Mical afirma que Eliziane não terá apoio das igrejas em 2026

MARANHÃO, 28 de novembro de 2025 – A deputada estadual Mical Damasceno afirmou, em entrevista ao Blog Tribuna98, que a senadora Eliziane Gama não receberá apoio de igrejas evangélicas na tentativa de reeleição em 2026. Também pré-candidata ao Senado, Mical declarou que assembleianos e outras denominações não manifestam intenção de repetir o apoio dado à parlamentar nas eleições anteriores. Ela afirmou que pastores e lideranças têm relatado distanciamento político em relação à senadora. Mical explicou que o conselho político das igrejas submete temas ao plenário para votação, mas entende que não há ambiente favorável para apoiar a reeleição de Eliziane. Segundo a deputada, encontros e viagens indicam resistência de grupos religiosos. “Primeiro deixar claro que a senadora Eliziane Gama não nos representa mais, né?! O conselho político ele leva as pautas ao plenário pra ter uma votação, mas eu acho dificil. A senadora nao tem condições pelo que a gente tem percebido. A gente viaja muito e tem muito contato. Não sinto que ela vai ter esse apoio por parte dos assembleianos do estado do Maranhão e outras denominações. Acho difícil hoje ela ter o apoio do segmento evangélico. Por onde eu tenho passado, eles tem me dito que não apoiarão mais ela pra sua reeleição”, declarou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por TRIBUNA98 (@tribuna98_)
Senadora Eliziane Gama tenta emplacar aliados em estatal

BRASÍLIA, 27 de novembro de 2025 – A senadora Eliziane Gama articulou a indicação de dois aliados para postos-chave do Serviço Geológico do Brasil, em Brasília, porque busca ocupar funções estratégicas em órgão responsável por projeto de R$ 200 milhões financiado pela Petrobras, conforme publicou o Metrópoles. A coluna do Metrópoles informou que Vilmar Medeiros Simões e Gledson da Silva Brito são cotados para assumir a presidência e a Diretoria de Administração e Finanças do SGB. A movimentação ocorre após a demissão de Inácio Cavalcante Melo, indicado anteriormente pela senadora quando ainda era casado com ela. Os dois nomes defendidos por Eliziane atuam hoje na Diretoria-Executiva da Fundação de Apoio ao SGB. Por isso, eles estão ligados a Inácio Cavalcante Melo e participam da estrutura que executará o projeto financiado pela Petrobras, seguindo informações divulgadas pelo Metrópoles. PROJETO DE R$ 200 MILHÕES O projeto financiado pela Petrobras prevê a construção do Centro Científico e Cultural da Urca, no Rio de Janeiro. O investimento autorizado pela cláusula de pesquisa e inovação da ANP inclui novas litotecas nacionais e a revitalização do Museu de Ciências da Terra. A estrutura proposta reunirá espaços de referência em geociências e instalações destinadas a armazenar e preservar amostras geológicas. Portanto, o SGB terá papel central na gestão desses recursos, enquanto a Fundação de Apoio coordenará a execução, conforme relatou o Metrópoles. Empregados do órgão afirmaram ao Metrópoles que a articulação por cargos ocorre em cenário de “sucateamento”. Dessa forma, a estatal opera com apenas dois diretores e não consegue realizar reuniões colegiadas por falta de quórum mínimo de três participantes.
Eliziane e Cleber Verde rejeitaram convocação de Frei Chico

BRASÍLIA, 17 de outubro de 2025 – A CPI mista do INSS rejeitou a convocação de Frei Chico, irmão do presidente Lula, para depor na comissão. O requerimento foi derrubado com 19 votos contrários contra 11 favoráveis nesta terça. A decisão envolveu articulação da base governista, que também retirou pedidos de quebra de sigilo do ex-ministro Carlos Lupi. O depoimento na CPI era investigado no contexto da operação que apura fraudes na previdência. A votação contou com os votos contra da senadora Eliziane Gama (PSD-MA) e do deputado Cleber Verde (MDB-MA). O presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), não votou. Todos os onze requerimentos para o depoimento na CPI de Frei Chico, que é vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, foram negados. A operação Sem Desconto investiga um suposto esquema bilionário de fraudes no INSS. Com a mesma formação de votos, os parlamentares também rejeitaram os pedidos de quebra de sigilo da publicitária Danielle Miranda Fonteles e de sua empresa. Ela recebeu R$ 5 milhões do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “careca do INSS”. As defesas dos envolvidos afirmaram que os valores se referiam à compra de um imóvel em Trancoso, na Bahia. Por outro lado, a comissão aprovou a quebra do sigilo bancário do advogado Eli Cohen. O profissional fez as primeiras denúncias contra três associações suspeitas de envolvimento no esquema. Em seu depoimento na CPI, Cohen detalhou o funcionamento das supostas fraudes e lançou suspeitas sobre dirigentes do INSS.
Indicado de Eliziane deixa cargo após uso de verba pública

BRASIL, 15 de outubro de 2025 – O presidente do Serviço Geológico do Brasil (SGB), Inácio Cavalcante Melo, indicado ao cargo pela senadora Eliziane Gama (PSD), anunciou nesta terça (14) sua saída do comando da estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia. A decisão ocorreu após a revelação de que ele utilizou recursos públicos para pagar hospedagens e refeições de familiares durante viagens a Florianópolis (SC) e Maceió (AL). Em mensagem enviada a um grupo de WhatsApp formado por diretores do SGB, às 17h39, Melo comunicou o desligamento. Ele afirmou ter concluído um ciclo de trabalho e agradeceu aos colegas, pedindo em seguida para ser removido do grupo. DENÚNCIAS DE USO INDEVIDO DE RECURSOS Notas fiscais obtidas pela imprensa mostraram que os filhos de Inácio Melo hospedaram-se em hotéis de luxo em Florianópolis e Maceió, com despesas pagas pela estatal. Em Florianópolis, o BT Florianópolis Hotéis Ltda. registrou diárias de R$ 3.667 em uma suíte executiva, entre 13 e 16 de janeiro de 2025, totalizando R$ 3.758,68. Em Maceió, o Hotel Brisa Suítes, localizado na avenida Doutor Antônio Gouveia, bairro Pajuçara, registrou diárias de R$ 4.665 entre 16 e 20 de janeiro, também custeadas pelo SGB. A nota incluía três hóspedes: Inácio Melo e dois filhos. O extrato apontou consumo de itens como camarão flambado, brownies, hambúrgueres, batata frita, refrigerantes, energéticos e chocolates. Melo devolveu R$ 9,3 mil aos cofres públicos, alegando erro na emissão das notas fiscais. O reembolso ocorreu poucas horas antes de o SGB responder a um pedido de informação protocolado com base na Lei de Acesso à Informação (LAI).
Indicado por Eliziane quer investigar quem o critica no Zap

TOCANTINS, 13 de outubro de 2025 – O indicado por Eliziane Gama e presidente do Serviço Geológico do Brasil (SGB), Inácio Cavalcante, solicitou à Corregedoria da estatal a abertura de investigação sobre um grupo de WhatsApp formado por aproximadamente 300 servidores. O pedido, revelado em documento interno, foi motivado pela suspeita de que o grupo atuaria como um “coletivo paralelo” voltado à discussão de temas internos e críticas à gestão. De acordo com o despacho, Cavalcante citou o analista de Geociências Bruno Luiz Schoenwetter como criador do grupo em novembro de 2022, meses antes de sua posse na presidência do órgão. O dirigente reconheceu a legitimidade de fóruns de debate entre funcionários, mas apontou “condutas preocupantes” atribuídas ao servidor, incluindo uso de horário de expediente para atividades não relacionadas às funções do cargo. APURAÇÃO INTERNA E COMISSÃO DISCIPLINAR Entre as condutas descritas no documento estão “questionamentos a atos administrativos sem embasamento”, “divulgação de informações jornalísticas não verificadas” e “incitação a colegas para adoção de posturas confrontadoras”. O presidente determinou que a área competente apure eventuais violações de deveres funcionais e éticos por parte dos envolvidos. Em outro despacho, Cavalcante criou uma Comissão de Processo Administrativo Sancionador (PAS) para conduzir as investigações. Mensagens anexadas ao processo mostram críticas à administração de Inácio Cavalcante. Em uma delas, um funcionário sugere que o presidente pretende disputar uma vaga de deputado federal pelo Tocantins e que o projeto de mapeamento aerogeofísico do SGB teria início no estado por interesse político. Em outra, o servidor afirma que Cavalcante teria “potencial para acabar com o SGB”.
Nikolas quer exonerar esposo de Eliziane Gama de estatal

BRASÍLIA, 7 de outubro de 2025 – A ação popular que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) pretende protocolar busca anular a nomeação de Inácio Cavalcante Melo, atual presidente do Serviço Geológico do Brasil (SGB), vinculado ao Ministério de Minas e Energia. Nikolas afirma haver indícios de lesão ao patrimônio público e violação ao princípio da moralidade administrativa, após a divulgação de notas fiscais que apontam despesas com hospedagens e alimentação custeadas pela estatal. GASTOS SOB SUSPEITA Segundo os documentos obtidos, filhos de Melo hospedaram-se em hotéis de Florianópolis (SC) e Maceió (AL), com custos pagos pelo SGB. Em Santa Catarina, uma nota fiscal registrou o valor de R$ 3.758,68 referentes à diária de uma suíte executiva e taxas adicionais.
Eliziane Gama comemora blindagem de suspeito na CPMI do INSS

BRASÍLIA, 03 de outubro de 2025 – A base aliada do governo Lula atuou para blindar Edson Claro Medeiros Júnior, ex-funcionário do lobista conhecido como Careca do INSS, durante sessão da CPMI que investiga irregularidades no órgão. O requerimento de convocação para que ele prestasse esclarecimentos foi rejeitado por 16 votos a 14, gerando clima de confronto entre parlamentares. A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) comemorou o resultado e, ao lado de outros governistas, trabalhou para que o depoimento não fosse aprovado. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), ex-ministro da Secretaria de Comunicação, chegou a discutir com o presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), ao tentar impedir a votação. Durante a sessão, Pimenta contestou o relator Alfredo Gaspar (União-AL), que defendia a convocação de Edson. Para o deputado petista, o caso deveria ser tratado pela polícia, e não pela comissão. O parlamentar também tentou obstruir a fala do relator, alegando inexistência de previsão regimental, o que foi rebatido por Carlos Viana.
Comissões sem atividade no Senado mantêm cargos e salários

BRASÍLIA, 29 de setembro de 2025 – Duas comissões do Senado, a de Defesa da Democracia e a de Comunicação, criadas pelo então presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), seguem inativas em 2025. Mesmo sem reuniões, ambas mantêm 23 cargos comissionados vinculados aos ex-presidentes Eliziane Gama (PSD-MA) e Eduardo Gomes (PL-TO), conforme relatou a Folha de S. Paulo. Apesar da paralisação, cada comissão tem direito a até R$ 162 mil por mês. O valor corresponde ao salário de seis servidores com vencimentos de R$ 27 mil, mas é geralmente fracionado para contratar mais funcionários. De acordo com o jornal, os gastos médios alcançam R$ 100 mil mensais em cada comissão. Na prática, os recursos da Comissão de Defesa da Democracia são usados para manter 12 funcionários, seis no gabinete de Eliziane e seis no bloco do PSD. Já a Comissão de Comunicação conta com 11 servidores, dez deles lotados no gabinete de Eduardo Gomes e um na vice-presidência, cargo também ocupado por ele. A Comissão de Defesa da Democracia foi criada em junho de 2023, como resposta aos atos de 8 de janeiro daquele ano. A medida foi uma iniciativa de Pacheco, que presidia o Senado à época. Os salários variam entre R$ 3.050,08, para ajudante parlamentar júnior, e R$ 15.639,76, para assistente parlamentar intermediário. Além disso, os cargos contam com vale-refeição de R$ 1.784,42. Eduardo Gomes informou que os servidores seguem trabalhando ligados à vice-presidência, e não diretamente ao seu gabinete. Ele afirmou que a Casa ainda não definiu se as comissões continuarão existindo ou se serão extintas. Segundo sua assessoria, os comissionados continuam responsáveis por processos que aguardam deliberação da Mesa Diretora. Eliziane Gama, por sua vez, não comentou sobre os servidores, mas destacou a relevância da comissão que presidiu. Ela afirmou que a criação da Comissão de Defesa da Democracia colocou o Brasil em posição de destaque internacional no combate ao extremismo. A senadora destacou ainda que, em um ano de funcionamento, o colegiado apresentou diversas propostas de lei para reforçar o Estado democrático de Direito. Contudo, oficialmente, tanto a Comissão de Defesa da Democracia quanto a de Comunicação seguem sem presidentes ou membros formais, funcionando apenas como estruturas administrativas que mantêm cargos e salários.