Yglésio denuncia uso de verba do Turismo para propaganda de Dino

MARANHÃO, 16 de agosto de 2023 – O deputado estadual Yglésio Moyses (PSB) fez uma denúncia de grande impacto relacionada ao governo anterior liderado por Flávio Dino. Durante seu pronunciamento, o deputado apresentou documentos que supostamente comprovam o uso de verbas públicas para fins de autopropaganda em nível nacional. De acordo com Yglésio, “no governo de Flávio Dino, foi destinado dinheiro público para promover sua imagem nacionalmente, e isso está respaldado em vários documentos que pude acessar.” A denúncia aponta que recursos que deveriam ser alocados para fins específicos, como a divulgação do turismo no Maranhão, foram supostamente desviados para sustentar sites de cunho político em Brasília que tinham uma abordagem positiva sobre Flávio Dino. O deputado incentivou a população a assistir a um vídeo no qual ele apresenta detalhes da primeira parte dessa denúncia. No vídeo, ele expõe como os fundos originalmente destinados a promover o turismo estadual teriam sido redirecionados para subsidiar plataformas de mídia política favoráveis ao ex-governador através da Secretaria de Comunicação do Maranhão (SECOM). À época, a SECOM era liderada por Ricardo Capelli, que ocupava o cargo de secretário de Flávio Dino. Atualmente, Capelli compõe o Ministério da Justiça no governo Lula. Confira o discurso na íntegra:
Eduardo Braide irá subverter a política tradicional?

SÃO LUÍS, 18 de agosto de 2023 – Após a eleição de Flávio Dino em 2014, vendida como um confronto de gerações que, após alguns anos, mostrou-se mais do mesmo, Eduardo Braide protagoniza a mais relevante disputa política no estado nos últimos anos. O choque entre a nova fórmula de fazer política, individual e centrada na relação direta com o povo, de um lado; do outro, a ortodoxia das alianças e do apoio de políticos que ocupam a função de “atravessadores” do voto. No início de sua trajetória política, Eduardo Braide optou pelos caminhos tradicionais. Como resultado, perdeu uma eleição para deputado federal e não conseguiu sequer eleger-se vereador de São Luís nas eleições de 2008. Após duas tentativas, tornou-se deputado estadual. Nas eleições de 2016, decidiu seguir um caminho solitário. Tudo indicava que a campanha sem alianças, sem tempo de televisão e distribuindo santinhos pelas ruas iria resultar em um retumbante fracasso. Na reta final, Braide aniquilou Wellington do Curso, que ocupava o segundo lugar nas pesquisas. Em uma arrancada histórica, foi para o 2º turno com cerca de 8 mil votos a mais que Wellington. Derrotado na última etapa da campanha, Braide foi eleito deputado federal com avassaladores 189.843 votos dois anos depois. Em 2020, fez concessões à política que abandonara em 2016 e tornou-se prefeito de São Luís. Enfrentou o uso pornográfico da máquina do Governo do Estado, visível em um consórcio de candidatos tutelados por Flávio Dino. Após a vitória, Braide conseguiu vencer a desconfiança pós-pandemia e, em um lance de sorte e azar, teve que enfrentar uma variante da COVID-19 que lhe garantiu vigoroso apoio do Governo Federal. Com a popularidade em alta, virou as costas para a política tradicional assim como em 2016. Veio então uma crise com aliados e com a Câmara de Vereadores, que muitos apontavam como o início do fim. Com o vácuo deixado por Braide, cresceu o vereador Paulo Victor. Eleito presidente da Câmara na esteira da omissão política do prefeito, Paulo Victor juntou-se ao deputado federal Duarte Jr. na tentativa de tornar-se o antagonista de Braide. A eles também se juntaram os deputados estaduais Yglésio Moyses, Neto Evangelista, Carlos Lula e o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim. Entre todos os pré-candidatos que já manifestaram a intenção de disputar as eleições do próximo ano, pelo menos até agora, o único que ainda não alfinetou o prefeito foi o historiador e advogado Diogo Gualhardo, que disputa com Bonfim a preferência do NOVO para a disputa. Além de Braide e do próprio Diogo, o ex-secretário Simplício Araújo e Yglésio também apostam suas fichas em uma forma de fazer política mais voltada para o eleitor e menos para os políticos. Contudo, há uma impressão de que sozinho, não se leva. Após a inauguração do período de “temporada de caça ao Braide”, vieram duas pesquisas sobre a popularidade do prefeito nesta semana… Segundo as duas, o prefeito possui uma aprovação folgada que supera, em muito, mais da metade da população da cidade. Caso Braide mantenha-se firme na decisão de marchar sozinho, ou marchar com poucos, no próximo ano teremos o embate entre dois tipos de política bem distintos. O prefeito irá subverter a política tradicional?
Paulo Victor foi “vítima” do acaso? Brandão, Dino, Zambelli e mais.

PÂNICO – Dificilmente o acaso se apresenta na política. Muitas vezes, quando aparece, é um véu para ocultar ações premeditadas. Uma semana após sua apoteótica filiação ao PSDB e lançamento oficial de pré-candidatura, o vereador Paulo Victor viu dezenas de viaturas e agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão (MP-MA) invadirem a Câmara no cumprimento de mandados de busca e apreensão. Presidente da Câmara que é, Paulo Victor é indiscutivelmente chamuscado pela situação. Ter agentes vasculhando tudo lá por dentro também não é algo desejável. Vai que, de repente, né?Faz alguns anos que esse tipo de operação no Maranhão não é fruto do acaso. Aliás, cara e crachá determinam decisões. E, quase sempre, aliados dos mandatários não têm lá muita dificuldade.Aliás, um certo modus operante que foi exportado para Brasília e tem feito sucesso por lá.Uma semana após o lançamento da candidatura? É bom que o vereador Paulo Victor torça para que isso seja um espetáculo promovido por algum animador que pretenda enfraquecê-lo. Adversários você enfrenta. No entanto, se tiver sido azar… Melhor renunciar logo. Porque com esse tipo de azar não se brinca. Foi acaso ou não foi? O JARDIM SECRETO – O índice de aprovação do prefeito Eduardo Braide divulgados pelo Instituto Veritas veio para confundir, não para explicar. Segundo a pesquisa, 7 em cada 10 moradores da cidade aprovam a gestão de Braide. Mesmo que seja mentira e que se subtraia a metade disso, o número é razoável: 35%. Em um meio termo, a pesquisa pode servir para gravar que a aprovação está lá pelos 50%. Um número excelente em se tratando de um candidato que deverá enfrentar quase toda a classe politica nas eleições do ano que vem. Braide tem se especializado em enfrentar a classe política com o apoio do povo. Alguns julgavam que no ano que vem iria lutar sozinho. Se a pesquisa Véritas estiver 70% correta, parece que não. TUDO O QUE O CÉU PERMITE – O tão propagado racha entre Flávio Dino e Carlos Brandão não existe por uma questão simples: Dino não tem forças para manter um front em Brasília e outro no Maranhão.O mais proeminente ministro de Lula aceitou a tarefa de varrer o bolsonarismo do Brasil. Declarações, prisões, intimidações, inquéritos, provocações… Flávio Dino hoje é uma espécie de rainha da extrema-esquerda no xadrez da política nacional. Ocupar-se com a política local por conta de efemeridades não é uma opção que homens inteligentes como Flávio Dino costumam ter. E, quando têm, geralmente são o abre-alas de um desfile amargo.Flávio Dino não rompe com Brandão por motivos fúteis até 2025. O ENFORCAMENTO – Belo bem da política brasileira é preciso equalizar a atividade parlamentar com o decoro parlamentar. Não há mais espaço para aloprados como jeans wyllys, carlas zambelis, danieis silveiras e andrés janones. Ou estes senhores e senhoras adequam-se, ou retiram-se, ou devem ser retirados. Contudo, a coisa deve ser feita de forma correta: processos de cassação com base em situações concretas. O processo contra Carla Zambeli movido pelo deputado maranhense Duarte Jr é uma piada. A deputada corria o risco de mandar o deputado “tomar no cu”. Ora, quem nunca desejou o mesmo a um deputado? Coisa normal. Em se tratando de Duarte então, deve ser normalíssima. O caminho para a cassação justa e necessária de Zambeli é sua relação com o hacker Walter Delgatti Neto. Anormalidade absoluta que resultar para a deputada o que ela desejou a Duarte.
Exibicionismo de Flávio Dino ofusca PAC 3 e irrita Lula

BRASÍLIA, 16 de agosto de 2023 – Sete meses após a entrada no Governo Federal, o exibicionismo de Flávio Dino começa a irritar o presidente Lula. Nesta semana, segundo reportagem da Folha de São Paulo, ação da Polícia Federal no “caso das jóias” coincidiu com solenidade no de lançamento do PAC 3 e ofuscou a solenidade. A situação irritou bastante o presidente Lula. A operação foi desencadeada poucas horas antes do lançamento do Novo PAC e dominou o noticiário. Além de do desvio de foco, Flávio Dino também não participou da solenidade no Rio de Janeiro. Outros membros do governo colegas de ministério afirmaram que a ação da Polícia Federal foi proposital e que Dino teria armado a “coincidência” por estar descontente com a ausência, no PAC, do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania). Dino foi alvo de críticas por várias pessoas que participaram da cerimônia, mais especificamente de Lula. em particular de Lula, que demonstrou irritação. Não é de hoje que o exibicionismo do ministro maranhense incomoda membros do governo, principalmente petistas.
Oposição da CPMI denuncia Flávio Dino à PGR por prevaricação

BRASÍLIA, 15 de agosto de 2023 – A oposição ao governo na CPMI do 8 de Janeiro entrou com uma representação criminal na PGR (Procuradoria Geral da República) contra o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. Os congressistas falam em suposta prevaricação por causa do envio de imagens do ministério ao colegiado. Assinada por 15 congressistas, a representação cita o pedido de Dino para ter mais prazo para o envio das imagens. No entanto, em 28 de julho, o ministério comandado por Dino negou o envio das gravações internas. O ministério informou, em ofício, que as imagens estão sob investigação criminal ainda em andamento e que deveriam ser solicitadas à autoridade responsável pelos inquéritos policiais sobre os atos. Em 1º de agosto, a CPI deu 48 horas para o ministro da Justiça enviar as gravações. Dino foi então ao STF (Supremo Tribunal Federal) e pediu autorização para liberar as imagens ao colegiado. Seis dias depois, em 7 de agosto, o ministro Alexandre de Moraes autorizou o compartilhamento de imagens internas e externas do Ministério da Justiça. As imagens foram enviadas para a CPI. No entanto, os congressistas questionam o fato de arquivos de só duas câmeras terem sido encaminhados. Para a oposição, o envio foi “parcial” e não respeitou aquilo decidido pela comissão. “O que está evidente é que o representado [Dino] se demonstrou reiteradamente recalcitrante, tendo feito de tudo para não entregar as imagens para satisfazer seu interesse político”, diz a representação. Eis a íntegra do documento (365 KB), que foi entregue à vice-procuradora geral da República, Lindôra Araújo, nesta terça (15). Assim, os congressistas pedem a apuração de possível prevaricação. “[…] constata-se que o representado [Dino] tem evidente interesse pessoal e político de que essas imagens não sejam disponibilizadas, tendo agido para tanto de forma deliberada”, diz o documento. Os congressistas também entraram com um mandado de segurança no STJ (Superior Tribunal de Justiça) para o envio de outras imagens, conforme já solicitado pela CPI. “Entendemos que um ministro da Justiça fazendo obstáculos a uma investigação que compromete o Senado Federal e a Câmara Federal é uma coisa antagônica”, disse o senador Jorge Seif (PL-SC). “Nós não podemos aceitar de forma nenhuma que, dado os atos graves do 8 de Janeiro, aos quais ninguém compactua, compartilha ou aceita […] apenas duas câmeras tenham sido enviadas para a CPI.” O presidente do colegiado, deputado Arthur Maia (União Brasil-BA), afirmou durante a sessão desta terça (15) que já cobrou o material completo. Apesar disso, também afirmou que não sabe quantas câmeras existem no Ministério da Justiça. “Como já existe uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, eu encaminhei ontem para o ministro um requerimento para que ele detalhe exatamente qual é a extensão daquele pedido, e dizendo que os pedidos feitos pelos senhores parlamentares não foram atendidos na sua integralidade”, disse o deputado. O pedido de acesso às imagens do órgão foi aprovado na última reunião da CPI, em 11 de julho, depois de um deslize de congressistas aliados do governo, que eram contra a aprovação do requerimento. Em 13 de junho, um pedido sobre o mesmo assunto já havia sido rejeitado pela CPI. Eis os congressistas que assinaram a representação contra Dino:
Exército teme proposta idealizado por ministro Flávio Dino

BRASÍLIA, 14 de agosto de 2023 – O plano de criar uma Guarda Nacional, proposto pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, tem causado desconforto no Exército Brasileiro. A sugestão, anunciada em janeiro após manifestações de 8 de janeiro, está sob escrutínio. A proposta da Guarda Nacional, idealizada por Flávio Dino e que inquieta o Exército, visa reunir várias forças de segurança para proteger prédios públicos. Em essência, essa nova entidade poderia diminuir uma das principais responsabilidades do Exército na Esplanada dos Ministérios. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela defesa do Palácio do Planalto, é formado por militares. A proposta faz parte do “Pacote da Democracia”, entregue à Presidência e à Casa Civil. Dino reiterou a necessidade da Guarda Nacional em maio, visando evitar que desentendimentos políticos ou dificuldades de diálogo entre as unidades da Federação deixem os Poderes vulneráveis à insegurança. O Exército, por sua vez, contesta a ideia de que cometeu erros durante os incidentes de 8 de janeiro. Os militares afirmam que o baixo efetivo presente naquele dia foi uma solicitação do GSI, ligado à Presidência da República. De acordo com o Exército, o GSI de Lula requisitou apenas 35 homens para 8 de janeiro. “Estou tentando transmitir à tropa tudo o que está acontecendo e que não podemos errar”, afirmou um general à revista Veja, abordando como o Exército enxerga a proposta de Dino. “Porque, se errarmos, vão criar a Guarda Nacional.” Esse general também enfatizou que “depende do soldado proteger a missão. Se o soldado cometer um erro, vão dizer: ‘Está vendo? Com eles não podemos continuar’.” Os detalhes precisos da proposta de Dino para a Guarda Nacional permanecem em sigilo. O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que a criação desse novo grupo está passando por análises internas e de viabilidade.
Dino demite agentes da PRF envolvidos na morte de Genivaldo

SERGIPE, 14 de agosto de 2023 – Nesta segunda (14), o ministro da Justiça, Flávio Dino, anunciou a demissão de três policiais acusados de envolvimento na morte de Genivaldo dos Santos. Genivaldo faleceu após ser sufocado com gás enquanto estava em uma viatura da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na região de Umbaúba, em Sergipe, no ano de 2022. Os policiais identificados como responsáveis pela morte de Genivaldo são Paulo Rodolpho Lima Nascimento, William de Barros Noia e Kleber Nascimento Freitas. Uma investigação interna da PRF já havia recomendado a demissão desses agentes e a punição de outros dois com suspensões, de 32 e 40 dias, devido ao preenchimento de um boletim de ocorrência sem transparência. Após um processo contendo 13 mil páginas ser encaminhado ao Ministério da Justiça, a decisão de demissão foi tomada. Isso resulta no afastamento definitivo dos policiais de suas funções públicas, acarretando na perda de seus salários e benefícios. Estou assinando a demissão de 3 policiais rodoviários federais que, em 2022, causaram ilegalmente a morte do Sr. Genivaldo, em Sergipe, quando da execução de fiscalização de trânsito. Não queremos que policiais morram em confrontos ou ilegalmente matem pessoas. Estamos… — Flávio Dino ???????? (@FlavioDino) August 14, 2023
Flávio Dino se torna alvo de críticas por envio seletivo de imagens

BRASÍLIA, 14 de agosto de 2023 – Os membros da oposição na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro estão pressionando o presidente do colegiado, deputado Arthur Maia (União Brasil-BA), a reagir diante da decisão do ministro da Justiça, Flávio Dino, de fornecer apenas uma parte das imagens de vigilância da sede de seu ministério durante as invasões na Praça dos Três Poderes. Após uma série de negativas, Dino encaminhou o conteúdo de apenas duas câmeras no final da tarde de quarta (9), focando principalmente na área externa do prédio. Estima-se que existam pelo menos 30 câmeras no local. Em resposta, parlamentares estão preparando requerimentos para obter a lista das câmeras ativas e conduzir uma perícia para verificar a autenticidade das imagens fornecidas, bem como possíveis supressões ou edições. Além disso, eles pretendem enviar ofícios diretamente ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) para garantir a entrega completa de todo o conteúdo solicitado. Para a oposição, a análise de todas as imagens é crucial para determinar se houve negligência do governo em impedir as invasões. Eles buscam esclarecer se o ministro Dino esteve presente na sede de seu ministério durante as invasões, além de outros indícios. As imagens das duas câmeras só foram entregues após autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Ao analisar o material, o deputado André Fernandes (PL-CE) notou que Dino não cumpriu a determinação de Moraes, que não havia imposto restrições às imagens a serem fornecidas. Fernandes declarou: “Há evidências de tentativa de retenção de informações que poderiam prejudicar o governo”. O senador Magno Malta (PL-ES) acusou Dino de zombar da CPMI e pediu uma reação forte e imediata do presidente do comitê. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o tratamento dado à CPMI como vergonhoso e enfatizou que a recusa em fornecer as imagens prejudica as investigações. “O presidente Arthur Maia deve se pronunciar”, afirmou o senador Eduardo Girão (Novo-CE). Ele explicou que as duas câmeras incluem uma interna na área de recepção do prédio e uma externa voltada para o Congresso. Não está claro se todas as filmagens foram entregues. Ele também levantou a possibilidade de que a câmera externa, instalada no teto e capaz de girar, possa ter capturado outras vistas durante as invasões. Após a entrega das imagens, o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), compartilhou trechos capturados pelas câmeras, mostrando os movimentos dos manifestantes na Praça dos Três Poderes. Ele provocou dizendo que as imagens contradizem a oposição, pois “apenas reafirmam o óbvio: nosso governo foi alvo de uma tentativa de golpe de Estado”.