Preço dos medicamentos ficam mais caros a partir de hoje (1º)

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SÃO LUÍS, 1º de abril de 2026 – O reajuste de medicamentos começa a valer a partir de hoje (1º), conforme decisão da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). A medida prevê aumento médio de 1,95%, podendo variar entre 1,13% e 3,81%, após aval do governo federal, e deve impactar cerca de 13 mil produtos em todo o país. O índice definido para o reajuste de medicamentos fica abaixo da inflação acumulada nos últimos 12 meses, medida pelo IPCA, que alcançou 3,81%. Ainda assim, os percentuais variam conforme o nível de concorrência de cada produto no mercado farmacêutico. Medicamentos com maior concorrência poderão registrar aumento de até 3,81%. Já aqueles com concorrência intermediária têm limite de reajuste de 2,47%. Por outro lado, produtos com menor concorrência poderão sofrer elevação de até 1,13%, conforme estimativas do setor.

Material escolar tem diferença de preço de 573% em São Luís

material procon

MARANHÃO, 15 de janeiro de 2026 – O preço do material escolar apresenta variação superior a 573% entre as papelarias de São Luís, conforme apontou um levantamento do Procon-MA divulgado nesta semana. A análise comparou os valores de mais de 360 itens, incluindo produtos básicos como cadernos, lápis, canetas e lancheiras. Dessa forma, o órgão de defesa do consumidor constatou oscilações de preço abusivas em diversos estabelecimentos da capital. O item com a maior diferença de valor foi o lápis Cristal Fina, que pode ser encontrado por R$ 0,89 ou por R$ 5,99. Essa discrepância representa uma variação de preço de 573,03% para o mesmo produto. Em seguida, aparece o lápis AZ vermelho sem borracha, com uma variação de preço de 299,50%, sendo vendido entre R$ 2,00 e R$ 7,99.

Gasolina no Brasil mantém preço acima da média internacional

Gasolina Lula

BRASIL, 13 de outubro de 2025 – O preço da gasolina no Brasil segue acima da referência internacional, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) na sexta (10). A entidade identificou diferença média de 8%, o que representa um sobrepreço de R$ 0,23 por litro em relação ao valor de paridade de importação. A metodologia da Abicom considera o preço do combustível no mercado global, somado aos custos de frete, impostos e taxas portuárias. Conforme o levantamento, a variação dos preços nas refinarias brasileiras oscilou entre R$ 0,17 e R$ 0,31 por litro, dependendo do polo de entrega. Embora a diferença tenha diminuído em relação à semana anterior, quando chegou a 10%, o Brasil mantém a chamada “janela de importação” aberta há 39 dias. Isso indica que, mesmo com a queda das cotações internacionais e a estabilidade do dólar em R$ 5,35, importar gasolina ainda é financeiramente vantajoso. As refinarias da Petrobras e da Acelen não ajustam os preços desde junho, quando a estatal reduziu o valor da gasolina em 5,6%. Desde então, os preços permanecem congelados, mesmo diante das mudanças no mercado global de petróleo.

Brinquedos têm diferença de preço de até 466% em São Luís

brinquedos procon

SÃO LUÍS, 8 de outubro de 2025 – Uma pesquisa do Procon-MA identificou variações de até 466,82% nos preços de brinquedos e produtos infantis em lojas de São Luís. O levantamento, realizado entre os dias 24 de setembro e 3 de outubro, comparou valores de itens populares para o Dia das Crianças. O caso mais extremo foi o do LEGO Batman, vendido a R$ 29,99 na Be Toys e a R$ 169,99 na PB Kids, ambas localizadas na Avenida dos Holandeses. Entre os produtos analisados, um livro infantil apresentou a maior disparidade de preço. A obra “Turma da Mônica – Lendas Brasileiras” era comercializada por R$ 14,90 na Livraria Leitura do Shopping da Ilha, enquanto no São Luís Shopping o mesmo item custava R$ 99,90.

Energia solar fica mais acessível e Maranhão lidera ranking

Solar Maranhão

MARANHÃO, 24 de julho de 2025 – O preço da energia solar no Brasil registrou queda de 3% no segundo trimestre de 2023, chegando a R$ 2,51 por Watt-pico (Wp), de acordo com o Radar, indicador desenvolvido pela Solfácil. A redução ocorreu mesmo com o aumento nos custos dos equipamentos, influenciado por novas taxas de exportação de painéis solares na China. Um dos fatores que contribuíram para a baixa foi a queda no preço do polissilício, matéria-prima essencial na fabricação das placas. O Centro-Oeste segue como a região com o menor custo médio (R$ 2,40/Wp), enquanto o Nordeste aparece em segundo lugar (R$ 2,45/Wp), beneficiado pelo alto potencial de geração solar.

Café moído fica 77% mais caro em um ano e deve piorar

café ibge

BRASIL, 11 de abril de 2025 –  Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que o preço do café moído aumentou 77,78% em 12 meses, com alta de 8% apenas em março. E o pior: a conta ainda não fechou. A escalada de preços do café, que já subiu 30% só em 2025, tem culpados conhecidos:

Brasileiros recorrem a carcaça de frango e espinha de porco

Brasileiros alimentos

BRASIL, 13 de março de 2025 – A disparada dos preços dos alimentos alterou os hábitos de consumo e preocupa o governo Lula, com brasileiros enfrentando dificuldades para manter a alimentação. Segundo o IBGE, a inflação dos alimentos atingiu 7,69% nos últimos 12 meses, acima do 1,11% registrado em 2023. O IPCA de fevereiro indicou desaceleração em relação a janeiro, mas segue elevado, atingindo 7,12%. O aumento dos preços preocupa o governo federal, que zerou impostos de importação sobre itens como café, azeite e sardinha para conter a crise. A advogada Léa Vidigal, especialista em direito econômico, alerta que a falta de proteínas pode impactar o desenvolvimento infantil. Dados do Dieese indicam que a cesta básica em São Paulo custou R$ 851 em janeiro, o que representa 56% do salário mínimo.

Preço do café dispara e supera recorde de 1977

Café recorde

BRASIL, 11 de dezembro de 2024 – Os preços do café arábica atingiram um novo recorde histórico nesta terça (10), com contratos futuros chegando a US$ 3,4540 por libra-peso, superando o pico registrado em 1977. A disparada resulta, sobretudo, a crise global de oferta, impulsionada por problemas climáticos em grandes produtores como Brasil e Vietnã, além de déficits consecutivos na produção global. No Brasil, maior exportador mundial, a produção do café arábica deve ser de apenas 34,4 milhões de sacas na temporada 2025-26, cerca de 11 milhões abaixo da estimativa inicial da Volcafe Ltd. O déficit global acumulado, que já dura cinco anos, é projetado em 8,5 milhões de sacas para a próxima temporada. A seca prolongada, seguida de chuvas irregulares, comprometeu ainda mais as lavouras, com estimativas de que o país produza menos de 30 milhões de sacas no próximo ciclo, segundo analistas como Steve Pollard, do Marex Group. A alta de 80% nos preços do arábica este ano reflete também a pressão sobre outras regiões produtoras. O Vietnã, maior fornecedor de robusta, enfrenta perdas devido a secas severas e chuvas no início da colheita. O cenário global desfavorável intensifica a valorização do grão, que é uma das commodities de melhor desempenho em 2024.

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