Fufuca viabiliza cursos para jovens de Alto Alegre do Pindaré

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O prefeito de Alto Alegre do Pindaré, Fufuca Dantas (PP), viabiliza cursos voltados para a juventude da região do Vale do Pindaré. Para garantir a capacitação profissional e vaga no mercado de trabalho, visto que a cidade é cortada pela Estrada de Ferro Carajás, Fufuca Dantas viabilizou, em parceria com o Governo do Estado, a chegada de três cursos do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA). “Esse sem dúvida é um grande momento para nossa cidade, além do início da tão sonhada chegada do IEMA em Alto Alegre do Pindaré, esse momento marca uma nova fase na vida dos jovens do município, que terão agora mais oportunidades de capacitação e de entrar no mercado de trabalho”, publicou o prefeito em suas redes sociais. Outro objetivo de Fufuca Dantas é a entrega de um imóvel próprio do IEMA na cidade, cujas obras já estão em fase de conclusão e deve ser disponibilizada nos próximos meses.

Indígenas protestam contra projeto de demarcação de terras

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Indígenas realizaram manifestações no Maranhão em ato contra o Projeto de Lei 490, que tramita no Congresso Nacional e pode alterar a política de demarcação e exploração de terras ocupadas, além do Marco Temporal, nesta terça-feira (29). Sobre este último, considera-se “terras tradicionalmente ocupadas por indígenas” somente aquelas em que existe a presença física dos nativos antes de 5 de outubro de 1988. A manifestação reuniu povos de quatro territórios dos índios: Caru, Alto Turiaçu, Awá e Pindaré, onde habitam comunidades das etnias Guajajara, Awá-Guajá e Ka’apor. O ato na rodovia federal que corta o Estado bloqueou a estrada com pneus, pedestres eram impedidos de passar, exceto ambulâncias. A BR-316 só foi liberada no fim da tarde.

Ministério da Saúde suspende contrato de compra da Covaxin

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O Ministério da Saúde suspendeu temporariamente o contrato de aquisição do imunizante indiano da Covaxin, sob recomendação da Controladoria-Geral da União (CGU), nesta terça-feira (29). Ainda que não tenha comprado, de fato, as vacinas, a pasta de saúde submeteu o contrato ao órgão de controle para análise aprofundada, visto que, em verificação preliminar, a Controladoria não identificou qualquer irregularidade. O contrato também foi analisado pela Diretoria de Integridade do Ministério, que atuará em conjunto com a CGU para uma apuração administrativa dos termos do contrato. “Abrimos uma investigação preliminar semana passada, isto é, uma auditoria específica em relação ao contrato. O tempo de suspensão vai durar tão somente o prazo da apuração. Colocamos a equipe reforçada para ser bastante célere no processo”, afirmou Wagner Rosário, ministro da CGU, exclarecendo que a suspensão é uma ação preventiva. Mediante a Agência Nacional de Vigilância Sanitária não ter permitido a utilização emergencial ou definitivo do imunizante Covaxin, o contrato foi suspenso. A Anvisa autorizou, com restrições, somente a solicitação de importação excepcional dos imunizantes. Logo, os imunizantes chegariam a 1% da população. “Todas as nossas ações resultaram em mais de 630 milhões de doses de vacinas que, neste momento, já fazem da campanha de vacinação contra a Covid-19 um caso de sucesso. Teremos a nossa população acima de 18 anos totalmente imunizada no mês de setembro”, disse Marcelo Queiroga, ministro da Saúde. A suspensão não afeta o ritmo da campanha de vacinação para o combate a pandemia no Brasil e segue práticas de compliance na gestão pública.

Edilázio Júnior e prefeito se reúnem por melhorias de Codó

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Em vídeo divulgado na tarde desta terça-feira (29), o prefeito de Codó, Dr. Zé Francisco, aparece ao lado do deputado federal Edilázio Júnior e do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. No vídeo, o parlamentar Edilázio mencionou recursos para reforma e compra de equipamentos no Hospital Geral Municipal de Codó. Já o prefeito Zé Francisco garantiu que haverá um enorme esforço para que a cidade possa contar com o suporte do governo federal referente à aquisição de importantes recursos. O encontro ocorreu na sede nacional do PSD, em Brasília.

Câmara do Rio autoriza cassação do vereador Doutor Jairinho

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Conselho de Ética da Câmara do Rio autorizou por unanimidade, nesta segunda-feira (28), o relatório que solicita a cassação do vereador Doutor Jairinho. O parlamentar e sua namorada são acusados pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos, e está preso. O relatório de cassação será apreciado nesta semana e serão necessários 34 votos dentre os 51 vereadores que integram a Casa Legislativa. O relator do processo solicitou a cassação por quebra de decoro parlamentar. “Nenhum vereador gostaria de estar aqui, julgando um caso tão triste, a morte de uma criança. O relatório foi embasado no inquérito policial, nos depoimentos das testemunhas e nas provas técnicas. Procuramos fazer um trabalho imparcial, com base nos fatos”, disse Luiz Ramos Filho (PMN). Doutor Jairinho e a mãe de Henry, Monique Medeiros, estão presos desde abril desde ano e são acusados de coação de testemunhas, fraude processual, homicídio triplamente qualificado e tortura de incapaz.

Nem o PCdoB escapou de ser traído por Flávio Dino

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Em 2006 o então ex-juiz Flávio Dino foi eleito sem praticamente fazer campanha com a ajuda do governador José Reinaldo Tavares e do candidato Jackson Lago. Pouco tempo depois o mesmo Flávio Dino foi alçado apoiado para as eleições em São Luís por Jackson Lago. Em 2010 Flávio Dino iniciou uma jornada de traições que teve como primeira vítima o ex-governador Jackson Lago e, 11 anos depois, alcança seu ápice com a traição ao próprio partido, o PCdoB. A LISTA Zé Reinaldo, responsável pelo nascimento político de Flávio Dino, foi defenestrado do grupo do comunista e abandonado por anos. Ao longo dos últimos anos Dino se colocou em lados opostos ao do mentor. Principalmente nas eleições da capital, São Luís. O auge aconteceu nas eleições de 2018, quando Zé Reinaldo foi implodido politicamente sem que Flávio Dino levantasse uma palha para ajudá-lo. Jackson Lago, talvez a figura mais emblemática da esquerda maranhense, foi sabotado por Flávio Dino nas eleições de 2010. O comunista espalhava o boato de que Jackson era inelegível e aleijou sua candidatura. A intenção de Flávio Dino era destruir a imagem de Jackson e assumir o seu lugar como principal opositor ao grupo Sarney. Plano que foi bem-sucedido. Até hoje a família de Lago culpa Flávio pelo ocorrido. Em 2008 Flávio Dino teve o segundo impulso na carreira política. Ao ver que seu candidato, Clodomir Paz, não iria decolar, o prefeito Tadeu Palácio apostou todas as fichas no novato Flávio Dino. Tadeu apoiou Flávio contra a vontade do governador Jackson Lago e contra a vontade do PDT. Flávio perdeu a eleição e em 2012, quando Tadeu pediu ao comunista que o apoiasse, Dino recusou o apoio que fatalmente resultaria na eleição de Tadeu elegeu Edivaldo Holanda Jr. Antes de filiar-se ao PCdoB, Flávio Dino foi membro do PT. Eram constantes os elogios ao partido e a figura do ex-presidente Lula. Contudo, nas eleiçoes de 2014 Flávio Dino posou com Aécio Neves em convenção do PSDB e manifestou apoio ao tucano que enfrentava Dilma. Após ser eleito no 1º turno, Dino “mudou a chave” e traiu o PSDB ao embarcar, sem nenhum pudor, na campanha de Dilma. Recentemente o senador Weverton Rocha, responsável por toda a articulação que fez o PDT embarcar no projeto de Flávo Dino e sacramentar sua primeira eleição em 2014, também foi traído. Weverton manifestou o desejo de ser candidato ao governo em 2022. Após analisar o cenário, o senador decidiu adiar os planos e indicar o vice na chapa de Brandão. Como o tucano deve assumir o governo no ano que vem, irá disputar a reeleição. Isso abriria caminho para Rocha disputar a eleição em 2026. Flávio Dino recusou a proposta e trata Weverton como adversário desde então. Luciano Leitoa, ex-mandatário do PSB no estado, foi por toda a trajetória de Flávio Dino um de seus principais apoiadores no sul do Maranhão. Nesta semana Leitoa teve o partido assalto por Flávio Dino que articulou sua filiação e a deposição de Leitoa do cargo. ATÉ O PCdoB Após ser eleito no PCdoB, ser alçado ao cargo de maior liderança do partido no país e contar com toda a estrutura partidária para si por décadas, Flávio Dino deixou o PCdoB. Em suas entrevistas na nova legenda o governador evita citar o PCdoB. A saída, para manter a tradição, também abriga uma traição. Flávio Dino havia combinado de esperar a votação no plenário da Câmara dos Deputados um projeto do Senado, de autoria de Renan Calheiros (MDB-AL), que permite a dois ou mais partidos se reunirem em uma federação para que ela atue como se fosse uma única sigla nas eleições. Nanico, o PCdoB corre o risco de acabar se não atingir uma votação mínima nas eleições gerais de 2022 (que é de 2% do eleitorado). Caso isso aconteça e o PCdoB não atinja essa votação, perderá recursos públicos, tempo de TV e estrutura na Câmara. Ao invés de ajudar o partido, Flávio Dino apenas abandonou a legenda e mudou-se para outra que pode ser mais útil. Nos grupos do partido o governador já é tratado como aquilo que é: um político traidor. E assim vai sendo forjada uma carreira política baseada no uso das pessoas e instituições e no descarte dessas mesmas pessoas e instituições quando elas perdem utilidade para o projeto pessoal de governador. 

Randolfe denuncia Bolsonaro no STF por prevaricação

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O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), entrou com uma notícia-crime nesta segunda-feira (28) para que o presidente da República seja investigado pelo crime de prevaricação no caso da aquisição da vacina Covaxin. “No dia de hoje protocolei no Supremo Tribunal Federal notícia-crime por conta das graves denúncias envolvendo o presidente da Republica de que não tomou nenhuma providência diante de ter sido notificado da existência de um gigante esquema de corrupção existente no Ministério da Saúde […] a prevaricação é crime exposto no Código Penal, e é por isso que compreendemos a necessidade de Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República instaurarem um procedimento de investigação”, afirmou Randolfe. A suspeita levantada pelo parlamentar, através de vídeo divulgado por sua assessoria, é que Jair Bolsonaro tenha deixado de agir ao ter sido informado pelo deputado Luís Miranda e seu irmão Luís Ricardo de que haveria superfaturamento nas tratativas para adquirir 20 milhões de doses da vacina indiana ao custo de 1,6 bilhão de reais.

Habitantes da Itália não precisam mais usar máscaras ao ar livre

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Embora a região sul da Itália tenha contrariado a decisão, o governo italiano não obriga mais o uso de máscaras a céu aberto. Conforme o Ministério da Saúde, foram registrados apenas 782 casos e 14 óbitos no último domingo (27), e cerca de 30% da população do país, o que representa aproximadamente 17,8 milhões de pessoas, já estão vacinadas contra a Covid-19. Logo, em função do progresso dos números da pandemia do novo coronavírus e do avanço na campanha de imunização, o governo italiano, que vinha vinha sendo pressionado por isso, liberou pela não utilização do utensílio ao ar livre.

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