Números que incomodam…

Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por José Linhares Jr | Jornalista (@blogdolinhares)

Bolsonaro vence Barack Obama, Trump e Biden em votação nos EUA

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Apontado como virtualmente derrotado em todas as pesquisas de intenção de voto desde 2014 no Brasil, Jair Bolsonaro foi o mais votado em enquete popular da revista esquerdista norte-americana Time. O presidente brasileiro obteve mais de 9 milhões de votos na enquete popular para a personalidade do ano, o que representa 24% das intenções de voto. Além de Bolsonaro, dezenas de personalidades de várias áreas conhecidas mundialmente concorreram na enquete. Em segundo lugar ficou o ex-presidente norte-americano Donald Trump. Nos últimos dias a mídia comunista tem divulgado uma série de pesquisas eleitorais em que mostra o presidente como derrotado antecipadamente para as eleições de 2022. Além disso, também é noticiado cotidianamente um falso isolamento do presidente no cenário internacional. Mais recentemente o Brasil venceu eleição para ocupar a vice-presidência da Interpol e Bolsonaro foi convidado pelo presidente Biden para uma cúpula nos EUA e pelo presidente russo, Vladimir Putin, para uma visita. A realidade tem sido implacável com as notícias e pesquisas…

Flávio Dino repete em 2021 estratégia de manipulação usada em 2011

Flavio Dino

Em 2011 o então ex-juiz Flávio Dino comandava o grupo de oposição ao prefeito João Castelo. Formado por um grande número de integrantes, o bloco tinha vários postulantes ao cargo de candidato a prefeito. Inclusive o próprio Flávio Dino. Assim como nas eleições de 2012, Flávio Dino arquitetou a mesma estratégia de controle dos aliados em 2022. Em 2011 a reeleição de João Castelo era dada como dificílima. A fraqueza política do gestor acendeu o desejo de vários membros da então chamada “Frente de Libertação do Maranhão” em concorrer ao cargo. Além do próprio Flávio Dino, também pretendiam entrar na disputa o ex-prefeito Tadeu Palácio, os deputados Edivaldo e Eliziane Gama, além de outros nomes de menor expressão. A saída para equalizar a situação encontrada por Flávio Dino foi esperar as pesquisas e escolher, de forma democrática, o candidato do grupo. Não cumpriu. Na calada da noite foi alçado ao cargo de candidato o deputado Edivaldo Holanda Jr. Atrás de Eliziane e Tadeu nas pesquisas, sem articulação política e, ainda por cima, ex-aliado de primeira linha de João Castelo, Edivaldo conseguiu a vaga almejada por todos. Ocorre que Flávio Dino prometeu uma escolha “democrática” e fez entregou uma escolha pessoal. A tragédia política que abalou o ex-prefeito João Castelo, que disputou a reeleição isolado, assegurou a vitória de Edivaldo. Antes disso, Dino fez questão de isolar os demais membros do grupo. Em julho de 2021, em uma reunião no Palácio dos Leões, Flávio Dino mais uma vez prometeu critérios objetivos na escolha do candidato. O principal deles era o resultado das pesquisas eleitorais. Quem melhor estivesse seria colocado como candidato. Passados quatro meses, o governador deixou de lado o que prometera e anunciou, como em 2011, o escolhido à revelia do que havia sido antes acordado mudando completamente as regras que ele mesmo havia estabelecido. Flávio Dino anunciou sua preferência e deixou a cargo dos partidos acatar, ou não. Escolhido por Flávio Dino, apesar da insatisfação dos demais pré-candidatos, o vice-governador Carlos Brandão iniciou uma ofensiva entre o “baixo clero” do grupo para dar um verniz de adesão ao “conselho” do governador. Os principais alvos são aliados do senador Weverton Rocha. Dadas as circunstâncias, é quase impossível que a vontade pessoal, travestida de coletiva, do governador para sua sucessão não seja efetivada. Brandão será o candidato do “grupo”. Resta saber se os demais farão como Eliziane e Tadeu em 2011, que abdicaram de suas candidaturas, ou se irão resistir à infidelidade de Flávio Dino.

Secretário de Educação aglomera 2 mil pessoas em ato político

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Contrário à abertura das escolas por meses, o secretário de Educação do Maranhão, Felipe Camarão, não vê problema em juntar pessoas quando o assunto for política. Na última sexta (29), o secretário juntou 2 mil pessoas em um ato político de sua pré-candidatura. Poucas semanas atrás, o presidente Jair Bolsonaro foi multado por ato no município de Senador La Rocque por promover uma aglomeração que superou o limite de 100 pessoas estipulado pelo Govermo Estadual. Camarão foi um dos grandes críticos do ato do presidente na época. O ato do secretário de Educação evidencia o caráter, ou a falta dele, dos homens públicos maranhenses. Se tivesse o mesmo empenho como secretário que tem como político, quem sabe Felipe Camarão tivesse poupado o vice-governador Carlos Brandão de ser humilhado por uma estudante da rede pública em ato na semana passada.

Arthur Lira critica candidatura de Moro

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), criticou a candidatura do ex – juiz Sérgio Moro à presidência. Segundo Lira não existe terceira via. O deputado ainda afirmou que a candidatura de ex-membros da Lava Jato é “muito ruim”. “Você não pode usar a sua profissão como arma. Você não pode fazer uma operação hoje e amanhã ser candidato, se pautando em cima de uma operação que teve sucesso ou falhas. Como uma carreira típica de Estado, com os privilégios, eles têm que ter um limite de atuação”, afirmou Lira. O presidente da Câmara dos Deputados afirmou que a Laja Jato foi muito importante para história, com seus erros e acertos. “O balanço, se foi mais erros ou acertos, está colocado à prova porque quase todos vão ser candidatos. Qual era a intenção da Lava Jato? Combater a corrupção ou usar a operação como trampolim político? Todas as perguntas vão ser respondidas na eleição”, disse Lira.

PSDB pode ficar fora da chapa de Brandão em 2022

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Após ser humilhado pelo governador Flávio Dino (PSB) e pelo vice Carlos Brandão, o governador de São Paulo, João Dória, pretende retirar a legenda do comando dos dois no Maranhão. O movimento deve acontecer caso ele seja escolhido nas prévias do partido. A informação foi confirmada por membros da legenda em Brasília. Dória foi proibido de vir ao Maranhão pedir votos no processo das prévias. A ordem, comunicada por Brandão, partiu de Flávio Dino. Segundo eles, a executiva estadual já estava fechada com Eduardo Leite e uma visita do governador paulista seria desnecessária. Ainda pesam contra Brandão o fato de que o vice-governador deva fazer campanha para o ex-presidente Lula, do PT. Alguns parlamentares ouvidos pelo blog que pretendiam ingressar na legenda já temem a situação e devem aguardar mais tempo. O fato é que a vitória de João Dória será uma grande derrota para Brandão. Tanto é que o grupo do governador tucano já começou sondagens por nomes que podem substituir vice-governador maranhense.

“Melhor votar em cédula de papel”, diz Salles sobre fracasso do PSDB

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O fracasso das prévias do PSDB para a escolha do novo candidato do partido ao cargo de presidente em 2022 renderam críticas de todos os lados. Entre elas, o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles. Resumo da prévia tucana até agora: melhor votar em cédula de papel. — Ricardo Salles (@rsallesmma) November 21, 2021 Após uma série de falhas no aplicativo, o partido decidiu suspender a votação remota. A decisão foi anunciada após uma reunião entre o presidente da sigla, Bruno Araújo, e três candidatos internos: o governador de São Paulo, João Doria, e o do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e o ex-senador Arthur Virgílio. A falha no sistema de votação interna evidencia a crise interna da legenda.

Moro condena apoio a ditaduras por Lula e pelo PT

moro

Em seu perfil no Twitter, O ex-juiz Sergio Moro (Podemos) acusou o ex-presidente Lula (PT) de minimizar a falta de liberdade em Cuba e pelo petista apoiar a ditadura cubana e criticar o embargo dos Estados Unidos. Lula apoiou as restrições aos direitos humanos em Cuba e afirmou que a política “bate em muita gente” em entrevista ao jornal espanhol El País. “Essas coisas não acontecem só em Cuba, mas no mundo inteiro. A polícia bate em muita gente, é violenta. É engraçado porque a gente reclama de uma decisão que evitou os protestos em Cuba, mas não reclama que os cubanos estavam preparados para dar a vacina e não tinham seringas, e os americanos não permitiam a entrada de seringas. Eu acho que as pessoas têm o direito de protestar, da mesma forma que no Brasil. Mas precisamos parar de condenar Cuba e condenar um pouco mais o bloqueio dos Estados Unidos”, disse o ex-presidiário. Antes, o PT elogiou as eleições na Nicarágua, onde os opositores foram presos. Agora, é o Lula quem minimiza a repressão contra protestos na ditadura cubana e critica os Estados Unidos, uma democracia. Não dá para flertar com o autoritarismo. pic.twitter.com/g96qAjAaag — Sergio Moro (@SF_Moro) November 21, 2021 Vale lembrar que, neste ano, milhares de cubanos saíram às ruas em busca de liberdade e mudança de regime, contra o comunismo e pela saída dos atuais ditadores do sistema político.

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