Mais de 70% dos brasileiros desconhecem medidas de Lula

Lula pesquisa

BRASIL, 15 de fevereiro de 2024 – Uma pesquisa conduzida pela Paraná Pesquisas, divulgada nesta semana revela que a maioria dos brasileiros, especificamente 73,4%, não consegue citar uma medida ou benefício à população realizada pelo governo do presidente Lula (PT). Os dados foram publicados pelo Poder360. A pesquisa questionou os entrevistados com a seguinte pergunta: “O(A) Sr(a) saberia dizer alguma obra, medida administrativa ou benefício à população que o governo do presidente Lula realizou ou está realizando até o momento?”. Na ocasião, 26,6% afirmaram que sabiam. Dos que conseguiram citar alguma ação do governo Lula, 8,6% mencionaram investimentos no Bolsa Família ou auxílios de renda à população carente. Em segundo lugar, com 4,5%, apareceram investimentos na educação pública, seguidos por investimentos em programas de moradia e habitação popular, como o Minha Casa Minha Vida, com 3%. A pesquisa também questionou sobre falhas ou erros cometidos pela administração atual de Lula. Ao serem indagados sobre alguma falha ou erro cometido pelo governo Lula até o momento, 59% dos entrevistados admitiram não saber. No entanto, 41,1% conseguiram apontar algum erro. Dos temas mais citados entre os que se lembraram de algum erro na gestão Lula, destacam-se: A pesquisa, conduzida pela Paraná Pesquisas, entrevistou 2.026 eleitores com 16 anos ou mais, em 164 municípios distribuídos nos 26 estados e no Distrito Federal. O levantamento ocorreu de 24 a 28 de janeiro de 2024, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e um intervalo de confiança de 95%.

PF pede inquérito no STF contra Nikolas por chamar Lula de ladrão

PF Nikolas

BRASÍLIA, 09 de fevereiro de 2024 – Nesta quinta (9), a Polícia Federal encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de abertura de inquérito contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) por alegado crime de injúria contra o presidente Lula. As declarações de Nikolas ocorreram durante um discurso na Cúpula Transatlântica, evento da Organização das Nações Unidas (ONU) realizado em novembro de 2023. O deputado teria afirmado que Lula é “um ladrão que deveria estar na prisão”. O próprio Lula solicitou a abertura do inquérito ao Ministério da Justiça, enviando um link com o vídeo contendo as declarações do parlamentar mineiro. Ricardo Cappelli, ex-secretário-executivo do Ministério, substituindo Flávio Dino, enviou o pedido à Polícia Federal. De acordo com o Código Penal, em casos de suposto crime de injúria contra o Presidente da República, cabe ao Ministério da Justiça solicitar a investigação. A Polícia Federal alega que as declarações de Nikolas Ferreira sobre Lula não estariam protegidas pela imunidade parlamentar. O pedido de instauração do inquérito será analisado pelo ministro do STF Luiz Fux.

Bolsonaro é condenado pelo TSE por associar Lula ao PCC

Bolsonaro condenado

BRASÍLIA, 08 de fevereiro de 2024 – Não bastasse a operação da Polícia Federal que impôs restrições de circulação ao ex-presidente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quinta (8) aplicação de uma multa de R$ 15 mil ao ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de propagar desinformação e notícia falsa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, associando o petista à organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). O fato ocorreu na campanha eleitoral de 2022. A representação no TSE foi da coligação Brasil da Esperança, do conjunto de partidos que apoiaram Lula. Foi determinada ainda a retirada do conteúdo das redes sociais. Esse julgamento teve início em 9 de novembro de 2023, com Lula já eleito presidente, mas não empossado. O então relator e corregedor-geral eleitoral, ministro Benedito Gonçalves, julgou a ação procedente e foi quem aplicou a multa ao ex-presidente. Nesta quinta, Bolsonaro teve que entregar seu passaporte à PF e está proibido, pelo ministro Alexandre de Moraes, de se aproximar dos outros investigados.

Lula dá a entender que salários de ministros do STF são baixos

Lula STF

BRASÍLIA, 02 de fevereiro de 2024 – O presidente Lula (PT) disse nesta quinta (1º) que os salários dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) são “irreais” para a “qualidade da função”. Segundo o petista, quando os magistrados se aposentam da Suprema Corte podem “ganhar um pouco de dinheiro” e “trabalhar em outras coisas”. Em dezembro de 2022, o Congresso Nacional aprovou uma espécie de “aumento escalonado” de 18% no salário dos ministros. Em 2022, o valor era de R$ 39.200. Foi reajustado para cerca de R$ 44.000 a partir desta 5ª feira (1º.fev). Em 2025, subirá para R$ 46.300. Lula deu a declaração na cerimônia de posse do novo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski. O petista disse ter ficado com receio de que o ministro aposentado do STF não fosse aceitar assumir a vaga na Esplanada e que, durante o convite, pôde ouvir Lewandowski comentar sobre como “a vida estava ficando razoável do ponto de vista da melhoria econômica dele”.

Lula dá a entender que salários de ministros do STF são baixos

Lula STF

BRASÍLIA, 02 de fevereiro de 2024 – O presidente Lula (PT) disse nesta quinta (1º) que os salários dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) são “irreais” para a “qualidade da função”. Segundo o petista, quando os magistrados se aposentam da Suprema Corte podem “ganhar um pouco de dinheiro” e “trabalhar em outras coisas”. Em dezembro de 2022, o Congresso Nacional aprovou uma espécie de “aumento escalonado” de 18% no salário dos ministros. Em 2022, o valor era de R$ 39.200. Foi reajustado para cerca de R$ 44.000 a partir desta 5ª feira (1º.fev). Em 2025, subirá para R$ 46.300. Lula deu a declaração na cerimônia de posse do novo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski. O petista disse ter ficado com receio de que o ministro aposentado do STF não fosse aceitar assumir a vaga na Esplanada e que, durante o convite, pôde ouvir Lewandowski comentar sobre como “a vida estava ficando razoável do ponto de vista da melhoria econômica dele”.

Lula exonera diretor-adjunto da Abin, mas mantém o chefe

02 ABIN

BRASÍLIA, 31 de janeiro de 2024 – O presidente Lula exonerou nesta terça (30) Alessandro Moretti do cargo de diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A exoneração do número 2 da agência foi publicada na noite desta terça (30) em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). A demissão ocorre após a Polícia Federal (PF) deflagrar operação que investiga suposto esquema de produção de informações clandestinas dentro da Abin durante a gestão do então diretor e atual deputado federal, Alexandre Ramagem (PL-RJ). Um dos alvos da investigação é o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Mais cedo, o presidente Lula havia dito, em entrevista, que se fosse comprovado o envolvimento de Moretti no monitoramento ilegal feito no governo passado, não haveria condições de ele permanecer na instituição. O delegado federal Alessandro Moretti estava na Abin desde março de 2023 e continuou no órgão por ter relação de confiança com o diretor-geral Luiz Fernando Corrêa, nomeado pelo presidente Lula. Com a saída de Moretti, o segundo maior posto do órgão passará a ser ocupado por Marco Aurélio Chaves Cepik, conforme nota divulgada pela Casa Civil da Presidência da República. Cepik é professor universitário e o atual diretor da Escola de Inteligência da Abin. Antes da Abin, Moretti ocupou direção de Inteligência Policial (2022 a 2023) e de Tecnologia da Informação e Inovação (2021 a 2022) da Polícia Federal. Ele também atuou como diretor de Gestão e Integração de Informações da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), em 2020 e foi secretário-executivo de Segurança Pública do Distrito Federal, entre 2018 e 2020.

Lula exonera diretor-adjunto da Abin, mas mantém o chefe

02 ABIN

BRASÍLIA, 31 de janeiro de 2024 – O presidente Lula exonerou nesta terça (30) Alessandro Moretti do cargo de diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A exoneração do número 2 da agência foi publicada na noite desta terça (30) em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). A demissão ocorre após a Polícia Federal (PF) deflagrar operação que investiga suposto esquema de produção de informações clandestinas dentro da Abin durante a gestão do então diretor e atual deputado federal, Alexandre Ramagem (PL-RJ). Um dos alvos da investigação é o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Mais cedo, o presidente Lula havia dito, em entrevista, que se fosse comprovado o envolvimento de Moretti no monitoramento ilegal feito no governo passado, não haveria condições de ele permanecer na instituição. O delegado federal Alessandro Moretti estava na Abin desde março de 2023 e continuou no órgão por ter relação de confiança com o diretor-geral Luiz Fernando Corrêa, nomeado pelo presidente Lula. Com a saída de Moretti, o segundo maior posto do órgão passará a ser ocupado por Marco Aurélio Chaves Cepik, conforme nota divulgada pela Casa Civil da Presidência da República. Cepik é professor universitário e o atual diretor da Escola de Inteligência da Abin. Antes da Abin, Moretti ocupou direção de Inteligência Policial (2022 a 2023) e de Tecnologia da Informação e Inovação (2021 a 2022) da Polícia Federal. Ele também atuou como diretor de Gestão e Integração de Informações da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), em 2020 e foi secretário-executivo de Segurança Pública do Distrito Federal, entre 2018 e 2020.

Lula não critica amigo ditador venezuelano por veto a opositora

Maduro Lula

VENEZUELA, 30 de janeiro de 2024 – Na última sexta (26), o Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela determinou a proibição de María Corina Machado, líder da oposição, de ocupar cargos públicos pelos próximos 15 anos. Esta decisão levou a América Latina e os Estados Unidos a condenarem o ditador Nicolás Maduro, exceto o governo Lula, um aliado histórico do líder venezuelano. María Corina, que venceu as eleições primárias em outubro de 2023, teve sua inelegibilidade decidida em 2015 pela Controladoria-Geral da Venezuela, controlada pelo chavismo. A justificativa inicial foi a omissão de valores em sua declaração de bens, posteriormente ampliada por supostamente apoiar as sanções dos EUA à Venezuela. Corina nega ambas as acusações. Após a decisão da Suprema Corte venezuelana, a líder da oposição declarou que Maduro e seu regime escolheram o pior caminho: eleições fraudulentas. “Isso não vai acontecer”, afirmou. A decisão impede María Corina de disputar as eleições no segundo semestre deste ano, indo de encontro à promessa anterior de Maduro de realizar eleições limpas. O silêncio do governo brasileiro diante desse cenário é notável. Desde 2023, o Ministério das Relações Exteriores ainda não se pronunciou sobre a decisão da Venezuela. O governo de Lula, aliado de Maduro, não tem censurado as ações do líder venezuelano. Em maio, Lula afirmou que Maduro precisava “construir sua narrativa”, defendendo a soberania da Venezuela. Lula, ao assumir a presidência, reatou as relações diplomáticas com a Venezuela, rompidas por Jair Bolsonaro em 2019 devido a denúncias de fraude nas eleições de 2018. Enquanto líderes sul-americanos, como Argentina, Uruguai, Paraguai e Equador, manifestam preocupação e condenam a ditadura de Maduro, o Brasil sob o governo de Lula permanece em silêncio diante das ações autoritárias no país vizinho. A falta de críticas também é notada pela Iniciativa Democrática da Espanha e das Américas, composta por 37 ex-presidentes, que condenaram a decisão da Venezuela.

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