Ministros de Lula usam aviões da FAB para prestigiar casamento

SÃO PAULO, 07 de fevereiro de 2024 – No último sábado (3), o casamento do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, em São Paulo, se tornou palco de polêmica envolvendo ministros do governo Lula. Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, 13 ministros utilizaram jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB) para comparecer ao evento, alguns deles aproveitando agendas casadas, outros pegando carona no avião presidencial e até solicitando reembolso de passagens com dinheiro público. O enlace matrimonial entre Bruno Dantas e a empresária Camila Camargo, CEO do Grupo Esfera, aconteceu no Centro Hípico de Santo Amaro, na zona sul da cidade de São Paulo. O evento contou com a presença de autoridades dos Três Poderes, além de empresários de destaque no cenário nacional. Entre os ministros presentes estavam Geraldo Alckmin (Desenvolvimento e Indústria), Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Alexandre Silveira (Minas e Energia), Renan Filho (Transportes) e Carlos Fávaro (Agricultura), entre outros. Haddad, Alexandre Padilha e Simone Tebet aproveitaram agendas do presidente Lula para viajar no avião presidencial, que esteve na cerimônia de comemoração dos 132 anos do Porto de Santos e no anúncio de obras do Túnel Santos–Guarujá. Já Múcio, da Defesa, e Lewandowski, da Justiça, solicitaram aeronaves da FAB alegando questões de segurança. Silvio Costa Filho custeou sua viagem com recursos próprios, enquanto Renan Filho pagou do próprio bolso sua ida e volta a São Paulo, participando de outros eventos na cidade. Messias, Dweck e Silveira afirmaram que também custearam suas passagens com recursos pessoais.
Ministros de Lula usam aviões da FAB para prestigiar casamento

SÃO PAULO, 07 de fevereiro de 2024 – No último sábado (3), o casamento do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, em São Paulo, se tornou palco de polêmica envolvendo ministros do governo Lula. Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, 13 ministros utilizaram jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB) para comparecer ao evento, alguns deles aproveitando agendas casadas, outros pegando carona no avião presidencial e até solicitando reembolso de passagens com dinheiro público. O enlace matrimonial entre Bruno Dantas e a empresária Camila Camargo, CEO do Grupo Esfera, aconteceu no Centro Hípico de Santo Amaro, na zona sul da cidade de São Paulo. O evento contou com a presença de autoridades dos Três Poderes, além de empresários de destaque no cenário nacional. Entre os ministros presentes estavam Geraldo Alckmin (Desenvolvimento e Indústria), Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Alexandre Silveira (Minas e Energia), Renan Filho (Transportes) e Carlos Fávaro (Agricultura), entre outros. Haddad, Alexandre Padilha e Simone Tebet aproveitaram agendas do presidente Lula para viajar no avião presidencial, que esteve na cerimônia de comemoração dos 132 anos do Porto de Santos e no anúncio de obras do Túnel Santos–Guarujá. Já Múcio, da Defesa, e Lewandowski, da Justiça, solicitaram aeronaves da FAB alegando questões de segurança. Silvio Costa Filho custeou sua viagem com recursos próprios, enquanto Renan Filho pagou do próprio bolso sua ida e volta a São Paulo, participando de outros eventos na cidade. Messias, Dweck e Silveira afirmaram que também custearam suas passagens com recursos pessoais.
Seduc deixou cerca de 120 indígenas assistindo aulas no chão

CAROLINA, 07 de fevereiro de 2024 – Cerca de 120 alunos da Escola Estadual Indígena Tawine, situada na aldeia Guaru-hu, Terra Indígena Araribóia, no município de Amarante do Maranhão, assistem às aulas sentados no chão há anos. A informação é do Ministério Público Federal do Maranhão, que divulgou na última sexta (2) ter conseguido decisão liminar na 2ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciário de Imperatriz obrigando a gestão estadual a garantir o direito fundamental à educação escolar adequada. O prazo para cumprimento da determinação judicial é de 60 dias, sob pena de multa diária. Um inquérito civil foi instaurado pelo MPF para acompanhar a situação em 2019, a partir de representação feita pelo cacique Osmar Paulino Guajajara, alertando para o fato de que os alunos da escola assistiam às aulas sentados no chão, além da inexistência de banheiros e cantina na unidade escolar. “A situação seria ainda mais grave se o teto da escola não tivesse sido reformado com auxílio da comunidade local”, pontuou o procurador da República Felipe Ramon da Silva Fróes, autor da ação. O MPF propôs uma ação junto à Justiça Federal, que concedeu a liminar no último dia 31 de janeiro determinando inicio das obras. Ao ATUAL7, o secretário de Educação afirmou que o Estado deve cumprir a decisão. “Não vamos recorrer e a Sinfra fará a reforma”, disse. Procurada, a Secretaria de Infraestrutura foi além de nova promessa e garantiu que “já iniciou a reforma da Escola Indígena Tawine, na zona rural de Amarante”.
Seduc deixou cerca de 120 indígenas assistindo aulas no chão

CAROLINA, 07 de fevereiro de 2024 – Cerca de 120 alunos da Escola Estadual Indígena Tawine, situada na aldeia Guaru-hu, Terra Indígena Araribóia, no município de Amarante do Maranhão, assistem às aulas sentados no chão há anos. A informação é do Ministério Público Federal do Maranhão, que divulgou na última sexta (2) ter conseguido decisão liminar na 2ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciário de Imperatriz obrigando a gestão estadual a garantir o direito fundamental à educação escolar adequada. O prazo para cumprimento da determinação judicial é de 60 dias, sob pena de multa diária. Um inquérito civil foi instaurado pelo MPF para acompanhar a situação em 2019, a partir de representação feita pelo cacique Osmar Paulino Guajajara, alertando para o fato de que os alunos da escola assistiam às aulas sentados no chão, além da inexistência de banheiros e cantina na unidade escolar. “A situação seria ainda mais grave se o teto da escola não tivesse sido reformado com auxílio da comunidade local”, pontuou o procurador da República Felipe Ramon da Silva Fróes, autor da ação. O MPF propôs uma ação junto à Justiça Federal, que concedeu a liminar no último dia 31 de janeiro determinando inicio das obras. Ao ATUAL7, o secretário de Educação afirmou que o Estado deve cumprir a decisão. “Não vamos recorrer e a Sinfra fará a reforma”, disse. Procurada, a Secretaria de Infraestrutura foi além de nova promessa e garantiu que “já iniciou a reforma da Escola Indígena Tawine, na zona rural de Amarante”.
Maranhão corre o risco de perder recursos para obras paralisadas

MARANHÃO, 07 de fevereiro de 2024 – O estado do Maranhão corre o risco de perder recursos federais para retomar mais de 100 obras na área da educação que se encontram paralisadas. As informações são do Blog do Daniel Matos. O problema reside na baixa resposta às diligências técnicas exigidas pelo Ministério da Educação para a adesão ao Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação Básica. Atualmente, o Maranhão ocupa a segunda posição entre os estados que menos avançaram nesse procedimento, deixando-o em risco de perder recursos federais previstos para essa finalidade. O prazo para entrega da documentação necessária para as diligências técnicas se encerra na próxima semana. Caso o estado não cumpra essa etapa dentro do prazo estipulado, ficará impossibilitado de receber os recursos federais destinados à continuidade das obras educacionais que foram paralisadas. O cenário se agrava ao considerar que, além do Maranhão, Pará (com 153 obras) e Bahia (com 75 obras) também estão entre as unidades federativas que apresentam baixo desempenho nesse processo inicial de adesão ao Pacto. Esses estados estão na lista das três unidades da Federação que não concluíram as diligências técnicas, de acordo com informações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC). A não conclusão dessa etapa pode acarretar graves consequências para os estados e municípios, que, ao manifestarem interesse em aderir ao Pacto, correm o risco de ficar sem os recursos federais essenciais para a retomada e conclusão das obras educacionais que estão paradas. Além disso, com o encerramento do prazo, existe a possibilidade de perderem a oportunidade de repactuar os valores com base no Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), prevista pela Lei n. 14.719/2023. A não manifestação dos entes federados dentro do prazo estabelecido pode resultar em impedimento de prorrogação do termo de compromisso para obras paralisadas, cancelamento de obras inacabadas e a instauração da Tomada de Contas Especial (TCE) pelo FNDE, se necessário.
Maranhão corre o risco de perder recursos para obras paralisadas

MARANHÃO, 07 de fevereiro de 2024 – O estado do Maranhão corre o risco de perder recursos federais para retomar mais de 100 obras na área da educação que se encontram paralisadas. As informações são do Blog do Daniel Matos. O problema reside na baixa resposta às diligências técnicas exigidas pelo Ministério da Educação para a adesão ao Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação Básica. Atualmente, o Maranhão ocupa a segunda posição entre os estados que menos avançaram nesse procedimento, deixando-o em risco de perder recursos federais previstos para essa finalidade. O prazo para entrega da documentação necessária para as diligências técnicas se encerra na próxima semana. Caso o estado não cumpra essa etapa dentro do prazo estipulado, ficará impossibilitado de receber os recursos federais destinados à continuidade das obras educacionais que foram paralisadas. O cenário se agrava ao considerar que, além do Maranhão, Pará (com 153 obras) e Bahia (com 75 obras) também estão entre as unidades federativas que apresentam baixo desempenho nesse processo inicial de adesão ao Pacto. Esses estados estão na lista das três unidades da Federação que não concluíram as diligências técnicas, de acordo com informações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC). A não conclusão dessa etapa pode acarretar graves consequências para os estados e municípios, que, ao manifestarem interesse em aderir ao Pacto, correm o risco de ficar sem os recursos federais essenciais para a retomada e conclusão das obras educacionais que estão paradas. Além disso, com o encerramento do prazo, existe a possibilidade de perderem a oportunidade de repactuar os valores com base no Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), prevista pela Lei n. 14.719/2023. A não manifestação dos entes federados dentro do prazo estabelecido pode resultar em impedimento de prorrogação do termo de compromisso para obras paralisadas, cancelamento de obras inacabadas e a instauração da Tomada de Contas Especial (TCE) pelo FNDE, se necessário.
Polônia se prepara para enfrentar Rússia em tensões na fronteira

POLÔNIA, 07 de fevereiro de 2024 – Em um comunicado divulgado nesta segunda (5), o ministro da Defesa da Polônia, Władysław Kosiniak-Kamysz, que também atua como vice-primeiro-ministro, revelou que seu país está se preparando para um possível conflito armado com a Rússia. Em uma entrevista ao jornal local Super Express, o ministro afirmou estar pronto para enfrentar a agressão em “todos os cenários”. Kosiniak-Kamysz reconheceu a crescente tensão ao longo da fronteira oriental com a Rússia, especialmente em meio ao conflito em curso na Ucrânia. Ele destacou a importância de revisar a situação, tirar conclusões e preencher lacunas, incluindo armas e munições. O ministro ressaltou que, além dos esforços significativos na aquisição de armas, é crucial garantir o adequado equipamento pessoal dos soldados para enfrentar qualquer eventualidade. A preocupação com a possibilidade de uma escalada do conflito não é exclusiva da Polônia. Outros membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) também expressaram apreensão. O ministro da Defesa da Suécia, Carl-Oskar Bohlin, instou os civis a estarem preparados para uma potencial guerra na Europa. Da mesma forma, o chefe de Defesa da Romênia, general Gheorghitã Vlad, sugeriu que a “política” de guerra de Vladimir Putin esclarecerá futuras ações, destacando a Moldávia como um possível alvo. No contexto dessas tensões, a Otan anunciou o Steadfast Defender 2024, o maior exercício militar desde a Guerra Fria. Com a participação de 90 mil militares de 31 países, além da Suécia em processo de adesão, o exercício, iniciado em janeiro, está previsto para encerrar em maio.
Polônia se prepara para enfrentar Rússia em tensões na fronteira

POLÔNIA, 07 de fevereiro de 2024 – Em um comunicado divulgado nesta segunda (5), o ministro da Defesa da Polônia, Władysław Kosiniak-Kamysz, que também atua como vice-primeiro-ministro, revelou que seu país está se preparando para um possível conflito armado com a Rússia. Em uma entrevista ao jornal local Super Express, o ministro afirmou estar pronto para enfrentar a agressão em “todos os cenários”. Kosiniak-Kamysz reconheceu a crescente tensão ao longo da fronteira oriental com a Rússia, especialmente em meio ao conflito em curso na Ucrânia. Ele destacou a importância de revisar a situação, tirar conclusões e preencher lacunas, incluindo armas e munições. O ministro ressaltou que, além dos esforços significativos na aquisição de armas, é crucial garantir o adequado equipamento pessoal dos soldados para enfrentar qualquer eventualidade. A preocupação com a possibilidade de uma escalada do conflito não é exclusiva da Polônia. Outros membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) também expressaram apreensão. O ministro da Defesa da Suécia, Carl-Oskar Bohlin, instou os civis a estarem preparados para uma potencial guerra na Europa. Da mesma forma, o chefe de Defesa da Romênia, general Gheorghitã Vlad, sugeriu que a “política” de guerra de Vladimir Putin esclarecerá futuras ações, destacando a Moldávia como um possível alvo. No contexto dessas tensões, a Otan anunciou o Steadfast Defender 2024, o maior exercício militar desde a Guerra Fria. Com a participação de 90 mil militares de 31 países, além da Suécia em processo de adesão, o exercício, iniciado em janeiro, está previsto para encerrar em maio.