
MARANHÃO, 13 de abril de 2026 – A cabotagem no Nordeste movimentou 1,82 milhão de toneladas em janeiro. O estado do Maranhão liderou o transporte com 1,24 milhão de toneladas. Em seguida, aparecem Bahia (1,14 milhão), Pernambuco (1,07 milhão) e Ceará (892 mil toneladas).
Os dados são da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O Ministério de Portos e Aeroportos compilou as informações.
Entre os produtos mais transportados está o petróleo bruto, com 950 mil toneladas. A bauxita aparece na sequência, com 875 mil toneladas. Derivados de petróleo sem óleo bruto somam 867 mil toneladas.
Os contêineres movimentaram 613 mil toneladas. Esses produtos são essenciais para o fornecimento de energia. Além disso, eles sustentam a indústria regional e garantem o abastecimento de bens estratégicos à população do Nordeste.
O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, afirmou que o avanço da cabotagem na região demonstra a contribuição da navegação marítima para o desenvolvimento econômico. “O avanço da navegação marítima no Nordeste fortalece a indústria local”, disse ele.
A medida também gera emprego e renda, conforme o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca. Ela reduz custos logísticos e garante mais segurança no abastecimento. Além disso, amplia a integração entre os estados. Conecta a produção regional a mercados estratégicos no Brasil e no exterior.
A cabotagem ajuda a equilibrar a matriz de transportes. Ela reduz a dependência das rodovias. O modal também amplia a segurança no fluxo de mercadorias estratégicas. Essas mercadorias atendem tanto a população quanto o setor produtivo.







