Arrecadação federal atinge recorde para julho de R$ 231 bilhões

Arrecadação Brasil

BRASIL, 22 de agosto de 2024 – A arrecadação do governo federal atingiu R$ 231 bilhões em julho. Esse foi o maior valor para o mês da série histórica, iniciada em 1995. O valor representa uma alta de 9,55% em termos reais (corrigido pela inflação) em relação ao mesmo mês de 2023. Apesar do recorde, os gastos do governo têm crescido em proporções maiores. A Receita Federal divulgou o resultado nesta quarta (21). A arrecadação das receitas administradas somou R$ 214,8 bilhões, com alta de 9,85% real em comparação com julho de 2023. Enquanto isso, a arrecadação administrada por outros órgãos foi de R$ 16,25 bilhões, com alta de 5,71%.

Brasil tem mais de 4.600 tentativas por hora de golpe por telefone

Golpe Celular

BRASIL, 15 de agosto de 2024 – O Brasil registra mais de 4.600 tentativas de golpes financeiros por hora por meio de aplicativos de mensagens e ligações telefônicas, segundo pesquisa Datafolha em parceria com o FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública). A pesquisa, divulgada na terça (13), foi realizada de 11 a 17 de junho de 2024 com 2.508 entrevistados em todas as regiões do país. A margem de é de 2 p.p. (pontos percentuais) para mais ou para menos. O levantamento mostra que aproximadamente 2.500 pessoas por hora compraram produtos pela internet que nunca foram entregues. Além disso, 1.680 tiveram seus celulares furtados ou roubados, e 1.979 foram vítimas de golpes envolvendo Pix ou boletos falsos. A pesquisa mostra que 1 a cada 10 brasileiros teve o celular roubado ou furtado dentro do período de 1 ano. Dos entrevistados, 9,2% disseram que já foram vítimas desse tipo de crime. Levando em conta a proporção de entrevistados que disseram ter sido roubados, o Datafolha projetou que 14,7 milhões de pessoas tenham sido vítimas desse crime em todo o país. O roubo de celular é mais frequente nas capitais, onde 15% dos moradores disseram ter sido vítimas de roubo. No interior, só 6% foram vítimas.

Dengue provoca quase 5 mil mortes no Brasil em 2024

Dengue Arbovirose

BRASIL, 05 de agosto de 2024 – Em 2024, o Brasil está próximo de atingir 5 mil mortes por dengue, conforme dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde. Até o momento, foram confirmados 4.961 óbitos, com 2.161 casos ainda em análise. O país registrou 6.437.241 casos prováveis de dengue, resultando em uma taxa de letalidade de 0,08%. O coeficiente de incidência é de 3.170,1 casos por 100 mil habitantes.

Prazo acaba nesta sexta (2), mas 1.593 cidades ainda têm lixões

Lixões Brasil

BRASIL, 02 de agosto de 2024 – Termina nesta sexta (2) o prazo estipulado pelo Novo Marco do Saneamento Básico (lei 14.016 de 2020) para que todos os municípios do Brasil deem destinação correta ao lixo urbano e acabem com os lixões. No entanto, pelo menos 1.609 cidades ainda depositam resíduos em lixões a céu aberto segundo os dados mais recentes, que são referentes a 2022. Além dos municípios com lixões, há outros 642 que contam aterros controlados. É um meio-termo entre lixão e aterro sanitário, em que o lixo é coberto por terra. Também é considerado um método inadequado. Dessa forma, são 2.229 cidades que depositam lixo de forma irregular no Brasil.  Os números são do SNIS (Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico) de 2023, com base em dados de 2022. O sistema é gerido pelo Ministério do Meio Ambiente a partir da autodeclaração de cada prefeitura. No entanto, 256 delas não informaram seu método de disposição de resíduos sólidos. Já os aterros sanitários são usados por 3.085 cidades. É o único método considerado adequado, uma vez que além dessas estruturas serem cobertas, há impermeabilização do solo e captação dos gases emitidos pela decomposição dos resíduos.  Essa é a 2ª vez que o Brasil estipula uma meta de data para fim dos lixões e não a cumpre. O prazo anterior, fixado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (lei 12.305 de 2010), era 2014. O tema novamente entrou no Marco do Saneamento, que estipulou uma cronologia para fim das estruturas. Eis as datas-limite: O marco, no entanto, não especificou punições para as cidades que descumprirem os prazos. Já a Política Nacional de Resíduos Sólidos permite a aplicação de multas pela gestão inadequada dos resíduos, mas a aplicação efetiva das sanções é considerada difícil. NORDESTE TEM MAIORIA DOS LIXÕES A região nordestina tem 810 cidades com estruturas de depósito de lixo a céu aberto. Em 186 há aterros controlados e em 655, sanitários. Ou seja, o lixão é o modelo usado por 49% dos municípios do Nordeste que prestaram as informações. No Centro-Oeste, porém, a proporção de lixões ante os demais métodos é maior: 70%. São 315 estruturas do tipo na região, que é a que tem menos aterros sanitários. A Bahia tem o maior número de lixões, segundo o SNIS. Existem 305 cidades baianas que jogam os resíduos urbanos em espaços a céu aberto, ou seja, 73% do total de municípios do Estado.  Já os Estados de Rondônia, Roraima e Sergipe não têm municípios com lixões. Esse último, porém, tem 55 cidades que não informaram seu método de disposição de lixo. 

Julho registra recorde histórico de queimadas no Brasil

Queimadas Recorde

AMAZONAS, 1º de agosto de 2024 – O Brasil atingiu um recorde histórico de queimadas em julho, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desde o início do monitoramento em 1988, o Pantanal e o cerrado registraram o maior número de focos de incêndio nos últimos 31 dias. Entre janeiro e junho, o Pantanal teve 3.262 focos, um aumento de mais de 22 vezes em relação ao mesmo período do ano anterior. Já na Amazônia, foram detectados 12.696 focos de queimadas, representando um crescimento de 76% em comparação a 2023. O aumento das queimadas em 2024 ocorre após dois anos de queda no desmatamento, segundo a CNN. Especialistas atribuem o crescimento ao impacto da crise climática e à seca severa que afeta a região desde 2023.

Investimento baixo deixa Brasil entre os 20 piores do mundo

Brasil Investimento

BRASIL, 30 de julho de 2024 – Depois de algum respiro nos últimos anos, sobretudo em 2021 e 2022, a taxa de investimento do Brasil a partir de 2024 deve se estabilizar em uma faixa entre 15% e 16% do PIB até 2029, levando o país de volta ao “top 20” das piores taxas entre cerca de 170 nações para as quais o Fundo Monetário Internacional (FMI) tem estimativas. O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que a taxa de investimento no Brasil se estabilize entre 15% e 16% do Produto Interno Bruto (PIB) a partir de 2024 até 2029, colocando o país entre os 20 piores do mundo. Com o investimento baixo no país, o fundo espera que o país termine o ano na 20ª posição entre os 170 países analisados, com uma taxa de 15,9%. Em 2029, o Brasil deve perder uma posição, com uma taxa de 15,4%. Em 2023, a taxa de investimento do Brasil foi de 16,1%, colocando o país na 24ª pior posição. Nos anos de 2021 e 2022, com a recuperação pós-pandemia, as taxas foram de 19,5% e 18,1%, respectivamente, melhorando temporariamente a posição do Brasil no ranking global. Desde 2010, o melhor desempenho foi em 2011, quando o Brasil ficou em 72º lugar com uma taxa de investimento de quase 22% do PIB. De acordo com Francisco Pessoa Faria, economista sênior da LCA Consultores, em entrevista ao jornal Valor Econômico, apenas 9% dos países analisados pelo FMI teriam uma Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) pior que a do Brasil no médio-longo prazo.

Brasileiros já pagaram R$ 2 trilhões em tributos em 2024

Brasil Tributos

BRASIL, 22 de julho de 2024 – De 1º de janeiro até a manhã de domingo (21), os brasileiros já pagaram mais de R$ 2 trilhões em tributos. A informação é do Impostômetro, ferramenta mantida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Segundo a ACSP, em 2024, a marca de R$ 2 trilhões arrecadados em tributos foi alcançada mais cedo. No ano passado, esse valor só foi atingido em 30 de agosto. Em 2022, último ano do governo de Jair Bolsonaro, o Impostômetro registrou os R$ 2 trilhões no dia 14 de setembro. Se o ritmo de arrecadação continuar, os brasileiros poderão pagar mais de R$ 3 trilhões em tributos neste ano. Em 2023, esse valor foi alcançado em 26 de dezembro, segundo o Impostômetro. ARRECADAÇÃO POR ESTADO Na versão online do Impostômetro, os estados que mais arrecadaram tributos desde o início do ano são: São Paulo: R$ 713,5 bilhõesRio de Janeiro: R$ 272,8 bilhõesMinas Gerais: R$ 147,9 bilhõesDistrito Federal: R$ 124,6 bilhõesRio Grande do Sul: R$ 115,1 bilhõesParaná: R$ 111,6 bilhõesSanta Catarina: R$ 83,7 bilhõesBahia: R$ 64,4 bilhõesPernambuco: R$ 46,8 bilhõesGoiás: R$ 41,7 bilhõesCeará: R$ 37,5 bilhõesEspírito Santo: R$ 31,6 bilhõesPará: R$ 30,5 bilhõesMato Grosso: R$ 29,2 bilhõesAmazonas: R$ 24,7 bilhõesMato Grosso do Sul: R$ 21,4 bilhõesMaranhão: R$ 18,9 bilhõesParaíba: R$ 14,9 bilhõesRio Grande do Norte: R$ 14,3 bilhõesPiauí: R$ 11,1 bilhõesAlagoas: R$ 10,4 bilhõesSergipe: R$ 9,5 bilhõesRondônia: R$ 8,6 bilhõesTocantins: R$ 7,1 bilhõesAcre: R$ 3,2 bilhõesAmapá: R$ 2,6 bilhõesRoraima: R$ 2,5 bilhões MAIOR ARRECADAÇÃO MUNICIPAL Entre as cidades, São Paulo lidera a arrecadação, com um total de R$ 24,9 bilhões em tributos.

Cerca de 155 milhões devem votar nas eleições de 2024

Eleições Brasil

BRASIL, 19 de julho de 2024 – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou oficialmente a quantidade de eleitores aptos a comparecer às urnas nas eleições municipais de 2024. O Brasil terá 155,9 milhões de eleitores que escolherão prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. Este número representa um aumento de cerca de 5% em relação às eleições municipais de 2020.

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