Rede Sustentabilidade anuncia apoio ao senador Weverton

Nesta quinta-feira (23), o partido Rede Sustentabilidade declarou apoio ao projeto de pré-candidatra do PDT ao Governo do Estado, encabeçado pelo senador Weverton Rocha. Por meio de nota, a Executiva Estadual da Rede Sustentabilidade declarou que “[…] Weverton Rocha consegue reunir as credenciais necessárias para levar adiante projetos exitosos que já estão em andamento e avançar naquilo que é necessário para trazer mais desenvolvimento econômico e justiça social para os maranhenses, com uma visão alinhada aos preceitos ideológicos defendidos pela Rede Sustentabilidade. Estamos prontos para contribuir com o projeto ‘Maranhão Mais Feliz’, que temos certeza será vitorioso”. Acompanhado de membros do partido e do pré-candidato a deputado federal Jeisael Marx, o parlamentar se manifestou. “Temos identidade na visão do mundo que queremos e no desejo de trazer desenvolvimento com justiça social para o Maranhão. E será um prazer lutarmos juntos para construir essa realidade.” afirmou Weverton.
PT e PSL abocanharão mais de 1 bilhão do fundo eleitoral

Com a aprovação do Orçamento de 2022 na última terça (21), o PSL e o PT serão os partidos mais beneficiados com recursos do fundo eleitoral do próximo ano. Do total de R$ 5,96 bilhões, cujo valor corresponde à soma de R$ 4,9 bilhões para campanhas eleitorais com R$ 1,06 bilhão para o Fundo Partidário, ao PSL caberão R$ 604 milhões aproximadamente, contra R$ 594 milhões do PT. Em terceiro lugar aparece o MDB com mais de R$ 100 milhões atrás do segundo, com R$ 417 milhões, respectivamente. Já o PL do presidente Jair Bolsonaro deve garantir R$ 340 milhões. As eleições do ano de 2022 terão as campanhas eleitorais com mais recursos públicos da história, visto que, em 2018, os partidos embolsaram R$ 1,7 bilhão, enquanto que, em 2020, a verba foi turbinada para R$ 2 bilhões.
Pesquisas mostram crescimento de pré-candidatura de Simplício Araújo

Pesquisas realizadas em 120 municípios do Maranhão mostram que o Secretário de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo, tem melhorado seu desempenho para as eleições do ano que vem. Especialmente nas maiores cidades do Maranhão como São Luís, Timon, Coroatá, Codó, Buriticupu e nas regiões do Mearim e Médio Mearim. Simplício Araújo já supera até mesmo a ex-governadora Roseana Sarney em algumas cidades destas regiões. Em um cenário sem Roseana, ele fica em segundo lugar com 7,5 % em todo o estado do Maranhão. Quem aparece liderando nesse cenário é do Senador Weverton, com 9%, o vice-governador Carlos Brandão tem 5,5%, Edvaldo 4%, Lahesio 3%, Roberto Rocha 2%, Josimar 2%, Felipe Camarão 0,5%, Nenhum deles 2%, Não sabem não respondem 64,5%. Com menos de 6 meses de pré candidatura, Simplicio Araújo tem ótima avaliação entre os que conhecem todos os candidatos, portando “ele melhor possibilidade de crescimento na opinião popular, uma vez que existem pré candidaturas lançadas a dois anos que não conseguem passar do patamar alcançado ou tem alta rejeição por parte da população. O grande índice de pessoas indecisas também podem favorecer o pré candidato do Solidariedade, pois entre os pré candidatos ele ainda é pouco conhecido é o Solidariedade aposta no histórico de resultados de Simplício com deputado federal e secretário de Indústria, Comércio e Energia, principalmente durante o combate à Pandemia” disse Saulo Giovani, Secretário Geral do Solidariedade. Para Simplício “a hora ainda é de trabalho e solidariedade para com as pessoas e o maranhão, mesmo satisfeito com os números da pesquisa, quero continuar trabalhando até o último momento por mais empregos, crescimento econômico e alimentos para quem precisa, é com isso que a população, esses quase 70 por cento que não respondem as pesquisas, está preocupada nesse momento. Política é na hora da política” disse o pré candidato a governador do Maranhão.
Eleições 2022: TSE aprova a federação partidária em resolução

Uma resolução sobre a escolha e o registro das candidaturas para as eleições de 2022 foi aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com as novas regras, dois ou mais partidos poderão se unir em uma federação partidária, por um período mínimo de quatro anos, para atuarem como uma só agremiação política nas eleições e na legislatura. No mínimo seis meses antes do primeiro turno, o partido deve ter o registro do estatuto apresentado no TSE para participar das eleições, com a obrigatoriedade de possuir um diretório formado. Porém às coligações poderão ser articuladas apenas para as eleições majoritárias: como para a Presidência da República, aos governos estaduais e ao Senado Federal. Em 2022 será a primeira vez das eleições gerais com a nova regra.
Lula vence já no 1º turno?
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Nova urna eletrônica, que deve ser usada em 2022, é apresentada pelo TSE

A nova urna eletrônica, que será utilizada a partir do ano que vem, foi apresentada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo o TSE, a máquina é “mais segura e trará novos recursos de acessibilidade”. O atual modelo de urna eletrônica que os eleitores votam é de 2015. Uma das críticas das pessoas que defedem o voto auditável é a segurança da urna. De acordo com Tribunal Superior Eleitoral, somente o sistema desenvolvido pelo TSE e certificado pela Justiça Eleitoral pode ser executado nos equipamentos. “A urna utiliza o que há de mais moderno em termos de criptografia, assinatura e resumo digitais”, explicou o TSE, em nota informativa. Além disso, o órgão ressaltou que é quase impossível ocorrer fraude no equipamento, pois as urnas eletrônicas “não se conectam a nenhum tipo de rede, internet ou bluetooth”. Porém, de acordo com Carlos Rocha, líder do desenvolvimento e da fabricação da urna eletrônica nos anos 1990, o problema de segurança não foi tratado até hoje: “O alto risco de manipulação dos resultados da eleição, sem deixar nenhum rastro”, explicou. Para Rocha “o modelo do equipamento é irrelevante. Não há sistema 100% seguro.”
A falácia da subida de Brandão e do esvaziamento de Weverton

Nos últimos dias foi massificada a tese de que o senador Weverton Rocha (PDT) vem perdendo aliados em uma espécie de debandada. As notícias afirmam que o apoio de políticos de baixo clero provam o crescimento do vice-governador Carlos Brandão e o enfraquecimento do pedetista. A adesão de políticos de baixo ao candidato governista é mais do que esperada seja quem for o candidato e quem quer que seja o adversário. O que conta são os líderes. E, neste cenário, todas as investidas de Brandão são inúteis. Pelo mens até o momento. A maior parte da bancada federal apoia o senador Weverton Rocha no primeiro turno. Na bancada do senado o apoio é nulo. Dos dois senadores, além do próprio Weverton Rocha, nenhum apoia Carlos Brandão. Entre os prefeitos, mesmo tendo a máquina consigo, Brandão não consegue sobrepujar Weverton Rocha e nem o deputado federal Josimar de Maranhãozinho. Além disso, as investidas nas figuras consideradas capitais para a eleição também são malsucedidas até agora. Caso do presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto. É claro que há em curso uma estratégia de esvaziamento da candidatura d senador Weverton Rocha. É claro que Carlos Brandão tende a agigantar-se nos próximos meses. Contudo, declarar êxito na estratégia por conta de dissidências de figuras que são livres como táxis é uma falácia. Nem um pouco surpreendente é atrair o apoio dos pequenos com a certeza de assumir o governo, temporariamente, no futuro. Mérito é manter o apoio dos grandes mesmo com as mais fortes investidas do outro lado. A pergunta que deve ser feita é: existiria disputa se os lugares estivessem invertidos? Todo o resto é achismo, falácia e conversa fiada.
87% dos brasileiros são contra festas de Carnaval em 2022

O instituto PoderData realizou – em 489 municípios das 27 unidades federativas – uma pesquisa que aponta que 87% dos brasileiros são contra à realização do Carnaval em 2022. Mais de 3 mil pessoas foram ouvidas pelo estudo, mas apenas 9% disseram ser favoráveis, enquanto 4% não souberam responder. “É a primeira vez que o levantamento faz essa pergunta aos entrevistados”, segundo o PoderData. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos. O levantamento ocorre em um momento que o país enfrenta clima de incerteza em relação ao surgimento da variante Ômicron. Atualmente, nem a vacina é capaz de conter a proliferação da nova variante. Um estudo realizado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, mostrou que duas doses das vacinas contra Covid-19 de Oxford-AstraZeneca e da Pfizer-BioNTech induzem poucos anticorpos neutralizantes contra a Ômicron. Isso indica um provável aumento de infecções em pessoas previamente infectadas ou totalmente vacinadas.

