Weverton deve ser designado relator da sabatina de Zanin no STF

BRASÍLIA, 08 de junho de 2023 – O presidente da CCJ do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), já teria selecionado uma lista de cinco senadores para relatar a sabatina do advogado Cristiano Zanin, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ocupar uma vaga disponível no Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são do jornal O Globo. De acordo com o veículo de comunicação, Weverton Rocha, senador do PDT pelo Maranhão, está entre os indicados. Além dele, a lista conta com Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), Jader Barbalho (MDB-PA), Efraim Filho (União-PB) e Renan Calheiros (MDB-AL). O presidente da Comissão de Constituição e Justiça assegura que nenhum outro nome além desses assumirá a relatoria da sabatina de Zanin. O advogado precisa passar pelo processo de aprovação do Senado para ocupar o cargo de ministro do STF. A indicação de Zanin gerou controvérsia devido ao fato de ele ser o advogado de Lula, inclusive nos processos penais relacionados à Operação Lava Jato desde 2013. O governo de Lula tem a expectativa de que a sabatina do indicado para a vaga de Ricardo Lewandowski ocorra até o dia 21 de junho.
Imprensa nacional repercute mais um escândalo de Juscelino Filho

Envolvido em uma polêmica atrás da outra desde que assumiu o Ministério das Comunicações, a situação de Juscelino Filho (União Brasil) tende a piorar após mais um caso vir à tona. Segundo o Estado de São Paulo, Juscelino Filho emplacou o sócio do haras onde cria seus cavalos como funcionário fantasma na liderança do PDT no Senado. Sócio da irmã do ministro, Luanna Rezende (prefeita de Vitorino Freire/MA), Gustavo Gaspar tem um salário de R$ 17,2 mil, um dos maiores do gabinete. Entretando, de acordo com o Estadão, no local onde deveria trabalhar, ninguém o conhece. Ameaçado de deixar o governo se não conseguir provar sua inocência, o ministro do União Brasil deve se reunir hoje com o presidente Lula (PT). Veja os outros casos de Juscelino que repercutiram na imprensa nacional: A seguir, a reportagem do O Estado de São Paulo Sócio de haras de Juscelino é funcionário fantasma no Senado Estadão O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, emplacou o sócio do haras onde cria seus cavalos como funcionário fantasma na liderança do PDT no Senado. No local onde deveria trabalhar, ninguém conhece Gustavo Gaspar, embora ele tenha salário de R$ 17,2 mil, um dos maiores do gabinete. No haras, Gaspar é sócio da irmã do ministro, a prefeita de Vitorino Freire (MA), Luanna Rezende. O Estadão esteve na liderança do PDT no Senado na última semana. Servidores disseram que não conheciam o suposto funcionário. Diante do constrangimento, o responsável pelo gabinete, Silvio Saraiva, admitiu que ele não trabalhava no local onde está lotado e deveria dar expediente. Gaspar foi realocado dois dias após a reportagem procurá-lo. Homem de confiança do ministro na política e nos negócios, o funcionário fantasma é irmão de Tatiana Gaspar, contratada por Juscelino como assessora especial do Ministério das Comunicações, com salário de R$ 13,2 mil. Quando deputado, ele já havia empregado o pai de Gaspar, de 80 anos, com salário de R$ 15,7 mil. Gaspar foi nomeado como assistente parlamentar sênior na liderança do PDT pelo senador Weverton Rocha (PDT-MA), à época líder da bancada. Compadre do ministro, o senador é um dos fiadores de sua indicação para a pasta das Comunicações, ao lado do colega Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Em fevereiro de 2021, a liderança do PDT passou a ser comandada pelo senador Cid Gomes (CE). Gaspar continuou empregado na mesma função. A situação só mudou após o Estadão procurar o funcionário e buscar explicações sobre qual trabalho ele desempenhava. No último dia 2, Gaspar foi retirado oficialmente da liderança do PDT e transferido para a Segunda Secretaria do Senado, comandada desde fevereiro por Weverton. “O exercício dele continuou aqui por falha mesmo. Deveria ter sido requisitado o exercício dele para o gabinete do senador Weverton. Não foi. Provavelmente, ele (Gaspar) está trabalhando na Segunda Secretaria, que é onde o senador Weverton está agora. Não deve estar nem no gabinete dele”, justificou o chefe de gabinete do PDT ao Estadão, admitindo não fazer ideia do paradeiro do funcionário. Ele não explicou como a “falha” só foi percebida dois anos depois, quando houve o questionamento da reportagem. Pelos registros do Senado, Gaspar está dispensado de assinar o ponto. Nesses casos, a chefia imediata atesta que ele trabalha. Ou seja, mesmo sem dar expediente no local, a liderança do PDT abonava a frequência do funcionário. Na Segunda Secretaria, onde agora está formalmente lotado, Gaspar também não foi localizado. O Estadão esteve no local, em horário de expediente, na última semana. Ele não estava lá e duas servidoras que receberam a reportagem não sabiam de quem se tratava. Um outro servidor, ligado politicamente ao senador Weverton, tomou a frente da conversa e disse conhecer Gaspar. Tentou explicar às duas mulheres quem era a pessoa, mas elas continuaram sem saber. “É um de óculos, que fica ali no final”, disse o homem. Como resposta, teve o silêncio das funcionárias, que trabalham na entrada do gabinete e podem ver quem entra e sai. Ao ser perguntado pelo Estadão se Gaspar está trabalhando na Segunda Secretaria, o servidor respondeu: “Ele está lotado aqui”. Não soube informar, porém, em quais dias e horários o funcionário comparece e permanece no local. “O Gustavo… Que dia ele ‘tá’ aqui normalmente?”, perguntou à colega, antes de ficar mais uma vez sem resposta. Haras No papel, Gustavo Gaspar é um dos sócios do Parque & Haras Luanna, onde Juscelino Filho cria cavalos da raça Quarto de Milha. O ministro é quem lidera o negócio, mas não aparece formalmente nos registros. A outra sócia é Luanna Rezende, irmã de Juscelino e prefeita de Vitorino Freire (MA), cidade controlada pela família e onde está localizado o haras. O Estadão telefonou para o empreendimento e quem atendeu não soube informar quem era Gustavo Gaspar. O funcionário pediu para a reportagem falar com o ministro das Comunicações para saber quem administra o haras. Em 2007, Juscelino Filho vendeu 165 mil metros quadrados da área do haras para Gaspar por R$ 50 mil (R$ 124 mil atuais). Em 2018, o então deputado readquiriu o terreno por R$ 167 mil (R$ 215 mil). Como mostrou o Estadão, o estabelecimento guarda parte dos mais de R$ 2 milhões em cavalos que pertencem ao ministro e não foram declarados à Justiça Eleitoral. O jornal mostrou, ainda, que o ministro usou um voo da FAB e diárias do governo para ir a reuniões relacionadas a cavalos em São Paulo, inclusive leilões. Em um desses eventos, um cavalo de Juscelino foi apresentado para impulsionar a venda de uma égua, que teve os direitos de 50% sobre ela arrematados por R$ 1 milhão. Nenhum dos compromissos constava da agenda oficial de Juscelino. Após o Estadão revelar o caso, o ministro devolveu o dinheiro ao governo. Equipe Weverton Rocha afirmou que Gaspar atua na Segunda Secretaria. “Ele trabalha efetivamente comigo desde que fui líder do PDT no Senado. Assim como a maioria dos assessores, ele transita pelo Senado, não permanecendo necessariamente na sala”, disse. O senador não explicou, no entanto, por que a lotação
Weverton é eleito segundo secretário da Mesa do Senado Federal

O senador maranhense Weverton Rocha (PDT) foi eleito segundo secretário da Mesa Diretora do Senado Federal. A eleição dos membros da mesa diretora aconteceu nesta quinta-feira (02), um dia após a reeleição do presidente Rodrigo Pacheco. A Mesa, composta por sete senadores titulares – presidente, dois vice-presidentes e quatro secretários (estes com respectivos suplentes) –, é responsável pela direção dos trabalhos legislativos. Os parlamentares compõem também a Comissão Diretora, responsável pelos trabalhos administrativos do Senado, e têm uma série de atribuições regimentais. A composição da direção do Senado para 2023/2024 passa a ser: primeiro vice-presidente, senador Veneziano Vital do Rego (MDB-PB); segundo vice-presidente, Rodrigo Cunha (União-AL); primeiro-secretário, Rogério Carvalho (PT-SE); segundo-secretário, Weverton Rocha (PDT-MA); terceiro-secretário, Chico Rodrigues (PSB-RR); e quarto-secretário, Styvenson Valentim (Podemos-RN). Weverton é senador desde 2018. Nos dois primeiros anos ele foi líder do PDT e segundo suplente da mesa. Em 2020 foi eleito quarto secretário. Agora, como segundo secretário, caberá a ele lavrar as atas das sessões secretas, fazer a leitura e assiná-las depois do primeiro-secretário.
“Bolsonarista” Weverton Rocha deve apoiar reeleição e Pacheco

Apontado nas eleições de 2022 como “bolsonarista”, o senador Weverton Rocha deve apoiar a reeleição de Rodrigo Pacheco (PSD) no Senado Federal. A decisão segue orientação do presidente nacional licenciado do PDT, Carlos Lupi. Além do maranhense, a senadora Leila Barros (DF) também deve apoiar a reeleição. “Sabemos da responsabilidade nesse momento importante que o país está vivendo. Por isso, nosso partido decidiu ir junto com o senador Rodrigo Pacheco, que já demonstrou equilíbrio e firmeza na condução do Senado e na defesa da democracia e do estado de direito”, disse. A tomada aberta de posição de Weverton desmente as narrativas plantadas durante a eleição e tratar-se de um apoiador ferrenho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Weverton chegou a ser apontado, inclusive, como candidato de Bolsonaro nas eleições do ano passado. Apesar das acusações, nunca foram apresentadas provas mínimas da ligação der Rocha a Jair Bolsonaro. Já Rodrigo Pacheco, o candidato com quem Weverton faz questão de posar, prejudicou de todas as formas possíveis o antigo governo. Pacheco é apontado, inclusive, como um dos grandes responsáveis pelo travamento de pautas no Congresso nacional que poderiam ter dado, caso votadas, outro desfecho às eleições de 2022. A derrota do candidato do “bolsonarista” Weverton é, inclusive, considerada imprescindível para os bolsonaristas em Brasília. Cai mais uma falácia.
Debate no Imirante foi o grande momento do início das eleições no Maranhão em 2022

O debate realizado pelo portal Imirante na noite desta quinta (1º de setembro) entrou para a história não só das eleições de 2022, mas da transmissão de debates em todo o Maranhão. Com mais de 11 mil telespectadores simultâneos na hora do debate e próximo de bater 100 mil visualizações antes das primeiras 24 horas, a transmissão é a maior dessa natureza em todos os tempos. O debate foi mediado pelo jornalista Clóvis Cabalau, diretor do Núcleo de Política do Grupo Mirante. Com regras que garantiram fluidez no debate e qualidade técnica impecável, os candidatos tiveram cerca de 3 horas para debater ideias e apresentar propostas. Ficaram de fora do debate Edivaldo Holanda Jr (PSD), Frankle Lima (PCB) e Hertz Dias (PSTU). Edivaldo cumpria agenda no interior e os outros dois não participaram por regras do debate. O DEBATE Participaram do debate o governador Carlos Brandão (PSB), Lahesio Bonfim (PSC), Weverton Rocha (PDT), Simplício Araújo (Solidariedade), Joas Moraes (DC) e Enilton Rodrigues. No primeiro bloco, os candidatos respondiam a perguntas dos jornalistas do Grupo Mirante. Nos blocos posteriores, eles perguntavam a si mesmos com temas definidos e tema livre sobre plano de governo. No último bloco vieram as considerações finais. Durante todo o evento não foram registrados quaisquer problemas técnicos. Além disso, a condução do debate pelo mediador garantiu o profissionalismo necessário para que o eleitor pudesse ter mais facilidade para o eleitor pudesse ver as propostas. O DESEMPENHO DOS CANDIDATOS Carlos Brandão – Teve o pior desempenho no debate. Foi criticado e confrontado por todos os demais debatedores em menor ou maior medida. Não conseguiu defender a gestão de Flávio Dino e nem mostrar identidade própria. Saiu-se muito mal nos embates contra o ex-secretário Simplício Araújo. Carlos Brandão trocou palavras, confundiu-se em perguntas e demonstrou confusão em vários momentos. NOTA: 3 Lahesio Bonfim – Foi o primeiro dos três colocados nas pesquisas a participar ativamente do debate junto com Joas Moraes. Questionado sobre a previdência do estado, desperdiçou a chance de falar sobre os mais de R$ 1 bilhão sacados do Fundo Especial Pensão e Aposentadoria dos Servidores do Estado (FEPA) pelo ex-governador Flávio Dino, seu adversário. Exagerou nas ironias e galhofas. Não soube defender-se do senador Weverton Rocha. NOTA: 4 Weverton Rocha – Desde o começo deixou claro que iria optar pela iniciativa de buscar os embates com os demais candidatos. Escolheu o candidato Lahesio Bonfim, com quem disputa o segundo lugar nas pesquisas, para iniciar sua estratégia. A estratégia prejudicou a apresentação de propostas. Conseguiu constranger o ex-prefeito várias vezes. Quando instado sobre escândalos de corrupção, foi pouco convincente. Na última parte do debate escolher Carlos Brandão como alvo e conseguiu desestabilizar ainda mais o governador. NOTA: 7 Simplício Araújo – Surpreendeu pela assertividade contra Carlos Brandão, ex-colega de governo. Foi o único que conseguiu mesclar investidas contra adversários e apresentação de propostas. Foi pouco acionado em relação a ataques, o que facilitou seu desempenho em relação aos demais. NOTA: 9 Joas Moraes – O melhor com as palavras e na apresentação de propostas. Contudo, a falta de confrontos diretos com os demais e sua baixa popularidade o prejudicaram. NOTA: 8 Enilton Rodrigues – Refém de chavões da extrema esquerda, completamente desligado das questões locais e incapaz de incomodar os outros cinco candidatos, o representante do PSOL fez apenas figuração. NOTA: 0.
Lahesio Bonfim disputa liderança com Brandão em pesquisa

Segundo o Instituto Data Ilha, o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (PSC), disputa com o governador Carlos Brandão (PSB) o primeiro lugar das pesquisas. A distância entre os dois é menor que 1 ponto percentual. Em terceiro lugar aparece o senador Weverton Rocha (PDT). Os demais candidatos, somados na espontânea, somam menos que 5%. Na pesquisa espontânea a liderança é disputada entre Lahesio Bonfim e Carlos Brandão. Já na pesquisa estimulada, o segundo lugar é disputado entre Bonfim e Rocha. Neste aspecto, Brandão disputa o primeiro lugar nas duas formas de pesquisa; Bonfim disputa o primeiro e o segundo; Weverton disputa apenas o segundo lugar na estimulada. PESQUISAS A pesquisa espontânea é feita aos pesquisados sem nenhuma alternativa para resposta. A forma de mede a lembrança do eleitorado em relação aos candidatos. Seguem os números da pesquisa: PESQUISA ESPONTÂNEA Carlos Brandão 10,7Lahesio Bonfim 9,7Weverton 5,7Outros 3,4Edivaldo 1,1Branco/Nulo 3,6NS/NR 65,8 As pesquisas estimuladas são baseadas na apresentação de uma lista para os entrevistados. Elas são feitas através de cartão com as alternativas ou com a leitura. Servem para se verificar quais são as opções mais relevantes entre as alternativas dadas. PESQUISA ESTIMULADA Carlos Brandão 27,4%Weverton Rocha 18,1%Lahésio Bonfim 16,3%Edivaldo 9,7%Simplício Araújo 2%Hertz Dias 0,9%Enilton Rodrigues 0,7%Frankle Costa 0,6%Professor Joas Moraes 0,4%Nenhum 12,9%NS/NR 10,8% O Instituto Data Ilha realizou 2.031 entrevistas entre os dias 10 e 13 agosto. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,17 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número MA-05654/2022.
Econométrica comprova crescimento de Lahesio Bonfim no Maranhão

A última pesquisa de intenções de voto no Maranhão realizada pelo Instituto Econométrica confirma o crescimento do ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (PSC). Contratada pelo jornalista Gilberto Léda, a pesquisa mostra Carlos Brandão (PSB) e o senador Weverton Rocha (PDT) ocupando a primeira e segunda colocação respectivamente. De acordo com a pesquisa, Brandão tem 32,5% e Weverton 25,1%. Lahesio Bonfim (PSC) aparece com 18,2% das intenções de votos. O número confirma que o pré-candidato saiu do completo anonimato nos últimos meses para se tornar uma onda. Ao contrário de Carlos Brandão, que não vem poupando o uso da máquina pública para se autopromover, e do senador Weverton Rocha, que possui vasto apoio entre a classe política, Lahesio Bonfim alcançou o patamar que ocupa hoje única e exclusivamente com o apoio popular Segundo a pesquisa, na quarta posição aparecem o ex-prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PSD), 9,4%; Enilton Rodrigues (PSOL), 0,7%; e Simplício Araújo (Solidariedade), 0,3%. Branco ou nulo são 4,6% e, ainda, 9,3% não sabem em quem votar ou não responderam ao questionário. A pesquisa foi realizada em 55 municípios, entre os dias 12 e 16 de junho de 2022. Foram realizadas 1.468 entrevistas para uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais, par amais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral foi feito sob o número MA-01129/2022.
Ministro da Justiça recebe Título de Cidadão Maranhense

A Assembleia Legislativa do Maranhão realizou, na manhã desta segunda (27/06), sessão solene para a entrega do Título de Cidadão Maranhense ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Gustavo Torres. A honraria foi proposta pelo deputado Glaubert Cutrim (PDT), 1º vice-presidente da Alema. A cerimônia, conduzida pelo presidente da Casa, deputado Othelino Neto (PCdoB), aconteceu no Plenário Nagib Haickel. A solenidade contou, ainda, com a presença do governador em exercício, desembargador Paulo Velten; do senador Weverton Rocha (PDT), além de representantes do Poder Judiciário, do Ministério Público, do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e de dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA). O deputado Glaubert Cutrim (PDT) fez a saudação ao homenageado, destacando que o ministro Anderson Torres, natural de Brasília/DF, é delegado de carreira da Polícia Federal, ocupando, atualmente, o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública. O parlamentar frisou, ainda, que Anderson Torres tem sido muito atuante na área da justiça e cidadania, sendo um dos responsáveis pelas principais investigações voltadas ao combate ao crime organizado, no âmbito da Polícia Federal. “É digno de louvor o trabalho que vem sendo realizado pelo ministro Anderson Torres em todas as regiões do país, com atuação destacada também em nosso Estado. Por essa razão, a proposição da homenagem, concedendo-lhe o Título de Cidadão Maranhense, foi aprovada por unanimidade pelo Plenário desta Casa”, ressaltou Glaubert Cutrim. Após receber a condecoração, o ministro Anderson Torres agradeceu à Assembleia Legislativa e, especialmente, ao deputado Glaubert Cutrim pela homenagem que lhe foi prestada “Fico muito feliz, orgulhoso e bastante lisonjeado com esta honraria. Aproveito para reafirmar nosso compromisso com este Estado, dizendo que as parcerias que temos mantido com o Maranhão vão continuar pelo bem do interesse público, que está sempre em primeiro lugar. Mais Brasil e menos Brasília e prioridade absoluta às demandas indispensáveis da nossa população”, afirmou o ministro.