Direita vence quatro eleições municipais suplementares

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BRASIL, 6 de outubro de 2025 – A direita venceu todas as quatro eleições suplementares realizadas no domingo (5), em municípios do Paraná e Rio de Janeiro. O pleito, que elegeu prefeitos para mandatos até dezembro de 2028, registrou a vitória de candidatos do Podemos, Republicanos e PL. Os resultados confirmaram a tendência de rejeição a candidaturas de esquerda nesses locais, conforme os votos apurados. As eleições foram convocadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) devido a cassações de mandatos ou indeferimento de registros. VITÓRIAS NO PARANÁ No Paraná, João Paulo Fogo (Republicanos) foi eleito em São Tomé com 58,19% dos votos, derrotando Paraíba (Solidariedade). Em São João, Joni Zanella Ferreira (PL) venceu com 55,42% dos votos contra Vadeco (PSDB).

Morte de 6 candidatos da direita marca eleições na Alemanha

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ALEMANHA, 05 de setembro de 2025 – Seis integrantes do partido Alternativa para a Alemanha (AfD), sendo eles quatro candidatos titulares e dois suplentes, morreram em um intervalo de apenas 13 dias na região da Renânia do Norte-Vestfália, às vésperas das eleições locais no país. O caso tem pautado a imprensa internacional. As autoridades locais afirmam não haver indícios de crime, e em pelo menos dois casos a causa das mortes foi classificada como natural. Ainda assim, nem todas as circunstâncias foram oficialmente divulgadas até o momento. Entre os nomes confirmados estão Ralph Lange, de 66 anos, Wolfgang Klinger, de 71, Stefan Berendes, de 59, e Wolfgang Seitz, também de 59 anos. As demais identidades não foram publicadas. A sequência de falecimentos forçou a anulação de votos que já haviam sido enviados por correio e exigiu a reimpressão de cédulas eleitorais, provocando ajustes emergenciais no processo eleitoral.

Quem da direita pode ser aceito pelo STF nas eleições?

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BRASÍLIA, 16 de junho de 2025 –  A direita brasileira pode ser preterida pela centro-direita nas eleições gerais de 2026 devido a embates na Justiça, em especial com o Supremo Tribunal Federal (STF). Com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) arrolados em causas judiciais, outros nomes também podem encontrar dificuldades no próximo pleito e deixar candidatos mais afeitos ao STF ganharem protagonismo.  O exemplo mais evidente é a inelegibilidade de Bolsonaro e a articulação do centrão para apresentar um nome mais de centro para disputar contra o presidente Lula (PT). O ex-presidente atualmente está sendo julgado pela Corte por suposta tentativa de golpe de Estado. Ele também se encontra inelegível desde 2023. Nesse cenário, surge a pergunta: quem o STF, bem como o Tribunal Superior Eleitoral, poderá aceitar como candidato palatável da direita em 2026?  Analistas ouvidos pela Gazeta do Povo apontam que a aceitação da Corte será um fator importante para que o establishment político decida por um nome, com ou sem o apoio do ex-presidente. Estando fortalecido nas pesquisas eleitorais, o governador Tarcísio Gomes de Freitas, de São Paulo, é visto como o candidato “permitido” dentro do espectro mais próximo da direita.  Isso ocorre porque o chefe do Executivo paulista passou os últimos anos desenvolvendo um bom relacionamento com os ministros do STF, em especial o ministro Alexandre de Moraes. Outros nomes sem atritos com o Supremo são os dos governadores do Paraná, Ratinho Júnior (PSD) e de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Ratinho ainda possui um bom trâmite com magistrados, mesmo sendo apoiador de Bolsonaro. Zema tem se tornado mais vocal contra o STF. Ele criticou pela primeira vez em março as ações do Supremo contra os manifestantes de 8 de janeiro. Zema desaprovou a prisão da cabelireira Débora Rodrigues, que pichou com batom uma estátua do STF. O cientista político Elton Gomes, professor da Universidade Federal do Piauí (UFPI), avalia que o Supremo Tribunal Federal (STF) “converteu-se em uma variável interveniente e, por vezes, em uma variável principal, de primeira grandeza”, dado que boa parte das decisões políticas do país acaba judicializada. Gomes também chama atenção para o fato de que o Tribunal Superior Eleitoral, que tem poder para rejeitar candidaturas, não é independente do STF. “Parte da Corte Eleitoral é composta por ministros da Suprema Corte no exercício de suas funções”, lembra. Para ele, isso faz com que “o processo de arbitragem eleitoral brasileira seja influenciado, contaminado de alguma maneira e movido também por esse alinhamento de forças entre a Suprema Corte e o partido do governo”.

Famem define data para eleição da nova diretoria

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MARANHÃO, 20 de dezembro de 2024 – A Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem) anunciou que a eleição para a escolha da nova diretoria será realizada no dia 15 de janeiro. O pleito ocorrerá de forma presencial, com votação direta e secreta. As chapas interessadas em disputar a direção da Famem têm até o dia 10 de janeiro para se inscreverem. Até o momento, o futuro prefeito de Bacabal, Roberto Costa (MDB), desponta como o único candidato declarado.

Kamala Harris mente sobre trabalho no McDonald’s nas eleições de 2024

EUA, 21 de outubro de 2024 – A vice-presidente e candidata do partido democrata Presidência dos EUA, Kamala Harris, mentiu sobre ter trabalhado no McDonald’s durante um verão na faculdade, em 1983. Indícios apontam para uma tentativa de enganar o eleitorado e gerar identificação com trabalhadores comuns. No entanto, a campanha de Harris não apresentou evidências que comprovem o fato, e várias inconsistências surgiram na história. FALTA DE REGISTROS Alegando que trabalhou no McDonald’s na Avenida Central, em Alameda, Califórnia, Harris disse ter ocupado a função no verão de 1983, quando estava no segundo ano da Howard University. No entanto, ela não apresentou provas do emprego. Já a sede corporativa do McDonald’s afirmou não possuir registros de todos os funcionários daquela época. Uma investigação conduzida pelo jornal Washington Free Beacon revelou que Harris não listou o suposto trabalho no McDonald’s em um pedido de emprego preenchido em 1987 para o cargo de escriturária no escritório do promotor distrital do condado de Alameda. No formulário, foi solicitado que ela mencionasse todas as experiências de trabalho dos dez anos anteriores, mas o emprego na rede de fast food não foi incluído.

Influenciadores tentam transformar popularidade online em votos

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SÃO LUÍS, 28 de agosto de 2024 – Vários influenciadores que conquistaram o público com humor nas redes sociais estão se candidatando nas eleições de 2024, inspirados pelo sucesso de Andrey Monteiro, que foi eleito vereador em São Luís utilizando sua popularidade nas redes. Além dele, outros nomes influenciadores no Instagram e em grupos de WhatsApp estão desafiando candidatos tradicionais. Valeska Furtado, uma figura popular na TV e rádio, se destaca com suas narrações de situações do cotidiano na internet, onde acumula mais de 250 mil seguidores. Ela é candidata pelo PSDB.

Candidaturas militares aumentam 70% em duas décadas

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BRASIL, 26 de agosto de 2024 – O número de candidatos com patentes militares nas eleições municipais brasileiras registrou um aumento significativo de 70% nos últimos 24 anos. Em 2000, 707 candidatos militares se apresentaram nas urnas; em 2024, esse número subiu para 1.204, conforme levantamento do Instituto de Pesquisa e Reputação de Imagem (IPRI), da FSB Holding, baseado em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Enquanto o total de candidaturas nas eleições municipais aumentou 14% entre 2000 e 2024, o crescimento das candidaturas militares foi cinco vezes maior.

Eleições municipais deste ano terão número menor de candidatos

2024

BRASIL, 16 de agosto de 2024 – A Justiça Eleitoral registrou uma queda no número de candidaturas para os cargos de vereadores, prefeitos e vice-prefeitos que pretendem disputar as eleições municipais de outubro. É a primeira queda desde o pleito municipal de 2008. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 455 mil pedidos de candidaturas foram recebidos pela plataforma DivulgaCand, que centraliza os registros em todo o país. O prazo terminou nesta quinta-feira (15). Foram recebidos pelos tribunais regionais eleitorais (TREs) 15.434 registros de candidaturas para prefeito, 15.531 para vice-prefeito e 424.750 para o cargo de vereador. O número ainda pode ser atualizado. Em 2020, as eleições municipais contaram com 557.678 registros. Os pleitos de 2016 (496,9 mil) e de 2012 (482,8 mil) também tiveram mais candidatos. Em 2008, 381,3 mil políticos registraram suas candidaturas. PERFIL De acordo com o levantamento, 52% dos candidatos se declararam negros. O percentual é composto pelos candidatos pardos (41%) e pretos (11%). Outros 45% se declararam brancos. Os quilombolas representam 1% das candidaturas e os indígenas 0,5% do total. Os candidatos homens representam 66% do total de candidaturas e as mulheres fazem parte dos 34% restantes. Do total de candidatos, 51% informaram que são casados e 37% são solteiros. A maioria dos candidatos declarou que é empresário (7,6%). 6,9% são servidores públicos e 6,7% são agricultores. Outras profissões somam 21,7%. Pelo critério de grau de instrução, a maioria dos candidatos possui o ensino médio completo. Essa faixa representa 38%, seguida pelos candidatos com ensino superior completo (28%), fundamental completo (10,9%) e fundamental incompleto (10%). A identidade de gênero e a orientação sexual também fazem parte do levantamento: 80% se declararam cisgênero (pessoa que se identifica com seu sexo biológico, ou seja, masculino ou feminino). O levantamento mostra que somente 31% dos candidatos informaram sua orientação sexual. 98% dos que responderam ao cadastro disseram que são heterossexuais. Na sequência, aparecem os candidatos que se declararam gays (0,7%), lésbicas (0,4%) e bissexual (0,3%). ANÁLISE O registro será analisado pelo juiz da zona eleitoral da cidade na qual o candidato pretende concorrer. Entre as causas de inelegibilidade, está o julgamento de contas irregulares pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A lista com o nome de 9,7 mil pessoas nessa situação foi entregue ontem (15) ao TSE. Se o juiz constatar a falta de algum documento, poderá pedir que o candidato resolva a pendência no prazo de até três dias. Caberá ao magistrado decidir se defere ou indefere a candidatura. Se o registro for negado, o candidato poderá recorrer ao TRE de seu estado e ao TSE. Durante o período de análise, as candidaturas poderão ser contestadas pelos adversários, partidos políticos e o Ministério Público Eleitoral (MPE). Eles poderão denunciar alguma irregularidade no cumprimento dos requisitos legais para o registro. O primeiro turno das eleições será no dia 6 de outubro. O segundo turno da disputa poderá ser realizado em 27 de outubro nos municípios com mais de 200 mil eleitores, nos quais nenhum dos candidatos à prefeitura atingiu mais da metade dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos, no primeiro turno.

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