Lula “estoura” cartão corporativo e gastos superam R$ 12 milhões

cartao corporativo

Brasília, 11 de maio de 2023 – Um levantamento recente revelou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já gastou aproximadamente R$12,1 milhões utilizando o Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF). Esses valores expressivos geraram polêmica e levantaram questionamentos sobre a destinação dos recursos públicos na gestão do petista. O CPGF é um instrumento utilizado pelo governo para despesas oficiais, como viagens, alimentação e representação. No entanto, os gastos totais de Lula chamaram a atenção por sua magnitude. O levantamento detalhou que a maior parte desses gastos se concentrou em passagens aéreas, hospedagens, alimentação e locação de veículos. Embora o uso do CPGF esteja dentro das normas legais, a divulgação desses números despertou críticas e questionamentos sobre a necessidade e a justificativa dos gastos. Alguns analistas argumentam que é preciso maior transparência na prestação de contas desses recursos e uma análise detalhada para avaliar se as despesas estavam realmente alinhadas com o interesse público. Vale destacar que o montante gasto pelo presidente Lula em sua gestão supera os valores utilizados pelos seus antecessores. Essa disparidade de números amplia o debate sobre a gestão financeira e a utilização dos recursos públicos no âmbito do governo federal. As reações diante dessas informações têm sido diversas. Enquanto apoiadores destacam que os gastos são condizentes com as demandas e obrigações do cargo, críticos ressaltam a necessidade de uma análise rigorosa para garantir que os recursos estejam sendo utilizados de maneira adequada e eficiente. Diante desse cenário, há uma demanda crescente por uma fiscalização mais rigorosa e transparente dos gastos públicos, independentemente do governo ou partido político no poder. É essencial que os órgãos competentes exerçam seu papel de fiscalização e controle, garantindo a prestação de contas e o uso responsável dos recursos provenientes dos impostos pagos pelos cidadãos. Além disso, a divulgação desses gastos suscita a necessidade de um debate mais amplo sobre a gestão financeira do governo, a adoção de medidas de austeridade e o fortalecimento dos mecanismos de controle e transparência. É importante ressaltar que as informações sobre os gastos com o CPGF pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva são apenas um ponto de partida para uma análise mais aprofundada. É necessário considerar todos os aspectos envolvidos, como as finalidades e os resultados alcançados por essas despesas, a fim de se obter uma compreensão completa da situação.

Por que o capitalismo é a resposta para a fome e a pobreza – não a causa

capitalismo

Antes de o capitalismo surgir, a maioria das pessoas no mundo estava presa na pobreza extrema. Em 1820, por exemplo, cerca de 90% da população global estava vivendo em pobreza absoluta. Hoje, o número é inferior a 10%. E mais notavelmente: nas últimas décadas, o declínio da pobreza acelerou a um ritmo incomparável em qualquer período anterior da história humana. Em 1981, a taxa de pobreza absoluta era de 42,7%; em 2000, havia caído para 27,8% e, em 2021, estava abaixo de 10%. Essa tendência, que persiste há décadas, é o que realmente conta. É verdade que a pobreza aumentou novamente nos últimos anos, mas isso é em grande parte resultado da pandemia global de Covid-19, que exacerbou a situação em países onde a pobreza já era relativamente alta. Para entender a questão da pobreza, precisamos olhar para a história. Muitas pessoas acreditam que o capitalismo é a causa raiz da pobreza e da fome globais. Eles têm uma imagem completamente irrealista da era pré-capitalista, moldada por obras clássicas, incluindo a de Friedrich Engels, The Condition of the Working Class in England 1820-1895 [A Situação da Classe Trabalhadora na Inglaterra 1820-1895]. Engels denunciou as condições de trabalho sob o início do capitalismo nos termos mais drásticos e pintou um quadro idílico dos trabalhadores domésticos antes que o trabalho de máquina e o capitalismo viessem para destruir seu belo modo de vida: “Então os trabalhadores vegetaram ao longo de uma existência razoavelmente confortável, levando uma vida justa e pacífica em toda a piedade e probidade; e sua posição material era muito melhor do que a de seus sucessores. Eles não precisavam trabalhar demais; eles não fizeram mais do que escolheram fazer, e ainda ganharam o que precisavam. Eles dispunham de tempo para o trabalho saudável no jardim ou no campo, trabalho que, por si só, era recreação para eles, e podiam participar também das recreações e jogos dos vizinhos, e todos esses jogos – boliche, críquete, futebol, etc., contribuíram para sua saúde física e vigor. Eles eram, em sua maioria, pessoas muito fortes, cujo físico tinha pouca ou nenhuma diferença do de seus vizinhos camponeses. Seus filhos cresceram no ar fresco do campo e, se pudessem ajudar seus pais no trabalho, era apenas ocasionalmente; embora estivessem fora de questão oito ou doze horas de trabalho para eles”. A imagem que muitas pessoas têm da vida antes do capital foi transfigurada além do reconhecimento por essas e representações romantizadas semelhantes. Eles imaginam que a vida antes do capitalismo se assemelhava a uma viagem moderna ao campo. Então, vamos dar uma olhada mais objetiva na era pré-capitalista nos anos e séculos anteriores a 1820. “Os pequenos trabalhadores do século XVIII”, escreve o vencedor do Prêmio Nobel Angus Deaton em seu livro The Great Awakening [O Grande Despertar], “estavam efetivamente presos em uma armadilha nutricional; eles não podiam ganhar muito porque eram tão fracos fisicamente, e eles não podiam comer o suficiente porque, sem trabalho, não tinham dinheiro para comprar comida”. Algumas pessoas elogiam as condições harmoniosas pré-capitalistas quando a vida era muito mais lenta, mas essa lentidão era principalmente resultado da fraqueza física devido à desnutrição permanente. Estima-se que, há 200 anos, cerca de 20% dos habitantes da Inglaterra e da França não conseguiam trabalhar, simplesmente porque estavam fisicamente muito fracos devido à desnutrição. As maiores fomes provocadas pelo homem dos últimos 100 anos ocorreram sob o socialismo. Após a Revolução Bolchevique, a fome russa de 1921/22 custou a vida de cinco milhões de pessoas, de acordo com números oficiais da Grande Enciclopédia Soviética de 1927. As estimativas mais altas colocam o número de mortes por fome em 10 a 14 milhões. Apenas uma década depois, a coletivização socialista da agricultura de Joseph Stalin e a “liquidação dos kulaks” desencadearam a próxima grande fome, que matou entre seis e oito milhões de pessoas. O “Grande Salto Adiante” de Mao (1958-1962), o maior experimento socialista da história humana, custou a vida de 45 milhões de pessoas na China. Quando o termo ‘fome’ é usado, a primeira coisa em que a maioria das pessoas pensa é na África. No entanto, no século XX, 80% de todas as vítimas de fomes morreram na China e na União Soviética. É um equívoco típico, quando as pessoas pensam em “fome e pobreza”, pensarem no capitalismo em vez de no socialismo, o sistema que foi realmente responsável pelas maiores fomes do século XX. Rainer Zitelmann é doutor em História e Sociologia. Ele é autor de 26 livros, lecionou na Universidade Livre de Berlim e foi chefe de seção de um grande jornal da Alemanha.

Arthur Lira vê direita fortalecida para as eleições de 2026

Arthur Lira

Nova York, 12 de maio de 2023 – Durante um evento do grupo de Líderes Empresariais (Lide) em Nova York, o presidente da Câmara, Arthur Lira, ressaltou o bom desempenho do presidente Jair Bolsonaro em 2022 e vislumbrou um cenário favorável para uma direita fortalecida nas eleições de 2026. Lira destacou que a avaliação atual sobre a inelegibilidade de Bolsonaro é arriscada, pois ainda restam 3 anos e 9 meses até a próxima eleição, tempo suficiente para outros líderes, como o governador Cláudio Castro (PL) do Rio de Janeiro, o governador Romeu Zema (Novo) de Minas Gerais e o governador Tarcísio (Republicanos) de São Paulo, ganharem ainda mais força política. Para Lira, há menos chances de erros por parte de um candidato de direita em 2026, em comparação com os equívocos cometidos por Bolsonaro durante sua campanha. Com um fortalecimento da base conservadora existente no Brasil e com Bolsonaro como influente eleitor, o panorama se torna desanimador para aqueles que desejam disputar a próxima eleição. Além disso, Lira ressaltou a contribuição significativa de Bolsonaro ao incentivar que os brasileiros com pensamentos conservadores e de direita expressem suas ideias sem receio ou vergonha. A liderança de Bolsonaro tem possibilitado que essa parcela da população tenha espaço para expor suas preferências políticas de forma aberta e transparente. Com um desempenho sólido em 2022 e uma liderança reconhecida, Jair Bolsonaro se mantém como uma figura proeminente no cenário político brasileiro, conquistando apoio e estimulando a mobilização da direita no país. Resta acompanhar como essa capacidade de liderança se desenvolverá nos próximos anos e como influenciará o rumo político do Brasil. Durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, Arthur Lira manteve uma relação de proximidade e cooperação, o que contribuiu para uma governabilidade eficiente e a implementação de importantes reformas. A parceria entre Lira e Bolsonaro foi caracterizada por uma comunicação fluida e alinhamento estratégico, resultando em avanços significativos em pautas como a reforma da Previdência e a agenda econômica. A capacidade de trabalho em conjunto demonstrada por Lira e Bolsonaro fortaleceu a base governista e evidenciou a habilidade de liderança do ex-presidente, ao conquistar apoio e assegurar a realização de importantes projetos para o país.

O que faz de um país uma ditadura?

censura

Brasil, 12 de maio de 2023 – O que faz de um país uma ditadura é uma combinação de fatores. A primeira e mais importante é a censura imposta por quem, por fazer parte do governo, detém o poder coercitivo nas mãos ou que consegue fazer com que suas ordens sejam cumpridas por quem detém. Censura pode ser o último ato opressivo contra os indivíduos ou o primeiro, não importa se há leis ou se elas não existem mais. Quando não se pode reclamar, criticar, denunciar, advertir, noticiar, opinar ou discordar de qualquer autoridade estatal, com ou sem razão, expressando verdades ou mentiras, a tirania está instalada e o próximo passo será buscar a derrubada do regime ditatorial, ou a sujeição ao poder despótico dos que violam direitos individuais sem cerimônia. O Brasil não é mais um país livre. Aqui, aqueles que deveriam nos proteger dos bandidos e dos déspotas de plantão, passaram a pensar e agir com autoritarismo. Ou seja, somos governados por sujeitos que usam da força do governo para nos espoliar, regular, perseguir, prender e, finalmente, calar nossas vozes. Liberdade de expressão não pode, nem deve, ser regulada por alguém. Nem pelo voto da maioria, nem pela vontade de um ser que se acha todo poderoso. Liberdade de expressão é vital para a vida humana, é um direito existencial sem o qual a vida do ser humano se torna insustentável. Roberto Rachewsky é empresário e articulista.

Anderson Torres é solto após mais de 100 dias de prisão

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Brasília, 11 de maio de 2023 – Na manhã desta terça-feira, o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, foi liberado da prisão após uma decisão judicial que gerou polêmica e suscitou uma série de questionamentos sobre a motivação de sua detenção. Torres, que estava sob custódia há mais de 100 dias, teve sua soltura decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A prisão de Anderson Torres, ocorrida em fevereiro deste ano, foi justificada pela suposta participação do ex-ministro em esquemas de corrupção durante sua gestão no Ministério da Justiça. No entanto, desde o início do processo, diversas vozes questionaram a fundamentação das acusações e levantaram suspeitas de motivações políticas por trás da detenção. A prisão de Torres foi baseada em evidências frágeis e o processo judicial do qual é alvo apresenta irregularidades significativas. Entre as principais falhas está a falta de provas contundentes que sustentem as alegações de que o ex-ministro teria tido participação direta, ou indireta, nos ataques contra os Três Poderes em Brasília no último dia 8 de janeiro. Além disso, questiona-se a celeridade com que a prisão preventiva foi decretada, sem que houvesse um amplo conjunto de indícios que justificasse a medida. O caso ganhou ainda mais repercussão quando vazaram informações sobre possíveis pressões políticas exercidas sobre o Poder Judiciário para manter Torres preso. Essas revelações suscitaram suspeitas de que a prisão do ex-ministro teria sido uma medida punitiva e estratégica, visando prejudicar sua imagem e afetar negativamente o governo. Durante o período em que esteve detido, Anderson Torres manteve sua inocência e afirmou que as acusações eram infundadas. Sua soltura hoje reforça seu posicionamento e alimenta as especulações de que sua detenção tenha sido injusta e motivada por interesses políticos contrários. A decisão do STF de libertar o ex-ministro Anderson Torres levanta sérios questionamentos sobre a condução do processo e a atuação das autoridades responsáveis pela investigação. Acredita-se que a liberdade de Torres sirva como um ponto de inflexão para reavaliar as provas apresentadas contra ele e garantir que o devido processo legal seja seguido rigorosamente. A soltura do ex-ministro Anderson Torres expõe os problemas inerentes ao sistema de justiça, especialmente no que diz respeito à motivação da prisão e à qualidade das provas apresentadas. Esse caso serve como um alerta para a necessidade de aprimorar a transparência, a imparcialidade e a eficiência do sistema judiciário, a fim de assegurar a justiça e a confiança da sociedade.

Duarte Jr é escolhido relator de PL que altera lei dos planos de saúde

Duarte Jr planos de saude

O deputado Duarte Jr. (PSB-MA) foi designado o relator do projeto que altera a regulamentação dos planos e seguros privados de saúde (PL 7419/2006), que tramita há 17 anos na Câmara dos Deputados. Com atuação na área de defesa do consumidor, o parlamentar promete um texto que leve assistência adequada aos consumidores.  “Já estou trabalhando para garantir uma adequada assistência à saúde para os consumidores. Em especial, às pessoas com deficiência”, afirma.  Desde 2006, quando foi apresentado, o tema vem gerando polêmicas. Associações de defesa do consumidor e de médicos alegam que a proposta, tal como relatada por deputados anteriores, representaria um retrocesso na saúde suplementar por ampliar o poder dos convênios de saúde frente ao consumidor. Defesa do consumidor O deputado Duarte está em seu primeiro mandato na Casa. Anteriormente, entre 2015 e 2018, presidiu o Procon/MA por indicação de Dino. É membro da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos golpistas.

Depois de comprar sofá de r$ 65 mil, lula fica em hotel de r$ 95 mil por dia

LULA E ESBANJA

O presidente Lula, que sempre se vendeu como representante dos pobres, tem demonstrado uma predisposição a uma vida luxuosa. Durante sua recente viagem a Londres, em maio de 2023, o presidente hospedou-se em um hotel com diária de R$ 95 mil. Enquanto isso, a primeira-dama, Janja, gastou mais de R$ 200 mil em mobília para o Palácio da Alvorada, mesmo sendo este um imóvel público que já contava com mobiliário suficiente. A compra de móveis, alguns com valores exorbitantes, gerou críticas e questionamentos por parte da oposição e de grupos sociais. Enquanto o presidente se hospedava em hotéis luxuosos e jantava em restaurantes renomados, milhões de brasileiros continuam vivendo abaixo da linha da pobreza. Parece que para Lula, representar os pobres é uma coisa, mas viver como eles é outra completamente diferente. E assim, o presidente segue gastando dinheiro público sem limites, enquanto o povo brasileiro segue sofrendo com a falta de investimentos em áreas essenciais como saúde, educação e segurança pública. Resta saber até quando o presidente Lula irá se permitir esse tipo de extravagância, enquanto a população clama por mudanças reais e efetivas.

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