1,3 mi de brasileiros gastam mais de 2h na ida ao trabalho

brasileiros censo

BRASIL, 10 de outubro de 2025 – A maior parte dos trabalhadores brasileiros levava de seis minutos até meia hora no deslocamento de casa até o trabalho em 2022, o equivalente a 40 milhões de pessoas. No entanto, ainda havia um total 1,3 milhão de trabalhadores que demorava mais de duas horas para chegar ao trabalho, segundo os resultados preliminares do Censo Demográfico 2022 sobre Deslocamentos para trabalho e estudo, divulgados nesta quinta-feira, 9, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ranking de 20 municípios com população superior a 100.000 habitantes com maior proporção de pessoas nessa situação de deslocamento ao trabalho superior a duas horas, 11 eram do Rio de Janeiro, sete de São Paulo e dois do Pará. O município do Rio de Janeiro tinha a maior fatia de trabalhadores que demoravam mais de duas horas no percurso de casa até o trabalho, 5,6% dos ocupados, seguido por São Paulo, onde essa proporção era de 3,4%. Em números absolutos, porém, a capital paulista tinha mais trabalhadores nessa situação, com 151.690 pessoas que levavam mais de duas horas de casa ao trabalho, contra 92.093 pessoas na capital fluminense.

Maranhão tem menor custo em viagens do país, diz IBGE

Maranhão IBGE

MARANHÃO, 02 de outubro de 2025 – De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Maranhão registrou o menor gasto médio total em viagens nacionais com pernoite em 2024. Os turistas que viajaram a partir do estado gastaram uma média de R$ 941 por viagem, conforme dados divulgados nesta quinta (2). Esse valor é o único do país a ficar abaixo da marca de R$ 1.000. Alagoas, por outro lado, apresentou a maior despesa diária média, com um custo de R$ 366 por dia. Esse valor, apesar de uma leve redução frente aos R$ 380 de 2023, mantém o estado no topo do ranking pelo segundo ano seguido. A média nacional de gasto diário ficou estabelecida em R$ 268. Dessa forma, o estudo evidencia uma disparidade significativa nos padrões de consumo turístico entre as unidades federativas.

Maranhão registra menor taxa de pessoas que moram sozinhas

Maranhão IBGE

MARANHÃO, 29 de agosto de 2025 – O Maranhão registrou a menor proporção de domicílios unipessoais do Brasil em 2024, com apenas 13,5% das casas habitadas por um único morador. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta (22) pelo IBGE. O levantamento mostra que o índice maranhense ficou abaixo da média nacional de 18,6%. Além do Maranhão, apenas o Amapá (13,6%) apresentou percentual inferior a 14%. No outro extremo, estados como Rio de Janeiro (22,6%), Rio Grande do Sul (20,9%) e Goiás (20,2%) registraram as maiores proporções de lares unipessoais no país. BRASIL REGISTRA ALTA NO NÚMERO DE PESSOAS SOZINHAS Em 2012, o Brasil contabilizava 7,5 milhões de lares unipessoais. Em 2024, esse número alcançou 14,4 milhões, o que representa um crescimento de 93,1%. Os domicílios com apenas um morador passaram de 12,2% para 18,6% do total nacional em 12 anos. Segundo o IBGE, o envelhecimento da população ajuda a explicar a expansão. Em 2024, 40,5% das pessoas que viviam sozinhas tinham 60 anos ou mais, enquanto os idosos representavam apenas 16,1% da população total. O Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul, que concentram os maiores índices de idosos, lideram também a proporção de lares unipessoais. OUTROS ARRANJOS DOMICILIARES Além dos domicílios unipessoais, a pesquisa identificou predominância dos lares nucleares, que reúnem casais com ou sem filhos ou famílias monoparentais. Esse tipo de arranjo representava 65,7% das moradias brasileiras em 2024, embora em 2012 fosse 68,4%. Apesar da queda proporcional, o número absoluto cresceu, passando de 41,9 milhões para 50,8 milhões. O levantamento ainda apontou que 14,5% dos domicílios eram classificados como estendidos, quando incluem parentes além da família nuclear, e 1,2% como compostos, que agregam pessoas sem vínculo familiar, como pensionistas ou empregados domésticos.

Maranhão mantém posição entre estados mais populosos

Maranhão IBGE

MARANHÃO, 29 de agosto de 2025 – O Maranhão totaliza 7.018.211 habitantes, conforme estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicada nesta quinta (28). O estado permanece como o 12º mais populoso do Brasil. Os dados, referentes a 1º de julho de 2025, foram divulgados no Diário Oficial da União. Além disso, o crescimento populacional maranhense foi de 3,5% na comparação com o Censo de 2022. Em relação à estimativa de 2024, o aumento foi de aproximadamente 0,10%. O Brasil possui 213,4 milhões de habitantes, com alta de 5,1% no mesmo período. Por outro lado, São Luís segue como o município mais populoso, com 1.089.215 residentes. Esse número representa 15% do total estadual. A Grande Ilha, que inclui a capital e mais três cidades, soma mais de 1,5 milhão de pessoas.

Desemprego recua, mas 38,7 milhões seguem na informalidade

desemprego taxa

MARANHÃO, 31 de julho de 2025 – A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,8% no trimestre encerrado em junho de 2025, segundo dados da Pnad Contínua divulgados nesta quinta (31) pelo IBGE. Trata-se do menor índice desde o início da série histórica em 2012. Em relação ao trimestre anterior, houve redução de 1,2 ponto percentual. Na comparação com o mesmo período de 2024, a queda foi de 1,1 ponto. O número de pessoas em desemprego recuou para 6,3 milhões, uma diminuição de 17,4% em três meses e 15,4% em um ano. O total de ocupados atingiu novo recorde, com 102,3 milhões de trabalhadores. Esse número representa um crescimento de 1,8% no trimestre e 2,4% na comparação anual. O nível de ocupação ficou em 58,8%, repetindo o pico registrado em novembro de 2024.

Maranhenses adiam maternidade e têm menos filhos, diz IBGE

IBGE Censo

MARANHÃO, 30 de junho de 2025 –  As mulheres no Maranhão estão tendo menos filhos e adiando a maternidade, de acordo com os dados do Censo Demográfico 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A média atual de filhos por mulher no estado é de 1,75, número significativamente inferior aos 7,26 registrados na década de 1970. Essa mudança reflete uma tendência nacional. Em 1960, a média brasileira era de 6,3 filhos por mulher. O número caiu para 4,4 em 1980, 2,4 em 2000, e hoje está em 1,6. O dado atual está abaixo da taxa de reposição populacional, que é de 2,1 filhos por mulher, índice considerado necessário para manter o tamanho da população estável ao longo do tempo.

Maranhão registra segunda maior perda populacional do país

Maranhão êxodo

MARANHÃO, 27 de junho de 2025 –  O Maranhão foi o segundo estado do Brasil com maior perda populacional líquida no período de 2017 a 2022. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o saldo migratório interno no estado resultou na saída de 129.228 pessoas em cinco anos, uma média de cerca de 70 moradores por dia. A redução equivale a quase 2% da população total maranhense e revela um movimento migratório contínuo e significativo. O levantamento do IBGE indica que o Maranhão perde habitantes em ritmo constante, ficando atrás apenas do Rio de Janeiro, que registrou a maior saída populacional no período, com 165.360 pessoas. Em sentido oposto, Santa Catarina liderou o ganho populacional no saldo migratório interno, com entrada de 354.300 novos moradores, impulsionada por economia mais dinâmica e indicadores sociais mais elevados. Os dados reforçam desequilíbrios regionais no país.

Dados do IBGE mostram expansão do setor industrial no MA

crescimento Industrial

MARANHÃO, 27 de junho de 2025 –  O Maranhão apresentou crescimento expressivo na economia em 2023, com destaque para a expansão do setor industrial e o aumento da renda per capita. A informação consta em duas pesquisas divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados mostram que a indústria maranhense atingiu o maior número de unidades em funcionamento desde 2007. Segundo a Pesquisa Industrial Anual – Empresa e Produto (PIA), o estado registrou 1.400 plantas industriais ativas em 2023. O número representa um crescimento de 13,7% em relação a 2022, quando havia 1.231 unidades. Entre os estados brasileiros, o Maranhão ficou em 6º lugar em taxa de crescimento industrial. Apenas Alagoas, com 15,8%, superou o Maranhão na região Nordeste. Os segmentos com maior número de indústrias em operação foram: produtos alimentícios (25,4%), minerais não-metálicos (19,2%) e confecção de vestuário e acessórios (7,6%).

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