Federação partidária União Progressista é oficializada

União coligação

BRASÍLIA, 20 de agosto de 2025 – A União Brasil e o Progressistas (PP) oficializaram nesta terça (19) a federação denominada União Progressista. A convenção conjunta em Brasília aprovou o estatuto do novo grupo, que se torna a maior força partidária do país. O documento estabelece as regras de funcionamento e a linha de atuação política da agremiação, em uma etapa crucial para seu registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A nova federação partidária reunirá 109 deputados federais, formando a maior bancada da Câmara. Além disso, o grupo contará com 15 senadores, tornando-se também a maior do Senado Federal. A força da sigla inclui ainda sete governadores, 1.335 prefeitos e acesso a quase R$ 1 bilhão em recursos de fundo partidário e eleitoral.

União Brasil planeja suspender julgamento de Juscelino Filho

Juscelino partido

BRASÍLIA, 13 de maio de 2025 – O União Brasil planeja acionar a Câmara dos Deputados para tentar suspender o processo contra o deputado federal e ex-ministro das Comunicações, Juscelino Filho (MA), caso o Supremo Tribunal Federal (STF) aceite a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A informação foi confirmada pelo presidente da sigla, Antônio Rueda. “Se a denúncia contra Juscelino for recebida, vamos entrar com o pedido na Câmara para suspender o processo”, afirmou o dirigente à imprensa. A medida repetiria a estratégia usada pela defesa de Alexandre Ramagem (PL-RJ). Na semana passada, a maioria dos parlamentares aprovou a paralisação da ação penal que investiga a tentativa de golpe de Estado envolvendo Ramagem, o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros seis réus. Apesar da aprovação, a Primeira Turma do STF determinou que a decisão vale apenas para Ramagem e apenas para os crimes cometidos após sua diplomação, em dezembro de 2022.

Pedro Lucas Fernandes não garante apoio a Lula em 2026

Pedro Partido

BRASÍLIA, 25 de abril de 2025 – O líder do União Brasil na Câmara, deputado Pedro Lucas (MA), traçou nesta semana os limites de seu apoio ao governo Lula: trabalhará pela aprovação de projetos do Planalto no Congresso, mas evita qualquer compromisso com a eventual reeleição do petista em 2026. A declaração ocorre duas semanas após o parlamentar maranhense recusar o convite para assumir o Ministério das Comunicações – cargo que acabou nas mãos de Frederico Siqueira Filho. Em entrevista ao GLOBO, o deputado adotou um discurso de “apoio crítico”. “O União Brasil é plural. Respeito quem pensa diferente, mas ajudarei o governo de forma transparente onde for possível”, afirmou, acrescentando que “2026 se discute em 2026”. O próprio Pedro Lucas admitiu que inicialmente aceitara o convite ministerial, mas recuou diante da guerra interna pela liderança da bancada – vaga que seria aberta com sua saída. “Houve disputa até o último minuto”, confessou.

Rivalidade pesou para Pedro Lucas rejeitar ministério

Ministério Rivalidade

MARANHÃO, 23 de abril de 2025 – A “tempestade perfeita” que levou o líder do União Brasil na Câmara, Pedro Lucas Fernandes, a rejeitar o convite do presidente Lula para assumir o Ministério das Comunicações incluiu um cálculo político regional. Aliados do deputado ouvidos pela Coluna do Estadão dizem que ele não quis ficar na “rebarba” de Juscelino Filho, que deixou a pasta após ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em investigação sobre desvio de emendas, revelado pelo Estadão. Os dois são rivais no Maranhão, e a comparação entre as gestões seria inevitável. Esse contraste com Juscelino, dizem integrantes do União, seria desfavorável para Pedro Lucas porque ele teria menos tempo no ministério. O ex-ministro ficou mais de dois anos no cargo, enquanto o líder da sigla teria menos de um ano, já que até abril de 2026 teria de se descompatibilizar do cargo para concorrer nas eleições. Além disso, a equipe da pasta foi nomeada por Juscelino e vários programas já foram colocados em prática no setor. O nome de Pedro Lucas para o ministério chegou a ser anunciado publicamente pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Mas aliados de Pedro Lucas afirmam que ele deixou claro a Lula que para assumir o posto precisava pacificar a bancada. Ao recusar o cargo, após uma reunião com o presidente do partido, Antonio de Rueda, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a avaliação foi de que sua saída da liderança abriria uma “disputa fraticida” por sua sucessão, em um partido que há muito tempo vive rachado. PERFIL TÉCNICO Sem consenso interno, o União Brasil avalia indicar um nome técnico para o Ministério das Comunicações. A ideia, que tem sido avaliada por integrantes da cúpula do partido, é vista como alternativa para colocar panos quentes no embate interno e não correr o risco de perder a pasta. Como à CNN divulgou, uma opção seria Miguel Matos, presidente do Conselho de Comunicação Social.

Pedro Lucas pode recusar Ministério das Comunicações

pedro lucas

BRASÍLIA, 22 de abril de 2025 – O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil-MA) indicou a aliados próximos que deve recusar o convite do presidente Lula para assumir o Ministério das Comunicações. A decisão deve ser confirmada após reunião da bancada do União Brasil na Câmara, marcada para esta terça (22). Segundo a Folha de S.Paulo, o parlamentar já informou integrantes da sigla sobre sua intenção de permanecer na liderança do partido na Câmara dos Deputados. A decisão busca evitar divisões internas e manter a coesão do grupo liderado pelo vice-presidente do União Brasil, Antônio Rueda. Desde a saída do ex-ministro Juscelino Filho, o Ministério das Comunicações está sob comando interino da secretária-executiva Sônia Faustino Mendes. Juscelino foi exonerado após ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República por suspeita de desvio de recursos de emendas parlamentares.

União Brasil pode recusar indicação para Comunicações

União ministério

BRASÍLIA, 19 de abril de 2025 – O União Brasil discute seriamente a possibilidade de recusar o convite do governo Lula para indicar um novo nome para o Ministério das Comunicações, após a saída de Juscelino Filho do cargo. O nome mais cogitado no momento é o do líder do União Brasil na Câmara, Pedro Lucas (MA), mas ele pediu tempo para responder após a Páscoa. O principal motivo para a hesitação é o fato de que sua saída da liderança abriria uma nova disputa na bancada entre aliados de Lula, bolsonaristas e partidários do pré-candidato da legenda à Presidência, Ronaldo Caiado.

Pedro Lucas cotado para assumir Ministério das Comunicações

Pedro Ministério

BRASÍLIA, 09 de abril de 2025 –  O União Brasil analisa indicar o deputado Pedro Lucas Fernandes para o comando do Ministério das Comunicações, após a saída de Juscelino Filho. A decisão ocorre em razão de uma denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra Juscelino, por suspeita de desvio de emendas parlamentares. Pedro Lucas lidera a bancada do partido na Câmara dos Deputados e conta com o apoio de lideranças internas da legenda para assumir a função. A possibilidade de nomeação de Pedro Lucas tem respaldo do próprio Juscelino Filho e do presidente do partido, Antônio Rueda. Ambos defendem que a liderança de Pedro Lucas fortalece a representação do União Brasil no governo federal.

União Brasil defende legalidade da reeleição de Iracema Vale

Iracema partido

BRASÍLIA, 25 de fevereiro de 2025 – O União Brasil ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) como amicus curiae na ação que questiona a reeleição da deputada estadual Iracema Vale (PSB) à presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema). O partido, liderado na Câmara pelo deputado Pedro Lucas Fernandes, argumenta que a eleição foi conduzida de forma regular e busca reforçar sua legalidade. A ação foi movida pelo Solidariedade, legenda do deputado estadual Othelino Neto, que alega inconstitucionalidade na reeleição da Mesa Diretora. O União Brasil, porém, sustenta que a contestação representa apenas uma tentativa de judicializar a insatisfação política após a derrota de Othelino Neto no pleito interno da Alema.

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