Preço do boi dispara e carne fica mais cara no supermercado

BRASIL, 1º de novembro de 2024 – O mercado da pecuária de corte, responsável pelo fornecimento de carne bovina, está passando por um momento, cujo preço vai pesar no bolso do consumidor brasileiro. No campo, a escassez de bovinos prontos para o abate tem diminuído a oferta de animais para os frigoríficos, enquanto as exportações estão em alta, resultando em um aumento nos preços. Nesta semana, a arroba do boi, unidade padrão para calcular o preço da carne, atingiu R$ 318, o maior valor do ano. Para contextualizar, em março de 2022, a arroba chegou ao pico de R$ 352,05, enquanto no ano passado, com uma oferta maior de gado, o preço caiu para R$ 196,35. Agora, com o valor em R$ 318,30, os pecuaristas estão se beneficiando da alta, vendendo seus bois a preços mais altos, mas os consumidores, por outro lado, enfrentarão preços mais elevados na carne no varejo. Segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA), em setembro, o preço médio da carne bovina para o consumidor era de R$ 37,58. Para efeito de comparação, a carne suína estava em R$ 24,37 e a de frango em R$ 25,43. Diante do aumento nos custos, muitos consumidores podem optar por outras fontes de proteína.
Preços das carnes devem disparar até o final do ano

BRASIL, 21 de outubro de 2024 – Os preços da carne bovina no Brasil devem sofrer disparada até o final do ano em todo o país. Em setembro, o preço da proteína subiu 2,97%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta foi impulsionada por fatores como o clima seco, a falta de chuvas e queimadas em diversas regiões, que afetam diretamente a oferta de carne no país. No atacado, os preços já estão pesando no bolso do consumidor, e essa pressão deverá alcançar em breve o varejo, alterando inevitavelmente os padrões de consumo da população brasileira. O contra-filé foi o corte com maior elevação no mês passado, subindo 3,79%, seguido por carne de porco, patinho e costela, que tiveram aumentos de cerca de 3%. A arroba do boi gordo, que estava em R$ 249,65 no início do ano, fechou setembro em R$ 255,45, um aumento de 2,32%, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A tendência de alta, observada com mais intensidade em outubro, afeta diferentes regiões do Brasil e deve continuar pressionando o mercado.
Preço do café aumenta 35% e tendência de alta deve continuar

BRASIL, 13 de setembro de 2024 – Desde o início de 2024, o preço do café no varejo sofreu um aumento significativo, de aproximadamente 35%. Especialistas projetam que essa tendência continue pelo menos até o primeiro semestre de 2025, impulsionada por fatores climáticos. Entre abril e agosto deste ano, o preço médio do quilo de café passou de R$ 29,18 para R$ 39,63. Segundo Celírico Inácio, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), o aumento deve persistir, com uma expectativa de alta adicional entre 10% e 15% nos próximos 60 dias. Inácio também apontou que os supermercados estão tentando conter a alta, negociando diretamente com os fornecedores.
Anúncio de compra faz preço do arroz disparar

BRASIL, 21 de maio de 2024 – O governo federal decidiu suspender a compra de 100 mil toneladas de arroz importado e zerou a Tarifa Externa Comum (TEC) para a importação do grão de países fora do Mercosul até o fim de 2024. A medida foi anunciada após um aumento de até 30% no preço do arroz. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, informou que o leilão que seria promovido pelo governo Lula foi cancelado devido ao aumento dos preços dentro do Mercosul.
Culpa pela alta dos preços recai em Lula para 40% dos brasileiros

BRASIL, 3 de abril de 2024 – Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Planejamento Estratégico (Ibespe), divulgada nesta quarta (3), revela que 40,2% dos brasileiros consideram o governo Lula o principal responsável pelo aumento nos preços dos produtos. O levantamento, realizado entre os dias 1° e 2 de abril, contou com 1.022 entrevistados em todo o país, apresentando uma margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. Segundo os dados obtidos pela Revista Oeste, a figura do presidente Lula é associada ao encarecimento dos produtos por 10,6% dos entrevistados. Cerca de 20% dos participantes não souberam ou não quiseram responder às perguntas.
Constatada variação de quase 120% nos preços da Ceia no MA

MARANHÃO, 20 de dezembro de 2023 – O Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor do Maranhão (Procon-MA) divulgou nesta quarta (20) os resultados de uma pesquisa que revela variações significativas nos preços de itens da ceia de Natal. O levantamento, realizado entre os dias 10 e 18 de dezembro em cinco estabelecimentos da Grande Ilha de São Luís, abrangeu 230 produtos, incluindo azeites, carnes congeladas, panetones, grãos, frutas, conservas, cereais, bombons e bebidas. A análise evidenciou uma disparidade notável, com a maior variação registrada em um tipo específico de azeite de oliva extra virgem de 200 ml. O produto, que custa R$ 15,90 em uma rede de supermercados na capital, apresentou um preço de R$ 34,90 em outro estabelecimento localizado no bairro Angelim. A pesquisa completa, incluindo todos os itens analisados, está disponível para consulta no site oficial do Procon.
Maranhão é o estado que menos diminuiu preço da gasolina

ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) divulgou um levantamento realizado entre 19 a 25 de junho informando o valor médio do litro do combustível no Brasil. A pesquisa aponta que o Maranhão é o estado que menos diminuiu o preço da gasolina. O preço médio da gasolina comum caiu R$ 1,32 em um mês nos postos do país, queda de 17,9% efeito da redução de tributos do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nos estados. Antes da lei aprovada pelo Congresso, cada ente federativo tinha autonomia para determinar a taxa sobre o combustível. Porém no Maranhão reduziu apenas R$ 0,76. A resistência do governo em aderir à lei de redução da alíquota do ICMS, que somente foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Maranhão em 13 julho após criação de Projeto de Lei de autoria do Poder Executivo maranhense e a falta de fiscalização nos postos de combustíveis no estado contribuem para a diminuição lenta do preço da gasolina. Redução da gasolina nos estados • Acre – R$ 1,34 • Alagoas – R$ 1,28 • Amapá – R$ 1,27 • Amazonas – R$ 0,86 • Bahia – R$ 1,60 • Ceará – R$ 1,32 • Distrito Federal – R$ 1,73 • Espírito Santo – R$ 1,47 • Goiás – R$ 1,65 • Maranhão – R$ 0,76 • Mato Grosso – R$ 1,08 • Mato Grosso do Sul – R$ 1,53 • Minas Gerais – R$ 1,72 • Pará – R$ 1,36 • Paraíba – R$ 1,24 • Paraná – R$ 1,55 • Pernambuco – R$ 0,89 • Piauí – R$ 1,05 • Rio de Janeiro – R$ 1,74 • Rio Grande do Norte – R$ 1,30 • Rio Grande do Sul – R$ 1,10 • Rondônia – R$ 1,46 • Roraima – R$ 0,90 • Santa Catarina – R$ 1,33 • São Paulo – R$ 1,08 • Sergipe – R$ 1,23 • Tocantins – R$ 1,26
Preços das verduras e legumes apresentam queda no país

As hortaliças apresentam queda de preço nas Centrais de Abastecimento, segundo o boletim do mês de junho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De acordo com o documento do órgão, itens como alface, batata, cenoura e tomate apresentam queda no preço, haja vista que foram os principais responsáveis pelo aumento do índice da inflação dos alimentos neste ano. A justificativa foi o crescimento da oferta dessas hortaliças-legumes e verduras estão dentro dessa categoria, inclusive a batata, que aumentou em torno de 13% o volume disponível e pela primeira vez no ano apresentou redução nos valores. O levantamento dos dados da Conab deste mês foi realizado nas Centrais de Abastecimento localizadas em Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Curitiba/PR, Fortaleza/CE, Goiânia/GO, Recife/PE, Rio Branco/AC, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP e Vitória/ES que, em conjunto, comercializam a maior parte dos hortigranjeiros consumidos pela população brasileira. Levando em consideração que o tomate e a cenoura apresentaram queda nos preços em todas as centrais – dentre as principais hortaliças pesquisadas pela Conab -, as baixas mais acentuadas foram nos estados de Brasília (58,5%), no caso da cenoura, e no Espírito Santo (-46,19%), em relação ao tomate. Dados da divulgação mais recente do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE, apontam que no mês de maio, o tomate teve redução de 23,72% no preço. Já a cenoura, registrou um recuo de 24,07%. A alface e a batata mostraram baixa de 4,10% e 3,94%, respectivamente. A redução nos preços observadas nessas centrais já chega no bolso do consumidor.