Flávio Dino se reúne com Carlos Brandão e Weverton Rocha

O governador do Estado do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), se reuniu com o vice governador Carlos Brandão (PSDB) e o senador Weverton Rocha (PDT) na noite desta quinta-feira (15). Flávio Dino tenta evitar rompimento em seu grupo político que já vem se desenhando desde o 2º turno das eleições de 2020. Segundo Carlos Brandão, o encontro foi proveitoso porque todos entenderam o forte alicerce que foi construído ao longo do tempo. Weverton Rocha, por sua vez, disse que as mudanças positivas precisam seguir e o grupo segue firme e focado. O governador concluiu que, no momento oportuno, irá articular os diálogos necessários com a base de seu grupo político. “Hoje tive longa e produtiva reunião com o vice-governador Carlos Brandão e com o senador Weverton. Somos aliados de longa data e temos compromisso quanto à continuidade das mudanças positivas no Maranhão. No tempo certo, irei coordenar os diálogos necessários com o nosso grupo”, afirmou Flávio Dino.
Flávio Dino desconversa sobre ser candidato a vice-presidência

Nessa segunda-feira (12), em entrevista concedida ao Canal My News, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), tratou a respeito de seu destino eleitoral em 2022. Quando perguntado sobre a possibilidade de compor uma chapa liderada por Luiz Inácio Lula da Silva (Lula), ex-presidente da República, e ser candidato a vice, Dino não descartou a possibilidade, tentando desconversar: “[…] ninguém se candidata a vice, ninguém se oferece para ser vice. É uma coisa até de mau gosto com o amigo […]”, afirmou o governador, assumindo que, na verdade, vai disputar o Senado pelo Maranhão. “Desde dezembro, eu firmei como projeto principal a candidatura ao Senado aqui no Maranhão, esse é o cenário, o caminho mais provável é um disputa ao Senado”, disse.
PCdoB quer entregar governo do Maranhão ao PSDB em 2022

A aliança histórica entre PCdoB e PSDB no Maranhão deve ser reeditada no estado em 2022. Em entrevista ao Poder 360, o governador Flávio Dino assumiu que pretende apoiar o vice-governador Carlos Brandão nas eleições do ano que vem. “Tem uma alta chance, uma vez que ele é uma pessoa com a qual tenho relação política e pessoal muito antiga. Está conosco há 6 anos. Provavelmente me desincompatilizo em abril do ano que vem e ele assume o governo”. O PSDB foi peça fundamental na eleição de Flávio Dino em 2014. Na ocasião o comunista chegou, inclusive, a manifestar apoio a Aécio Neves naquelas eleições ainda no primeiro turno. Flávio Dino, inclusive, elogiou a legenda quando tratou de Carlos Brandão. “Sem dúvida o Brandão é um ótimo nome e o fato de ele estar no PSDB fortalece o pleito dele. Eles me apoiaram em 2014, tenho um reconhecimento”. PSDB e PCdoB só estiveram distantes após o rompimento do senador Roberto Rocha, na época presidente da legenda, com Flávio Dino. Situação que foi resolvida com o isolamento de Rocha na legenda pela Executiva Nacional e posterior condução de Brandão ao comando do PSDB no estado.
MBL vê com interesse candidatura de Danilo Gentili

Neste sábado (10), o humorista Danilo Gentili se reuniu junto ao Movimento Brasil Livre (MBL) para tratar de sua pré-candidatura à presidência da República. De acordo com informações divulgadas pela Folha de S. Paulo, o Movimento Brasil Livre vê com interesse o fato do humorista ter empatado com Luciano Huck nas pesquisas de intenções de voto para presidente proporcionadas pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia (IPEA). Além do incentivo do comunicador André Marinho e do deputado federal Kim Kataguiri (DEM), Danilo Gentili conta com apoio de Sergio Moro, colaborando para reforçar o nome do humorista no jogo político, de acordo com Revista Crusoé.
PSB declara apoio ao PDT para Governo do Maranhão

Luciano Leitoa, presidente do PSB no Maranhão, anunciou que o senador Weverton Rocha (PDT) tem apoio do partido PSB para o Governo do Estado em 2022 com o objetivo de manter o projeto implantado desde 2014 no Estado. Logo, os socialistas se juntam ao bloco trabalhista que contam com presença dos partidos Cidadania, DEM e Republicanos. O PSL também deve ingressar na coligação, mas aguarda transição do deputado Pedro Lucas Fernandes que deve comandar o partido.
Após colocar petistas na cadeia, Joaquim Barbosa quer colocar PT no poder

Conhecido por mandar para a cadeia nomes tradicionais do PT e comandar o julgamento do Mensalão, que marcou o início da destruição do partido, Joaquim Barbosa está articulando nos bastidores apoio ao ex-presidente Lula em 2022. Partiu de Barbosa a condenação de toda a cúpula do PT no governo do ex-presidente. Foram condenados pelo ex-ministro José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares. Em um momento do julgamento, Barbosa chegou a acusar o também ministro Roberto Barroso de fazer política ao invés de seguir critérios técnicos. Na ocasião, Barroso votava à favor dos réus. Nos últimos meses Joaquim Barbosa assumiu o papel de oposição ao presidente Jair Bolsonaro. Informações dão conta de que o ex-ministro cogita, inclusive, aliar-se ao ex-presidente Lula. Petistas, antes críticos ferrenhos de Joaquim Barbosa, comemoraram a predisposição de apagar a história de carrasco de corruptos para a construção de uma imagem de apoiador de petistas. Caso as especulações sobre a mudança de opinião sobre corrupção sejam configuradas, esse será mais uma caso do levante e da união do sistema entorno da candidatura de um corrupto como reação ao presidente Jair Bolsonaro.
Dória se reúne com PCdoB do Maranhão

João Doria (PSDB), governador do Estado de São Paulo, se reuniu com delegação do PCdoB do Maranhão na manhã dessa terça-feira (6) com o pretexto de avaliar as maneiras de acelerar a vacinação nos estados e demais medidas para o enfrentamento da Covid-19. Estiveram presentes Carlos Brandão (PSDB), vice-governador do Maranhão, Carlos Lula (PCdoB), secretário de Saúde do Maranhão e Rubens Junior (PCdoB), secretário de Articulação Política do Maranhão.
Fracasso do governo Flávio Dino faz Roseana Sarney ressurgir em pesquisas

Após a derrota do Grupo Sarney e passados seis anos de regime comunista no Maranhão, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) aparece liderando com folga as principais pesquisas de intenção de voto para 2022. Não resta dúvida de que o ressurgimento de Roseana na liderança das intenções de voto tem como base a comparação entre a gestão da governadora e o fracasso do comunista. Pesquisa Escutec divulgada neste sábado (27) por O Estado do Maranhão mostra que uma parcela significativa da população maranhense deseja a volta de Roseana. E isso mesmo com a ex-governadora não manifestando intenção de disputar as eleições. Na pesquisa espontânea (quando é perguntado ao eleitor apenas em quem ele irá votar, sem a apresentação de nomes) Roseana aparece à frente do próprio Flávio Dino (que não pode concorrer ao cargo). A sarneísta chega a 9% e o comunista não ultrapassa 7%. Apenas três candidatos ultrapassam os 2 dígitos no principal cenário analisado na pesquisa. Nenhum deles faz parte do atual governo. Roseana Sarney – 23% Weverton Rocha – 14% Edivaldo Holanda Júnior – 13% Carlos Brandão – 9%; Roberto Rocha – 8%; Eliziane Gama – 3%; Wellington do Curso e Simplício Araújo – 2%; Márcio Jerry, Lahesio Bonfim, Josimar de Maranhãozinho e Felipe Camarão – 1% Nenhum dos candidatos somou 8% e não sabe ou não respondeu, 13%. SEGUNDO CENÁRIO (apenas quatro nomes): Roseana 29%, Weverton Rocha 20%, Carlos Brandão 12%, Roberto Rocha com 11%. Nenhum dos nomes apresentados somou 18% e não sabe ou não respondeu, 10%. TERCEIRO CENÁRIO (sem Roseana Sarney): Weverton Rocha 25%, Carlos Brandão com 15%, Roberto Rocha 13%, Edivaldo Júnior (PDT), que chegou a 13%; a senadora Eliziane Gama (Cidadania ) e Wellington do Curso (PSDB), cada um com 3% e, os secretários Simplício Araújo (2%), Márcio Jerry e Felipe Camarão (cada um com 1%). FRACASSO Caso o governo de Flávio Dino fosse bem avaliado eleitoralmente, é evidente que o principal cenário avaliado pela pesquisa não iria trazer um desempenho tão pífio dos integrantes do governo. Bem como Flávio Dino iria ser o preferido na pesquisa espontânea. Aproximando-se o fim do governo, que deve entrar para a história como oito anos perdidos, é cada vez maior a possibilidade de que a passagem do comunismo no poder do estado será reduzida a oito anos. Com o fracasso da gestão, apenas o uso indiscriminado da máquina poderá dar chance ao governador. Outro dado que revela a fragilidade da gestão do governador Flávio Dino é o índice de intenção de voto no comunista para o senado. Apenas metade da população (51%) votaria em Flávio Dino para o cargo.

