Quase 75% das famílias em São Luís estão endividadas

SÃO LUÍS, 23 de maio de 2024 – O endividamento em São Luís atingiu, em maio, o maior nível da série histórica desde outubro de 2022. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA), 74,4% das famílias ludovicenses possuem algum tipo de dívida, o que corresponde a 227.379 famílias. A pesquisa indica uma tendência crescente no uso do crédito na capital maranhense desde agosto de 2023, quando o índice de endividamento era de 71,8% das famílias.
Déficit do MA ultrapassa R$ 100 milhões, diz estudo da Firjan

BRASIL, 20 de maio de 2024 – Os estados brasileiros enfrentam um déficit orçamentário conjunto de R$ 29,3 bilhões em 2024, conforme estudo recente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Das 27 unidades federativas, 23, incluindo o Distrito Federal, devem terminar o ano com saldo negativo. Entre os estados com os maiores déficits, destacam-se o Rio de Janeiro, com R$ 10,3 bilhões, e Minas Gerais, com R$ 4,2 bilhões. O Maranhão apresenta um déficit de R$ 133 milhões. O RJ, o RS e Goiás estão sob o Regime de Recuperação Fiscal (RRF), que permite flexibilização de regras fiscais, concessão de operações de crédito e suspensão do pagamento de dívidas, desde que cumpram certas obrigações para reequilibrar suas contas. Minas Gerais está em processo de adesão ao RRF. A rigidez orçamentária é um problema estrutural comum a muitos estados brasileiros. Quase metade do orçamento estadual é destinada a despesas obrigatórias, como pagamento de pessoal e amortizações da dívida, limitando a capacidade de investimentos em outras áreas. Outro fator crítico é o déficit previdenciário. As despesas com previdência superam as receitas em muitos estados, agravando a situação fiscal. O déficit previdenciário do Rio de Janeiro é de R$ 13,7 bilhões, seguido por Minas Gerais com R$ 10,1 bilhões e Rio Grande do Sul com R$ 8,8 bilhões. No total, o déficit previdenciário das 27 unidades federativas alcança R$ 86,1 bilhões, segundo a Firjan.
MA tem déficit previsto em mais de R$ 100 mi até o fim de 2024

MARANHÃO, 29 de abril de 2024 – Um estudo recente realizado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), utilizando dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), trouxe projeções preocupantes para as finanças do Governo do Maranhão. Segundo esse levantamento, o estado pode enfrentar um déficit de R$ 133 milhões até o final de 2024. O relatório, divulgado na última sexta (26), aponta que o saldo negativo total das contas públicas pode chegar a R$ 29,3 bilhões, com a maioria dos estados enfrentando dificuldades financeiras. Das 27 unidades da federação, apenas quatro devem fechar o exercício deste ano com um saldo positivo ou zerado na relação entre receitas e despesas. No contexto regional, o Maranhão figura como o 19º estado com o maior déficit estimado para 2024. Na comparação dentro da região Nordeste, ocupa a 8ª posição, com um déficit previsto maior apenas do que Alagoas. Estados como Ceará, Bahia e Paraíba lideram a lista com déficits significativos. Entre os estados com saldo positivo nas finanças, destacam-se São Paulo, Amapá, Espírito Santo e Mato Grosso. Em contrapartida, o Rio de Janeiro é o estado com o maior déficit estimado para 2024, seguido por Minas Gerais e Ceará. A situação econômica desafiadora também é compartilhada por Paraná e Rio Grande do Sul. A análise da Firjan aponta para diversos fatores que contribuem para essa situação, incluindo gastos desequilibrados e o impacto econômico da pandemia. A alteração no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis e energia, em 2022, é citada como um dos elementos que afetaram as receitas estaduais. Além disso, as despesas com pessoal, especialmente as previdenciárias, exercem um peso considerável no orçamento. Apesar da reforma da previdência realizada em 2019, o estudo ressalta que essa medida não foi suficiente para garantir o equilíbrio financeiro nesse campo. Em 2022, o déficit previdenciário total das unidades da Federação atingiu a marca de R$ 86,1 bilhões.
Insegurança alimentar atingiu 43,6% dos lares no MA em 2023

MARANHÃO, 25 de abril de 2024 – Quase 40% dos domicílios no Norte e no Nordeste registraram algum nível de insegurança alimentar (leve, moderada ou grave) em 2023. As duas regiões são as mais afetadas pelo problema no Brasil, segundo dados divulgados nesta quinta (25) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A análise dos números estaduais reforça que a insegurança alimentar é mais presente nas regiões Norte e Nordeste. Em 2023, o maior percentual de domicílios nessa condição foi verificado em Sergipe: 49,2%. Ou seja, quase metade dos lares locais registrava algum nível do problema. Pará (47,7%), Maranhão (43,6%), Amazonas (42,6%) e Piauí (42%) vieram na sequência.
São Luís tem a gasolina mais barata entre as capitais brasileiras

SÃO LUÍS, 23 de abril de 2024 – Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), São Luís destaca-se por ter a gasolina comum mais acessível entre as capitais do país. No período de 7 a 13 de abril de 2024, o preço médio do litro da gasolina na capital maranhense foi registrado em R$ 5,36, contrastando com a média nacional de R$ 5,78.
MA é o 3° estado do país com maior número de conflitos agrários

MARANHÃO, 22 de abril de 2024 – O Maranhão é o 3º estado do país com o maior número de conflitos agrários, segundo dados da Comissão Pastoral da Terra. Em 2022, o Estado registrou 102 áreas de conflitos e sete mortes devido as disputas de terra no campo. Das vítimas quatro eram indígenas, dois eram quilombolas e um era posseiro. O levantamento aponta que, atualmente, mais de 200 pessoas estão sendo ou já foram ameaçadas de morte devido aos conflitos. No ranking dos estados com maior registro de conflitos, o Maranhão fica atrás apenas do Amazonas, com 110 casos e de Mato Grosso, com 118. Mirador e Balsas são os municípios maranhenses com o maior de disputas pela posse de terra. Desmatamento como causa Os dados apontam que o desmatamento é a principal causa dos conflitos agrários, já que o problema afeta diretamente, as comunidades tradicionais. De todos os municípios que fazem parte do cerrado brasileiro, Balsas foi o que mais desmatou em 2022, segundo o Sistema de Alerta do Mapa Biomas. Mais de 24 mil hectares de terra foram desmatados para dar lugar as plantações de soja, milho e formação de pasto para criação gado.
Maranhão registra menor rendimento médio domiciliar do país

MARANHÃO, 19 de abril de 2024 – De acordo com dados recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados nesta sexta (19), o Maranhão continua apresentando o menor rendimento médio domiciliar do Brasil, com números preocupantes em comparação com outras regiões do país. Em 2023, a renda mensal média da população com rendimento no Brasil atingiu o valor de R$ 2.846, o maior desde 2014, quando a média ficou em R$ 2.850. Esse valor considera a população com 14 anos ou mais que estava ocupada na semana de referência, levando em conta rendimentos provenientes de todos os tipos de trabalho e outras fontes, como aposentadorias, pensões e benefícios de programas sociais. Entretanto, apesar desse aumento geral, a disparidade regional é evidente. A Região Sul apresentou a maior estimativa em todos os anos da série histórica, com 68,8% da população tendo algum tipo de rendimento, seguida pelo Centro-Oeste. Em contrapartida, o Norte e o Nordeste continuam registrando os menores percentuais, com 57,8% e 60,8%, respectivamente. A análise por estados revela que o Maranhão permanece na lanterna, ocupando a última colocação no ranking de rendimento médio domiciliar. Enquanto o Maranhão figura em último lugar, o Distrito Federal lidera o levantamento de rendimento da população. Já o relatório acima mostra o percentual de domicílios particulares permanentes com beneficiário do Programa Bolsa Família. Confira o relatório na íntegra:
Maranhão registra redução nos roubos de carga em 2023

MARANHÃO, 9 de abril de 2024 – O Maranhão registrou a segunda maior redução no índice de roubo de cargas em todo o país, de acordo com os dados do Ministério da Justiça. Durante o ano passado, o estado apresentou uma diminuição de 77,93% nas ocorrências desse tipo de crime em comparação com 2022. Essa redução colocou o Maranhão em destaque nacional, pois por sete meses consecutivos, entre junho e dezembro, não houve registros de roubo de cargas, contrastando com o cenário do ano anterior, quando ocorriam entre sete e 19 casos mensais. No total, foram contabilizadas 32 ocorrências em 2023, em comparação com as 145 do ano anterior.