Queimadas na Amazônia disparam 286% em fevereiro

BRASIL, 27 de fevereiro de 2024 – O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou dados alarmantes sobre a ocorrência de queimadas na Amazônia durante o mês de fevereiro deste ano, revelando um aumento expressivo de 286% em comparação com o mesmo período de 2023. Até o momento, foram identificados 2.838 focos de calor na região amazônica, em contraste com os 734 registrados em fevereiro do ano anterior.
Queimadas se alastram em terras indígenas no Maranhão

MARANHÃO, 17 de agosto de 2023 – As queimadas que têm assolado o Parque Estadual do Mirador estão se alastrando e atingindo as terras indígenas Canela e Porquinhos, localizadas no município de Fernando Falcão, de acordo com informações divulgadas pelo Ibama. Na última sexta (11), equipes da Força Nacional foram deslocadas para o Maranhão com o intuito de auxiliar no combate aos incêndios florestais que vêm ocorrendo nas áreas indígenas próximas ao Parque Estadual do Mirador, situado na região Sul do estado. Segundo Flávia Alves, superintendente do Ibama, duas frentes de combate estão atuando na área abrangida pelo Parque Estadual do Mirador. Ela explicou que a Brigada do Corpo de Bombeiros está direcionando esforços para extinguir focos dentro do próprio parque, contando com 35 brigadistas. Ao mesmo tempo, a Força Nacional, coordenada pelo Ibama, está operando na região onde ocorre sobreposição entre o parque e as terras indígenas Canela e Porquinhos. “Já foram combatidos várias frentes de fogo e, inclusive, na área de sobreposição entre o Parque Estadual do Mirador e as áreas das terras indígenas Porquinhos e Canela. Desde ontem notamos uma expansão do fogo nas terras indígenas Porquinhos e estamos enviando, além de reforços, com a Brigada Indígena Porquinhos e a Brigada Especializada de Grajaú, que serão divididos em dois grupos, ambos compostos por brigadistas do prev fogo e brigadistas das Forças Nacionais para uma atuação ainda mais a Norte dentro da terra indígena Porquinhos.” De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Maranhão caiu para a terceira posição no ranking de estados com maior número de focos de incêndio, ficando atrás de Mato Grosso e Pará. Desde o início do ano até a quarta (16), foram registrados 6.438 focos de incêndio no estado, sendo 343 apenas nas últimas 24 horas.
Lula posta fake news contra Bolsonaro e apaga após ser desmentido

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) publicou notícia falsa em suas redes sociais contra Jair Bolsonaro (PL). Segundo ex-presidiário, o Brasil bateu o recorde de desmatamento em 2022, durante o mandato do atual presidente. Imediatamente internautas divulgaram gráficos que mostram que o índice divulgado por Lula é cinco vezes menor que o mesmo indicador de desmatamento em 2004, quando o petista governava o país. Após a verdade ser exposta, Lula apagou a publicação. Os dados apresentados pela conta de Lula no Twitter mostram que, em 2022, teria sido desmatada uma área de 5.474 km². A projeção mostrada por Lula vai de 2017 a 2022. Na publicação, Lula prometeu “um futuro de proteção, desenvolvimento e autonomia da Amazônia” contra a “política de destruição” atual. Internautas revelaram um gráfico que, só em 2004, durante o mandato do petista, quase 28 mil km² foram devastados. “Por que escondeu o período em que você estava no poder, quando os números do desmatamento chegaram a ser mais do que cinco vezes piores do que os atuais? Como 5.474 KM² pode ser o recorde, se você chegou em 27.772 KM² de florestas devastadas só em 2004, segundo o PRODES?”, escreveu um internauta. Os números apresentados são do Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (PRODES) Acuado pela mentira, o petista apagou a publicação.
Maranhão entre os estados com maior devastação ambiental

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que o Maranhão é um dos estados com o maior índice de queimadas no Brasil. Entre os dez estados com mais focos de queimadas detectados pelos satélites do Inpe, desde janeiro, estão o Mato Grosso, com 7.859; Tocantins, com 3.920; Maranhão, com 3.170; Minas Gerais, com 2.039; Bahia, com 2.001; Pará, com 1.777; Goiás, com 1.567; Mato Grosso do Sul, com 1.394; Piauí, com 927; e São Paulo, com 761. Se considerado apenas o mês de julho (até o dia 20), Maranhão (1.412 focos), Tocantins (1.145), Mato Grosso (1.019), Pará (653), Minas Gerais (546) e Goiás (349) lideram o ranking de estados com mais focos de incêndios. Bahia, Piauí e Amazonas também registraram mais de 300 focos de queimadas no decorrer do mês. Desde o começo do ano, os números tornam-se cada vez mais alarmantes: foram 15.121 focos de incêndios no Cerrado e 9.556 na Amazônia. No acumulado do ano, o número de queimadas no Cerrado é quase três vezes maior que na Mata Atlântica, onde foram detectados 3.303 focos. Já em relação à Amazônia o número equivale ao dobro. Os dados revelam que a região conhecida como Matopiba, acrônimo para os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, destaca-se entre as que mais estão queimando os seus ecossistemas. Predominante nessas áreas, o Cerrado tem sido alvo da monocultura de grãos, a exemplo da soja, entre outras atividades agropecuárias, que se expandiu entre os quatro estados a partir da segunda metade dos anos 1980.
A expectativa e a realidade de Flávio Dino sobre Meio Ambiente

Na expectativa, até para passar uma imagem diferente para o restante do Brasil, Dino demonstra uma preocupação enorme com a causa e jura estar trabalhando para mudar a atual realidade. Na quinta-feira (29), durante reunião com o embaixador do Reino Unido, os governadores da Amazônia apresentaram um Plano de recuperação Verde da Amazônia. Só que a realidade que o Maranhão, estado administrado pelo comunista, vai enfrentando é bem diferente da expectativa criada por Dino. O Maranhão segue entre os piores estados do Brasil sobre a questão das queimadas. De acordo com o Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Maranhão, até 15 de outubro de 2020, acumulou 11.772 focos de queimadas. Esse quantitativo colocou o estado em 4º lugar no país, nesse quesito, e supera o total registrado em 2019, quando foram contabilizados 11.759 focos. Veja abaixo a manchete do jornal O Imparcial de 19 de outubro do ano passado. Vale lembrar que em 2018, o Maranhão chegou a registrar menos de 10 mil queimadas. Ou seja, no comando de Flávio Dino, o Maranhão tem piorado nesse quesito, já que o número de queimadas seguiu aumentando. É o que podemos chamar de expectativa e realidade.
Brigadistas NÃO! Ongueiros incendiaram Amazônia

Imprensa tenta proteger ONGs que atuam na Floresta Amazônica omitindo a natureza da organização criminosa que promovia queimadas e estelionato ambiental