Policiais prestam depoimentos sobre como mataram Lázaro

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Policiais de Goiás prestaram depoimentos sobre a morte de Lázaro Barbosa de Sousa, 32 anos. Conforme depoimentos, o assassino e estuprador recebeu cerca de 125 tiros nesta segunda-feira (28). “[…] nos vimos alvos de diversos disparos de arma de fogo, a princípio sem saber precisar de onde vinham. Após nos abrigarmos, foi possível identificar que de dentro de uma espécie de arbusto bem fechado, era de onde vinham os disparos, incessantemente […] foi de imediato verbalizado que ele soltasse a arma e se entregasse, porém, os disparos não cessavam. Não se teve outra alternativa que não o revide armado. Foi uma intensa troca de tiros, devido à dificuldade de ver com precisão onde estava o indivíduo dentro do arbusto”, diz o relato. Logo em seguida, assim que os disparos cessaram, os policiais se aproximaram de maneira cautelosa e, próximo ao arbusto, viram o assassino e uma mochila. Imediatamente acionaram socorro. Lázaro foi morto com pelo menos 38 disparos. O conteúdo localizado com o estuprados releva que ele estava preparado para ficar mais dias escondido. “Ao nos aproximar mais, vimos duas armas de fogo, uma do tipo pistola, que parou aberta com todas as munições deflagradas, e um revólver calibre .38 com 6 munições deflagradas […] Quando ele chegou [ao hospital], já estava sem vida. Nós contamos 38 marcas de tiro. É um cálculo aproximado ainda”, informaram. Foram encontradas na mochila uma faca de cabo verde, carregador de pistola, liga de boracha, coldre de arma de fogo, diversas monuções, fita plástica, balaclava, isqueiro, frasco branco com comprimidos, analgésico, tempero pronto, bolachas, luva de pano, frasco branco com óleo, antibiótico, macarrão instantâneo, cebola e R$ 4,4 mil em espécie. Os depoimentos foram prestados em Registro de Atendimento Integrado, tanto pela Secretaria de Segurança Pública de Goiás, quanto por Rui Borges, secretário de Saúde do município.

MPF ajuiza ação e multa contra Sikêra Jr alegando homofobia

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Ainda que Sikêra Jr rotineiramente conceda espaço para a comunidade LGBTQIA+, o Ministério Público Federal (MPF) moveu uma ação civil pública contra o apresentador da Rede TV alegando crime de homofobia. Os comentários foram feitos após a rede Burguer King lançar uma campanha voltada aos centros de cidadania LGBTQIA+, usando crianças no comercial para reproduzir uma mensagem contra a homofobia. Diante disso, o apresentador contestou o uso de crianças no comercial e alegou que a iniciativa incentiva uma determinada orientação sexual ao público infantil. “A criançada está sendo usada. Um povo lacrador que não convence mais os adultos e agora vão usar as crianças. É uma lição de comunismo: vamos atacar a base, a base familiar, é isso que eles querem […] mas vai chegar um momento que vamos ter que fazer um barulho maior. Deixa a criança crescer, brincar, descobrir por ela mesma […] dentro de uma família, da família tradicional brasileira, nunca será normal. Se você quer dar esse rab… dê, mas não envolva as crianças” No processo, o Ministério Público Federal solicita que a Rede Tv! e Sikêra Jr sejam condenados ao pagamento de R$ 10 milhões a título de indenização por danos morais e coletivos, exigindo “exclusão da íntegra do programa objeto da presente ação que foi veiculado em 25 de junho de 2021 de seus sites e redes sociais e que tanto a emissora como seu apresentador sejam obrigados a publicar retratação pelos mesmos meios e mesmo tempo e em idêntico horário, especificando tratar-se de condenação judicial imposta nos autos da ação, devendo a referida postagem permanecer nos sites da empresa ré pelo prazo mínimo de um ano”. Como se não bastasse a indenização, obrigação de retratação e exigência de permanência mínima dos pedidos de desculpas, tanto do apresentador como da emissora, empresas como HapVida, MRV e TIM suspenderam o patrocínio ao programa.

Deputados do PCdoB atuaram para facilitar importação da Covaxin

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A Medida Provisória que permitiu a importação da vacina indiana CovaXin teve a participação de dois deputados do PCdoB, partido de oposição a Jair Bolsonaro. A compra dos medicamentos tem sido tratada na CPI da Covid-19 como o primeiro escândalo de corrupção do governo federal após dois anos e meio de gestão. A oposição tenta emplacar a tese de que a MP 1.026 foi plantada pelo Governo Federal para facilitar uma futura compra da vacina indiana pelo governo. O problema é que dezenas de parlamentares da oposição apresentaram emendas que muito mais amistosas para a entrada de imunizantes estrangeiros no Brasil. Entre eles, dois membros do PCdoB> O deputado comunista Orlando Silva e da deputada Perpétua Almeida, ambos do PCdoB, apresentaram emenda ao texto da Medida Provisória que facilitava a importação da CovaXin. A emenda dos deputados afirmava que a aprovação pela agência de saúde da Índia iria dispensar a análise do medicamento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a ANVISA. Escandalizados hoje com a suposta “pressão” do presidente Jair Bolsonaro pela compra da vacina, os parlamentares apresentaram meses atrás uma proposta que iria abrir as portas do Brasil para o imunizante. Abaixo uma das emendas.

Deputado estadual Rafael Leitoa é expulso de grupo do PDT

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O deputado estadual Rafael Leitoa foi expulso do grupo de Whatsapp dos membros do Diretório do PDT no Maranhão. Líder do governo Flávio Dino na Assembleia Legislativa, o deputado pode ser a primeira vítima da disputa entre o senador Weverton Rocha, mandatário da legenda no estado, e do vice-governador Carlos Brandão pelo governo em 2022. Leitoa filiou-se ao partido quando tinha 16 anos de idade. A expulsão do grupo surpreendeu o parlamentar que pretende recorrer ao presidente nacional Carlos Lupi.  “Ele tem que saber o que está acontecendo. Sou expulso de grupos de WhatsApp do diretório municipal do PDT. Poderiam logo tentar fazer um processo legal e correto como partido democrático que é”, afirmou Rafael Leitoa ao jornal O Imparcial. Ação pode agilizar saída do deputado estadual do partido e embarque definitivo no grupo do vice-governador Carlos Brandão.

Militantes indígenas pedem morte de Bolsonaro em protesto

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Um grupo de militantes indígenas ligados a partidos de esquerda fez um protesto em que simulou a morte do presidente Jair Bolsonaro. Com um caixão com a foto do presidente, indígenas percorreram o gramado da Esplanda dos Ministérios até o Congresso Nacional. O ato tinha como alvo o Projeto de Lei 490/2007 que está sob responsabilidade de deputados federais e senadores e que altera a forma como são demarcadas terras indígenas. Apesar disso, Os agitadores seguravam um caixão com a foto de Bolsonaro e tocaram a Marcha Fúnebre. Caso o projeto vire lei, para que uma terra seja demarcada, os indígenas teriam que comprovar que já estavam por lá antes de 1988.

Indiano com variante Delta da Covid-19 morre em São Luís

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O tripulante indiano da embarcação que chegou à costa do Maranhão em maio morreu no final de semana em São Luís devido a infecção da cepa Delta da Covid-19. A morte foi confirmada no sábado (26) da cepa indiana que é considerada a mais agressiva em circulação no mundo. A vítima era um homem de 54 anos e estava internado em hospital privado desde o dia 4 de maio. A embarcação MV SHANDONG DA ZHI recebeu autorização na semana passada para atracar no Porto do Itaqui.

Facebook atuou a mando da campanha de Biden contra Trump

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E-mails vazados mostram que funcionários da campanha de Joe Biden pressionaram o Facebook para censurar seu oponente nas últimas eleições dos EUA, Donald Trump. Os documentos revelam que membros da campanha agiam como mandatários da equipe que promove a supressão de conteúdo na plataforma. Entre outros, foram identificados membros do Partido Democrata. Um deles Timothy Durigan, membro da campanha de Biden. Em um dos e-mails, enviados por um alto funcionário de Biden em 22 de setembro, ele exigiu a remoção de um vídeo de Donald Trump Jr. onde ele falava sobre cédulas de e-mail. Os e-mails reforçam a tese de que as Big Techs participaram de uma conspiração para prejudicar a reeleição de Donald Trump.

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