
MARANHÃO, 25 de junho de 2026 — A operação Afluente, realizada pela Polícia Federal nesta quinta (25), contra o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL), teve origem em uma investigação iniciada em 2022. Naquele ano, a PF prendeu o empresário Eduardo Barros, conhecido como Eduardo DP, durante uma ação relacionada a suspeitas de desvio de recursos públicos.
A prisão ocorreu no âmbito da Operação Odoacro, que apura supostos desvios de recursos da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Na ocasião, os agentes apreenderam mais de R$ 1 milhão em espécie com o empresário. Além disso, a polícia recolheu o celular de Eduardo DP para análise.
Segundo as informações da investigação, os policiais encontraram no aparelho mensagens trocadas entre Eduardo DP e Josimar de Maranhãozinho. As conversas estariam relacionadas à liberação de emendas parlamentares. Por isso, a PF passou a investigar a atuação do deputado federal.
Inclusive, as apurações iniciadas a partir da operação de 2022 também alcançaram outro parlamentar maranhense. O deputado federal Juscelino Filho (PSDB) passou a ser investigado no mesmo contexto e, posteriormente, foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República por suposto desvio de recursos provenientes de emendas parlamentares.







