
BRASÍLIA, 20 de outubro de 2026 — O presidente Lula (PT) desafiou Flávio Bolsonaro (PL), no debate da Band de domingo (18), a abrir os sigilos bancário e telefônico. A campanha petista destacou a proposta como um dos principais momentos do confronto. Lula também se colocou à disposição para divulgar os próprios dados.
O presidente, porém, não possui celular pessoal nem usa WhatsApp. Quando precisa falar com autoridades, utiliza aparelhos de auxiliares. Durante a campanha, Lula também passou a aparecer com mais frequência usando celulares para fazer selfies após o primeiro turno da eleição.
A movimentação bancária de Lula também está sujeita ao acompanhamento previsto para pessoas politicamente expostas. Além disso, o sigilo bancário de seu filho, Fábio Luís da Silva, o Lulinha, chegou à CPMI do INSS e teve informações divulgadas pela imprensa.
Lulinha também virou alvo de inquéritos no STF relacionados à sua relação com a lobista Roberta Luchsinger. Lula já chamou Luchsinger de “picareta” e afirmou não conhecê-la. Outros registros ligados à Presidência também poderiam trazer informações sobre contatos mantidos durante o mandato.
Entre esses dados estão as listas de visitantes do Palácio da Alvorada e de passageiros que acompanham Lula em voos da Força Aérea Brasileira. Os registros poderiam mostrar, por exemplo, eventuais acessos de Luchsinger e Daniel Vorcaro ao presidente.










