Kassab confirma candidatura de Braide ao governo do Maranhão

Kassab 2026

MARANHÃO, 31 de março de 2025 –  O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou neste domingo (30) que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), disputará o cargo de governador do Maranhão nas eleições de 2026. A declaração foi dada em entrevista à rádio CBN Recife. Durante a entrevista, Kassab destacou que Braide se reelegeu prefeito da capital maranhense com quase 80% dos votos em 2024, o que o torna um “fortíssimo candidato” ao governo estadual. Além disso, ele mencionou que o prefeito está à frente em todas as pesquisas sobre a disputa.

Empreiteiras doam R$ 2,3 milhões ao PSD para eleições 2024

PSD Doações

BRASIL, 30 de setembro de 2024 – Empresários do setor da construção civil destinaram R$ 2,3 milhões ao PSD para apoiar as eleições municipais deste ano. Até a última sexta (27), 12 das 21 doações de pessoas físicas ao diretório nacional do PSD vieram de empreiteiros e diretores de empresas do setor, segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles. Todos os repasses já foram registrados na Justiça Eleitoral. Antonio Setin, da incorporadora Setin, liderou as doações ao contribuir com R$ 1 milhão. Outros empresários da Cury Construtora, como Fabio Cury, Paulo Sergio Beyruti Curi e Ronaldo Cury de Capua, doaram R$ 250 mil cada.

Partido de Eduardo Braide assume liderança de prefeitos no Brasil

Braide PSD

BRASIL, 23 de abril de 2024 – O PSD ultrapassou o MDB e se tornou o partido com maior número de prefeitos no país. A pouco mais de cinco meses das eleições municipais, o PSD tem ao menos 1.040 prefeitos, um crescimento de 58% em relação ao resultado das eleições de 2020, aponta o levantamento. O partido presidido por Kassab afirma, porém, que ainda pode chegar a 1.050 prefeitos. Mesmo perdendo o posto de partido com mais prefeitos, o MDB também cresceu: ocupa o segundo lugar, saindo de 793 prefeitos eleitos em 2020 para os atuais 916. Estados governados pelo partido como o Pará e Alagoas puxaram o crescimento. Por ocuparem um cargo majoritário, os prefeitos podem trocar de partido a qualquer momento sem perder o mandato, mas aqueles que vão concorrer nas eleições deste ano tiveram que escolher sua legenda até o dia 6 de abril, obedecendo à legislação eleitoral. Além do PSD, cresceram significativamente legendas como Republicanos, PT, Avante e PSB. Por outro lado, encolheram em número de prefeitos siglas como PSDB, Cidadania, Podemos, Solidariedade, PDT e PRD (fusão do Patriota e do PTB). Protagonistas da eleição presidencial de 2022, PT e PL também se beneficiaram da migração de prefeitos.

Mical Damasceno pede que Kassab expulse-a do partido PSD

MICAL PSD

MARANHÃO, 23 de abril de 2024 – Na Assembleia Legislativa do Maranhão desta terça (23), a deputada estadual Mical Damasceno (PSD) lamentou publicamente a fala do presidente do PSD, Gilberto Kassab, considerando-a controversa em relação à valorização e igualdade das mulheres. Durante seu pronunciamento, Mical relembrou suas tentativas frustradas de se reunir com Kassab e expressou sua insatisfação por não ter sido consultada quando houve a troca na direção do diretório municipal, que passou a ser liderado pelo prefeito Eduardo Braide. O ponto crucial foi quando a deputada destacou que, desde o episódio da declaração sobre submissão, o presidente não conversou com a parlamentar. Nesse momento, de forma enfática, Mical sugeriu que Kassab tomasse a atitude de expulsá-la do partido.

Presidente do partido de Mical se posiciona sobre fala de deputada

Kassab Mical

MARANHÃO, 19 de abril de 2024 – O presidente nacional do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, se posicionou a respeito das declarações da deputada estadual Mical Damasceno, filiada ao seu partido, referentes ao papel da mulher na família. As declarações da deputada maranhense durante uma sessão plenária na Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) causaram repercussão no âmbito político local, mas também nacionalmente. Mical Damasceno defendeu, em sua fala, que “o homem é o cabeça da família” e que “a mulher deve ser submissa ao marido”. Além disso, propôs que apenas homens participassem de uma sessão solene em comemoração ao Dia da Família, marcada para o dia 15 de maio.

Destreza política de Aluísio Mendes livra deputado de arapuca no PSD

Aluisio Mendes

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, transformou a legenda no Maranhão em uma verdadeira arapuca. Comandado de forma harmônica pelo ex-deputado federal Edilázio Jr nos últimos anos, o partido virou uma bagunça graças à atuação de Kassab. E o único que percebeu os riscos da atuação do ex-prefeito de São Paulo, e conseguiu evitá-los, foi o deputado federal Aluísio Mendes, que recusou uma proposta de comandar a legenda no estado e preferiu filiar-se ao Republicanos. Filiaram-se ao PSD nos últimos meses com as bênçãos de Kassab: Edivaldo Holanda Jr, Eduardo Braide, Mical Damasceno, César Pires, Fernando Braide, Josivaldo JP e a senadora Eliziane Gama. Aluísio chegou a ser convidado por Kassab para assumir a presidência do partido no fim de 2022, mas recusou o convite. O que, à primeira vista, pareceu um erro. Recusar a liderança de uma legenda do tamanho do PSD em seu próprio estado não é algo que se vê com frequência. Aluísio deve ter pressentido haver algo de errado no crescimento artificial da legenda no estado. Nesta semana Kassab, passou por cima dos filiados no estado e decidiu entregar o PSD ao ministro da Justiça, Flávio Dino, que é filiado ao PSB e deve permanecer por lá. Para sacramentar o acordo, Dino ofereceu a filiação da senadora Eliziane Gama que transformou o PSD no detentor da maior bancada no Senado Federal. No Maranhão, o partido deve tornar-se uma espécie de parlamentarismo monárquico. Eliziane Gama será a rainha, mas quem comandará os rumos da será o primeiro-ministro comunista. O controle de Flávio Dino representa uma vitória tripla. Além de ter para si o comando de uma das maiores legendas do país no estado (o que inclui tempo de TV e fundo partidário), o comunista ainda conseguiu tumultuar a vida do prefeito Eduardo Braide, que tinha esperança de se abrigar no PSD na reeleição. Além disso, Dino tira o controle da legenda de um antigo desafeto, o ex-deputado federal Edilázio Jr. O SOBREVIVENTE O único a perceber a cilada que se tornava o PSD de Kassab foi o deputado federal Aluísio Mendes. Eleito pela primeira vez em 2014 com 50.658 votos, o ex-secretário de segurança do estado teve sua candidatura vista com desconfiança. Isso acontecia pela série de atentados terroristas promovidos por facções criminosas que visavam desgastar o governo de Roseana Sarney. Quatro anos depois, o parlamentar conseguiu dobrar sua votação e atingir 105.778. Além disso, tornou-se, ao lado de André Fufuca (PP), um dos parlamentares da bancada maranhense mais prestigiados em Brasília. O fato é que a destreza de Aluísio Mendes, já comprovada por sua trajetória, o livrou de uma grande fria.

Karla Sarney deve disputar o Senado pelo PSD

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Após o deputado Federal Edilázio Júnior publicar registro da reunião da coordenação de pré-campanha do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Jr, que disputa o governo maranhense e figura entre os quatro primeiros nas pesquisas eleitorais, informações dão conta de que o PSD também vai concorrer à única vaga do Maranhão no Senado. Para isso, o PSD deve apostar na vereadora Karla Sarney, que pode entrar na disputa eleitoral e conta com a confiança do presidente nacional do PSD e ex-ministro, Gilberto Kassab, o que lhe garantiria legenda. Especializada em Direito Tributário e Finanças Públicas, Karla Sarney fez parte da Comissão de Direito Tributário e da Comissão de Direito Marítimo e Portuário, ambos da OAB/MA. A parlamentar é uma das cinco mulheres que ocupam as vagas na Câmara Municipal de São Luís. Por meio de suas redes sociais, o presidente do PSD/MA garantiu que o partido está focado em construir uma nova história política no Estado maranhense. “O PSD irá construir uma nova história na política do nosso Estado!”, postou Edilázio.

Eduardo Leite recusa PSD e fala em disputar reeleição no RS

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O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), vem esboçando uma mudança no discurso. Incentivado por aliados e lideranças do partido, o tucano agora admite concorrer no pleito de outubro Depois de passar os últimos anos afirmando que era contra a reeleição e não disputaria um segundo mandato no RS, o derrotado pelo governador de São Paulo, João Doria, nas prévias do PSDB em novembro de 2021 foi convidado pelo PSD de Gilberto Kassab para se filiar à sigla — pela qual poderia disputar a Presidência da República. Entretanto, Leite confirmou que permanecerá no PSDB. “Vocês sabem a minha convicção sobre a reeleição. E eu sei também que foi por ter falado sobre a reeleição, sobre não ser candidato à reeleição, que nós conseguimos juntar forças políticas aqui no Rio Grande do Sul para que conseguíssemos fazer as mudanças que fizemos”, afirmou o governador durante um encontro do PSDB, no sábado (12), que contou com a presença do presidente do PSDB, Bruno Araújo. “Mas eu também tenho a convicção de que nós não podemos permitir que o Estado se perca […] Eu não me furtarei de cumprir o meu papel neste processo. Estarei onde entenderem que eu devo estar e vamos construir todos juntos a continuidade do trabalho que fizemos ao longo desses últimos anos”, declarou Eduardo Leite. Em seu pronunciamento, o governador gaúcho afirmou ainda ter “absoluta segurança de que não vai se omitir nesse processo eleitoral”. A respeito do convite do PSD, Leite ficou lisonjeado, mas assegurou que continua no PSDB. “Eu quero agradecer muito pelas mensagens que me são dirigidas sobre ficar, sobre não parar, sobre ir adiante. Eu quero dizer para vocês que não precisam pedir para eu ficar, porque eu jamais sairei. Não precisam me pedir para não parar, porque eu não vou parar”, ponderou. Além de diminuir a pressão sobre a pré-candidatura de Doria, que vem sendo duramente questionada por setores do PSDB, o objetivo da direção nacional do partido é iniciar a prepararação de Eduardo Leite para ser o provável nome tucano nas eleições presidenciais daqui a quatro anos. Com uma eventual segunda gestão no Rio Grande do Sul, o governador teria o que apresentar na próxima campanha eleitoral e seria o candidato natural do partido ao Planalto de 2026.

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