Dória se reúne com PCdoB do Maranhão

João Doria (PSDB), governador do Estado de São Paulo, se reuniu com delegação do PCdoB do Maranhão na manhã dessa terça-feira (6) com o pretexto de avaliar as maneiras de acelerar a vacinação nos estados e demais medidas para o enfrentamento da Covid-19. Estiveram presentes Carlos Brandão (PSDB), vice-governador do Maranhão, Carlos Lula (PCdoB), secretário de Saúde do Maranhão e Rubens Junior (PCdoB), secretário de Articulação Política do Maranhão.
Fracasso do governo Flávio Dino faz Roseana Sarney ressurgir em pesquisas

Após a derrota do Grupo Sarney e passados seis anos de regime comunista no Maranhão, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) aparece liderando com folga as principais pesquisas de intenção de voto para 2022. Não resta dúvida de que o ressurgimento de Roseana na liderança das intenções de voto tem como base a comparação entre a gestão da governadora e o fracasso do comunista. Pesquisa Escutec divulgada neste sábado (27) por O Estado do Maranhão mostra que uma parcela significativa da população maranhense deseja a volta de Roseana. E isso mesmo com a ex-governadora não manifestando intenção de disputar as eleições. Na pesquisa espontânea (quando é perguntado ao eleitor apenas em quem ele irá votar, sem a apresentação de nomes) Roseana aparece à frente do próprio Flávio Dino (que não pode concorrer ao cargo). A sarneísta chega a 9% e o comunista não ultrapassa 7%. Apenas três candidatos ultrapassam os 2 dígitos no principal cenário analisado na pesquisa. Nenhum deles faz parte do atual governo. Roseana Sarney – 23% Weverton Rocha – 14% Edivaldo Holanda Júnior – 13% Carlos Brandão – 9%; Roberto Rocha – 8%; Eliziane Gama – 3%; Wellington do Curso e Simplício Araújo – 2%; Márcio Jerry, Lahesio Bonfim, Josimar de Maranhãozinho e Felipe Camarão – 1% Nenhum dos candidatos somou 8% e não sabe ou não respondeu, 13%. SEGUNDO CENÁRIO (apenas quatro nomes): Roseana 29%, Weverton Rocha 20%, Carlos Brandão 12%, Roberto Rocha com 11%. Nenhum dos nomes apresentados somou 18% e não sabe ou não respondeu, 10%. TERCEIRO CENÁRIO (sem Roseana Sarney): Weverton Rocha 25%, Carlos Brandão com 15%, Roberto Rocha 13%, Edivaldo Júnior (PDT), que chegou a 13%; a senadora Eliziane Gama (Cidadania ) e Wellington do Curso (PSDB), cada um com 3% e, os secretários Simplício Araújo (2%), Márcio Jerry e Felipe Camarão (cada um com 1%). FRACASSO Caso o governo de Flávio Dino fosse bem avaliado eleitoralmente, é evidente que o principal cenário avaliado pela pesquisa não iria trazer um desempenho tão pífio dos integrantes do governo. Bem como Flávio Dino iria ser o preferido na pesquisa espontânea. Aproximando-se o fim do governo, que deve entrar para a história como oito anos perdidos, é cada vez maior a possibilidade de que a passagem do comunismo no poder do estado será reduzida a oito anos. Com o fracasso da gestão, apenas o uso indiscriminado da máquina poderá dar chance ao governador. Outro dado que revela a fragilidade da gestão do governador Flávio Dino é o índice de intenção de voto no comunista para o senado. Apenas metade da população (51%) votaria em Flávio Dino para o cargo.
Por que Flávio Dino cancelou o cancelamento de aniversários, batizados e casamentos?

Talvez Flávio Dino, ao lado de João Dória, seja o maior crítico do “negacionismo” do presidente Jair Bolsonaro que insiste em dizer que o país não pode parar por conta da pandemia. São centenas, talvez milhares, as publicações do comunista que recriminam o presidente. Nesta semana o governador teve a oportunidade de realizar na prática as medidas que canta em verso e prosa em suas redes sociais. Mesmo que de forma tímida, anunciou medidas de endurecimento do distanciamento social que foram revogadas horas depois. A decisão de “cancelar o cancelamento encerra” extraoficialmente o governo de Flávio Dino. Agora toda e qualquer decisão, cada mísero centavo gastos (ou roubado), terá como meta as eleições de 2022. Mesmo consumido por uma tara em decretar lockdown total, o governador sabe que a decisão no ano quer antecede a eleição é perigosa. Ao ver que seu novo aliado deu com os burros n’água ao impor novas medidas de restrição e distanciamento, Flávio Dino voltou atrás de sua decisão de proibir aniversários, casamentos, batizados e eventos de até 150 pessoas. Está “tudo liberado” e assim ficará até a eleição. Flávio Dino sabe que após oito anos terá muito pouco a oferecer em 2022. Com sua impopularidade crescendo visivelmente nas redes sociais, é esperado que o governador enfrente dificuldades ao ter que explicar o que fez ao Maranhão após oito anos de governo. E uma simples observação dos fatos revela que ele fracassou miseravelmente ao “salvar o estado”. Ou alguém acha que após oito de Flávio Dino algo mudou para melhor? “Para melhor”, repito! Flávio Dino sabe que não terá nada a mostrar em 2022 além de sua conversa fiada anti-bolsonaro engana trouxa. Sabe que não terá nada como legado além de índices de desenvolvimento humano pior do que os que entregou, um punhado de obras miseráveis, muitos escândalos de corrupção e aumento da dívida pública. Cancelar o cancelamento de festas de aniversário e ventos similares foi uma decisão acertada. Mas, não pensem que o governador fez isso por vontade própria. Tentou e desistiu porque eleição importa muito mais, até mesmo, do que ele mesmo fala todos os dias em suas redes sociais.
Edivaldo Holanda Jr inicia articulação por 2022

O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr, reuniu-se nesta quarta (21) com o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB). A reunião marca o período “pós-prefeitura” e a inserção de Edivaldo no debate sobre as eleições de 2022. Othelino elogiou o ex-prefeito pelo trabalho na capital. “Eu já havia tido a oportunidade de congratulá-lo durante a sessão de fechamento dos trabalhos desta Casa, mas, agora, pude fazê-lo pessoalmente, em sua visita que muito me honra. O deputado ainda deu indícios de que a conversa entre os dois não foi mera agenda social. “Tivemos uma conversa muito proveitosa, na qual também pudemos falar sobre o atual momento em que vivemos com a chegada da vacina contra a Covid-19 e, ainda, sobre o atual cenário político e de projetos futuros para o Maranhão”, disse Othelino Neto. Após o vice-governador iniciar uma de “guerra fria civil” dentro do grupo contra o senador Weverton Rocha que ousa colocar-se como opção do grupo em 2022, a figura conciliadora de Edivaldo Holanda Jr pode ajudar na pacificação do ambiente. Não é segredo que o ex-prefeito tem trânsito entre todas as correntes do governo e chega até mesmo a ser uma espécie de unanimidade política.
Abstrações e falatório não irão fazer de Carlos Brandão um vencedor

O vice-governador Carlos Brandão (Republicanos) ainda é, pelo menos até agora, o favorito na sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB). Após sofrer pequenos revezes motivados por sua ansiedade, parece que ele não aprendeu a lição. Pior que isso, parece que alguns entusiastas do homem querem fazê-lo acreditar que perder é ganhar e ganhar é perder. O mais esperado lance na sucessão de 2022 será a posse do vice-governador Carlos Brandão em meados do ano. Nada será de grandeza superior a isso. Nada! Retiradas desta possibilidade, obviamente, a capacidade do próprio Brandão e do senador Weverton Rocha (PDT) de implodirem suas candidaturas de sabotar a si mesmos. E parece que hoje em dia essa perspectiva acomete apenas um dos dois. Após ver seu clamor por Duarte Jr resultar em derrota nas eleições de São Luís, depois de perder a eleição da Câmara Municipal sem disputar e após um encontrar o massacre que procurou nas eleições da FAMEM, parece que Brandão recorreu a argumentações obtusas para fazer de seus fracassos vitórias. Dizem que ao perder a eleição da FAMEN, Carlos Brandão saiu de 0 prefeitos 96. Como se todos estes prefeitos não tivesse, nenhum deles, escolhido Fábio gentil pelo próprio Fábio Gentil, ou por influência do deputado federal Josimar de Maranhãozinho, ou pelo fato de que Brandão ocupava o cargo de governador. Contudo, a maior sandice dita até agora foi a de que, nas eleições de São Luís, Brandão venceu com a derrota do seu pupilo e Weverton perdeu com a vitória de Eduardo Braide (Podemos). Weverton selou o apoio do prefeito da capital maranhense e cidade mais populosa do estado nas próximas eleições. É preciso dizer algo mais, meu Senhor Jesus Cristo? Carlos Brandão deve ter cuidado. Se der ouvidos a esse tipo de análise canastrona, talvez apareça na posse em janeiro de 2023 após ser derrotado em 2022. Será uma cena humilhante. A mais humilhante de todos os tempos. Quem ganha, ganha! Quem perde, perde! Como diria o outro lá: simples assim!
Carlos Brandão vence a si mesmo no duelo com Weverton

O vice-governador Carlos Brandão (Republicanos) trava uma batalha aberta contra o senador Weverton Rocha (PDT) pelo governo do estado em 2022. Até agora, graças ao próprio Brandão, Weverton acumula três vitórias significativas contra o adversário. Acontece que uma análise simples revela que todos os triunfos do senador foram originados de ações atabalhoadas do próprio vice-governador. DERROTA EM SÃO LUÍS Enquanto Weverton Rocha tem na capital maranhense o maior reduto eleitoral do seu partido, o PDT, Carlos Brandão é um anônimo na política local. As eleições de 2020 eram fundamentais para Weverton, que perdeu as eleições ao apostar em Neto Evangelista. Já Carlos Brandão embarcou, quase que de corpo e alma, na campanha do correligionário Duarte Jr. Era sabido que muito dificilmente Eduardo Braide sairia derrotado. E isso principalmente quando o consórcio de candidatos formado pelo governador Flávio Dino não conseguia decolar poucas semanas antes da eleição. Todas as esperanças posteriores eram baseadas em ilusões. Acontece que a simples ida de Duarte Jr ao segundo deveria ter sido festejada por Brandão como uma vitória sobre Weverton. Ali o vice-governador deveria ter anunciado a vitória sobre Weverton e deixado o pleito. No entanto, ao invés disso, o vice governador jogou Weverton Rocha no coloco do favorito Eduardo Braide e ao trouxe para si a derrota de Duarte Jr. CÂMARA MUNCIPAL Poucos dias após a derrota que trouxe para si nas eleições de São Luís, Brandão ensaiou um levante contra a reeleição de Osmar Filho, membro do PDT de Weverton, na Câmara Municipal. Além de disputar a reeleição sentado na cadeira, Osmar contava com o apoio da franca maioria dos vereadores e do prefeito recém-eleito, Eduardo Braide. E mais uma vez Brandão foi derrotado em uma disputa que não tinha a mínima condição de vencer e, muito pior, que em nada iria ajuda-lo. FAMEM Na eleição da mesa diretora da Federação dos Municípios Brandão plantou a mais humilhante de suas derrotas até agora. Uma entidade que não tem peso político, completamente dominada por seus adversários, enfrentando um presidente excelentemente bem avaliado e apoiado por políticos de peso como o presidente da Assembleia, Othelino Neto (PCdoB). Em termos comparativos: Erlânio Xavier, candidato a reeleição na FAMEM, era infinitamente mais favorito do que Eduardo Braide era no ano passado. E, assim como em São Luís, a entidade não tem qualquer ligação com Brandão. O vice-governador faz a opção por conflitos em campos alheios ao seu território político. Enquanto o governador Flávio Dino tirava férias, Brandão aproveitou a estadia no cargo de mandatário do governo para disputar, e perder, a eleição na FAMEM. Infinitas eram as possibilidades nestes dias. Brandão, inclusive, viu Eduardo Braide nadar sozinho no mar de oportunidades que o início da vacinação proporcionou. ATRAVESSA A RUA PARA PISAR EM CASCA DE BANANA Carlos Brandão possui o maior trunfo objetivo que um ser humano pode ter nas eleições de 2022. Irá disputar a eleição sentado na cadeira de governador. A ele cabe apenas esperar. O desespero, que logicamente deveria ser externado por Weverton, foi assumido por Brandão. E a simples observação atesta essa tese. O vice-governador não precisa mover nenhuma peça em terreno inseguro. O tempo é seu aliado e a certeza lhe é assegurada. Quem tem que fortificar-se até o pleito é o senador Weverton Rocha, quem tem que arriscar-se é ele. As provocações deveriam partir de Weverton. A imprudência, necessária por conta do momento, também. Só que, por uma insegurança inexplicável, quem assumiu esse papel foi Carlos Brandão. A impressão que se tem é que Brandão acredita que quem irá assumir o governo em 2022 após a vacância Flávio Dino de Weverton. E assim ele vai perdendo, perdendo, perdendo e enfraquecendo a sua maior arma. Brandão conseguiu desgastar seu governo um ano antes dele acontecer.
Em eleição histórica, Famem inicia hoje batalha de 2022

Desde 1996, com a eleição do então prefeito de Balsas, Luiz Rocha – que havia sido governador do estado – a eleição da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem) não ganhava tanta importância como a desta quinta-feira, 14. A disputa entre o atual presidente da entidade, Erlânio Xavier (PDT), e o prefeito de Caxias, Fábio Gentil (PRB), virou mais uma prévia do que deverá ser a sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB), em 2022. Derrotado nas eleições municipais de São Luís, Imperatriz, Pinheiro e Timon – alguns dos principais colégios eleitorais do Maranhão – o vice-governador Carlos Brandão (PRB) tenta, desde então, suplantar o senador Weverton Rocha (PDT) em uma medição de força pré-eleição estadual. Tentou a Câmara de São Luís, mas não conseguiu sequer formar chapa; agora tenta tomar a Famem, apoiando a candidatura de Gentil. Os grupos de Erlânio e Gentil articulam freneticamente e ambos garantem ter maioria para chegar ao comando da entidade. O mais importante, porém, será a quantidade de votos que cada prefeito terá, o que demonstrará a capacidade de articulação de Brandão – que está no exercício do governo – e de Weverton, cujo PDT elegeu a maioria dos gestores. Fábio Gentil é a nova tentativa de Carlos Brandão suplantar a força de Weverton Rocha e se consolidar como opção para o governo em 2022 Ganhando a eleição com Gentil, Brandão respira como pré-candidato a governador e pode sonhar com a cadeira de Dino em 22; se der Weverton, com Erlânio, o pedetista praticamente se consolida como principal candidato a governador e passa a ser a referência das eleições estaduais de 2022. Por isso a quarta-feira, 14, terá uma importância histórica para o Maranhão…
Flávio Dino deixará governo em 2022 para enfrentar Bolsonaro

O governador comunista Flávio Dino (PCdoB) afirmou em entrevista que provavelmente deixará o governo para disputar as eleições em abril de 2022. O prazo é determinado para todos os gestores que pretendem disputar cargos nas próximas eleições. Pois bem, a lógica e a história indicam que Flávio Dino segue firme em seu projeto de tornar-se a grande liderança de esquerda no país. E esse plano passa, necessariamente, pela candidatura a presidente da República. Veja os pontos cruciais que reforçam a tese de que o comunista será candidato a presidente do país. HISTÓRIA: Flávio Dino foi eleito deputado federal em 2006 pelo ex-governador Zé Reinaldo Tavares. Ganhou um mandato de presente, uma vez que não morava no Maranhão e teve votos em cidades em que sequer pisou. Dois anos após entrar pelas portas dos fundos na política, Dino tentou ser prefeito de São Luís. Foi ao 2º turno e quase vence. Em 2010 trabalhou duramente para desacreditar Jackson Lago, expulsá-lo da política e tomar seu lugar como líder da oposição. Foi o principal disseminador da notícia falsa de que Jackson estava inelegível. Roseana Sarney venceu no primeiro turno, mas Flávio Dino terminou em segundo lugar e conseguiu assumir o lugar de anti-sarney. OBSTINAÇÃO: Em 2012, com uma eleição praticamente ganha para prefeito de uma capital, Dino declinou da campanha e escolheu Edivaldo Holanda Jr como candidato. Muitos consideraram a manobra como arriscada por trocar a eleição certa naquele ano por um sonho em 2014. Flávio Dino poderá ter se tornado prefeito de uma capital com apenas SEIS ANOS de vida pública. Preferiu seguir o plano de ser governador. DESAPEGO: Apesar de ser ter vida política meteórica, Dino mostra ser um político extremamente paciente. Ficou sem mandato em 2010 e deixou de ser prefeito em 2012. Ficou quatro anos sem mandato, o que é impensável para um político. ARTICULAÇÃO: Nos últimos dois anos o governador tem trabalhado incessantemente pela criação de um novo partido de esquerda. Ciente de que o velho modelo foi destruído pela corrupção e pela Operação Lava Jato, Dino tenta unir PSB e PCdoB em uma legenda renovada que deixe para trás os símbolos que caíram em desgraça com o eleitorado. Além disso, o segundo mandato de Flávio Dino é muito mais caracterizado por uma tentativa de nacionalizar o próprio nome do que de cuidar da política regional. Tanto que 2020, pelo prisma político, foi um ano de fracasso retumbante. OPORTUNIDADE: Em 2022 a política brasileira passará por uma renovação. Nomes como Marina Silva, Ciro Gomes e Lula devem ser definitivamente enterrados. Assim como viu que em 2010 havia a chance de substituir Jackson Lago, Flávio Dino sabe que uma candidatura nas próximas eleições fatalmente deve acabar em derrota eleitoral. Contudo, caso saia dessas eleições como referência nacional da esquerda, a missão terá sido cumprida. E Flávio Dino sabe que não existe vácuo em política. SE não for ele, pode ser outro. E se não for ele em 2022, muito dificilmente será em 2026 (ano em que a esquerda deve começar a ressuscitar eleitoralmente). EGO: A vaidade de Flávio Dino é conhecida até pelo mais entusiasta de seus aliados. O comunista se acha superior. Ocupar o cargo de senador seria apenas ser mais um entre outros 80. Ser líder da esquerda nacional é, para um ególatra como Flávio Dino, é indiscutivelmente mais valoroso do que ser mais um parlamentar no congresso. Pois bem, Flávio Dino não será deputado estadual e nem federal. Candidatar-se ao Senado seria apenas seguir a lógica corriqueira d apego a cargo que ele já demonstrou não seguir. A única possibilidade de termos um Flávio Dino candidato ao Senado é um Flávio Dino deixando de ser Flávio Dino.