em 23 de outubro. O levantamento considera municípios com mais de 100 mil habitantes. Maranguape, no Ceará, lidera a lista. Lá, a taxa é de 100,3 mortes por 100 mil pessoas. Isso é mais de cinco vezes a média do país. Apesar da queda de 8,2% nas mortes violentas em todo o Brasil, a situação no Nordeste preocupa. A taxa nacional foi de 19,1 mortes por 100 mil habitantes. Já a média nordestina chegou a 31,6. Esse é o maior índice entre todas as regiões. Bahia e Ceará concentram a maioria das cidades no ranking. A Bahia tem cinco municípios na lista. O Ceará aparece com três. Pernambuco e Paraíba completam com uma cidade cada. Por que essas cidades são tão violentas? O anuário aponta um motivo comum: a briga entre facções criminosas. Elas disputam rotas importantes para o tráfico de drogas. Rodovias, portos e aeroportos ajudam no transporte ilegal. Em Maranguape, a proximidade com as rodovias CE-065 e BR-222 facilita a logística do crime. Eunápolis e Porto Seguro, na Bahia, ficam perto das BR-101 e BR-367. Portos como Aratu e Suape influenciam a violência em Simões Filho e Cabo de Santo Agostinho. Jequié e Juazeiro têm cruzamentos de rodovias federais que atraem grupos rivais. No Ceará, os confrontos em Maracanaú e Caucaia também forçam moradores a deixar suas casas. Os criminosos ordenam as saídas sob suspeita de ligação com facções opostas. Outro dado do levantamento mostra que algumas dessas cidades têm altos números de mortes causadas pela polícia. Porto Seguro lidera esse tipo de ocorrência em 2025. Eunápolis, Simões Filho e Jequié também aparecem com índices elevados.

Investigado esquema de militares em curso de Medicina da UFMA

UFMA militares

MARANHÃO, 25 de julho de 2026 — O Ministério Público do Maranhão (MPMA) recomendou medidas à UFMA, à Polícia Militar e ao Corpo de Bombeiros para evitar o uso irregular de transferências funcionais no acesso ao curso de Medicina. A investigação aponta que militares podem ter usado esse mecanismo para entrar no curso sem disputar os processos seletivos tradicionais. Segundo o MP, o esquema começava com o ingresso em cursos menos concorridos, como Nutrição ou Enfermagem. Depois, o servidor pedia transferência funcional para uma cidade onde o curso não existia. Então, solicitava transferência acadêmica para Medicina alegando continuidade dos estudos. Ao voltar para São Luís, permanecia matriculado em Medicina. O promotor Paulo Roberto Barbosa Ramos afirmou que há indícios de desvio de finalidade. A lei prevê esse tipo de transferência apenas quando atende ao interesse público.Além disso, o MP destacou que policiais e bombeiros cumprem dedicação integral. Por isso, mudanças de escala para atender interesses pessoais podem prejudicar o serviço à população. O MP orientou a UFMA a exigir prova de que a transferência ocorreu por necessidade do serviço. Também recomendou o retorno do estudante ao curso e ao campus de origem caso ele volte à antiga lotação. A PM e o Corpo de Bombeiros devem informar o motivo das transferências, evitar flexibilizar escalas e apurar ausências. As instituições têm 30 dias para responder. O descumprimento pode gerar medidas judiciais e responsabilização civil, administrativa e penal militar.

Comércio de SLZ poderá abrir no feriado da próxima terça (28)

comércio feriado

SÃO LUÍS, 24 de julho de 2026 — O comércio de São Luís poderá funcionar na próxima terça (28), feriado estadual da Adesão do Maranhão à Independência do Brasil. A autorização foi confirmada pela Fecomércio-MA. As regras seguem a Convenção Coletiva de Trabalho 2026, firmada com o Sindcomerciários. As lojas de ruas e centros comerciais poderão abrir das 8h às 18h. Já os estabelecimentos localizados em shopping centers estão autorizados a atender o público das 10h às 22h. Portanto, os empresários podem manter o funcionamento durante todo o feriado, desde que respeitem as normas previstas. A Fecomércio-MA também orientou os empregadores sobre os direitos dos trabalhadores convocados para atuar na data. Como a jornada é considerada extraordinária, as empresas devem pagar adicional de 100% sobre as horas trabalhadas. Além disso, cada funcionário escalado para trabalhar no feriado deverá receber uma gratificação de R$ 53, conforme determina a Convenção Coletiva de Trabalho 2026.

Indústria tem piora pelo 2º ano e Brasil despenca no ranking

indústria Brasil

BRASIL, 24 de julho de 2026 — O desempenho da indústria de transformação brasileira piorou pelo segundo ano consecutivo na comparação com outros países. É o que mostram números da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido) e compilados pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Segundo o levantamento, a indústria de transformação brasileira recuou 0,1% nos primeiros três meses de 2026, em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado colocou o Brasil na 69ª posição de um ranking de 90 países, que mede o crescimento do setor no trimestre. O país havia ocupado a 33ª posição no início de 2024, caiu para a 47ª em igual período de 2025 e agora recuou ainda mais. A queda no ranking ocorre mesmo com o crescimento de 1,5%, de acordo com a metodologia da Unido, na comparação do primeiro trimestre deste ano com os últimos três meses de 2025. O cálculo já é livre de fatores sazonais. A expansão foi suficiente para que o Brasil pulasse 11 posições do ranking em três meses, saindo da 80ª colocação, mas o bastante não para reverter a piora em prazos mais longos. Na comparação com o primeiro trimestre de 2025, enquanto a produção da indústria de transformação brasileira ficou praticamente estável, a manufatura mundial avançou 3,1%. A indústria global mantém um ritmo de expansão superior a 3% na comparação interanual desde o início de 2025. Na América Latina, Argentina (-2,3%) e México (-1,8%) registraram retrações mais intensas frente ao primeiro trimestre de 2025. A queda da produção industrial da região foi de 0,4% na comparação anual. Já frente ao trimestre imediatamente anterior, o avanço de 1,5% da indústria brasileira ajudou a América Latina a registrar alta de 0,3%. A apreciação cambial também influencia esse quadro, afirma. Embora beneficie setores que dependem de insumos importados, o câmbio valorizado amplia a concorrência de produtos estrangeiros no mercado doméstico. Em um cenário de acirramento da competição, isso aprofunda pressões e evidencia problemas estruturais de competitividade da indústria brasileira. A raiz deste cenário, de acordo com Leme, está no desequilíbrio fiscal. “O crescimento expressivo dos gastos públicos pressiona a dívida, que exige juros mais altos por mais tempo, e alimenta sucessivas rodadas de aumento de impostos. Para a indústria, o resultado é um custo de capital que inviabiliza o investimento produtivo”, comenta. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) diz que análises trimestrais são importantes, mas refletem mais questões conjunturais. No cenário global de bruscas mudanças geopolíticas, é também essencial observar o contexto de cada país, afirma. Segundo a pasta, no caso brasileiro, pesam a instabilidade internacional, os juros elevados por longo período, os tarifaços dos Estados Unidos – especialmente sobre a indústria de transformação – e a guerra comercial entre as principais potências.

Caxias é a cidade do MA com maior taxa de mortes violentas

Caxias Viol~encia

CAXIAS, 24 de julho de 2026 — O Anuário Brasileiro de Segurança Pública apontou Caxias como a cidade do Maranhão com a maior taxa de mortes violentas. O levantamento foi divulgado nesta quinta (23) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O município registrou 49,5 mortes violentas intencionais para cada 100 mil habitantes. O ranking nacional é liderado por Maranguape, no Ceará, com taxa de 100,3 mortes por 100 mil habitantes. As dez cidades mais violentas do país ficam no Nordeste. Cinco estão na Bahia, três no Ceará, uma em Pernambuco e uma na Paraíba. Nenhuma cidade maranhense aparece entre as dez primeiras. O estudo considera homicídios dolosos, feminicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes provocadas por policiais. Entre os estados, o Amapá segue com a maior taxa de violência do país, com 42,5 mortes por 100 mil habitantes. Bahia e Ceará aparecem na sequência, enquanto o Maranhão ocupa a sexta colocação, com índice de 29,7. O levantamento também mostra que o Brasil registrou 40.775 vítimas de mortes violentas em 2025. Esse foi o menor número desde o início da série histórica, em 2012, e representa queda de 8% em relação a 2024. Por outro lado, os casos de feminicídio bateram recorde, com média de quatro mulheres mortas por dia. Clique aqui e veja a lista completa

Prejuízo dos Correios bate novo recorde mais que triplica

Rombo correios

BRASÍLIA, 24 de julho de 2026 — Os Correios registraram prejuízo líquido de R$ 8,5 bilhões em 2025. O resultado negativo subiu 226,9% em relação a 2024, quando o prejuízo foi de R$ 2,6 bilhões. O valor mais que triplicou em 1 ano. A estatal apresentou os resultados dos 100 primeiros dias do plano de reestruturação fiscal e financeira da empresa. O presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, afirmou que o desafio é grande e que os números “demoram para melhorar”. Ele disse ainda que a estatal enfrenta concorrência acirrada no setor de e-commerce. A receita bruta foi de R$ 17,3 bilhões em 2025. O valor representa uma queda de 11,35% em relação a 2024. Segundo a estatal, houve impacto relevante sobre a estrutura de resultados. O rombo nas contas dos Correios foi recorde na série histórica desde, pelo menos, o Plano Real, de 1994. Rondon disse que o resultado foi “diferente” do que a estatal gostaria, mas foi melhor do que o estimado anteriormente pela equipe que assumiu a companhia em setembro (de R$ 9 bilhões a R$ 10 bilhões de saldo negativo). O presidente dos Correios declarou que a operação da estatal foi impactada com o fluxo de caixa, que atrasa pagamentos aos fornecedores. “Tem muitos anos que a receita total dos Correios está mais ou menos estável em termos nominais. A gente tem que melhorar isso”, disse. Segundo a estatal, o prejuízo de R$ 8,5 bilhões em 2025 foi influenciado pelo provisionamento responsável de obrigações judiciais e pelo aumento de custos operacionais. O patrimônio líquido encerrou o ano passado em R$ 13,1 bilhões negativos. Continue lendo…

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