Flávio Dino apavorado com CPI do Covidão

Flavio Dino CPI Covidao

No ano passado o Governo do Estado do Maranhão pagou R$ 4,9 milhões por 30 respiradores que nunca foram entregues. A compra, intermediada pelo Consórcio Nordeste, custou um total de R$ 48,7 milhões aos cofres públicos de vários estados da região. Quase um ano após o sumiço dos recursos, até hoje não ficou clara a origem dos recursos. O governo encara a situação como sendo uma espécie de “calote”. Apesar de lesado, não se tem notícia também de medidas judiciais do governo para tentar recuperar os recursos. Flávio Dino torcia por uma CPI que investigasse o Governo Federal. Contudo, após ser informado da CPI do Covidão, que deve investigar a destinação de centenas de bilhões de reais de recursos públicos federais por União, estados e municípios, o governador mudou de ideia e começou a atacar a CPI. Vale ressaltar que antes da pandemia o governo comunista já fora acusado de corrupção na área da saúde logo em seus primeiros meses do primeiro mandato. Inclusive teve o secretário Marcos Pacheco afastado, entre outras coisas, para abafar estes escândalos.

PGR pede que STF arquive processo de Dino contra Bolsonaro

FLAVIO DINO SERIO

O procurador-geral da República, Augusto Aras, solicitou que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, volte atrás e arquive uma notícia-crime apresentada pelo governador do Maranhão, Flávio Dino, contra o presidente Jair Bolsonaro. Flávio Dino teria acusado Bolsonaro do crime de calúnia quando o presidente alegou, em entrevista, ter cancelado viagem ao Estado do Maranhão porque o governador Dino teria negado pedido para que a Polícia Militar fizesse sua segurança. O ministro Marco Aurélio Mello decidiu encaminhar à Câmara dos Deputados, em fevereiro, o processo notícia-crime apresentado pelo governador Flávio Dino. Agora, ao solicitar que o ministro do STF volte atrás na decisão e arquive o processo, Augusto Aras faz um novo aceno ao presidente Jair Bolsonaro em meio à disputa pela próxima vaga do Supremo Tribunal Federal.

Flávio Dino desconversa sobre ser candidato a vice-presidência

FLAVIO DINO TRISTE

Nessa segunda-feira (12), em entrevista concedida ao Canal My News, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), tratou a respeito de seu destino eleitoral em 2022. Quando perguntado sobre a possibilidade de compor uma chapa liderada por Luiz Inácio Lula da Silva (Lula), ex-presidente da República, e ser candidato a vice, Dino não descartou a possibilidade, tentando desconversar: “[…] ninguém se candidata a vice, ninguém se oferece para ser vice. É uma coisa até de mau gosto com o amigo […]”, afirmou o governador, assumindo que, na verdade, vai disputar o Senado pelo Maranhão. “Desde dezembro, eu firmei como projeto principal a candidatura ao Senado aqui no Maranhão, esse é o cenário, o caminho mais provável é um disputa ao Senado”, disse.

PCdoB quer entregar governo do Maranhão ao PSDB em 2022

Flavio Dino PSDB

A aliança histórica entre PCdoB e PSDB no Maranhão deve ser reeditada no estado em 2022. Em entrevista ao Poder 360, o governador Flávio Dino assumiu que pretende apoiar o vice-governador Carlos Brandão nas eleições do ano que vem. “Tem uma alta chance, uma vez que ele é uma pessoa com a qual tenho relação política e pessoal muito antiga. Está conosco há 6 anos. Provavelmente me desincompatilizo em abril do ano que vem e ele assume o governo”. O PSDB foi peça fundamental na eleição de Flávio Dino em 2014. Na ocasião o comunista chegou, inclusive, a manifestar apoio a Aécio Neves naquelas eleições ainda no primeiro turno. Flávio Dino, inclusive, elogiou a legenda quando tratou de Carlos Brandão.  “Sem dúvida o Brandão é um ótimo nome e o fato de ele estar no PSDB fortalece o pleito dele. Eles me apoiaram em 2014, tenho um reconhecimento”. PSDB e PCdoB só estiveram distantes após o rompimento do senador Roberto Rocha, na época presidente da legenda, com Flávio Dino. Situação que foi resolvida com o isolamento de Rocha na legenda pela Executiva Nacional e posterior condução de Brandão ao comando do PSDB no estado.

Flávio Dino relaciona morte do menino Henry a Jair Bolsonaro

Flavio Dino coletiva

No início de sua entrevista coletiva na manhã de ontem, para tratar das medidas anti-Covid, o governador Flávio Dino (PCdoB) relacionou indiretamente os assassinos do menino Henry ao presidente Jair Bolsonaro. A introdução citando a morte da criança foi sucedida por críticas a “políticos que fazem apologia da morte” e depois aos números da pandemia no país. Em suas redes sociais o governador já se referiu ao presidente Jair Bolsonaro nesses termos. Assumindo, inclusive, a versão de que há no Brasil um genocídio da população comandado pelo presidente Jair Bolsonaro. A relação tem seu ponto alto no momento 20:40 do vídeo. Em que o comunista relaciona o assassinato de uma criança com a política e políticos. Todas as correlações foram feitas sem citar o presidente diretamente, o que poderia lhe causar problemas maiores. Após as citações, o governador maranhense assumiu que a menção ao caso da morte de Henry tinha ligação com o resto do Brasil.   “A alusão a este fato, além do apelo, está diretamente conectada com o momento que o Brasil atravessa em que nós não podemos banalizar o que está ocorrendo.” Veja o trecho em que o governador assume que sua “introdução citando a morte do menino” tem relações políticas.

Ministério Público arquiva investigação contra sumiço de R$ 5 milhões para respiradores

Respiradores

Eduardo Nicolau, procurador-geral de Justiça do Maranhão, ordenou o arquivamento do inquérito que investigava o sumiço de R$ 5 milhões pelo secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, na compra de respiradores. O CASO Em 2020 o Governo do Maranhão pagou R$ 4,9 milhões à HempCare Pharma por respiradores que não foram entregues. A operação foi intermediada pelo Consórcio Nordeste. Além de não receber pela compra, o cruzamento de dados com a Controladoria Feral da União (CGU) mostra que os valores pagos também foram muito acima do cobrado pelo mercado. O inquérito arquivado por Nicolau tinha como objeto a ocultação, por parte do Governo do Estado do Maranhão, de valores referentes a gastos realizados por meio do Consórcio Nordeste para combate à pandemia do novo coronavírus. Além de Eduardo Nicolau, também participou da ação que extingue a apuração do sumiço dos recursos o promotor Danilo José de Castro Ferreira, que estava diretamente responsável pela investigação. O promotor alega que o pagamento de R$ 5 milhões em 2020 por respiradores que nunca foram entregues não apresentou ilegalidade. Em âmbito estadual as investigações sobre a compra prosseguem no Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Maranhão. Ao contrário do Ministério Público, que considerou comum a compra malsucedida que resultou em prejuízo milionário aos cofres públicos, o TCE identificou ocultação dos valores milionários no Portal da Transparência, bem como superfaturamento na compra dos equipamentos.

Fracasso do governo Flávio Dino faz Roseana Sarney ressurgir em pesquisas

capa reserva

Após a derrota do Grupo Sarney e passados seis anos de regime comunista no Maranhão, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) aparece liderando com folga as principais pesquisas de intenção de voto para 2022. Não resta dúvida de que o ressurgimento de Roseana na liderança das intenções de voto tem como base a comparação entre a gestão da governadora e o fracasso do comunista. Pesquisa Escutec divulgada neste sábado (27) por O Estado do Maranhão mostra que uma parcela significativa da população maranhense deseja a volta de Roseana. E isso mesmo com a ex-governadora não manifestando intenção de disputar as eleições. Na pesquisa espontânea (quando é perguntado ao eleitor apenas em quem ele irá votar, sem a apresentação de nomes) Roseana aparece à frente do próprio Flávio Dino (que não pode concorrer ao cargo). A sarneísta chega a 9% e o comunista não ultrapassa 7%.   Apenas três candidatos ultrapassam os 2 dígitos no principal cenário analisado na pesquisa. Nenhum deles faz parte do atual governo. Roseana Sarney – 23% Weverton Rocha – 14% Edivaldo Holanda Júnior – 13% Carlos Brandão – 9%; Roberto Rocha – 8%; Eliziane Gama – 3%; Wellington do Curso  e Simplício Araújo – 2%; Márcio Jerry, Lahesio Bonfim, Josimar de Maranhãozinho e Felipe Camarão – 1% Nenhum dos candidatos somou 8% e não sabe ou não respondeu, 13%. SEGUNDO CENÁRIO (apenas quatro nomes): Roseana 29%, Weverton Rocha 20%, Carlos Brandão 12%, Roberto Rocha com 11%. Nenhum dos nomes apresentados somou 18% e não sabe ou não respondeu, 10%. TERCEIRO CENÁRIO (sem Roseana Sarney): Weverton Rocha 25%, Carlos Brandão com 15%,  Roberto Rocha 13%, Edivaldo Júnior (PDT), que chegou a 13%; a senadora Eliziane Gama (Cidadania ) e Wellington do Curso (PSDB), cada um com 3% e, os secretários Simplício Araújo (2%), Márcio Jerry e Felipe Camarão (cada um com 1%). FRACASSO Caso o governo de Flávio Dino fosse bem avaliado eleitoralmente, é evidente que o principal cenário avaliado pela pesquisa não iria trazer um desempenho tão pífio dos integrantes do governo. Bem como Flávio Dino iria ser o preferido na pesquisa espontânea. Aproximando-se o fim do governo, que deve entrar para a história como oito anos perdidos, é cada vez maior a possibilidade de que a passagem do comunismo no poder do estado será reduzida a oito anos. Com o fracasso da gestão, apenas o uso indiscriminado da máquina poderá dar chance ao governador. Outro dado que revela a fragilidade da gestão do governador Flávio Dino é o índice de intenção de voto no comunista para o senado. Apenas metade da população (51%) votaria em Flávio Dino para o cargo.

URGENTE: Flávio Dino é “nomeado prefeito” de Imperatriz por juiz federal

Assis Ramos

A versão sobre “autonomia administrativa” envolvendo ações de prefeitos, governadores e presidente da República caiu por terra no Maranhão. Após ação do Ministério Público do Maranhão, o prefeito de Imperatriz, Assis Ramos (DEM), foi obrigado a obedecer a Medida Provisória nº 343 que antecipou o feriado de 28 de julho para esta sexta-feira, 26 de março. Caso Assis não cumpra a ordem, a prefeitura será obrigada a pagar multa diária de R$ 100 mil. A decisão foi do juiz federal Rafael Lima da Costa e ainda obriga o prefeito a cumprir imediatamente o Decreto Estadual 36.601, de 19 de março. Ela aconteceu após Assis discordar da antecipação de feriado decretada por Flávio Dino. Dessa forma, pelo menos neste episódio, Assis Ramos, perdeu as suas prerrogativas de controle da pandemia. O prefeito terá que adotar todas as medidas decretadas pelo governo estadual nos últimos dias. É provável que a decisão abra precedente para medidas futuras do comunista. Assis ainda foi obrigado a promover, de forma humilhante, a decisão que retirou seus poderes nos canais de comunicação da prefeitura, inclusive redes sociais. A decisão é uma resposta à comunicação feita pelo Executivo municipal de que tanto a antecipação do feriado quanto a restrição das atividades nos dias 27 e 28 de março não seriam adotadas na cidade.

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