Flávio Dino saiu de férias no pior momento da pandemia.
Fábio Porchat usa cadáveres do Amazonas para pedir impeachment de Bolsonaro

Apesar de todas as notícias que dão conta de que a gravidade da situação no estado do Amazonas foi causada por corrupção e pela incapacidade do governo preparar-se após um ano da pandemia, o humorista Fábio Porchat afirmou que a situação deve ensejar o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Ele usou suas redes sociais para dizer que a situação basta para o presidente da casa, Rodrigo Maia, pautar o impeachment. O humorista não fez, pelo menos até o momento, qualquer menção aos escândalos de corrupção no estado que tem ligação direto com a falta de insumos hospitalares básicos. A crise de falta de oxigênio no Amazonas não foi observada em nenhum outro estado da federação. Além disso, decorrido quase um ano da pandemia e com todas as medidas restritivas tomadas por prefeitos e governadores, fica evidenciado que o estado foi incapaz de cuidar de seus habitantes. A fala de Porchat soa como oportunismo político. Ao culpar Bolsonaro pelas mortes causadas por corrupção e má-gestão no Amazonas, o humorista usa cadáveres para dar vazão a seu desejo pela deposição do presidente.
Após onda de censura, Twitter e Facebook perdem juntos cerca de R$ 250 bilhões

O Facebook e Twitter desvalorizaram suas ações em $51,2 bilhões (cerca de R$ 250 bilhões) no mercado. Analistas acreditam que as perdas estão ligadas diretamente a onda de censura promovida pelas empresas que chegou ao ápice de atingir o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na semana passada. Segundo o Jornal Market Business Insider, o Facebook perdeu US $ 47,6 bilhões em valor e o Twitter caiu US $ 3,5 bilhões. As quedas nas ações da empresa foram acentuadas no decorrer da semana e criaram uma espécie de “efeito manada” afastando os investidores das duas plataformas. “Quando os mercados fecharam na terça-feira, a capitalização de mercado do Facebook estava US $ 47,6 bilhões abaixo do nível de sexta-feira”, explicou o jornal. O presidente Trump declarou que os atos de censura das empresas poderiam ser catastróficos para elas. “Acho que a grande tecnologia está fazendo uma coisa horrível por nosso país e por nosso país. E acredito que será um erro catastrófico para eles”, disse. Visivelmente abalado com as perdas, o CEO do Twitter, Jack Dorsey, disse que não comemoraria e nem sente orgulho de ter banido a conta de Trump, mas que a decisão foi tomada com base nas “melhores informações que tinham sobre ameaças à segurança física dentro e fora do Twitter. A declaração pode ter sido uma medida para ‘amenizar’ os impactos econômicos que a rede social sofreu.
Braide promete vacinação contra a Covid-19 para quarta (20)

O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), prometeu iniciar a vacinação na capital maranhense para na próxima semana. O comunicado foi feito nas redes sociais do prefeito após reunião com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Enquanto o govern Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Eduardo Braide (@eduardobraide)
Coletivo Nós tentou barrar criação da Secretaria da Pessoa com Deficiência

Logo na primeira sessão da Câmara Municipal de São Luís o vereador Jhonatan Alves Soares (PT), que representa o Coletivo Nós, demonstrou a farsa que levou o movimento ao Legislativo Municipal. O vereador tentou a todo custo impedir a votação que iria criar a Secretaria da Pessoa com Deficiência e a Subprefeitura da Zona Rural. Duas pastas que atendem diretamente as expectativas das minorias que o famigerado grupo diz defender. A estratégia encontrada pelo Coletivo Nós tratava-se de um pedido de vistas que iria adiar a criação da secretaria. Mesmo sabendo que após o prazo para analisar o projeto ele seria aprovado, o vereador insistiu no pedido que iria ter como único resultado o adiamento da criação de uma pasta voltada para a defesa de minorias. Graças ao presidente da casa, vereador Osmar Filho (PDT), a estratégia covarde do Coletivo Nós de adiar a votação foi contornada e o projeto aprovado pela franca maioria dos vereadores. Durante a sessão causou estranheza, pelos manos aos que não conhecem o modus operanti de grupos extremistas como o Coletivo Nós, a forma ensandecida e completamente autoritária com que Jhonatan Alves tentou fazer valer sua tentativa de impedir a criação da Secretaria da Pessoa com Deficiência e a Subprefeitura da Zona Rural. O petista argumentou que a secretaria e a subprefeitura deveriam ter seus organogramas, quadro de funcionários, orçamento e objetivos já explicitados no decreto de criação da pasta. Se realmente estivesse disposto a defender os interesses da população, em vez de tentar adiar a criação das pastas poderia ter se colocado na função de fiscalizador e exigir do prefeito o cumprimento dos deveres e funções das novas pastas. Entre atrapalhar e fiscalizar, o Coletivo Nós fez a opção pela baderna e pela oposição canina que já era esperada e foi avisada neste blog.
Eduardo Braide começar a cumprir promessas em menos de 15 dias de gestão

O prefeito Eduardo Braide (Podemos) anunciou Carlivan Braga como futuro titular da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência. Braga é coordenador do Fórum Maranhense de Entidades de Pessoas com Deficiência e Patologia. Atacado pela extrema esquerda durante a eleição nas redes sociais, é irônico que o prefeito tenha no fortalecimento das minorias uma de suas primeiras promessas cumpridas na gestão. Braide foi o candidato que mais deu destaque aos portadores de necessidades especiais na campanha durante o pleito. “Estamos fortalecendo a nossa gestão com a Secretaria da Pessoa com Deficiência. Mais que a concretização do que está em nosso programa de governo, essa secretaria representa o nosso compromisso em fazer de São Luís uma cidade verdadeiramente inclusiva”, reforçou o prefeito. Carlivan Braga possui vasto histórico na militância pela promoção das pessoas com deficiência. Assumiu diversos conselhos e tem, pelo menos teoricamente, experiência para tornar São Luís uma cidade mais acessível. Outra ironia da história: o Coletivo Nós mostrou as garras já na primeira sessão da Câmara Municipal e tentou barrar a criação da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência. Comentário no blog logo mais… O “fascista” tenta dar voz a uma minoria e os “progressistas” tentam melar a iniciativa. Tirem suas conclusões.
Em eleição histórica, Famem inicia hoje batalha de 2022

Desde 1996, com a eleição do então prefeito de Balsas, Luiz Rocha – que havia sido governador do estado – a eleição da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem) não ganhava tanta importância como a desta quinta-feira, 14. A disputa entre o atual presidente da entidade, Erlânio Xavier (PDT), e o prefeito de Caxias, Fábio Gentil (PRB), virou mais uma prévia do que deverá ser a sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB), em 2022. Derrotado nas eleições municipais de São Luís, Imperatriz, Pinheiro e Timon – alguns dos principais colégios eleitorais do Maranhão – o vice-governador Carlos Brandão (PRB) tenta, desde então, suplantar o senador Weverton Rocha (PDT) em uma medição de força pré-eleição estadual. Tentou a Câmara de São Luís, mas não conseguiu sequer formar chapa; agora tenta tomar a Famem, apoiando a candidatura de Gentil. Os grupos de Erlânio e Gentil articulam freneticamente e ambos garantem ter maioria para chegar ao comando da entidade. O mais importante, porém, será a quantidade de votos que cada prefeito terá, o que demonstrará a capacidade de articulação de Brandão – que está no exercício do governo – e de Weverton, cujo PDT elegeu a maioria dos gestores. Fábio Gentil é a nova tentativa de Carlos Brandão suplantar a força de Weverton Rocha e se consolidar como opção para o governo em 2022 Ganhando a eleição com Gentil, Brandão respira como pré-candidato a governador e pode sonhar com a cadeira de Dino em 22; se der Weverton, com Erlânio, o pedetista praticamente se consolida como principal candidato a governador e passa a ser a referência das eleições estaduais de 2022. Por isso a quarta-feira, 14, terá uma importância histórica para o Maranhão…