Após prejuízo, Nubank anuncia saída de Anitta da administração

Somente no 1º trimestre, o prejuízo líquido do Grupo ultrapassou R$ 225 milhões.
Flávio Dino chama Roberto Rocha de “ladrão do orçamento secreto”

Em publicação divulgada neste domingo (24 de julho), o ex-governador Flávio Dino (PSB) afirmou que “Senado não é lugar de ladrão do orçamento secreto”. Apesar dos demais candidatos, a eleição para Senado neste ano é considerada plebiscitária entre Roberto Rocha (PTB) e o próprio Dino. Dessa forma, o ataque de Dino foi uma indireta ao senador. Apesar de ser mandatário de um governo envolto em escândalos de corrupção, Flávio Dino tem insuflado aliados nas últimas semanas a acusar Roberto Rocha de fazer parte do suposto escândalo do “orçamento secreto”. Após ser chamado indiretamente de ladrão, Roberto Rocha pediu a Flávio Dino que desse o nome ladrão a qual ele se referia em suas redes sociais. O comunista já é conhecido pela tática de atacar aliados de forma indireta. Foi assim contra João Castelo (2008), Roseana e Jackson Lago (2010), Lobão Filho (2014) e contra Roseana (2018) na última eleição. Em nenhuma das ocasiões os adversários tiveram a coragem de atacar Flávio Dino como foram atacados por ele. Neste ano, mesmo Flávio Dino sendo principal suspeito de sumir com milhões de reais que deveriam servir para comprar respiradores em 2020 e sacando R$ 1.3 bilhão do Fundo Especial de Pensão e Aposentadorias dos funcionários do estado (FEPA), tudo indica que Rocha não irá acusá-lo de ter roubado estes recursos. Nem Rocha e nenhum de seus principais adversários. A disputa deve ser mais um banho do discurso comunista contra adversários acovardados.
Partido de Brandão consegue suspenção da pesquisa Exata

segundo a decisão do juiz Luís Fernando Guilhon Filho, do TRE-MA, o instituto Exata contratou um profissional de estatística que não possui registro no Conselho Profissional.
Petistas querem fraudar convenção de Bolsonaro

Petistas e opositores de Jair Bolsonaro (PL) articularam nas redes sociais um boicote a convenção do Partido Liberal que deve oficializar no próximo domingo (24 julho), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, a candidatura do presidente da República à reeleição. Os ingressos para a convenção foram disponibilizados gratuitamente no Sympla, plataforma on-line de eventos. Os opositores resgataram várias entradas para o evento com objetivo de esvaziar a convenção. A organização surgiu em fóruns e em mensagens em grupos privados em aplicativos de mensagens durante o final de semana. A movimentação chegou no Twitter na manhã desta terça (19 julho). Para adquirir uma entrada, bastava o usuário criar uma conta na plataforma e fornecer dados como o Cadastro de Pessoa Física (CPF), endereço, e-mail e telefone. Porém para evitar dar os dados pessoais, usuários compartilharam maneiras de driblar o cadastro, como divulgar o CEP de endereços famosos, sites para a criação de e-mails temporários e geradores de CPFs aleatórios A tática é semelhante a que a oposição a Donald Trump adotou na campanha do ex-presidente americano à reeleição. Em junho de 2020, usuários das redes conseguiram esvaziar um comício em Tulsa, Oklahoma, ao confirmarem presença em massa e não aparecerem para participar. A campanha esperava encontrar um estádio lotado, mas só metade dele estava ocupado.
Após criticar classe média, Lula gasta R$ 6 mil com diária em hotel

A suíte que Lula se hospedou é oferecida a preço cheio por R$ 9,2 mil, sem o desconto da internet. Segundo o hotel, o lugar é destinada para hóspedes que vão se “sentir especiais”.
Bolsonaro liga para família de petista morto em tiroteio

O presidente da República, Jair Bolsonaro, ligou para a família do tesoureiro do PT de Foz de Iguaçu, Marcelo Arruda, morto após troca de tiros com um eleitor do presidente no último domingo (10 julho). Bolsonaro, na tarde desta terça (12 junho), disse aos familiares de Arruda que nada justifica à violência. Afirmou ainda que a esquerda está tentando politizar o assassinato. O presidente, em tom de respeito, convidou os familiares para participarem de um encontro. “Estamos ainda definindo se vamos para Brasília ou se vamos pedir para o presidente vir a Foz “, afirmou o irmão de Marcelo ao GLOBO. Os irmãos do petista, procurados pelo presidente, são apoiadores de Bolsonaro. José Arruda afirmou ao GLOBO que Bolsonaro estava “sensibilizado” pelo acontecimento e que lamentou não poder acompanhar a visita do deputado Otoni de Paula, que intermediou a conversa entre o presidente e os familiares. Arruda defendeu o presidente e afirmou que ele não “aceita” violências como a que aconteceu com seu irmão. “Ele não aceita esse tipo de coisa, essa violência. As pessoas estão usando o nome dele, e ele não aceita esse tipo de atitude”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Guilherme Amado (@guilhermeamado)
Petistas fazem ‘autodenúncia’ em escândalo da Petrobras

Sede da Petrobras em Salvador foi um dos alvos da operação Lava Jato por suspeita de corrupção nos governos petistas.
Ri Happy tira do ar vídeo que incentiva ‘brincadeiras sem gênero’

Loja de brinquedos recebeu críticas por aderir à ‘lacração’