
ESTADOS UNIDOS, 14 de julho de 2026 — Brasil e Estados Unidos vivem um novo atrito diplomático. O motivo é a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras. O governo americano tomou essa decisão em junho.
O Brasil não foi avisado com antecedência. O ministro Mauro Vieira, do Itamaraty, enviou um documento à Câmara. Ele alertou que a medida pode permitir ações americanas no Brasil. Isso incluiria áreas financeiras, migratórias e penais. Ele também mencionou o risco de uso da força militar dos EUA em território nacional.
O Departamento de Estado americano respondeu com dureza. Classificou o temor do chanceler como “absurdo”. Washington disse que age dentro de sua soberania. O objetivo é combater gangues que agora atuam nos EUA.
A diplomacia negou qualquer plano de intervenção no Brasil. Afirmou ainda que essas alegações ajudam os criminosos. “Alegações vagas servem de pretexto para incentivar grupos violentos”, disse o texto.
Os EUA já aplicaram as primeiras sanções. O Departamento do Tesouro atingiu dois brasileiros e três empresas nacionais. Também incluiu uma companhia em Portugal. Eles são acusados de lavar dinheiro do PCC. O esquema movimentou mais de US$ 30 milhões. Além disso, americanos e residentes podem ser punidos se apoiarem as facções.
O senador Jim Risch apoiou a medida. Ele defendeu as novas ferramentas para combater as organizações. Por fim, Risch garantiu que os EUA querem continuar a cooperação com a polícia brasileira.







