
BRASÍLIA, 08 de outubro de 2026 — A defesa de Ana Cláudia Queiroz de Paiva solicitou ao Supremo Tribunal Federal, em 8 de outubro de 2026, a retirada da tornozeleira eletrônica imposta durante a investigação que envolve Daniel Vorcaro e Fabiano Zettel.
Os advogados pedem a substituição do monitoramento por comparecimento mensal à Justiça em Belo Horizonte e a permissão para que Ana Cláudia circule pelo Brasil, mantendo restrições de contato e proibição de deixar o país.
A defesa de Ana Cláudia Queiroz de Paiva pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta (8), a retirada da tornozeleira eletrônica usada pela investigada em apuração que envolve o empresário Daniel Vorcaro.
Um dos motivos apresentados é a busca por emprego.
O pedido foi apresentado ao ministro André Mendonça, relator da investigação que envolve Daniel Vorcaro e Fabiano Zettel.
Os advogados querem substituir o monitoramento eletrônico pelo comparecimento mensal à Justiça, em Belo Horizonte. Também pedem que Ana Cláudia possa deixar o município onde reside e circular pelo território nacional ou, alternativamente, pelo Estado de Minas Gerais. A defesa concorda em manter a proibição de deixar o Brasil, a retenção do passaporte e a vedação de contato com testemunhas e outros investigados.
Ana Cláudia está submetida a medidas cautelares desde março.
Segundo o documento, a tornozeleira foi determinada para fiscalizar o cumprimento das restrições impostas durante a investigação. A defesa afirma que, depois de sete meses, não haveria mais justificativa para a manutenção do equipamento.










