Coletivo Bolsonaro é lançado no Maranhão

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Decepcionados com a classe política local, um grupo de pessoas de vários partidos e regiões do Maranhão decidiu lançar um movimento chamado “Coletivo Bolsonaro”. A intenção do grupo é eleger, segundo os próprios, o primeiro parlamentar de direita da história recente do estado. “São 217 prefeitos, 2.934 vereadores, 18 deputados federais, 3 senadores e 42 deputados estaduais. Absolutamente nenhum pode ser caracterizado como político de direita. Queremos mudar isso”, disse o músico Rafael Hachem, um dos membros do coletivo. Segundo Hachem, atualmente o movimento é formado por 20 pessoas. Entre médicos, empresários, professores, funcionários públicos, artistas e advogados. Além da pluralidade de funções, o grupo também não possui partido político definido. “Temos membros sem partido, outros no PL, NOVO, PSD, PTB e PSC. Isso acontece porque, por mais que saibamos que partido é algo importante, nosso movimento não nasceu dentro de um partido específico. O que nos une são ideias de direita, não partido”, explicou a empresária Fabia Belfort. OBJETIVOS No início desta semana uma série de outdoors de um movimento denominado Coletivo Bolsonaro foram instalados em diversas cidades do estado. No slogan, o movimento se apresenta como objetivando o “primeiro parlamentar de direita da história do Maranhão”. As peças também fazem propaganda da página no movimento recém-criada no Instagram (@coletivobolsonarto) Para Fabia, a política estadual sofre uma hegemonia da esquerda. “Todos os governadores de 1989 até aqui tinham ligações com a esquerda. Cafeteira, João Alberto, Lobão, Roseana, José Reinaldo, Jackson, Flávio Dino e Brandão são todos políticos simpatizantes da esquerda e servis ao petismo e Lula. E esse comportamento se vê na Assembleia”, explicou. Os membros do Coletivo sentem que o eleitor de direita está órfão na política do estado. Eles reclamam da falta de parlamentares que tenham nos valores conservadores o direcionamento obstinando. “Não há absolutamente nenhum político com mandato no Maranhão que tenha coragem de criticar Lula publicamente. Da mesma forma que não existe político no Maranhão que seja conhecido por defender pautas conservadoras sempre”, afirmou. Para Rafael, o eleitor conservador no Maranhão é sequestrado por políticos enganadores. “Veja o caso da senadora Eliziane Gama. Fez carreira com o voto dos evangélicos e tanto na Câmara quanto no Senado defende pautas estranhas aos cristãos. Assim como ela existem vários que se elegem com votos de pessoas que esperam uma postura e recebem outra dos eleitos”, explicou. Apesar das convicções políticas claras, o Coletivo ainda não decidiu por qual partido e nem qual cargo deve lançar candidato. “Não é o momento disso. O que queremos é despertar a população para o fato absurdo de que os milhões de eleitores conservadores não possuem absolutamente nenhum representante que seja conservador, anti-PT e defensor de princípios da liberdade 24 horas por dia entre os quase 3 mil políticos com mandato. Essa é nossa meta. O resto faz parte do processo”, concluiu Rafael.

Pré-campanha de Bolsonaro segue inexistente no Maranhão

Jair Bolsonaro Maranhao

Enquanto lideranças da esquerda locais promovem reuniões e planejam ações em favor da campanha do ex-presidente Lula, são mínimas as ações da mesma natureza na chamada direita maranhense. Teoricamente a articulação da pré-candidatura de Jair Bolsonaro no Maranhão caberia ao deputado federal Josimar de Maranhãozinho, do mesmo partido do presidente. Contudo, o parlamentar age de forma tímida em relação ao apoio a Bolsonaro. As manifestações públicas de apoio são raras e a base do deputado, a pouco mais de 5 meses das eleições, não foi convocada para defender Jair Bolsonaro. Repartida entre várias legendas, a militância orgânica do presidente no estado também parece omissa em relação à pré-campanha de Bolsonaro. O fato chama a atenção porque em 7 de setembro do ano passado simpatizantes do presidente realizaram as maiores manifestações populares espontâneas da história. Participaram dos atos em apoio a Bolsonaro manifestantes em mais de 50 cidades. Apenas em São Luís, a aglomeração juntou mais de 30 mil pessoas. Além da indiferença do PL, outros partidos da base do presidente, como PP e Republicanos, também menosprezam a pré-candidatura de Jair Bolsonaro. A exceção fica por conta do PSC. Após uma pré-campanha tumultuada, o ex-prefeito Lahesio Bonfim tem se destacado como o único dos pré-candidatos que manifesta apoio abertamente ao presidente. A estratégia começa a dar resultados e algumas pesquisas já mostram Bonfim como candidato preferencial dos bolsonaristas e ocupando a terceira colocação nas intenções de voto. O sentimento de que o candidato do presidente pode ir ao segundo turno também é crescente. “A figura do Josimar dificulta muito uma união”, disse um deputado estadual ouvido pelo blog. Segundo este e outras lideranças ouvidas pelo blog, um palanque com o presidente do PL no Maranhão é impossível. Além disso, também recai contra Josimar suspeitas de que seu apoio a Carlos Brandão (PSB) já estaria acordado. A saída encontrada por alguns seria “liberar” Josimar para subir no palanque com Lula e Brandão e exigir apenas a legenda na composição de chapa com Lahesio. “Acho que o deputado poderia tomar o rumo dele de forma acordada, sem retaliações ou constrangimento. Em troca, ele cederia apenas a legenda para a chapa do Lahesio. Assim poderíamos iniciar a pré-campanha do presidente de forma mais efetiva”, sugeriu uma liderança bolsonarista. O fato é que, enquanto não houver acordo, Bolsonaro segue “sem pernas políticas” no Maranhão.

Manifestantes do 7 de setembro assombram Flávio Dino

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Mesmo sendo governador, com o apoio dos 3 primeiros colocados nas pesquisas e sem concorrente definido, Flávio Dino não consegue a maioria absoluta entre os eleitores do estado nas eleições para o senado. Uma média entre os levantamentos revela que apenas 4, de cada 10 eleitores, pretendem votar no comunista. Apesar dos números e cenário desfavorável, uma outra situação tem assombrado o esquerdista na medida em que as eleições de aproximam: as dezenas de milhares de pessoas que foram espontaneamente às ruas do Maranhão nas manifestações do 7 de setembro. Pré-candidato ao Senado Federal nas eleições deste ano, Flávio Dino teme que a reunião do grupo de manifestantes do 7 de setembro desencadeie uma onda contra ele. O temor é potencializado pelo início de protestos contra o governador em algumas de suas aparições públicas. Nas últimas semanas o governador já foi vaiado e alvo de protestos em, pelo menos, três ocasiões. Caso o movimento cresça com a participação dos manifestantes do 7 de setembro, a campanha corpo-a-corpo do comunista poderia seria prejudicada. Além do mais, o apoio de candidatos ao governo poderia diminuir com o receio de que os manifestantes se voltassem contra o apoiador.   Essa conjunção de fatores poderia criar uma barreira quase que insuperável para a eleição para o Senado. “Linhares, foram dezenas de milhares de pessoas em mais de uma centena de cidades sem receber nenhum tostão ou incentivo externo. Isso é perigoso demais. Se, pelo menos, metade desse pessoal resolve embarcar em uma campanha massiva antiFlávio, vai ficar ruim para ele”, disse um deputado da base governista em conversa com o titular do blog. Na época das manifestações o governador tentou atacar os manifestantes. Contudo, foi desaconselhado por apoiadores que já anteviam a situação eleitoral. As manifestações do 7 de Setembro foram o maior evento político de caráter popular da história. O próprio Flávio Dino, em entrevista ao site Brasil 247. “Nós temos uma extrema direita com caráter nacional, enraizada nacionalmente, com base popular, queiramos, ou não, infelizmente, existe isso”, disse Flávio Dino. Pelo menos até o momento a preocupação do governador se resume aos números, uma vez que não existem movimentações públicas de oposição à sua disposição de tornar-se senador. Flávio Dino ainda não possui nem mesmo adversários na disputa.  

Lula se incomoda sobre apoiar quem sempre foi de direita

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Prestes a oficializar saída do PSDB e definir rumo ao PSB, Carlos Brandão parece não ter vida fácil mesmo com mudança de partido. O vice-governador do Maranhão é a escolha pessoal de Flávio Dino e conta com articulação do chefe do Palácio dos Leões para conseguir apoio do líder petista, Luiz Inácio Lula da Silva. Diante disso, o ex-presidente recebeu Flávio Dino e o senador Weverton Rocha nesta semana, em São Paulo, com o objetivo de unificar a esquerda no Maranhão. No entanto, Lula reafirmou, em entrevista, seu apoio a Weverton para o Governo do Estado e afirmou que não apoiará um candidato do PSDB, se referindo a Carlos Brandão. Por conta disso, segundo informações, Lula não estaria confortável com a insistência de Flávio Dino para apoiar o vice-governador na disputa do Palácio dos Leões. Um interlocutor do líder petista que acompanhou as conversas em caráter reservado revelou: “O presidente ficou claramente incomodado com o desejo do Dino de apoiar um cara que sempre foi da direita”, afirmou.

PSDB deve perder até 30% da bancada na Câmara Federal

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A decadência do PSDB a cada dia se torna mais notória. Antes um dos partidos mais influentes do Brasil ao lado do PT, a sigla passa por uma crise inédita em sua história. O partido já trabalha com a possibilidade encolher na próxima janela partidária. Membros do comando do partido acreditam que a bancada federal deve encolher de 31 para, até, 21 deputados na próxima janela partidária. A tragédia partidária é creditada a duas situações: o partido não consegue mais manter a versão enganosa de que se trata de um partido de direita e dificuldades dos deputados para se reelegerem. Já são dadas como certas as desfiliações de Célio Silveira (GO), Shéridan (RR), Mara Rocha (AC) e Tereza Nelma (AL), de Alagoas. Luiz Carlos, que se licenciou para assumir a Secretaria de Cidades no governo do Amapá, também deve deixar o PSDB. O senador maranhense Roberto Rocha é outro parlamentar que deve sair do partido. A lei eleitoral possibilita aos parlamentares a troca de partido sem sofrer punições a seis meses para a realização das eleições. A janela dura 30 dias. Ao contrário dos demais, o maranhense não precisa esperar a janela por ser senador.

Candidata da direita é favorita em disputa presidencial no Peru

KEIRO FUJIMORI

Com mais de 86% das urnas apuradas, a candidata da direita, Keiko Fujimori, lidera parcialmente a disputa presidencial no Peru, segundo publicação nesta segunda-feira (7). A informação foi divulgada pelo Escritório Nacional de Processos Eleitorais divulgados hoje, cujo resultado parcial indica que Keiko Fujimori lidera com 50,8%, contra Pedro Castillo, candidato da esquerda, que possui 49,2%. O vencedor terá que cuidar da situação complicada econômica que o país atravessa marcada com a queda do presidente Pedro Pablo Kuczynski, alvo da Lava Jato em 2018. De acordo com a Justiça Eleitoral do Peru, o resultado oficial deve ser publicado até a quarta-feira desta semana.

Direita precisa destruir o PSDB nas eleições de 2022

PSDB extinto

Por muito tempo o brasileiro foi enganado pela falsa oposição entre PSDB e PT. Tucanos e petistas encarnaram a mentira de que ambas as correntes eram antagônicas ideologicamente. Passados alguns anos após a decadência do petismo, o PSDB não se fez de rogado e assumiu o papel de uma das forças que sustentam o que restou da esquerda. O PSDB foi o maior responsável pelo represamento das forças conservadoras/liberais do Brasil nas últimas décadas. Tucanos usurparam bandeiras da direita durante as eleições para bani-las da política após eleitas. No atual cenário de redemocratização do país em que o absolutismo ideológico da esquerda que comandou o país nos últimos 40 anos começa a dar lugar a um ambiente plural, é imperativo aos movimentos conservadores/liberais o combate ao PSDB. É preciso colocar no peito dos tucanos o crachá de abortistas, esquerdistas, isolacionistas, ateus, intervencionistas, petistas e de todo o ideário que o PSDB escondeu da população ao longo das décadas para poder fingir ser de esquerda. A escolha do eleitor é soberana. A democracia é soberana. E se tucanos mantiverem suas posições após serem desmascarados, deve-se aceitar. Contudo, não deve sobrar a mínima dúvida no eleitor sobre a natureza do PSDB. Tudo o que puder ser dito deve ser dito pelo menos 100 vezes. O povo que decida após estar ciente. Esse círculo vicioso de ser eleito por direitista para defender pautas esquerdistas deve ser quebrado. O PSDB tem que ser empurrado para a disputa pelo eleitor que ele verdadeiramente representa: o eleitor de esquerda. Muito mais do a reeleição de Jair Bolsonaro, o aumento da bancada conservadora/liberal é indispensável. Sem uma bancada liberal/conservadora definida na Câmara de Deputados e assembleias legislativas, o levante da direita é quebradiço e pode retroceder rapidamente. E essas vagas não serão tiradas da esquerda ou do centrão. Pelo menos não ainda. O aumento da bancada verdadeiramente de direita deve ter como alvo principal as vagas dos tucanos! Todo deputado federal ou estadual do PSDB deve ser exposto como aquilo que é: um esquerdista. “Ah, mas existem filiados do PSDB que não concordam com o partido”. Que deixem a legenda! Que limpem suas fichas políticas! Com uma bancada de quase 40 deputados federais, o PSDB goza de tempo na televisão e recursos partidários que são utilizados contra os movimentos liberais/conservadores deste país com todo o empenho possível. Esses recursos são oriundos dos votos dos eleitos. Como aceitar que liberais/conservadores ajudem a manter mais uma estrutura esquerdista elegendo-se pelo PSDB? A direita não pode permitir que tucanos, mais uma vez, enganem o eleitor e coloquem-se como opositores da esquerda. Não podem permitir que parlamentares de esquerda sejam eleitos roubando o discurso que irão abandoar assim que assumirem seus mandatos. No parlamento, estrategicamente, o grande inimigo a ser abatido nas eleições de 2022 são os falsários do PSDB. É preciso desmascará-los. É preciso deixar claro com a maior campanha conservadora que se puder produzir: eleitor de direita que quer eleger político de direita não vota em tucano.

Por que a direita não conseguiu eleger vereador em São Luís?

Direita Sao Luis

Em 2018, mesmo sem nenhum apoio político de peso ou estrutura de campanha, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) obteve 224.108 votos no 2º turno das eleições. Em 2020 algumas dezenas de candidatos foram lançados com a bandeira do bolsonarismo/direita. Apesar de nenhum ter sido eleito, a média de votos foi maior do que a de muitos partidos que conseguiram eleger vereadores. Então, por que ninguém foi eleito? TIVERAM VOTOS Os 10 principais nomes que disputaram as eleições levantando bandeiras mais alinhadas à direita conseguiram, juntos, mais de 10 mil votos. Ou seja: a média de votos foi de 1 mil por candidato. As eleições tiveram 943 candidatos que receberam 493 mil votos. A média foi de, aproximadamente, 520 votos por candidato. Ou seja: os candidatos de direita, pelo menos os 10 mais votados, tiveram o dobro da média dos demais candidatos. O que deixa clara a chance de que o projeto eleitoral era viável. POR QUE NÃO ELEGERAM NENHUM? Ao invés da união, os candidatos foram iludidos pelo sonho de serem “fenômenos”. Todos pensaram que iriam surfar na popularidade de Bolsonaro e ter 5, 6, 7 mil votos. Os resultados mostraram o quanto essa expectativa era tola. Por conta dessa ilusão, que muitas vezes era disfarsada em puritanismo partidário chinfrim, os candidatos saíram divididos em vários partidos diferentes e em várias candidaturas. Resultado? Apenas ajudaram a engordar votações de legendas que acabaram fracassando ou elegendo esquerdistas. Não elegeram ninguém porque foram burros/inocentes/ inexperientes/egocêntricos/ oportunistas/gananciosos. Cada um foi algo desse leque em menor ou maior escala. POSSIBILIDADES Uma das possibilidades, a mais difícil, era a de que todos optassem por um nome e fizessem campanha para ele. Dessa forma, é bem provável que este nome, mesmo isolado em qualquer partido, pudesse ter a maior votação e acabasse eleito. Hipoteticamente, Juvencio Jr (PRTB) tivesse tido apoio em massa de todos os que saíram candidatos, hoje seria vereador de São Luís. Para isso, bastava que tivesse metade dos votos obtidos por candidatos de direita. O candidato iria superar o primeiro colocado na legenda, Umbelino Jr. E o caso poderia ser repetido em outras situações. Outra possibilidade seria que todos optassem pelo mesmo partido. Devido ao coeficiente eleitoral (número mínimo que cada partido deveria alcançar para eleger um vereador), cada legenda tinha como meta 15 mil votos para que tivesse, pelo menos, um representante na Câmara Municipal. O único partido assumidamente alinhado a pautas de direita que lançou candidatos em São Luís foi o partido NOVO. Mesmo tendo direito a lançar 45 candidatos, a legenda teve apenas 9 pessoas disputando as eleições. Juntas elas alcançaram 4.004 votos. Os mais votados foram José Anderson Abreu Rocha (984 votos) e Markus Trinta (818 votos). Caso os outros 7 candidatos de direita melhor votados, que se dividiram em outros partidos, tivessem optado por candidaturas pelo NOVO, a legenda hoje teria um vereador na Câmara Municipal. Juntos eles alcançaram 7.532 votos. Somados aos 4.004 votos do NOVO, chegariam a 11.536 votos. Dez votos mais do que o PSD, que elegeu a advogada Karla Sarney na última vaga. Outra coisa: o PSD lançou 25 candidatos. Com o “aporte” dos demais candidatos de direita, o NOVO teria lançado apenas 16. Se “completasse” a lista com mais 9 nomes, muito provavelmente iria aumentar a vantagem. O DILEMA DE 2022/2024 Em 2022 a “chamada direita” maranhense irá ter mais uma chance de eleger o primeiro parlamentar orgânico. As estratégias são simples: todos na mesma legenda (PRTB ou NOVO) ou todos pelos mesmos nomes (deputado estadual e deputado federal). Caso contrário, continuarão engordando legenda para outros.

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