Justiça mantém condenação de Lula e Boulos por propaganda

Propaganda Antecipada

BRASÍLIA, 04 de setembro de 2024 – A Justiça Eleitoral manteve a condenação de Lula e Guilherme Boulos por propaganda eleitoral antecipada durante um comício realizado no 1º de maio, em São Paulo. O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) determinou que Lula fez pedidos explícitos de votos para Boulos fora do período eleitoral permitido, enquanto Boulos foi penalizado por ter ciência do ocorrido. No entanto, as multas impostas aos dois foram reduzidas após recursos das defesas, devido à ausência de condenações similares anteriores. O desembargador Encinas Manfre afirmou que a presença de Boulos no evento e sua reação ao discurso de Lula indicaram concordância com a propaganda antecipada. A multa de Lula foi reduzida de R$ 20 mil para R$ 15 mil, e a de Boulos, de R$ 20 mil para R$ 10 mil. Durante o comício, Lula destacou a disputa de Boulos em São Paulo, mencionando adversários em diferentes níveis de governo, o que levou os partidos MDB, Novo e Progressistas a judicializarem a declaração.

Socialista Boulos tem fundão milionário para campanha em SP

Boulos Fundão

SÃO PAULO, 29 de agosto de 2024 – O candidato do PSOL à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos, é o que possui o maior montante disponível para a campanha eleitoral, com R$ 14,093 milhões. Desse total, R$ 14 milhões são provenientes do Fundão Eleitoral, enquanto cerca de R$ 100 mil são fruto de doações, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A deputada federal Tabata Amaral (PSB) aparece em segundo lugar na arrecadação, com R$ 11,6 milhões disponíveis, dos quais R$ 10,7 milhões vieram do Fundão Eleitoral, e o restante por doações. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) segue com R$ 9 milhões, todos provenientes do Fundão Eleitoral. O influenciador digital Pablo Marçal (PRTB) não obteve recursos públicos, mas lidera em doações, com R$ 1,2 milhão arrecadado até o momento. Já o tucano José Luiz Datena, por outro lado, não conseguiu nem doações nem recursos partidários.

Boulos já reconhece suspeitas de fraude na eleição venezuelana

SÃO PAULO, 21 de agosto de 2024 – Em entrevista à CNN Brasil, Boulos afirmou que, caso se confirme a falta de transparência no processo eleitoral, o presidente eleito não seria legítimo. Boulos, que anteriormente havia manifestado apoio ao regime de Nicolás Maduro, justificou sua mudança de posição ao destacar que o reconhecimento internacional do governo de Maduro, à época, incluía países como Estados Unidos e Brasil. No entanto, ele enfatizou que a eleição atual, contestada por vários governos, inclusive o brasileiro, apresenta fortes indícios de fraude. Boulos também fez uma comparação entre a situação na Venezuela e os eventos de 8 de janeiro de 2023 no Brasil, quando atos de vandalismo ocorreram em Brasília. Ele sugeriu que, assim como não seria legítimo para Jair Bolsonaro tentar reverter o resultado da eleição no Brasil, o mesmo se aplicaria à Venezuela se as suspeitas de fraude forem confirmadas. O candidato do Psol evitou comentar a nota oficial do Partido dos Trabalhadores (PT), que reconheceu Maduro como presidente reeleito. Em debates e entrevistas recentes, a falta de condenação ao regime chavista tem sido um ponto de crítica de seus adversários, como José Luiz Datena (PSDB) e Ricardo Nunes (MDB), que questionaram a relação de Boulos com o governo venezuelano. Em entrevistas anteriores, Boulos já havia afirmado que a Venezuela “não é seu modelo de democracia”. Ele reiterou que, se comprovadas as fraudes, o país deixaria de ser considerado uma democracia.

Lula pede voto para Boulos em evento pago pela Petrobras

Boulos Lula

SÃO PAULO, 02 de maio de 2024 – O presidente Lula (PT) pediu votos para o pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (Psol), durante um evento realizado nesta quarta (1º), em comemoração ao Dia do Trabalho, na capital paulista. O evento foi financiado pela Petrobras, e estima-se que tenha custado cerca de R$ 3 milhões. No ano anterior, a estatal já havia bancado a celebração do Dia do Trabalho. Lula declarou seu apoio a Boulos, afirmando que quem votou nele deve votar também no pré-candidato do Psol. O evento, realizado na Arena Neo Química, estádio do Corinthians, reuniu líderes sindicais, políticos e representantes de movimentos sociais.

Operação liga coordenador da campanha de Boulos ao PCC

SÃO PAULO, 10 de abril de 2024 – Acusado de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC), o empresário Luiz Carlos Efigênio Pacheco foi preso nesta semana. Proprietário da Transwolff, ele foi alvo de operação do Ministério Público contra empresas de ônibus suspeitas de lavarem dinheiro para a facção criminosa. O acusado foi doador da campanha de Antonio Donato (PT), um dos coordenadores da pré-campanha à prefeitura de Guilherme Boulos (PSOL), nas eleições de 2020. A doação foi a segunda maior recebida pelo petista naquelas eleições e terminou eleito vereador. Em 2022, ele concorreu novamente e foi eleito deputado estadual. A informação, em uma primeira vista, pode parecer uma tentativa de prejudicar Boulos. Não fosse o fato de que Donato é um dos principais responsáveis pelo programa de governo do pesolista. Em sua defesa, Donato afirmou que não possui proximidade com o empresário e que o encontrou apenas algumas vezes nos últimos anos. Em relação a supostas ligações entre o empresário e PCC, o deputado afirmou que “tudo precisa ser investigado”.

Tabata Amaral se faz de idiota após sofrer ataques de Boulos

SÃO PAULO, 5 de março de 2024 – Falta pouco para a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) sentir o gosto da deslealdade da esquerda. Um gosto que deve se mostrar amargo, uma vez que ela é esquerdista declarada. Tudo indica que Guilherme Boulos, candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, irá ser responsável pelo “delete” que a candidatura da garota irá sofrer. Na última segunda-feira (4), a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) criticou Guilherme Boulos (PSol-SP), após a divulgação dos resultados de uma pesquisa de intenção de votos para a Prefeitura de São Paulo pelo agitador social. A parlamentar criticou um vídeo compartilhado por Boulos em que ela, também candidata, não aparece nos resultados. Vale ressaltar que Tabata aparece em terceiro lugar com 10% das intenções de voto na pesquisa mostrada por Boulos. Como de costume, Tabata vestiu o manto da patetice para não dar oi nome devido ao ato de Boulos. “Em nenhuma das leituras, não importa o quanto eu me esforce, eu consigo entender de onde o Boulos tirou esse gráfico que ele postou. Esse cenário não existe, ele simplesmente retirou o meu nome e colocou uma realidade que sequer faz sentido”, disse Tabata. A deputada deveria entender que ela, tal qual um absorvente, é usado e descartado pela esquerda conforme a situação. Daí a leitura que ela tem, mas faz questão de esconder, sobre o que levou Boulos a omitir sua existência. A deputada seguiu estrebuchando. “Agora eu pergunto a vocês: o que é isso? É estatística criativa? É erro? Alguém não tinha noção do que estava fazendo? Ou é safadeza mesmo?”, questionou. Contratada pela Record, a pesquisa do instituto Real Time Big Data e apontou um empate técnico entre Boulos, com 34%, e o atual prefeito Ricardo Nunes (MDB), com 29%, considerando a margem de erro de 3%. Boulos, além de esconder a “colega esquerdista”, comemorou o fato de terminar numericamente à frente de todos os candidatos bolsonaristas. Apesar da aparente revolta, Tabata Amaral não acusou Boulos de misoginia, machismo ou de tentar frear a participação feminina na política. Provavelmente por saber que este tipo de golpe baixo só é permitido quando o adversário em questão é um direitista. Afinal de contas, não importa o que é feito, importa quem faz. Tabata ainda disse em seu vídeo: “Quanto mais você tentar esconder, mais a gente vai crescer. Está com medo?”, escreveu. Alguém duvida que as porradas que Boulos irá desferir contra a garota deputada irão ter outro resultado se não isolá-la na esquerda e reduzi-la a nada?

Briga e socos entre militantes marca Congresso do PSOL

Psol briga

BRASÍLIA, 01 de outubro de 2023 – O 8º Congresso Nacional do Psol, que ocorreu em Brasília e contou com a presença do deputado federal e pré-candidato a prefeito de São Paulo, Guilherme Boulos, encerrou com a eleição da historiadora Paula Coradi como presidente do partido. Paula obteve 67,1% dos votos e liderará o Psol até 2026. No entanto, o congresso foi marcado por tensão e uma briga entre militantes, que resultou em socos. O Psol é uma agremiação política com diversas correntes internas, e o grupo liderado por Boulos, chamado de Revolução Solidária, saiu vitorioso neste congresso. Eles defendem uma maior aproximação com o PT e com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por outro lado, a corrente Movimento Esquerda Socialista, representada por deputadas como Sâmia Bomfim e Fernanda Melchionna, prega a independência em relação a Lula. Paula Coradi, a nova presidente do Psol, destacou o compromisso de eleger Guilherme Boulos como prefeito de São Paulo e mencionou planos para reeleger Edmilson Nogueira, prefeito de Belém. Ela também citou os deputados federais Tarcísio Motta, pré-candidato no Rio de Janeiro, e Talíria Perrone, pré-candidata em Niterói. Um episódio controverso envolveu a pré-campanha de Boulos à prefeitura de São Paulo. O Psol anunciou a contratação de Lula Guimarães, conhecido por seu trabalho nas campanhas de João Doria e Geraldo Alckmin. Enquanto isso, o PT confirmou seu apoio à candidatura de Boulos em 2024. Paula Coradi, professora licenciada do Espírito Santo, assumirá a presidência do Psol, sucedendo Juliano Medeiros. Após o incidente na convenção, Medeiros emitiu uma nota lamentando a briga entre militantes, classificando-a como um “incidente” e destacando que o congresso continuou conforme o planejado. O PSOL, segundo o PSOL.pic.twitter.com/0HuCYrOgaE — Leonardo Coutinho (@lcoutinho) October 1, 2023

Carla Zambelli e Guilherme Boulos unem forças nessa semana

Carla Zambelli

BRASÍLIA, 31 de agosto de 2023 – A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) procurou Guilherme Boulos (PSol-SP) para propor uma ação em conjunto contra bloqueios financeiros de parlamentares, como o que ocorreu com Glauber Braga (PSol-RJ), que teve as contas bancárias bloqueadas. Braga recebeu uma multa de quase de R$ 1 milhão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) e teve suas contas, inclusive a administrativa, bloqueadas. A decisão foi proferida pelo juiz Sergio Roberto Emilio Louzada. “Contatei Guilherme Boulos, líder do Psol, propondo reunião com Arthur Lira, presidente da Casa. Apesar das visões políticas 100% opostas, busco resolver burocracias que travam o trabalho de todos […] Já faz algum tempo que parlamentares de direita têm dificuldades com bloqueios da conta de ressarcimento. Enfrentei bloqueio por multas devido a postagens em minhas redes sobre Lula e ditadores como Ortega e Maduro. O TSE entendeu que tratava-se de fakenews”, afirmou Zambelli em nota. Carla Zambelli não foi a primeira parlamentar do partido do ex-presidente Jair Bolsonaro a defender Braga. Nessa semana, durante sessão do Conselho de Ética, o deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB) defendeu Braga e chamou a decisão de “incabível” e “impagável”.

Gostaríamos de usar cookies para melhorar sua experiência.

Visite nossa página de consentimento de cookies para gerenciar suas preferências.

Conheça nossa política de privacidade.