Mulher é assassinada com foice em acampamento do MST

png

Uma mulher de 41 anos foi morta com golpes de foice na tarde dessa quinta (23 junho) em São Joaquim de Bicas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.De acordo com a Polícia Militar (PM), a mulher vivia no assentamento Zequinha Nunes desde 2020 e morava com o companheiro no local há um ano. Testemunhas disseram que os dois discutiram à tarde e que as brigas entre o casal eram constantes. Durante o último conflito, o homem teria pegado uma foice e golpeada a companheira. O homem de 42 anos teria fugido para uma mata que fica atrás do acampamento.A arma usada no crime foi deixada na porta da casa da vítima. A mulher chegou a ser socorrida na Upa de São Joaquim de Bicas mas não resistiu, ela foi atingida nas costas. Vizinhos disseram que ficaram com medo de intervir na discussão e na briga do casal.O suspeito não foi localizado e ninguém foi preso. A Polícia Civil investiga o caso.

BNDES amplia investimento em saúde no Norte e Nordeste

Copia de Copia de Imagem Principal BRANCA

O  BNDES vai ampliar sua atuação no setor de saúde. Na pandemia, o banco já havia lançado, em conjunto com a iniciativa privada, o matchfunding Salvando Vidas, no qual cada R$ 1 doado por empresas tem como contrapartida R$ 1 do banco. O objetivo era levantar recursos para a linha de frente do combate à Covid-19. Foram levantados, no total, R$ 150 milhões com a adesão de 70 companhias ao projeto. Desta vez, o foco é a assistência à saúde básica nas regiões Norte e Nordeste, áreas onde o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem fraco desempenho eleitoral . O banco vai lançar nos próximos dias o edital para a contratação de um gestor para o matchfunding, batizado de Juntos pela Saúde. Ele deve movimentar até R$ 200 milhões, dos quais R$ 100 milhões viriam do banco e o restante do setor privado. A Vale tem a intenção de participar com até R$ 35 milhões, outra empresa vai doar R$ 9 milhões. Há ainda duas interessadas, com valor a definir, sendo que uma delas é a Bayer. Segundo Bruno Aranha, diretor de Crédito Produtivo e Socioambiental do BNDES, o banco intensificou sua atuação no setor durante a pandemia e agora dá um novo passo: “Traçamos três prioridades: aumentar o acesso nos vazios assistenciais, pois o acesso à saúde no Brasil não é uniforme, melhorar a qualidade do serviço, fortalecendo instituições que dão acesso público, e fortalecer a indústria de equipamentos.” A escolha pelo foco regional não é à toa. A proporção de médicos para cada mil habitantes no país é de 2,2. Na Amazônia Legal, ela cai para 1,1. A distância média que o brasileiro percorre para contar com serviços de hemodiálise, por exemplo, é de 43 quilômetros. Na região, ela sobe para 134 quilômetros. O diretor cita ainda indicadores como esperança de vida menor, mortalidade infantil e doenças ligadas à falta de saneamento. Ele destaca que há falta de geladeiras, de internet e de profissionais nas unidades. E que muitos pacientes viajam centenas de quilômetros para realizar exames como mamografia ou ultrassonografia. Hospitais no interior Os beneficiados serão unidades públicas de saúde e entidades filantrópicas. A ideia é equipar unidades fixas ou móveis e oferecer serviços de telemedicina. Diante do desafio logístico, a avaliação é que, em algumas localidades, faz sentido contar com unidade fluvial. Para garantir infraestrutura a estas soluções, o banco tem conversado com empresas de energia e telecomunicações. Elas poderiam atuar como doadoras de serviços. O prazo para contratação do gestor do projeto é de até três meses. Em outra iniciativa, o banco vai reduzir o limite de crédito para operações diretas de R$ 40 milhões para R$ 20 milhões para financiar a compra de equipamentos. O financiamento abrange não só hospitais filantrópicos como privados, que oferecem parcela de seu atendimento ao SUS. O limite menor de crédito daria fôlego para que as instituições no interior possam investir em equipamentos. Para Antônio Britto, diretor-executivo da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), o setor de saúde vive um ciclo vicioso e não sustentável, em constante operação “tapa buraco”, contraindo uma dívida para pagar outra: “Para tornar pequenos hospitais sustentáveis, o primeiro ponto é revisar o financiamento do SUS, do qual a maior parte depende, pois a remuneração não paga os custos. O segundo é pensar regionalmente, redefinir a vocação dos hospitais fora dos grandes centros urbanos e modernizar a gestão, atuando em consórcio, por exemplo, para compras”, disse. E acrescenta: “Temos no Brasil mais de mil hospitais extremamente fragilizados e cem a 250 hospitais de ponta, de referência. Se cada um destes hospitais adotasse sete, oito pequenos poderia oferecer um sistema de tutoria estratégica, um salto na gestão e formação de pessoas.” O banco também aposta na formatação de parcerias público-privadas (PPPs) no setor de saúde. Em Belo Horizonte, foi feito financiamento de R$ 290 milhões que abrange R$ 180 milhões para a concessionária reformar e administrar 40 unidades básicas de saúde. Outros R$ 60 milhões foram repassados ao município para fazer aporte na PPP. E mais R$ 50 milhões destinados à digitalização e integração de 342 unidades. Aranha ressalta que a digitalização é fator essencial para a gestão das unidades. O economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social, afirma que o processo de digitalização é importante, pois barateia o acesso: “O trabalho de inclusão digital potencializaria políticas públicas. Há 30 anos vivemos uma revolução com a criação do SUS, uma nova revolução está em curso, por conta da pandemia. Nessa nova agenda, a parceria entre o SUS e a iniciativa privada é fundamental, mas não é simples.”

Bolsonaro é aplaudido por multidão no São João de Caruaru

jpg

O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi o grande destaque do São João de Caruaru, em Pernambuco, nesta quinta (23 junho). Milhares de pessoas aplaudiram o líder brasileiro. Durante sua chegada ao evento, Bolsonaro ouviu a multidão gritar “mito” – em apoio a continuidade do trabalho frente ao Brasil. Pela primeira vez na história um presidente da república compareceu ao São João de Caruaru. O apelo popular e a conexão com os eleitores mostram o crescimento de Bolsonaro em relação à disputa eleitoral.

Brandão estipula data de retorno e fala sobre apoio de Braide

Copia de Imagem Principal PRETA

Em entrevista nesta quinta (23) ao programa Abrindo o Verbo, da Rádio Mirante Am, o governador licenciado do Maranhão Carlos Brandão (PSB) falou sobre a sua saúde e as eleições 2022. Afastado do Palácio dos Leões enquanto se recupera de cirurgia em São Paulo, após retirada de um cisto no rins, Brandão alegou que vive expectativa de ter alta até a próxima terça (28/06), pois neste final de semana deve estar finalizando o tratamento para retirada do dreno. “Eu acredito que até o final da semana a gente finaliza essa etapa para que eles possam me dar alta. eu costumo não cravar data até porque não depende de mim, mas até terça-feira eu devo sair”, disse. Na oportunidade, o governador licenciado falou sobre o apoio do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (sem partido), ao senador Weverton Rocha (PDT), cuja confirmação ocorreu na manhã desta quinta (23/06) por parte do chefe do Executivo Municipal. “Eu estou acompanhando tudo. Inclusive hoje o prefeito Braide declarou apoio ao Weverton. Eu já esperava. Ele [Braide] me ligou na semana passada para saber como eu estava. Eu disse a ele que havia me dito no dia 4 de abril que iria me fazer uma visita no Palácio, mas não apareceu, mas eu estou à sua disposição. Não precisa estar me apoiando ou não. Hoje mesmo ele anunciou o apoio ao Weverton, mas mesmo assim eu continuo à disposição. É muito importante o governador e o prefeito de São Luís terem relação institucional. Nós temos que trabalhar assim com todos os prefeitos, mas se ele não quiser, paciência”, concluiu.

Braide declara apoio a Weverton Rocha na disputa pelo Governo

Copia de Imagem Principal BRANCA

Em entrevista ao quadro Bastidores da TV Mirante na manhã desta quinta (23/06), o prefeito de São Luís Eduardo Braide (sem partido) anunciou apoio ao senador Weverton Rocha na disputa pelo Governo do Estado. Na oportunidade, o chefe do Executivo Municipal destacou a capacidade de articulação do parlamentar e ressaltou que o pedetista tem ajudado o município, especialmente com a destinação de recursos federais para a saúde de São Luís. “Eu entendo que o Maranhão precisa de um governador que tenha a capacidade de dialogar com todas as forças políticas de Brasília para que possa ajudar o estado. O senador Weverton Rocha demonstrou essa capacidade. Mas, além disso, eu sempre disse que São Luís precisa de governantes que ajudem a cidade. Que ajudem a administração do município. O senador Weverton Rocha desde o ano passado tem nos ajudado destinando recursos para a área da saúde. Por conta disso, o meu candidato a governador neste ano, nestas eleições, será o senador Weverton Rocha”, enfatizou Eduardo Braide. No fim do mês passado, o prefeito anunciou seu apoio à reeleição de Roberto Rocha na disputa pelo Senado Federal. Desde então, a confirmação de apoio ao Weverton vinha sendo bastante aguardada. Agora, o líder do projeto Maranhão Mais Feliz conta com apoio dos prefeitos das três maiores cidades do Maranhão.

Partidos coligados podem apresentar mais de um candidato ao Senado

Copia de Imagem Principal BRANCA

Na sessão administrativa desta terça (21), o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que partidos coligados para concorrer ao governo do estado não podem fazer outra aliança para o cargo de senador. Por maioria de votos, os ministros mantiveram a jurisprudência da Corte no sentido de vedar a possibilidade de que as agremiações que se uniram para disputar a vaga de governador formem coligações distintas com o intuito de concorrer ao Senado Federal. No entanto, caso a coligação não abranja as duas vagas (governador e senador), o Tribunal autorizou os partidos a lançarem candidaturas próprias – fora da aliança – para o cargo remanescente. Assim, também foi confirmada a possibilidade de uma agremiação, sem integrar qualquer coligação, lançar candidata ou candidato ao cargo de senador individualmente. A decisão foi tomada durante a análise de uma consulta formulada pelo deputado federal Waldir Soares de Oliveira (PSL-GO, atual União Brasil). Ele perguntou ao TSE se, em uma situação hipotética, considerando que os partidos A, B, C e D façam parte da coligação majoritária para governador do Estado X, existiria obrigatoriedade que essas agremiações participassem da mesma coligação majoritária para o cargo de senador; se os partidos coligados ao cargo de governador poderiam lançar individualmente candidatos para senador; e se o partido A, sem integrar qualquer coligação, poderia lançar individualmente candidato ao Senado Federal. O julgamento foi iniciado na sessão de 14 de junho, com o voto do relator, ministro Ricardo Lewandowski, no sentido de responder negativamente à primeira pergunta e positivamente aos demais questionamentos. Ele defendeu que as legendas têm autonomia para estabelecer as regras das coligações majoritárias por elas formadas.

Gostaríamos de usar cookies para melhorar sua experiência.

Visite nossa página de consentimento de cookies para gerenciar suas preferências.

Conheça nossa política de privacidade.