Imprensa esconde prisão de vereador que mandou matar bolsonarista

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A imprensa nacional evita noticiar a prisão do vereador lulista Jean Charles Alexandre nesta semana. Investigações da polícia confirmam que ele ordenou a morte de Marcello Leite Fernandes, em Ibotirama, na Bahia. O crime aconteceu em julho. Marcello usava uma camisa de Bolsonaro e estava em seu carro quando foi abordado por dois motociclistas que o executaram. Além da prisão do vereador, foram cumpridos ainda seis mandados de busca e apreensão. Segundo a Polícia Civil, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) trabalha com diversas linhas de investigação, a principal delas, é a de que o crime foi motivado por política. Foram apreendidos documentos que devem auxiliar a apuração sobre as circunstâncias do crime. “Gostaríamos de destacar a participação popular. Durante a apuração, pessoas noticiaram, de maneira informal, fatos que nos ajudaram”, destacou o delegado responsável pela ação. O crime ocorreu no dia 21 de julho na rodovia BA-160, na cidade de Ibotirama. Dois homens em uma moto pararam ao lado do automóvel da vítima e um deles atirou contra Marcello. Imagens de câmeras de segurança registraram a execução.

Contador de Lula ganhou 55 vezes na loteria em 2021

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O contador João Muniz Leite está é acusado pelo Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) de usar a loteria para lavar dinheiro do narcotráfico. Segundo o Denarc, ele e a esposa ganharam na loteria 55 vezes em 2021 e dividiram os prêmios com traficantes de drogas. Muniz já é responsável pelas declarações de imposto de renda do ex-presidente Lula entre 2013 e 2016. O Denarc pediu à Justiça o sequestro de bens do contador. Já está comprovado pelas investigações que ele dividiu um prêmio de R$ 16 milhões na Mega Sena com o traficante de drogas Anselmo Becheli Santa Fausta, o Cara Preta. Cara Preta era um dos principais fornecedores de drogas do Primeiro Comando da Capital (PCC) e foi morto em dezembro do ano passado. O Ministério Público estadual concordou com o pedido da polícia. Muniz foi contador do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de quem fez as declarações de Imposto de Renda de 2013 a 2016. Seu escritório atual, na Rua Cunha Gago, em Pinheiros, fica no mesmo endereço em que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente, mantém três empresas: a FFK Participações, a BR4 Participações e a G4 Entretenimento, conforme dados da Junta Comercial de São Paulo. Não há menção na investigação do Denarc a Lula e a seu filho, além da coincidência de endereços.

PT divulga peças que comparam policiais brasileiros a nazistas

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Na última sexta (27 de maio) o partido do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, PT, publicou nota em seu site oficial e charge em suas redes sociais em que caracteriza membros da polícia como nazistas e racistas. A charge encabeçava uma nota de repúdio contra a “violência da PRF”. Segundo a nota, a segurança pública no Brasil é instituída por uma “engenharia da morte”. O documento, de autoria da Setorial Nacional de Segurança Pública do PT, afirma que o ex-presidente possui uma proposta de segurança pública que pretende “a desconstrução e reconstrução do atual modelo de segurança pública”. O documento deixa claro que pretende seguir a proposta de movimentos ligados ao PT que clamam pelo fim da Polícia Militar há anos. “As forças armadas não podem ser fiscalizadores e a fonte de onde as policiais no Brasil tiram a sua inspiração e modelo, isso já demonstrou sua total falência há décadas e ainda assim, continua a se insistir nesse modelo falido de polícia militarizada voltada para a guerra ao inimigo”. Para variar, a nota acusa o presidente Jair Bolsonaro de ter uma estética nazista e da Polícia Rodoviária Federal ser “uma polícia ligada diretamente ao governo”.   Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por PT – Partido dos Trabalhadores (@ptbrasil)

Acordo entre Flávio Dino e facções criminosas enfraqueceu polícia

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Em janeiro de 2016, após um ano da primeira gestão do governador Flávio Dino, uma denúncia grave foi divulgada nacionalmente. Segundo o presidente do Conselho Diretor da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) na época, Wagner Cabral, o governo do Maranhão fez um pacto com o crime organizado. “Para manter a paz (nos presídios maranhenses), o governo se rendeu à lógica dos criminosos”, afirmou. O acordo é visto agora como o resultado de 6 anos de enfraquecimento das forças policiais. Membros da polícia suspeitam que a falta de investimentos na polícia foi proposital. Em contrapartida, os investimentos em melhorias no setor penitenciário foram tão grandes que até cabines íntimas chamadas de “motéis para presos” foram construídas. UMA MÃO SUJA A OUTRA Assim que assumiu o governo do estado em 2015, Flávio Dino deparou-se com um problema sério no sistema penitenciário do Maranhão. Pedrinhas era considerado um dos presídios mais violentos do país. De súbito, as mortes cessaram e a situação foi mantida sobre controle. Desde então, Pedrinhas registrou apenas fugas espetaculares e mais nenhuma rebelião de grandes proporções. Após um ano da gestão comunista, Wagner Cabral fez uma denúncia de repercussão nacional em que acusava o governo de Flávio Dino de ter pacificado os presídios rendendo-se aos criminosos. Além de Cabral, o advogado Luís Antônio Pedrosa, também membro da SMDH, denunciou o que seriam “concessões a facções criminosas”. De acordo com os dois, controle do sistema penitenciário está custando um preço alto para a sociedade maranhense. “Ações criminosas, em que facções operam assaltos a ônibus, latrocínios e explosões de banco, estão ocorrendo com maior intensidade”, disse Pedrosa na época. A denúncia teve repercussão nacional na época. Uma fonte do blog afirmou que a “operação abafa” foi tocada pelo governo e conseguiu apagar a notícia em alguns sites como Uol, Istoé, Istoé Dinheiro, BOL e MSN. Outros sites mantiveram a denuncia Estado de Minas, R7, Diário de Pernambuco e Estadão DESCONFIANÇA Segundo policiais ouvidos nas polícias Militar e Civil, a principal razão da explosão de violência no estado se dá pelo sucateamento das forças de segurança promovida durante o governo Flávio Dino. As péssimas situações de trabalho, falta de equipamentos, influência política e baixo efetivo de policiais já é encarado por alguns como parte do acordo.    “A polícia foi sucateada durante a gestão dele (Flávio Dino). Muitos de nós têm a certeza de que isso é resultado do acordo denunciado ainda no começo da gestão”, disse um oficial da PM. MERA COINCIDÊNCIA? Se a ineficiência do trabalho das forças policiais é evidenciado pela explosão na violência, por outro lado o sistema prisional no Maranhão deu um salto de qualidade inédito na história do país. De estado em que eram frequentes rebeliões com degolamentos, o Maranhão passou a ser o estado que oferece até “motéis para presos”. O sucesso no setor foi tão grande que o único prêmio de excelência recebido por Flávio Dino em sete anos de governo foi no sistema penitenciário.   O fato foi noticiado AQUI na época. O PSB, atual partido de Flávio Dino, também noticiou o ocorrido. Outro fato de repercussão nacional foram os chamados “motéis para presos”, que também teve repercussão nacional (veha AQUI) Coincidência ou não, os sete anos de Flávio Dino resultaram na piora da vida de quem é policial e na melhoria de quem cometeu e comete crime.

Governo Flávio Dino abandonou interior do Maranhão para o tráfico de drogas

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Moradores de Barreirinhas denunciam “ditadura do tráfico” que instituiu toque de recolher em povoado da cidade. Traficantes fazem “patrulha” das ruas armados com fuzis. Situação em dezenas de cidades do interior do estado se tornou comum nos últimos anos.   Até 2015 os municípios do interior do Maranhão eram considerados, apesar dos pesares, lugares pacíficos. Contudo, uma ofensiva do tráfico de drogas mudou completamente este cenário. Execuções, sequestros, tortura, estupros e até toque de recolher passaram a ser comuns nos municípios do interior. Não por coincidência, o avanço e domínio do estado do Maranhão a quadrilhas de tráfico de drogas. Em conversa com fontes da polícia civil e militar, empresários e advogados a constatação é sempre a mesma: as facções criminosas e o tráfico de drogas são responsáveis, direta ou indiretamente, pela maioria absoluta dos crimes nas cidades do interior do Maranhão. “Por um lado, o consumo de drogas impulsiona a criminalidade com os usuários que cometem crimes para manter o vício. Por outro, as facções criminosas impõem um reinado do terror que vai desde o toque de recolher até a estupros de meninas que se recusam a manter relações com traficantes”, disse um empresário ouvido pelo blog. Agentes da polícia também consideram a situação grave. Segundo eles, as ações de combate ao crime são tímidas e a sensação de alguns policiais é que a política de segurança pública está mais direcionada aos períodos políticos do que com o tráfico de drogas. A informação é confirmada por ofícios internos da Polícia Militar que mobilizavam todo o contingente no monitoramento de adversários políticos do governador. Situação que nunca foi observada no combate ao tráfico. Advogados também viram explodir as demandas jurídicas por crimes relacionados ao tráfico de drogas. “Está demais, Linhares. Em todo lugar mais da metade das ocorrências tem ligação com tráfico. Tem juiz que está há anos só julgando causa relacionada a crime dessa natureza. O interior do Maranhão está se tornando uma terra sei lei. Ou melhor, uma terra em que os fora-da-lei fazem as leis”, disse. Nesta semana moradores de um povoado de Barreirinhas denunciaram um caso que ilustra bem o domínio do interior pelo crime. Uma quadrilha de traficantes alugou uma casa e instituíram um governo paralelo em Carnaubeiras. Os bandidos impuseram toque de recolher ordenando a todos que fechem as portas de suas casas a partir de 21h. Quem não obedecer as regras, será penalizado com assalto. Os bandidos, segundo as denúncias, andam livremente pelas ruas portando revolveres, pistolas e até fuzis. Em 2014 Flávio Dino foi eleito com a promessa de que iria tirar o Maranhão da miséria. Passados 6 anos de sua passagem pelo governo, ele entrará para a história como o responsável pelo estabelecimento da maior praga que o já atingiu o miserável interior maranhense: o domínio pelo tráfico e uma legião de viciados zumbis.  

EXCLUSIVO: Rodrigo Maia engavetou leis contra traficantes durante seu mandato

Rodrigo Maia

Em entrevista ao jornalista maranhense José Linhares Jr, deputado federal Sanderson (PSL-RS) acusou o ex-presidente da Câmara de Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) de sabotar projetos que pretendiam endurecer a lei contra o crime organizado. A atuação consistiu em não colocar em pauta a votação os projetos da chamada bancada da Segurança Pública. Atitude que acabou facilitando a vida do crime organizado. Para o deputado Sanderson, a população enviou um recado claro nas urnas em 2018 ao eleger a maior bancada de parlamentares de origem militar ou policial desde a redemocratização. “Foram eleitos 38 parlamentares que vieram das forças de segurança. O povo não aguenta mais e colocou homens e mulheres que combatem o crime nas ruas para combater o crime dentro do Legislativo”, disse. O deputado elencou uma série de projetos que, caso aprovados, iriam endurecer as leis contra o crime organizado no país. Projetos que, segundo ele, apesar do forte apelo popular, não foram colocados em votação pelo ex-presidente Rodrigo Maia. “Foram dois anos represando os projetos que iriam endurecer as leis contra o crime organizado”, disse o deputado. Para o deputado, a ação de Maia teria sido impulsionada por sua proximidade com parlamentares de esquerda. Segundo ele, o ex-presidente teria trocado apoio de bancadas de esquerda em troca, entre outras coisas, pelo trabalho contra leis contra o crime organizado.

Milícias avançam no Maranhão após 6 anos de Flávio Dino

Milicias

Os meses de janeiro e fevereiro de 2021 registraram uma série de assassinatos em condições misteriosas que reforçam a tese de que, durante os últimos seis anos do Governo Flávio Dino, há no Maranhão o nascimento e crescimento de milícias (policiais e ex-policiais corruptos que agem na ilegalidade). O fortalecimento desses grupos pode ser considerado o ponto alto do desmonte da Polícia Militar tocado pela gestão comunista. MORTES Em 28 de janeiro o auxiliar do IML Salomão Matos dos Santos foi morto a tiros no estacionamento da UPA do Parque Vitória. Antes de ser assassinado, Salomão foi perseguido e morto. Os suspeitos são policiais do grupo conhecido como “Serviço Velado” da Polícia Militar. No dia 2 de fevereiro foi encontrado, na zona rural de São Luís Gonzaga, o cadáver do empresário Marcos Marcondes da Silva Nascimento, conhecido como Marquinhos. Um dia antes de ser encontrado morto, Marquinhos foi conduzido por policiais em Bacabal. UM vídeo divulgado na internet mostra o empresário sendo conduzido por policiais à paisana antes de ser encontrado morto. Na tarde da última sexta, 12 de fevereiro, um homem identificado como Bruno Vinícius Nazon Moraes Borges, de 30 anos, executado na Avenida Litorânea. Apesar de não divulgar oficialmente, a polícia já trabalha com a hipótese de que Bruno tinha ligações com jogos e apostas ilegais. Seu assassinato, provavelmente cometido por membros de uma milícia, teria motivação com o ramo de atuação da vítima. Essa matéria começou a ser escrita ainda no sexta e foi provocada pela morte de Bruno. Após o ocorrido, denúncias anônimas apontavam para o envolvimento de milicianos no caso. A checagem dos fatos e entrevistas com fontes anônimas revelaram denúncias graves sobre a existência desses grupos paramilitares que foram concebidos em um ambiente de desmanche das forças de segurança promovidas pelo governo comunista de Flávio Dino.   DESMONTE DA POLÍCIA Policiais ouvidos pelo blog afirmam que o avanço da corrupção na Polícia Militar e a criação de milícias tem ligação direta com a política de desmonte do aparato policial tocada pelo governador nos últimos seis anos. “Ser honesto na polícia deixou de ser motivo de orgulho”, disse um militar aposentado. Após a chegada de Flávio Dino ao poder, a desvalorização dos agentes de segurança no estado pode ser observada em vídeos que invadem as redes sociais cotidianamente. Vídeos de policiais sendo despejados em batalhões do interior, denúncias de perseguição política de policiais que refutam a submissão política ao grupo do governador, não nomeação de concursados no último concurso da Polícia Militar, guerras entre delegados da Polícia Civil e a Secretaria de Segurança, aumento dos crimes cometidos por policiais e, mais recentemente, a onda de assassinatos sem solução supostamente cometida por milicianos. Na opinião de policiais ouvidos pelo blog, os fatos narrados acima, de conhecimento público, não são solados. “O governador, como todo comunista, não gosta da polícia. Esse movimento de desmantelar as corporações não é erro administrativo, é método ideológico”, disse um policial civil. EFEITO COLATERAL Apesar de confirmarem que o governo trabalha pelo enfraquecimento das polícias civis e militares, todos os ouvidos não acreditam que exista uma tentativa de proteção das nascentes milícias no estado pelo governo. “Acontece que eles abandonaram os bons policiais e os maus, mesmo sendo minoria, estão aproveitando. O que está acontecendo é o efeito colateral de uma política de segurança pública que tem como principal inimigo o policial”, disse um agente.   IRONIA Sempre que pretende atacar o presidente Jair Bolsonaro, o governador Flávio Dino o acusa de ser miliciano, de incentivar estes grupos criminosos. Ao serem questionados sobre a aversão do governador comunista pelas milícias em suas redes sociais, as fontes do blog dessa matéria foram unânimes em satirizar a atuação de Dino nas redes sociais. “Não setinha notícia desse negócio de milícia aqui no Maranhão até ele virar governador. SE tem algum culpado por isso, é ele”, disse um oficial aposentado.

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