Governo de Flávio Dino fracassa em aplicar vacinas na população do MA

Flavio Dino

Enquanto o governador Flávio Dino (PCdoB) usa as redes sociais todos os dias para criticar a atuação do presidente Jair Bolsonaro na pandemia, o Maranhão segue sendo um dos piores lugares no país em desempenho de aplicação de vacina. Com apenas 3,92% da população vacinada, o estado é um dos quatro piores lugares para a população tomar vacina no Brasil ao lado do Mato Grosso, Rondônia e Pará. O Maranhão recebeu quase 560 mil doses e aplicou pouco mais de 370 mil. Ou seja: cerca de 40% das doses recebidas não foram aplicadas. Quase a metade do que foi recebido não foi aplicado. Como forma de eximir-se da culpa, Flávio Dino tem responsabilizado prefeitos pelo péssimo desempenho dos números. O fato esclarece que, para o governador maranhense, todos são culpados (presidente e prefeitos) pela demora na vacina no estado governado por ele, menos o próprio governador.

Eliziane vai as redes sociais defender golpe contra Bolsonaro

Eliziane Gama

A senadora maranhense Eliziane Gama (Solidariedade) saiu da toca e defendeu abertamente a deposição de Jair Bolsonaro em suas redes sociais. Embriagada pelo ódio contra o presidente, nos últimos dias a senadora tem publicado uma série de mensagens desconexas que têm como ponto de ligação apenas o desejo de desgastar o governo. Eliziane Gama, que silenciou contra as medidas ditatórias tomadas por governadores que estão cerceando a liberdade da população, afirma que medidas mais duras tomadas pelo presidente são “negacionismo” e que devem ser enfrentadas com a Constituição. A verdadeira intenção por trás da publicação é a deposição do presidente da República. Ao ameaçar o país c/estado de sítio, medida q/só é válida com a aprovação do Congresso Nacional, o PR mostra q/ não haverá mudança de rumos no negacionismo q/ já vitimou tantos brasileiros. É hora de usarmos a CF e as instituições p/frearmos tantos abusos. — Eliziane Gama (@elizianegama) March 19, 2021 Antes de propor o golpe contra Bolsonaro, a senadora chegou a debochar do presidente em suas redes sociais ao tomar conhecimento de que o presidente pretendia convocar o Legislativo e o Judiciário para restabelecer a ordem no país. Atabalhoada e completamente embriagada pelo comunismo, a senadora afirmou que procurar os outros poderes é algo diferente de “trabalhar” com a sociedade. Ao invés de trabalhar com a sociedade para mitigar a pandemia, o PR anuncia que vai ao Congresso e STF para “restabelecer a ordem no Brasil”. Ora, o povo está em ordem, se existe desordem, ela está na falta de um comando, de uma política de saúde séria e comprometida. — Eliziane Gama (@elizianegama) March 19, 2021 As publicações da senadora Eliziane Gama a colocam no grupo de parlamentares liderados por Rodrigo Maia que estão dispostos a sabotar o país para desgastar o atual governo.

URGENTE: PCdoB recorre ao STF para barrar volta do auxílio emergencial

PCdoB Auxilio Emergencial

O PCdoB aproveitou o fim de semana para entrar no Supremo Tribunal Federal com uma ação que pode atrapalhar a volta do benefício. Mesmo após uma longa discussão entre senadores, deputados federais, sociedade civil e Governo Federal que resultou na retomada do Auxílio Emergencial nesta semana por meio de Proposta de Emenda Constitucional (186/19) aprovada, o partido tenta judicializar a questão. Uma possível batalha judicial poderia atrasar a concessão do benefício, o que seria a verdadeira intenção do partido. O governador maranhense Flávio Dino (foto), um dos líderes do PCdoB (que não concedeu auxílio emergencial em seu estado mesmo após o apelo de diversos setores da sociedade e classe política) defendeu a ação no STF que pode impedir a concessão da segunda etapa do benefício em suas redes sociais. A volta do benefício só foi possível graças articulação que estipulou R$ 40 bilhões a serem concedidos a pessoas em situação de vulnerabilidade. A proposta criticada pelo PCdoB foi aprovada na Câmara Federal com o apoio de cerca de 70% dos deputados. No ano passado o governo brasileiro gastou R$ 250 bilhões com o auxílio. Com a nova remessa, o montante de recursos destinados para a medida em sua totalidade chegará a cerca de R$ 300 bilhões. O valor pago pelo governo de Jair Bolsonaro equivale ao gasto de 30 anos do Bolsa Família. Na tentativa de frear o êxito do auxílio emergencial, o PCdoB entrou no STF alegando que o valor “é baixo”. O partido argumenta que o gasto de R$ 300 bilhões é pouco e que os valores do novo auxílio, que irão variar entre R$ 150 e R$ 400, não são suficientes. Deputados federais e senadores nos bastidores do Congresso Nacional afirmam que a verdadeira intenção do PCdoB é atrasar a concessão do benefício para contribuir para a instalação do caos econômico e social no país. O sacrifício da população mais pobre teria como meta o desgaste da imagem do presidente Jair Bolsonaro. A ação do PCdoB é de natureza semelhante à atuação do ex-presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM), que engavetou reformas e impediu a votação de propostas que poderiam ter amenizado os impactos da crise gerada pela pandemia. Maia foi acusado de sabotar o país com o intuito de desgastar o presidente. Mesma intenção do PCdoB com a ação contra o Auxílio Emergencial. Mesmo sabendo que o novo valor é o possível, que foi amplamente debatido entre parlamentares de todo o país e que só foi concretizado por meio de Projeto de Emenda Constitucional, o governador maranhense repetiu a versão, considerada por muitos mentirosa, de que a ação tem como meta “aumentar o valor do auxílio”. O fato é que, caso acatada a ação do PCdoB, seu único efeito prático será o atraso do benefício e a piora no caos que afeta o país.

Flávio Dino sumiu com R$ 700 milhões do Fundo de Combate à Pobreza em 2020

Cesar Pires

Em sessão virtual realizada hoje (16), o deputado César Pires (PV) questionou o destino dado a R$ 711 milhões do Fundo Maranhense de Combate à Pobreza (FUMACOP). Os recursos foram arrecadados em 2020 segundo relatório do Banco do Brasil. Para o parlamentar, o uso dessa verba tem sido inadequado, já que o IBGE vem demonstrando o crescimento da pobreza no Maranhão. “Um levantamento do Banco do Brasil mostra que o Fumacop arrecadou, em 2020, R$ 711.260.829,09. E que, em 11 de fevereiro deste ano, havia somente R$ 21 milhões em caixa. Teve dia que foram retirados R$ 20 milhões de uma só vez”, disse César Pires. O parlamentar questionou os secretários da Fazenda e do Planejamento de que forma esses recursos foram gastos, considerando que a pobreza só aumentou em nosso estado, nos últimos anos. César Pires também pretende saber do secretário da Fazenda quais são os tributos que geram os recursos do Fumacop, a exemplo do ICMS sobre os combustíveis. Eficiente em sua função parlamentar, César Pires já anteviu que o governo irá justificar o saque de R$ 700 milhões do Fumacop foram gastos em restaurantes populares. Caso as suspeitas de Pires se concretizem, o governo terá que explicar o destino dos recursos que poderiam ter produzido cerca de um milhão de refeições todos os dias por um ano inteiro. Apesar disso, Pires ainda afirmou que a medida, tida de forma única, não seria eficaz no combate à pobreza. “Os dados da PNAD Contínua mostram que geração de emprego e renda é o que tira as famílias da pobreza. Facilitar o acesso a alimentação diária ajuda, mas não acaba com a miséria em que vivem milhares de pessoas”, enfatizou o deputado. César Pires sua participação na sessão de hoje justificando a preocupação com o gasto dos recursos do Fumacop. “É preciso criar as condições de trabalho e renda, garantir educação de qualidade para que as famílias possam sair da pobreza. E o que vemos é que, embora gastando milhões, o governo estadual não está reduzindo a miséria no Maranhão. O dinheiro do Fumacop está sumindo e a pobreza aumentando, segundo o IBGE. Por isso a nossa preocupação e o motivo de pedirmos esclarecimentos aos secretários de Fazenda e de Planejamento”, concluiu.

Governador do Paraná dá lição em Flávio Dino, diz Edilázio Jr.

cropped Edilazio Jr

O deputado federal Edilázio Júnior (PSD) usou as redes sociais para cobrar do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que siga o exemplo do chefe do Executivo do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), no que se refere à cobrança de impostos. De acordo com Ratinho, não há aumento de impostos há alguns anos estado do sul brasileiro. Para o parlamentar maranhense, trata-se de uma verdadeira lição ao comunista, que já aumentou o ICMS no estado três vezes desde que assumiu o cargo, em 2015. “O governador do estado do Paraná, que também é do PSD, dá um exemplo a Flávio Dino com a não autorização do aumento de impostos sobre combustíveis, algo bem diferente do que acontece no Maranhão. Durante o mandato do comunista, já tivemos três aumentos. Absurdo”, enfatizou, Edilázio. 

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