ESTOURO DE PREÇOS

Inflação em São Luís disparou no mês de março, diz IBGE

Compartilhe
inflação IBGE
Inflação na capital maranhense acelerou em março de 2026, segundo dados do IBGE. O índice passou de 0,28% em fevereiro para 1,39% no mês seguinte.

SÃO LUÍS, 13 de abril de 2026 – A inflação em São Luís acelerou em março de 2026, segundo dados do IBGE. O índice passou de 0,28% em fevereiro para 1,39% no mês seguinte. A alta ocorreu na capital maranhense durante o período analisado e foi medida pelo IPCA, indicador oficial de preços ao consumidor no país.

O resultado colocou São Luís acima da média nacional, que registrou 0,88% em março. No Brasil, o índice também avançou, mas em menor intensidade, saindo de 0,70% em fevereiro para 0,88% em março. Dessa forma, a capital apresentou variação mais expressiva na comparação com o cenário geral.

Além disso, todas as 16 regiões pesquisadas pelo IBGE registraram inflação pelo terceiro mês consecutivo. As taxas variaram entre 0,37%, em Rio Branco, e 1,47%, na Região Metropolitana de Salvador. Nesse contexto, São Luís teve a segunda maior taxa entre as localidades analisadas.

Entre as regiões Norte e Nordeste, quatro localidades concentraram as maiores altas em março. Além de São Luís e Salvador, destacaram-se Belém, com 1,31%, e Recife, com 1,10%. Assim, parte significativa das maiores variações ficou concentrada nessas regiões.

No acumulado de 12 meses, a inflação em São Luís também avançou. O índice passou de 2,41% em fevereiro para 3,27% em março, com aumento de 0,86 ponto percentual. Esse movimento contrariou o recuo registrado no período anterior, quando houve queda de 1,15 ponto percentual.

No Brasil, o acumulado em 12 meses subiu de 3,81% para 4,14% no mesmo intervalo. Ainda assim, tanto o índice nacional quanto o de São Luís permaneceram abaixo do teto da meta de inflação de 4,50%, conforme diretrizes do Conselho Monetário Nacional.

Entre os grupos que compõem o IPCA, sete registraram aumento de preços em São Luís. Os maiores impactos vieram de transportes, com alta de 4,14%, alimentação e bebidas, com 1,48%, e habitação, com 1,60%. Esses segmentos contribuíram diretamente para o resultado geral do mês.

Por outro lado, dois grupos apresentaram queda nos preços. Saúde e cuidados pessoais registraram recuo de 0,24%, enquanto comunicação caiu 0,90%. No primeiro caso, a redução foi influenciada por itens como perfumes, produtos para cabelo e medicamentos.

Esses grupos vinham de períodos consecutivos de alta antes do recuo registrado em março. Saúde acumulava aumento de 1,79% entre dezembro e fevereiro, enquanto comunicação somava alta de 2,37% no mesmo intervalo.

Compartilhe
0 0 votos
Classificação da notícias
Inscrever-se
Notificar de
guest
0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários

Gostaríamos de usar cookies para melhorar sua experiência.

Visite nossa página de consentimento de cookies para gerenciar suas preferências.

Conheça nossa política de privacidade.

0
Adoraria saber sua opinião, comente.x