Vereador Domingos Paz não registra candidatura

Domingos Paz Eleições

SÃO LUÍS, 29 de julho de 2024 – O vereador Domingos Paz não concorrerá a um novo mandato na Câmara Municipal de São Luís devido a acusações graves de assédio sexual. Um processo de cassação de seu mandato está em andamento. O partido Democracia Cristã realizou sua convenção no sábado (27), no Auditório da Federação dos Trabalhadores na Indústria do Estado do Maranhão (FETIEMA), onde registrou candidaturas para vereador sem lançar candidato na eleição majoritária. Na convenção, a esposa de Paz, Josélia Rodrigues, teve sua candidatura homologada, assumindo o lugar do vereador. Ele permanecerá como presidente do partido e coordenará a campanha.

Partidos coligados podem apresentar mais de um candidato ao Senado

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Na sessão administrativa desta terça (21), o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que partidos coligados para concorrer ao governo do estado não podem fazer outra aliança para o cargo de senador. Por maioria de votos, os ministros mantiveram a jurisprudência da Corte no sentido de vedar a possibilidade de que as agremiações que se uniram para disputar a vaga de governador formem coligações distintas com o intuito de concorrer ao Senado Federal. No entanto, caso a coligação não abranja as duas vagas (governador e senador), o Tribunal autorizou os partidos a lançarem candidaturas próprias – fora da aliança – para o cargo remanescente. Assim, também foi confirmada a possibilidade de uma agremiação, sem integrar qualquer coligação, lançar candidata ou candidato ao cargo de senador individualmente. A decisão foi tomada durante a análise de uma consulta formulada pelo deputado federal Waldir Soares de Oliveira (PSL-GO, atual União Brasil). Ele perguntou ao TSE se, em uma situação hipotética, considerando que os partidos A, B, C e D façam parte da coligação majoritária para governador do Estado X, existiria obrigatoriedade que essas agremiações participassem da mesma coligação majoritária para o cargo de senador; se os partidos coligados ao cargo de governador poderiam lançar individualmente candidatos para senador; e se o partido A, sem integrar qualquer coligação, poderia lançar individualmente candidato ao Senado Federal. O julgamento foi iniciado na sessão de 14 de junho, com o voto do relator, ministro Ricardo Lewandowski, no sentido de responder negativamente à primeira pergunta e positivamente aos demais questionamentos. Ele defendeu que as legendas têm autonomia para estabelecer as regras das coligações majoritárias por elas formadas.

Weverton descarta candidatura de Erlânio Xavier ao Senado

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O senador Weverton Rocha (PDT), usou as redes sociais para descartar as especulações sobre a possível candidatura do prefeito Erlânio Xavier (PDT) ao Senado. No mês passado, o presidente da FAMEM (Federação dos Municípios do Estado do Maranhão) e prefeito de Igarapé Grande-MA, Erlanio Xavier, sinalizou estar analisando a possibilidade de se colocar a disposição do grupo do senador Weverton Rocha para brigar pela vaga na disputa pela vaga ao Senado Federal. Nessa terça (29), por meio de suas redes sociais, o líder do projeto Maranhão Mais Feliz confirmou que Erlânio, grande entusiasta da sua pré-candidatura ao Governo do Estado, continua à frente da Famem e administrando como prefeito a cidade de Igarapé Grande, aonde tem alto nível de aprovação por parte população. “Erlanio Xavier vem fazendo um grande trabalho em Igarapé Grande e na presidência da Famem. Para dar continuidade a essas realizações que são importantes para o estado, ele permanece à frente do município, da Famem e da coordenação desse grande projeto que é o #MaranhãoMaisFeliz”, publicou Weverton Rocha.

Dino confirma desespero da esquerda com candidatura de Moro

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), usou as redes sociais para atacar o ex-juiz Sergio Moro (Podemos). “O Supremo está errado; o TCU está abusando; advogados são bandidos. Não debato com Ciro Gomes.” Trata-se de um caso grave e inédito de “juizite” prolongada, cujo maior sintoma é uma esquisita prepotência. Sem escusas. — Flávio Dino (@FlavioDino) January 26, 2022 O ataque o chefe do Palácio dos Leões foi direcionado a Moro após o presidenciável afirmar que o ex-presidente Lula mandou o PT desistir de requerer uma CPI no Congresso Nacional contra ele. Com medo das verdades incômodas que iriam surgir, Lula manda o partido desistir da CPI contra mim. Lula arregou.https://t.co/y0GkTpgvz7 — Sergio Moro (@SF_Moro) January 26, 2022 Em novembro de 2021, Dino alegou que Moro agiu de modo parcial ao julgar ex-presidiário Lula. Em outra ocasião, atacou o pré-candidato do Podemos, ao alegar que Moro é um juiz politiqueiro e parcial, sem autoridade moral para falar em democracia. Moro sabia ou devia saber que não tinha competência para julgar processos relativos a @LulaOficial. Moro agiu de modo PARCIAL, conforme decidiu o Supremo Tribunal Federal. Quanto de dinheiro público foi desperdiçado nesses processos ilegais e imorais ? — Flávio Dino (@FlavioDino) November 16, 2021 “Não dá para flertar com o autoritarismo”, diz o ex-juiz que prendeu ilegalmente Lula e depois foi ser ministro do presidente de extrema-direita. E de lá só saiu depois de humilhado e expurgado. Juiz politiqueiro e parcial não tem autoridade moral para falar em democracia. — Flávio Dino (@FlavioDino) November 21, 2021 As críticas de Flávio Dino só confirma o desespero da esquerda com a pré-candidatura do ex-ministro rumo à presidência da República.

Dr Gutemberg lança candidatura rumo à presidência da Câmara

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O vereador Dr Gutemberg Araújo (PSC), lançou, de forma oficial, nesta segunda (17), sua pré-candidatura à presidência da Câmara Municipal de São Luís. O parlamentar conta com apoio do atual presidente Osmar Filho (PDT); de Raimundo Penha (PDT), que pretendia concorrer à presidência, mas abriu mão da disputa e, de imediato, anunciou apoio ao Dr Gutemberg; e do prefeito Eduardo Braide (PODEMOS). Inicialmente, vereador conta com o apoio de 13 parlamentares, somado ao seu nome, o que totaliza 14 vereadores, dentre eles, o atual presidente da Câmara Municipal, Osmar Filho (PDT). Além de Dr Gutemberg e Osmar, estão no projeto os vereadores do PDT – Nato Júnior e Raimundo Penha; do PMN – Álvaro Pires, Markus Castro e Ribeiro Neto; Chico Carvalho (PSL); Daniel Oliveira (PL); Karla Sarney (PSD); Marlon Botão Filho (PSB); Octávio Soeiro (Podemos); Rosana da Saúde (Republicanos) e Silvana Noely (PTB). A presença e apoio do prefeito de São Luís Eduardo Braide tem um simbolismo importante, pois agora ele entra na disputa da presidência da Câmara Municipal de São Luís deixando claro que está apoiando Dr Gutemberg. Além disso, é sua primeira posição política desde que assumiu o mandato à frente da gestão municipal, em janeiro de 2021, cujo posicionamento indica como o prefeito pretende conduzir sua gestão, acena para influências no processo eleitoral de outubro e, também, na sua própria reeleição. Na reunião com apoiadores, foi enfatizado o perfil do Dr Gutemberg, pois apresenta características agregadoras por conseguir dialogar com todas as correntes políticas, humildade para ouvir os anseios dos colegas e receber todos em seu gabinete para ouvir suas demandas em prol de São Luís, além da experência devido ao seu histórico e currículo acumulado em seus 5 mandatos de vereador. O gesto do prefeito já movimenta fortemente os bastidores da Casa e deve ter desdobramentos nas próximas semanas, cuja eleição da mesa diretora da Câmara Municipal de São Luís está marcada para o início de abril.

Fux enxerga caminhos e pode impedir a candidatura de Lula

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O ministro e atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, ainda observa meios de reverter a decisão do ministro Edson Fachin e impedir a candidatura de Lula em 2022. A informação foi divulgada nessa terça-feira (29) pelo Canal MyNews. De acordo com informações da matéria divulgada, Fux teme a possibilidade do ex-presidente ser eleito e acirrar os ânimos com as Forças Armadas, cuja opinião do ministro não é compartilhada pelos demais magistrados da Corte. “[…] ao contrário do publicado, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, jamais se manifestou sobre as condições de elegibilidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com as legislação, cabe à Justiça Eleitoral com base nas regras vigentes avaliar se um candidato preenche ou não os requisitos para ser eleito”, respondeu a assessoria de Luiz Fux. Para os outros ministros, seria difícil justificar juridicamente, tendo em vista a revogação das condenações contra Lula.

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