
BRASIL, 18 de abril de 2026 — O Brasil registrou 79,3 milhões de domicílios particulares permanentes em 2025. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou as informações nesta sexta (17). O número representa um aumento de 2,6% em relação a 2024. Foram 2 milhões de residências a mais no período.
Todas as regiões brasileiras apresentaram crescimento no estoque de moradias. A Região Sul liderou a expansão entre 2024 e 2025. Foram 463 mil novas unidades habitacionais na região. O avanço chegou a 4% no período.
O Centro-Oeste aparece em seguida. A alta foi de 3,5%, com acréscimo de 217 mil domicílios. O Sudeste registrou a menor expansão do país. O crescimento foi de 2,3% na região.
O número médio de moradores por residência segue em trajetória descendente. Em 2025, a média ficou em 2,7 pessoas por domicílio. O patamar repete o nível de 2024. O índice é inferior às três pessoas registradas em 2016.
As maiores reduções desde 2016 ocorreram no Norte e no Nordeste. No Norte, a média caiu de 3,6 para 3,1 pessoas por domicílio. No Nordeste, o índice recuou de 3,2 para 2,7 no mesmo intervalo.
O país possuía 66,7 milhões de domicílios em 2016. O estoque atual é 18,9% maior que o registrado naquele ano. A contagem inclui casas e apartamentos. Também entram moradias em cômodos, cortiços e similares.







