Imprensa nacional destaca cenário de miséria no Maranhão

A edição do Bom Dia Brasil da manhã desta segunda (13/06) trouxe uma matéria que tratou sobre o levantamento da Fundação Abrinq, apresentando o crescimento em 33% do número de crianças e adolescentes trabalhando de forma irregular no país. Na ocasião, a reportagem mencionou que fiscais do Ministério do Trabalho encontraram um menino de 14 anos trabalhando em um lixão, no Maranhão, e exibiu a cena que reflete o aumento da fome e da miséria no estado. “Talvez a pior forma de trabalho infantil pela insalubridade, pelos riscos ocupacionais, pelos riscos à saúde”, disse Léa Cristina Leda, auditora-fiscal do Trabalho. A Legislação Brasileira permite o trabalho de adolescentes com 14 e 15 anos na condição de aprendiz. E, a partir dos 16 anos, com o registro em carteira de trabalho, vai seguindo uma série de regras. Trabalhos perigosos ou insalubres são vedados aos menores de 18 anos. No entanto, segundo dados da Abrinq, a ano de 2021 terminou com mais de 1,2 milhão de jovens entre 14 a 17 anos em situação de trabalho infantil. “O estado precisa fazer um investimento na proteção social das famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica, pois atrás de uma criança e adolescente que está em situação de trabalho infantil temos uma família em vulnerabilidade”, afirmou Ana Maria Villa Real, coordenadora do Combate ao Trabalho Infantil/MPT.
Maioria dos prefeitos do Brasil deve apoiar Bolsonaro em outubro

Levantamento do jornal Folha de São Paulo mostra que o presidente Jair Bolsonaro (PL) terá a preferência entre os prefeitos do país nas eleições de outubro. Segundo os números, o direitista possui 1.502 gestores municipais no seu arco de aliança. Já o petista possui 620. A diferença percentual é de 142,26%, o que indica mais do que o dobro. Além de perder em apoio de prefeitos para Bolsonaro, Lula também terá menos apoio que a candidata Simone Tebet (MDB). Em seu arco, a emedebista conta com influência em 1435 cidades. Ciro Gomes (PDT) pode contar com 311 e Luciano Bivar (União) com 551. A dificuldade do petista em ter prefeitos ligados diretamente em sua coligação se explica pela baixa efetividade dos partidos de extrema esquerda em eleições municipais. Atualmente Lula tem em seu arco de alianças apenas partidos de extrema esquerda, como PSOL, PCdoB, Solidariedade, PV e PSB. Os números refletem a dificuldade de Lula para construir uma coligação expressiva como em eleições passadas. Entre os 10 maiores partidos do congresso, Lula conta com o apoio apenas de 2 (PT/3º e PSB/8º). Bolsonaro possui apoio de 3 (PL/1º, PP/2º e Republicanos/6º). Luciano Bivar tem 1 (União/4º). Ciro Gomes também 1 (PDT/10º). Já Simone Tebet tem o apoio de 2 (MDB/7º e PSDB/9º). O PSD, que ocupa o 5º lugar, ainda não decidiu que rumo deve tomar.
Helicóptero faz pouso de emergência e cai em navio em São Luís

O helicóptero ainda não foi retirado do navio e a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) já foi comunicada sobre o acidente
Sampaio e Náutico lutam contra o rebaixamento

O tricolor maranhense só venceu na Série B quando jogou em casa. Tem a sétima campanha da competição como mandante
O esquema milionário de empresas de consórcio em São Luís

o esquema consistia na oferta e comercialização enganosa de contratos simulados de consórcio como se fossem operações de financiamento
Coletivo Bolsonaro é lançado no Maranhão

Decepcionados com a classe política local, um grupo de pessoas de vários partidos e regiões do Maranhão decidiu lançar um movimento chamado “Coletivo Bolsonaro”. A intenção do grupo é eleger, segundo os próprios, o primeiro parlamentar de direita da história recente do estado. “São 217 prefeitos, 2.934 vereadores, 18 deputados federais, 3 senadores e 42 deputados estaduais. Absolutamente nenhum pode ser caracterizado como político de direita. Queremos mudar isso”, disse o músico Rafael Hachem, um dos membros do coletivo. Segundo Hachem, atualmente o movimento é formado por 20 pessoas. Entre médicos, empresários, professores, funcionários públicos, artistas e advogados. Além da pluralidade de funções, o grupo também não possui partido político definido. “Temos membros sem partido, outros no PL, NOVO, PSD, PTB e PSC. Isso acontece porque, por mais que saibamos que partido é algo importante, nosso movimento não nasceu dentro de um partido específico. O que nos une são ideias de direita, não partido”, explicou a empresária Fabia Belfort. OBJETIVOS No início desta semana uma série de outdoors de um movimento denominado Coletivo Bolsonaro foram instalados em diversas cidades do estado. No slogan, o movimento se apresenta como objetivando o “primeiro parlamentar de direita da história do Maranhão”. As peças também fazem propaganda da página no movimento recém-criada no Instagram (@coletivobolsonarto) Para Fabia, a política estadual sofre uma hegemonia da esquerda. “Todos os governadores de 1989 até aqui tinham ligações com a esquerda. Cafeteira, João Alberto, Lobão, Roseana, José Reinaldo, Jackson, Flávio Dino e Brandão são todos políticos simpatizantes da esquerda e servis ao petismo e Lula. E esse comportamento se vê na Assembleia”, explicou. Os membros do Coletivo sentem que o eleitor de direita está órfão na política do estado. Eles reclamam da falta de parlamentares que tenham nos valores conservadores o direcionamento obstinando. “Não há absolutamente nenhum político com mandato no Maranhão que tenha coragem de criticar Lula publicamente. Da mesma forma que não existe político no Maranhão que seja conhecido por defender pautas conservadoras sempre”, afirmou. Para Rafael, o eleitor conservador no Maranhão é sequestrado por políticos enganadores. “Veja o caso da senadora Eliziane Gama. Fez carreira com o voto dos evangélicos e tanto na Câmara quanto no Senado defende pautas estranhas aos cristãos. Assim como ela existem vários que se elegem com votos de pessoas que esperam uma postura e recebem outra dos eleitos”, explicou. Apesar das convicções políticas claras, o Coletivo ainda não decidiu por qual partido e nem qual cargo deve lançar candidato. “Não é o momento disso. O que queremos é despertar a população para o fato absurdo de que os milhões de eleitores conservadores não possuem absolutamente nenhum representante que seja conservador, anti-PT e defensor de princípios da liberdade 24 horas por dia entre os quase 3 mil políticos com mandato. Essa é nossa meta. O resto faz parte do processo”, concluiu Rafael.
Secretário é convocado para tratar sobre a segurança no MA

O secretário de Segurança Pública do Maranhão, coronel Silvio Leite, foi convocado pela Assembleia Legislativa para prestar esclarecimentos sobre a atual situação da segurança no Maranhão. O requerimento é de autoria do deputado Wellington do Curso (PCS) e foi aprovado por unanimidade na manhã desta terça (07/06) pelos parlamentares. Ele também reforça ao Governo do Estado a nomeação dos 1.400 aprovados no último concurso da PMMA, além dos subjudices e remanescentes, pois, de acordo com o parlamentar, o Maranhão tem um déficit de 4.216 no quadro da Polícia Militar e mais 2 mil vão se aposentar. Além de tratar sobre os quadros da PM, o titular da SSP/MA também vai esclarecer sobre a insegurança com diversos episódios de violência e homicídio em todo o Maranhão. Quando foi entrevistado no JMTV 1ª edição, em 19 de maio detse ano, Silvio Leite disse que a violência na Grande São Luís estava ‘em declínio’. No entanto, dados da própria Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), já contradiziam a afirmação. Além de ressaltar os dados do Monitor de Violência, à época, os índices citados pelo secretário não haviam coletado os registros dos meses de abril e maio. Recentemente, de acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública, comandada pelo coronel, a Grande Ilha já soma mais de 140 mortes violentas durante os cinco primeiros meses deste ano. Inclusive, somente no mês de maio o registro foi de 23 assassinatos e 78% desses casos ocasionados por arma de fogo.
Sampaio busca primeira vitória fora de casa

A Bolívia tenta reverter o péssimo desempenho longe do Castelão. Em 4 partidas, são 3 derrotas e um empate