Prefeito é alvo de ação no MP por falta de transparência

COROATÁ, 6 de agosto de 2025 – Os vereadores Francisco Cássio (PDT) e Daniel Sousa (PP) protocolaram uma representação no Ministério Público de Contas do Maranhão (MPC-MA) contra o prefeito de Coroatá, Edimar Vaqueiro (PSB). O documento, entregue em 4 de agosto, exige acesso às folhas de pagamento da prefeitura e questiona a falta de publicidade em nomeações e gastos públicos. Os parlamentares afirmam que a gestão municipal não tem publicado regularmente as nomeações no Diário Oficial nem atualizado integralmente o Portal da Transparência. Essa omissão, segundo eles, impede o controle social e a fiscalização dos gastos públicos, violando os princípios da administração pública.
Prefeito de Santa Inês e mais 13 viram réus por desvios

MARANHÃO, 5 de agosto de 2025 – A Justiça do Maranhão aceitou, nesta segunda (4), a denúncia do Ministério Público contra o prefeito de Santa Inês, Felipe dos Pneus, e outras 13 pessoas. Todos foram tornados réus por suposto envolvimento em um esquema de desvio de R$ 55 milhões. A investigação foi conduzida pelo Grupo de Atuação Especial no Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), no âmbito da Operação Tríade. Segundo o MP, o grupo teria fraudado licitações, praticado peculato e lavado dinheiro com uso de empresas de fachada e contratos superfaturados. Felipe dos Pneus chegou a ser afastado do cargo em 2023, mas reassumiu antes da denúncia ser oficialmente recebida. O processo segue na Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís. Além do prefeito, são réus: Welker Carlos Rolim, Antônio Francisco Rocha de Abreu, Janete de Macedo Moreira, Talita Abreu de Almeida, Renato Serra Trinta Abreu e João Gilberto do Carmo Dias Filho.
Justiça torna prefeito de Igarapé Grande réu por homicídio

IGARAPÉ GRANDE, 04 de agosto de 2025 – O prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier (PDT), tornou-se réu por homicídio após a Justiça do Maranhão aceitar denúncia oferecida pelo Ministério Público. O caso envolve a morte do policial militar Geidson Thiago da Silva, durante uma vaquejada em Trizidela do Vale. A solicitação foi feita pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA) no dia 23 de julho, após a conclusão do inquérito conduzido pela Polícia Civil. As investigações apontaram que todos os disparos efetuados contra a vítima partiram do prefeito e foram feitos pelas costas. No dia 31 de julho, o juiz Luiz Emílio Braúna Bittencourt Júnior, da 2ª Vara da Comarca de Pedreiras, acolheu a denúncia e determinou a citação do réu para que apresentasse resposta escrita à acusação. A partir da citação, João Vitor terá dez dias para apresentar defesa preliminar. Ele deverá indicar testemunhas, juntar documentos, justificar sua versão e especificar as provas que pretende produzir.
Vice cobra prefeito Julinho e anuncia oposição após acidente

SÃO JOSÉ DE RIBAMAR, 1º de agosto de 2025 – O vice-prefeito de São José de Ribamar, Natércio Santos, criticou publicamente a gestão do prefeito Dr. Julinho após um acidente fatal ocorrido na madrugada desta quinta(31) na Estrada da Mata. A colisão resultou na morte de um motociclista e deixou uma mulher gravemente ferida. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Natércio se solidarizou com a família das vítimas, mas cobrou providências da Prefeitura. Ele defendeu políticas públicas eficazes e pediu mais atenção à população ribamarense por parte da administração municipal. BURACOS NA VIA TERIAM PROVOCADO A QUEDA A vítima, Joséleilson Alves, caiu da motocicleta após atingir um buraco na pista. Com o impacto, ele perdeu o controle do veículo e colidiu contra o muro de uma residência. Sua esposa, Ana Beatriz, que estava na garupa, foi socorrida em estado grave e encaminhada ao Hospital Socorrão II, em São Luís.
Justiça anula processo do TCE-MA contra prefeito de Ribamar

MARANHÃO, 30 de julho de 2025 – A Justiça do Maranhão declarou nulo o processo movido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) contra o prefeito de São José de Ribamar, Dr. Júlio César de Souza Matos (Dr. Julinho). A sentença, proferida pela 5ª Vara da Fazenda Pública de São Luís, anulou o julgamento das contas referentes à sua gestão na Maternidade Benedito Leite em 2007. O magistrado apontou vícios formais, como falta de intimação regular e ausência de contraditório, além de não identificar débito ou dano ao erário. A decisão destacou que o processo original foi marcado por irregularidades, incluindo a violação do direito à ampla defesa. O juiz determinou a nulidade de todos os atos anteriores e condenou o Estado ao pagamento de honorários advocatícios.
Prefeito do MA é indiciado por matar policial em vaquejada

MARANHÃO, 25 de julho de 2025 – A Polícia Civil do Maranhão concluiu o inquérito sobre a morte do policial militar Geidson Thiago da Silva e indiciou o prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier (PDT), por homicídio. O crime ocorreu na noite de 6 de julho, durante uma vaquejada em Trizidela do Vale. Segundo os investigadores, o prefeito efetuou os disparos que atingiram o policial pelas costas. João Vitor está em prisão preventiva desde 15 de julho, quando se apresentou à polícia e confessou sua participação no crime. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público, que irá avaliar as provas e decidir se formaliza denúncia contra o prefeito. A investigação descartou a versão de legítima defesa apresentada pela defesa. DISPAROS FORAM PELAS COSTAS, DIZ POLÍCIA De acordo com testemunhas, a discussão entre o policial e o prefeito começou quando o PM pediu que ele reduzisse os faróis do carro, pois a luz estaria incomodando os frequentadores do evento. A defesa de João Vitor afirmou que o prefeito teria reagido a uma suposta ameaça, alegando que o policial sacou uma arma durante o desentendimento. No entanto, a investigação apontou que a vítima foi baleada pelas costas. A Polícia Civil reforçou que as evidências técnicas não sustentam a tese de legítima defesa. Os laudos periciais e os depoimentos foram fundamentais para a conclusão do inquérito.
Deputado pede apuração sobre fuga de prefeito que matou PM

BRASÍLIA, 21 de julho de 2025 – O deputado estadual Wellington do Curso (Novo) solicitou nesta segunda (21) a abertura de investigação sobre a possível participação de agentes da segurança pública na fuga do prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier. O gestor confessou o assassinato do policial militar Gleidson Tiago dos Santos, ocorrido em 6 de julho de 2025, no município de Trizidela do Vale. Segundo o parlamentar, denúncias apontam que delegados, policiais civis e oficiais da Polícia Militar do Maranhão teriam atuado para ocultar o paradeiro do prefeito após o crime. As denúncias relatam que o apoio teria sido motivado por promessas de vantagens pessoais e políticas, como promoções e benefícios financeiros. Wellington afirmou que o caso representa uma grave ameaça à credibilidade das instituições de segurança pública. Ele pontuou que as acusações indicam uma tentativa de obstruir a investigação criminal e frustrar a persecução penal, o que, segundo ele, desmoraliza o sistema diante da sociedade.
Prefeito João Vitor está preso em cela privativa após crime

SÃO LUÍS, 21 de julho de 2025 – O prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier (PDT), foi preso preventivamente em cela individual após confessar o assassinato do policial militar Geidson Thiago da Silva, ocorrido em 6 de julho, em Trizidela do Vale (MA). Ele se apresentou à Polícia Civil em São Luís no dia 15 de julho e foi encaminhado a uma unidade prisional após audiência de custódia. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), o prefeito está em cela com cama e banheiro. A Justiça determinou a prisão para garantir a ordem pública e permitir a apreensão da arma usada no crime, ainda não localizada. João Vitor responde à investigação, mas ainda não foi indiciado formalmente. Testemunhas afirmaram que o crime ocorreu durante uma vaquejada, após o policial, conhecido como ‘Dos Santos’, pedir que o prefeito reduzisse o farol do carro. Houve discussão e, segundo relatos, João Vitor atirou nas costas do policial, que estava de folga. A vítima foi socorrida e levada a um hospital em Pedreiras, sendo transferida depois para outra unidade, mas não resistiu. Geidson era lotado no 19º Batalhão da PM e foi sepultado em 8 de julho. O prefeito, inicialmente, se apresentou à delegacia de Presidente Dutra, prestou depoimento e foi liberado por ausência de flagrante. LICENÇA REMUNERADA E AFASTAMENTO Antes de ser preso, João Vitor solicitou licença médica de 125 dias, alegando abalo emocional e necessidade de tratamento psiquiátrico. Mesmo afastado, continua recebendo salário líquido de R$ 13.256,08. A Câmara Municipal de Igarapé Grande aprovou o pedido e empossou a vice-prefeita Maria Etelvina. A defesa do prefeito sustenta que ele agiu em legítima defesa, alegando que o policial sacou uma arma durante a discussão. Contudo, a Polícia Civil e testemunhas contestam essa versão. O delegado Diego Maciel, de Pedreiras, informou que os tiros foram disparados pelas costas.