PSB mantém indecisão sobre as eleições em São Luís em 2024

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SÃO LUÍS, 05 de junho de 2023 – Reunião entre dirigentes da Comissão Provisória Estadual do PSB, que contou com a presença dos deputados Duarte Junior e Carlos Lula, serviu para afirmar que o partido mantém indecisão sobre as eleições em São Luís em 2024. O encontro dos pré-candidatos pela sigla à Prefeitura da cidade junto aos representantes do PSB para discutir a situação eleitoral em São Luís no próximo pleito ocorreu nessa segunda (05). E, apesar das alegações anteriores de alguns apoiadores de Duarte, sugerindo que a situação estava definida, a verdade é que a questão ainda permanece em aberto. Em suas redes sociais, Duarte destacou a importância da união e ressaltou os objetivos de melhorar os serviços públicos em São Luís. “UNIDOS por São Luís! Nosso objetivo é garantir que nossa cidade tenha serviços públicos de qualidade e acessíveis a todos. Mais saúde, educação, mobilidade e qualidade de vida. Vamos resolver e vencer juntos!”, destacou. O PSB busca trabalhar pela unidade entre os pré-candidatos e espera que aquele que não for escolhido apoie o selecionado, mesmo que não seja o escolhido para concorrer à Prefeitura. Dessa forma, a definição sobre o candidato do PSB em São Luís para as eleições de 2024 continua incerta, e será necessário aguardar por mais desenvolvimentos nesse sentido.

Yglésio diz que PSB não o notificou sobre processo de expulsão

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MARANHÃO, 2 de junho de 2023 – Durante sua participação na tribuna da Assembleia Legislativa nesta quinta (1), o deputado estadual Yglésio Moyses questionou uma alegada reunião que teria ocorrido remotamente para tratar de seu processo de expulsão. A direção do partido alega ter convocado uma reunião no dia 31 de janeiro, na qual teriam decidido suspender os direitos partidários do parlamentar devido a uma investigação em andamento. No entanto, na referida data, Ricardo Cappelli estava encerrando sua função como interventor no Distrito Federal. Um dos participantes da reunião seria um assessor do ex-deputado federal Bira do Pindaré. Yglésio criticou essa situação, afirmando: “Eita, Bira, que vergonha! É por isso que você não foi reeleito”. Classificando o partido do qual ainda é filiado como “vergonhoso”, Yglésio afirma que nunca foi notificado sobre essa reunião, na qual deveria apresentar sua defesa, citando artigos do estatuto do partido. “Isso foi uma manobra processual. O estatuto do PSB não serve para nada”, concluiu.

Formação de blocos no Senado é problema para Lula

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A formatação dos blocos no Senado representa a primeira derrota do governo Lula no âmbito do Legislativo federal. O bloco governista, formado por PT, PSD e PSB conta com menos da metade dos senadores da casa. Já o maior bloco da casa, capitaneado pelo MDB, firmou-se como maior da casa juntando partidos de situação e oposição. Entre bancada independente e bloco, a oposição é a terceira maior força da casa. MDB, União Brasil, Podemos, Rede, PSDB e PDT criaram o bloco parlamentar “Democracia”. Com 31 parlamentares, este será o maior bloco da Casa. O bloco possui três partidos governistas MDB, Rede e PDT. Um independente, União Brasil e dois de oposição, Podemos e PSDB. A liderança do bloco começa nas mãos do União Brasil, e depois funcionará em revezamento. O segundo maior bloco parlamentar do Senado é o Resistência Democrática, formado por PT, PSD e PSB, com 28 senadores. Em seguida, está o Vanguarda, formado apenas pelo PL, com 13 senadores. Por último está o bloco Progressistas/Republicanos, com 10 nomes. A formatação dos blocos deve trazer problemas ao governo Lula na aprovação de pautas, sobretudo as consideradas polêmicas, na próxima legislatura.

Desvio de ônibus escolares por Brandão e Lula na campanha é investigado

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O uso de ônibus escolares por Carlos Brandão (PSB) nas eleições deste ano é alvo de investigação da Procuradoria Eleitoral. Os promotores apuram se o uso dos veículos estaduais e municipais na convenção do candidato promovida pelo governador foi ilegal. O caso está sob o comando do procurador eleitoral auxiliar, José Leite. A denúncia foi apresentada ao Ministério Público Eleitoral (MPE) pela coligação “Junto pelo Trabalho”, na qual relatou que os bens públicos foram usados para alavancar a candidatura do governador Carlos Brandão e do ex-gestor Flávio Dino, que disputa uma vaga para o Senado Federal. No dia 30 de julho o evento político da coligação governista, realizado no Parque João Paulo II, Itaqui Bacanga, contou com caravanas vindas do interior do Estado, e de diversos pontos da capital, que foram transportadas em dezenas de ônibus a serviço de escolas públicas estaduais e municipais, custeados com verba pública. Para José Leite, o caso pode configurar a conduta vedada prevista no artigo 73, inciso I, da Lei das Eleições, que versa que “são proibidas aos agentes públicos, servidores ou não, as seguintes condutas tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais: I – ceder ou usar, em benefício de candidato, partido político ou coligação, bens móveis ou imóveis pertencentes à administração direta ou indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, ressalvada a realização de convenção partidária”. Diante dos fatos, o procurador instaurou um Procedimento Preparatório Eleitoral para apurar a suposta utilização de veículos públicos ara o transporte de pessoas para a Convenção do PT, PC do B e PSB, em São Luís, em prol das candidaturas de Carlos Brandão e Flávio Dino. José Leite também solicitou à Assessoria de Pesquisa e Análise da Procuradoria da República no Maranhão informe, em 48 horas, os dados cadastrais de todos os veículos mencionados na denúncia.

Varíola dos macacos: Moraes se torna relator de ação contra Bolsonaro

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), se tornou relator de um processo contra o presidente Jair Bolsonaro envolvendo a varíola dos macacos. O sorteio que definiu o juiz ocorreu no domingo (14/08/22). Tudo começou depois de o Partido Socialista Brasileiro (PSB), do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, pedir à Corte que determine ao Poder Executivo e aos Estados “campanhas de vacinação” contra a doença. A legenda de esquerda quer ainda que o STF obrigue o governo federal a promover a “prevenção de grupos vulneráveis, especialmente o LGBT+”. “A inexistência de plano nacional efetivo e operacional de combate à disseminação da varíola dos macacos, além da inércia e falta de gestão institucional, promove verdadeira violação à jurisprudência que se desenvolveu no STF acerca da necessidade de proteção à saúde pública como um direito indisponível e irrenunciável”, sustentou o PSB, no processo contra Bolsonaro. Moraes tem proferido decisões que desautorizaram o governo. A primeira delas foi suspender a nomeação de Alexandre Ramagem para a diretoria da Polícia Federal, em 2020. Recentemente, o juiz do STF suspendeu decretos de Bolsonaro que reduziam o IPI sobre produtos feitos na Zona Franca de Manaus.

Apoiadores de Lula no Maranhão votaram por continuidade dos “saidões de presos”

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Dos 18 deputados federais que representam o Maranhão em Brasília, apenas três decidiram votar contra o fim da saída temporária de presos aprovada ontem. Por coincidência, Bira do Pindaré (PSB), Rubens Júnior (PT) e Zé Carlos (PT) são apoiadores do ex-presidente Lula. O texto contou com articulação direta do deputado federal Aluísio Mendes e foi aprovado por 311 votos favoráveis e 98 contrários. O projeto segue para o Senado, que vai analisar as alterações dos deputados. André Fufuca (PP), Cleber Verde (Republicanos) e Márcio Jerry (PCdoB) não votaram. Jerry deveria acompanhar a orientação da bancada. Mas, muito provavelmente por saber da repercussão negativa da posição, deve ter decidido deixar a “batata-quente” nas mãos dos “companheiros”. Veja a lista completa de como votou a bancada do Maranhão: Aluísio Mendes (PSC) – votou pelo fim da saída temporáriaAndré Fufuca (PP) – não votouBira do Pindaré (PSB) – votou contra o fim da saída temporáriaCléber Verde (Republicanos) – não votouEdilázio Júnior (PSD) – votou pelo fim da saída temporáriaGil Cutrim (Republicanos) – votou pelo fim da saída temporáriaHildo Rocha (MDB) – votou pelo fim da saída temporáriaJoão Marcelo (MDB) – votou pelo fim da saída temporáriaJosivaldo JP (PSD) – votou pelo fim da saída temporáriaJúnior Lourenço (PL) – votou pelo fim da saída temporáriaJuscelino Filho (União) – votou pelo fim da saída temporáriaMárcio Jerry (PCdoB) – não votouMarreca Filho (Patriota) – votou pelo fim da saída temporáriaPastor Gil (PL) – votou pelo fim da saída temporáriaPaulo Marinho Júnior (PL) – votou pelo fim da saída temporáriaPedro Lucas Fernandes (União) – votou pelo fim da saída temporáriaRubens Pereira Júnior (PT) – votou contra o fim da saída temporáriaZé Carlos (PT) – votou contra o fim da saída temporária

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