
COLÔMBIA, 1º de junho de 2026 — O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, contestou os dados preliminares da eleição presidencial neste domingo (31). Ele anunciou que só reconhecerá o resultado final após o escrutínio oficial. Por isso, Petro recorreu à Justiça.
A disputa definirá o sucessor de Petro. Os dois principais candidatos são De la Espriella e Cepeda. Eles têm propostas opostas. De la Espriella critica o atual governo. Cepeda defende a continuidade de parte das políticas de Petro.
Além disso, Petro levantou suspeitas sobre a empresa Thomas Greg & Sons (TGS). Essa empresa é encarregada da logística eleitoral. Pelo X, o presidente expressou desconfiança sobre o sistema de contagem preliminar. “Como presidente, não aceito os resultados da pré-contagem da firma privada dos irmãos Bautista”, afirmou.
Petro alegou uma discrepância. Segundo ele, o sistema registrou “800 mil pessoas adicionais” em relação ao censo oficial. Então, a oposição reagiu rapidamente. O ex-presidente Iván Duque acusou Petro de colocar em xeque a legitimidade da eleição.
“Petro quer desrespeitar a democracia e a organização eleitoral”, escreveu Duque. Ele pediu que as instituições se pronunciem. Também alertou a comunidade internacional. Até a noite deste domingo (31), as autoridades eleitorais da Colômbia não confirmaram nenhuma irregularidade.
Abelardo de la Espriella, do movimento Defensores de la Patria, venceu o primeiro turno das eleições presidenciais da Colômbia neste domingo (31) e disputará a presidência com o senador Iván Cepeda, candidato do Pacto Histórico apoiado pelo presidente Gustavo Petro.
Com 97,58% das mesas apuradas, De la Espriella registrava 43,77% dos votos, contra 40,88% de Cepeda. A senadora Paloma Valencia, candidata do Centro Democrático uribista, ficou com 6,91% e está eliminada.
O segundo turno está marcado para 21 de junho.







