Brasileiros de direita são o dobro dos que dizem ser de esquerda

Brasileiros Direita

O levantamento “A Cara da Democracia”, conduzido pelo Instituto da Democracia em agosto, aponta que 22% dos brasileiros se consideram alinhados à direita do espectro político, enquanto apenas 11% se identificam com a esquerda. Em 2019, no primeiro ano do mandato de Jair Bolsonaro (PL), cerca de 11% dos entrevistados se consideravam de direita. O número daqueles que manifestavam alinhamento à esquerda era de 6%. Além disso, a sondagem mostra que 79% dos entrevistados são contra a legalização do aborto e 70% são contrários à descriminalização das drogas. O estudo envolveu 2,5 mil eleitores, todos entrevistados presencialmente em 167 cidades de todo o Brasil, durante os dias 22 a 29 de agosto.

O progressismo não produz progresso

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Uma análise franca e objetiva da ideologia progressista mostra que, enquanto movimento político e ideológico, o progressismo não se aproxima de absolutamente nada que possa ser chamado de progresso, por razões tão contundentes quanto óbvias. Na verdade, chega a ser irônico que o progressismo tenha esse nome. Não é sem razão ou motivo que muitos usuários de redes sociais passaram a chamar os progressistas de regressistas. De fato, o progressismo está tão distante do autêntico progresso quanto está da racionalidade, do bom senso, da ética, da biologia e da verdadeira medicina. Na verdade, sua plataforma político-ideológica está na contramão de tudo aquilo que é edificante, coeso, construtivo e moralmente salutar. Consequentemente, é impossível que o progressismo produza qualquer coisa diferente daquilo que tem produzido até o presente momento — tirania, totalitarismo ideológico, coletivos histéricos e agressivos, parasitismo institucionalizado e expansão dos poderes de repressão do estado. Existem muitos motivos pelos quais o progressismo não produz progresso. Progressistas certamente vão alegar que a culpa da falta de resultados é, na realidade, de conservadores e reacionários, que não permitem a eles agirem de forma mais plena na sociedade. Realmente, muitos conservadores e reacionários agem como barreiras de restrição contra as bestialidades e os excessos progressistas. Se assim não fosse, a indústria farmacêutica estaria aplicando vacinas obrigatórias em todas as pessoas semanalmente, nenhum bebê seria identificado pelo seu gênero biológico, pronomes neutros seriam obrigatórios em todas as escolas e a indústria médica estaria entupindo crianças com hormônios de forma ininterrupta tão logo elas aprendessem a andar, sem a necessidade de consentimento dos pais e com a total aprovação do governo. A ideologia progressista certamente produz muitas coisas. O progresso da sociedade, no entanto, não está entre elas. O que o progressismo mais produz, irremediavelmente, são coisas nefastas, como contendas, divisão social, uma militância histérica e encolerizada, extrema irracionalidade, a precedência das emoções sobre a razão e ignorância generalizada. O progressismo não produz progresso, primariamente, por três razões principais: Trata-se de uma ideologia baseada na divisão sempre crescente da sociedade em grupos distintos, conflitantes e incompatíveis. Não há nenhum desejo real de resolver tais conflitos, apenas de instigá-los. Plataforma econômica nula, que nega os benefícios do livre mercado, em defesa da intervenção e do monopólio estatal sobre tudo. Indubitavelmente, o progressismo deriva sua força do seu ímpeto de dividir a sociedade em um número sempre crescente de classes e grupos distintos. Todos esses grupos tem como inimigo comum o homem branco “cisgênero heteronormativo” (como os progressistas chamam o homem comum); mas está se tornando cada vez mais corriqueiro que grupos que estão debaixo do guarda-chuva progressista, por alguma razão, acabem brigando entre si. Para citar um exemplo, os conflitos entre feministas e mulheres trans (que são homens biológicos) estão aumentando substancialmente. No mês de fevereiro deste ano, na Escócia, Nicola Murray — uma mulher que supervisiona e administra um abrigo para mulheres vítimas de violência doméstica — entrou na mira da polícia, simplesmente por se posicionar, pacificamente, contra a invasão cada vez maior de mulheres trans em espaços antes destinados exclusivamente a mulheres biológicas. Ela foi acusada de ser intolerante e de difundir discurso de ódio.

A esquerda morreu

Esquerda morreu

A esquerda política foi morrendo em etapas e depois morreu de uma só vez: Assistir de perto a morte da esquerda Passei 30 anos procurando a esquerda política. Como Winston Smith em 1984, fui movido pela noção idealista de que certamente deveria existir uma alternativa revolucionária. Na graduação (1988 a 1992), frequentei a faculdade mais à esquerda que pude encontrar, Swarthmore. Quando George HW Bush lançou sua guerra no Iraque, havia cerca de vinte de nós que se uniram para se opor a ela. Desse grupo, apenas cerca de cinco estavam comprometidos com a organização política real para acabar com a guerra. Não havia professores abertamente marxistas. Em 1990, viajei para a América Central, onde a esquerda havia sido devastada por décadas de governo autoritário e genocídio absoluto. Trabalhei em uma cooperativa de gado sandinista na única história de sucesso deixada na região, a Nicarágua. Encontrei principalmente machismo, não alguma teoria política transcendente de base. Agora a Nicarágua sob os sandinistas regrediu ao autoritarismo brutal que uma vez tentou derrubar. Nos anos 2000, eu queria ir para a faculdade de direito para estudar Teoria Crítica do Direito, mas restavam apenas dois professores no país que ainda trabalhavam nessa área e estavam prestes a se aposentar. A conferência anual sobre Teoria Crítica do Direito nos EUA havia parado de se reunir e não havia periódicos produzindo bons trabalhos sobre o tema. Escrevi sobre isso há algum tempo no meu Substack. Fiz um mestrado em políticas públicas na UC Berkeley de 2010 a 2012 e descobri que o espírito revolucionário deixou aquele lugar na década de 1960. Minhas aulas de políticas públicas eram repletas de professores desenhando gráficos no quadro-negro mostrando como o salário mínimo e os sindicatos eram ineficientes. Os poucos professores esquerdistas que ainda restavam na UC Berkeley estavam no departamento de Geografia e todos falavam uma linguagem codificada que é impossível de entender de fora (portanto, nenhuma revolução viria deles). Eu fiz meu Ph.D. de 2014 a 2019 no departamento de economia política mais radical que encontrei. Restavam alguns professores marxistas, mas eles se concentravam principalmente em projetos históricos. Os professores mais novos estavam escrevendo meditações pós-modernas sobre tempo e espaço (portanto, nenhuma revolução viria deles) e críticas intermináveis ​​ao neoliberalismo (que funciona como uma espécie de plano de emprego permanente para a esquerda que nunca ameaça as estruturas de poder existentes). Minha busca de três décadas pela esquerda política revelou uma série de cidades fantasmas. Como Winston Smith, descobri que a Irmandade existe apenas como uma ideia, não como um movimento político realmente existente.

Candidato de direita vence eleição presidencial no Paraguai

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O candidato direitista Santiago Peña Palacios, de 44 anos, venceu a eleição presidencial no Paraguai neste domingo (30). Ele venceu o liberal Efrain Alegre, de uma coalizão de centro-esquerda. Segundo os dados do Tribunal Eleitoral do país, Santiago Peña, do Partido Colorado, já estava matematicamente eleito com mais de 66% das urnas apuradas. A direita paraguaia segue invicta e vai consolidar mais de 70 anos de hegemonia do conservadorismo no eixo sul-americano. Peña sucederá o seu correligionário de partido, o presidente Mario Abdo Benítez, e deve tomar posse a partir de agosto deste de 2023.

Engajamento da direta cresce e esquerda cai desde eleições

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O Levantamento da agência .MAP considera que perfis de direita fecharam fevereiro com 30,7% do engajamento, enquanto que perfis de esquerda perdem espaço mês após mês desde as eleições. A agência fez análise a partir de amostra extraída diariamente de um universo de 1,4 milhão de publicações no Twitter e no Facebook. Segundo o mapeamento da .MAP, o ex-presidente chegou ao fim de fevereiro com 41,9% de aprovação em 3,17 milhões de publicações que o mencionaram. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mencionado em 4,6 milhões de publicações, teve aprovação em apenas 54% dos comentários cuja faixa se mantém desde setembro. Com aprovação alinhada à de Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, foi destaque no mês de fevereiro, sendo a quarta figura política mais citada nas redes sociais, com 459,7 mil citações, 41%.

Negros tiveram mais sucesso nas eleições de 2022 em partidos de direita

Negro direita

A maioria absoluta dos negros que devem ocupar vagas na Câmara Federal a partir de 2023 são de partidos considerados de “direita”. Os números evidenciam a mentira esquerdista em relação à representatividade. Aliás, o partido com a maior bancada de afrodescendentes é o PL, partido de Jair Bolsonaro. Dos 135 deputados negros que devem assumir vaga na Câmara Federal no ano que vem, 25 são do PL. O Republicanos, partido da base do presidente, elegeu 20 deputados. O União Brasil terá 17. O PT, partido que costuma levantar a bandeira da representatividade, ocupa o quarto lugar. São apenas 16.

Mariana Carvalho se consolida como liderança de direita no Maranhão

Mariana Carvalho

Com a presença do pré-candidato Lahesio Bonfim (PSC), do senador Roberto Rocha (PTB) e do deputado federal e presidente estadual do PSC, o auditório do Palácio da Indústria e Comércio de Imperatriz recebeu o lançamento da pré-campanha de Mariana Carvalho ao cargo de deputada federal. O evento mostrou a força política da jovem empresária e a consolidou como uma das lideranças que mais crescem na região. “Mariana comandou uma equipe de técnicos no ministério e saiu de lá deixando um legado de trabalho, eficiência e dinamismo. O ministro da cidadania, João Roma, me confidenciou que Mariana faria muita falta. Segundo ele, ela foi muito além das expectativas de resolutividade à frente da coordenação nacional do programa Alimenta Brasil”, disse Aluísio. O presidente estadual do PSC prosseguiu: “Baseado nesse sucesso é que hoje nós estamos apresentando você como pré-candidata a deputada a federal”. O senador Roberto Rocha também enalteceu a capacidade de gestão de Mariana Carvalho. “A questão não é apenas de gênero, Mariana desenvolveu um papel importante e mostrou sua competência. Em um momento tão difícil, no momento daquela terrível pandemia, Mariana soube levar um alento a tantas famílias. Fez um brilhante trabalho e deixou os maranhenses orgulhosos por tanto empenho e competência”, disse. Já o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio Bonfim, enalteceu a força da pré-candidata. “Estamos em uma crescente e ninguém pode contra a vontade de Deus. Mariana é um exemplo disso. Estou certo de que me tornarei governador do estado e Mariana se tornará deputada federal de todos os maranhenses”, disse. Mariana finalizou agradecendo a todos e disse; “Se você não lutar agora por sua família, por sua casa, por seus ideais e princípios, então os que estão aí continuarão ditando as ordens sobre você e sua família. Precisamos nos levantar e lutar. Conto com cada um de vocês, juntos poderemos mudar pra melhor o destino desse estado e do nosso país. Sou Bolsonaro, Lahesio Bonfim e Roberto Rocha, por Brasil mais justo para todos”.

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