Flávio Dino vai demorar 4 anos e gastar R$ 200 milhões para entregar hospital

Hospital da Ilha

Em setembro de 2017 o Hospital da Ilha foi oficialmente anunciado pelo governador Flávio Dino (PCdoB). Apesar da necessidade da nova unidade, o que se observa é lentidão nas obras e um ralo de dinheiro público que deve consumir mais de R$ 200 milhões. Crítico frequente da gestão na saúde do governo Bolsonaro durante a pandemia, a lentidão no término das obras do Hospital da Ilha levanta suspeitas sobre a gestão comunista no setor. Se tivesse sido terminado em 2020, momento do início da pandemia, poderia ter ajudado a salvar milhares de vidas. Contudo, as obras se arrastam até hoje e dificilmente serão entregues antes de setembro. Apesar da demora, o Ministério Pùblico, aquele mesmo que pretende acabar com o Carnaval, ainda não se manifestou sobre as obras. Dessa forma, Flávio Dino iniciou dois anos antes da pandemia uma obra que irá ser entregue dois anos dois da crise. Competência? A tragédia administrava já rivaliza com desgraça promovida na Estrada do Araçagy. A obra já virou motivo de piada entre a população de São Luís e escancara o fracasso absoluto do governo na gestão da saúde e da infraestrutura na capital maranhense.

Anvisa aprova uso de vacinas e desmonta mentiras contra o Governo Federal

Anvisa Aprova

Pouco mais de uma semana após os pedidos de aprovação para uso emergencial, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou os pedidos de uso emergencial no Brasil das vacinas CoronaVac, do Instituto Butantan/ Sinovac, e AstraZeneca, da Universidade de Oxford/ Fiocruz. A atuação da Anvisa desmonta as notícias falsas e a campanha de desinformação contra o Governo Federal nas últimas semanas. Setores da mídia e da política afirmavam que Jair Bolsonaro estava intervindo na Anvisa para impedir que uso das vacinas fossem aprovados. A apresentação do corpo técnico da Anvisa foi transparenete ao ponto de ser transmitida ao vivo pela internet. Atuação evidenciou que a entidade usou critérios técnicos e nunca foi alvo de interferência política. Com a aprovação do uso emergencial, é esperada que a campanha de vacinação aconteça ainda nesta semana. Pessoas de grupos de risco como idosos e profissionais de saúde devem ter prioridade. A decisão deve ser formalizada no Diário Oficial da União ainda neste domingo. O Instituto Butantan já tem 10,8 milhões de doses disponíveis para aplicação. A Fiocruz aguarda a chegada de 2 milhões de doses de vacina AstraZeneca/Oxford importadas da Índia. O governo federal se comprometeu a distribuir de maneira exclusiva e simultânea as vacinas para todos estados e municípios, que, por sua vez, ficarão responsáveis pela logística de distribuição e aplicação dos imunizantes.

29 idosos morreram na Noruega após tomarem vacina da Pfizer

Pfizer

A Agência Norueguesa de Medicamentos está investigando a morte de 29 que receberam a vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Pfizer e BioNTech. Relatórios iniciais indicam que que reações adversas comuns às vacinas de mRNA, como febre e náusea, podem ter contribuído para um desfecho fatal em alguns pacientes frágeis. A vacinação na Noruega começou em 27 de dezembro e cerca de 42.000 pessoas receberam pelo menos uma dose do imunizante até agora. Os testes da vacina foram considerados falhos em pacientes com doença instável ou aguda e tiveram poucos participantes com mais de 85 anos de idade.

“Férias da pandemia” acabam e Flávio Dino volta ao governo nesta segunda (18)

cropped Flavio Dino

Após passar quase duas semanas de “férias” em um dos piores momentos da pandemia, o governador Flávio Dino (PCdoB) deve voltar ao “trabalho” na próxima segunda (18). Mesmo afastado do governo em local desconhecido, Flávio Dino foi ativo nas redes sociais em relação às suas críticas ao presidente Jair Bolsonaro. O governador maranhense é um dos que culpam Bolsonaro pela crise em Manaus e clamam por seu impeachment. Em sua volta é esperado que Flávio Dino promova uma reforma administrativa em seu governo para preparar a gestão para as eleições de 2022. O governador deixou claro em várias ocasiões que sua principal meta neste ano será reorganizar a base governista para o próximo ano. No curto período em que assumiu o governo, o vice-governador Carlos Brandão (Republicanos) direcionou todas as suas forças para ser derrotado na eleição da Federação Maranhense dos Municípios (FAMEM).

Amazonas gastou R$ 1,5 mi em decoração natalina sem licitação

Amazonas

O valor, no entanto, era maior incialmente, chegando a R$ 2 milhões. Mas o governo voltou atrás e na época a Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC), vinculada ao Governo do Amazonas, reviu os valores e informou que os gastos sem licitação seriam de pouco mais de R$ 1,5 milhão. A Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural informou ter dispensado a licitação para a compra da decoração com a justificativa de se “enquadrar em uma lei que não exige o processo em casos de emergência e calamidade pública”. As informações são do G1. Hoje, o sistema de saúde de Manaus enfrenta um verdadeiro caos. Pessoas que contraíram a Covid-19 não têm oxigênio e dependem de ventilação manual para sobreviver. O governo federal já enviou ao Estado e municípios do Amazonas o montante de R$ 8,91 bilhões, sendo R$ 2,36 bilhões apenas para Manaus. Aonde foi parar o dinheiro? Vale lembrar que o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), foi alvo de uma operação do Ministério Público Federal (MPF) que investiga fraudes e desvios na compra de respiradores no Amazonas. De acordo com o MPF, com a participação direta do governador, foram identificadas compras superfaturadas de respiradores, direcionamento na contratação de empresa, lavagem de dinheiro e montagem de processos para encobrir os crimes praticados. No esquema identificado pelo MPF e pela Polícia Federal, o governo do estado comprou, com dispensa de licitação, 28 respiradores de uma importadora de vinhos. Em uma manobra conhecida como triangulação, uma empresa fornecedora de equipamentos de saúde, que já havia firmado contratos com o governo, vendeu respiradores à adega por R$ 2,480 milhões. No mesmo dia, a importadora de vinhos revendeu os equipamentos para o estado por R$ 2,976 milhões. Após receber valores milionários em sua conta, a adega os repassou integralmente à organização de saúde. Registros encontrados pelos investigadores comprovam a ligação entre agentes públicos e empresários envolvidos na fraude. Hoje, quem paga a conta (e com a própria vida) pela irresponsabilidade é a população.

Carlos Brandão vence a si mesmo no duelo com Weverton

Brandao e Weverton

O vice-governador Carlos Brandão (Republicanos) trava uma batalha aberta contra o senador Weverton Rocha (PDT) pelo governo do estado em 2022. Até agora, graças ao próprio Brandão, Weverton acumula três vitórias significativas contra o adversário. Acontece que uma análise simples revela que todos os triunfos do senador foram originados de ações atabalhoadas do próprio vice-governador. DERROTA EM SÃO LUÍS Enquanto Weverton Rocha tem na capital maranhense o maior reduto eleitoral do seu partido, o PDT, Carlos Brandão é um anônimo na política local. As eleições de 2020 eram fundamentais para Weverton, que perdeu as eleições ao apostar em Neto Evangelista. Já Carlos Brandão embarcou, quase que de corpo e alma, na campanha do correligionário Duarte Jr. Era sabido que muito dificilmente Eduardo Braide sairia derrotado. E isso principalmente quando o consórcio de candidatos formado pelo governador Flávio Dino não conseguia decolar poucas semanas antes da eleição. Todas as esperanças posteriores eram baseadas em ilusões. Acontece que a simples ida de Duarte Jr ao segundo deveria ter sido festejada por Brandão como uma vitória sobre Weverton. Ali o vice-governador deveria ter anunciado a vitória sobre Weverton e deixado o pleito. No entanto, ao invés disso, o vice governador jogou Weverton Rocha no coloco do favorito Eduardo Braide e ao trouxe para si a derrota de Duarte Jr. CÂMARA MUNCIPAL Poucos dias após a derrota que trouxe para si nas eleições de São Luís, Brandão ensaiou um levante contra a reeleição de Osmar Filho, membro do PDT de Weverton, na Câmara Municipal. Além de disputar a reeleição sentado na cadeira, Osmar contava com o apoio da franca maioria dos vereadores e do prefeito recém-eleito, Eduardo Braide. E mais uma vez Brandão foi derrotado em uma disputa que não tinha a mínima condição de vencer e, muito pior, que em nada iria ajuda-lo. FAMEM Na eleição da mesa diretora da Federação dos Municípios Brandão plantou a mais humilhante de suas derrotas até agora. Uma entidade que não tem peso político, completamente dominada por seus adversários, enfrentando um presidente excelentemente bem avaliado e apoiado por políticos de peso como o presidente da Assembleia, Othelino Neto (PCdoB). Em termos comparativos: Erlânio Xavier, candidato a reeleição na FAMEM, era infinitamente mais favorito do que Eduardo Braide era no ano passado. E, assim como em São Luís, a entidade não tem qualquer ligação com Brandão. O vice-governador faz a opção por conflitos em campos alheios ao seu território político. Enquanto o governador Flávio Dino tirava férias, Brandão aproveitou a estadia no cargo de mandatário do governo para disputar, e perder, a eleição na FAMEM. Infinitas eram as possibilidades nestes dias. Brandão, inclusive, viu Eduardo Braide nadar sozinho no mar de oportunidades que o início da vacinação proporcionou. ATRAVESSA A RUA PARA PISAR EM CASCA DE BANANA Carlos Brandão possui o maior trunfo objetivo que um ser humano pode ter nas eleições de 2022. Irá disputar a eleição sentado na cadeira de governador. A ele cabe apenas esperar. O desespero, que logicamente deveria ser externado por Weverton, foi assumido por Brandão. E a simples observação atesta essa tese. O vice-governador não precisa mover nenhuma peça em terreno inseguro. O tempo é seu aliado e a certeza lhe é assegurada. Quem tem que fortificar-se até o pleito é o senador Weverton Rocha, quem tem que arriscar-se é ele. As provocações deveriam partir de Weverton. A imprudência, necessária por conta do momento, também. Só que, por uma insegurança inexplicável, quem assumiu esse papel foi Carlos Brandão. A impressão que se tem é que Brandão acredita que quem irá assumir o governo em 2022 após a vacância Flávio Dino de Weverton. E assim ele vai perdendo, perdendo, perdendo e enfraquecendo a sua maior arma. Brandão conseguiu desgastar seu governo um ano antes dele acontecer.

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