PF resgata trabalhadores em condições análogas à de escravos

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Em ação conjunta com a Superintendência Regional do Trabalho em Sergipe e o Ministério Público do Trabalho, a Polícia Federal deflagrou operação para enfrentar o crime de redução a condição análoga à de escravo nos dias 24 e 25 de janeiro. Os primeiros levantamentos apontavam que os trabalhadores recrutados do Estado do Rio Grande do Norte para trabalhar no corte de cana-de-açúcar no interior do estado do Sergipe teriam sido submetidos à jornada exaustiva e estavam sujeitos a condições degradantes de trabalho, além de terem suas locomoções limitadas devido às dívidas contraídas com a empresa empregadora. Nas diligências realizadas, foram confirmados os indícios iniciais e encontrados 11 trabalhadores, provenientes dos estados do Maranhão e do Piauí. No ano de 2021, 47 operações policiais especiais foram deflagradas pela PF, o que representa um aumento de 470% em comparação com o ano de 2020. A Polícia Federal também foi responsável pelo apoio de 57% das ações do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), nas fiscalizações de trabalho escravo em todo o território nacional, tendo auxiliado no resgate de 764 trabalhadores ao longo do ano passado.

Andrea Murad descarta possibilidade de apoiar Carlos Brandão

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A ex-deputada estadual Andrea Murad publicou um vídeo nas suas redes sociais neste domingo (30) e descartou apoio ao pré-candidato a reeleição, vice-governador Carlos Brandão. “Não tenho absolutamente nada contra Brandão. Mas não apoiaria uma pessoa que está querendo dar uma continuidade a um Governo que eu não aprovei e que eu não aprovo. Então, eu não apoiaria Brandão”, afirmou a ex-parlamentar. Andrea Murad aguarda a saída em definitivo do vice-governador Brandão do PSDB, rumo ao PSB, para retomar tratativas com o presidente nacional do partido, Bruno Araújo, que a convidou para disputar o Governo do Estado pela sigla tucana. Na oportunidade, a líder do Bloco Parlamentar de Oposição nos períodos de 2015 a 2019 reforçou seu posicionamento e alfinetou o governador Flávio Dino (PSB) sobre relação dele com o ex-presidente José Sarney e incoerência do socialista, que é pré-candidato ao Senado. “Na política tudo é possível, né. Você não vê o Flávio Dino indo na casa do Sarney pedir para o Sarney ajuda-lo a entrar na Academia [Maranhense] de Letras. Mas tudo de ruim que acontece no Estado o Flávio Dino diz que é culpa do Sarney. Vai entender”.

Coreia do Norte volta a lançar míssil com capacidade nuclear

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A Coreia do Norte testou um míssil com capacidade nuclear de alcance intermediário Hwasong-12. O último lançamento com a mesma capacidade ocorreu em 2017. “O teste de disparo de inspeção foi realizado com o objetivo de inspecionar seletivamente o míssil balístico de longo alcance superfície-superfície Hwasong-12 e verificar a precisão geral deste sistema de armas”, informou a agência de notícias do país KNCA. O presidente sul-coreano, Moon Jae-in, alegou que a recente enxurrada de testes norte-coreanos lembra quando a ditadura coreana lançou seus maiores mísseis e atraiu ameaças dos Estados Unidos, em 2017. O ministro da Defesa sul-coreano, Suh Wook, visitou o Comando de Mísseis do Exército de seu país hoje (31) para averiguar sua prontidão diante dos lançamentos da Coreia do Norte. “A série de testes de mísseis da Coreia do Norte, incluindo mísseis balísticos de alcance intermediário, representam uma ameaça direta e séria para nós e um grave desafio à paz e estabilidade internacionais […] Vamos manter uma postura de prontidão militar total que pode responder imediatamente a qualquer situação”, disse Suh Wook em um comunicado. O ministro da Defesa do Japão, Nobuo Kishi, disse que o aumento dos testes norte-coreanos não pode ser tolerado. Os Estados Unidos também demonstraram preocupação, alegando que os lançamentos de mísseis da Coreia do Norte possam ser precursores da retomada dos testes de armas nucleares.

ALEMA e Câmara de São Luís retomam atividades nesta quarta

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A Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão e Câmara Municipal de São Luís retomam as atividades nesta quarta (02). No Parlamento Estadual, as pessoas só poderão acesso as dependências da Casa mediante comprovação da conclusão do ciclo vacinal contra o novo coronavírus, de acordo com o que determina a resolução baixada pelo presidente Othelino Neto, cuja sessão solene corresponde ao início dos trabalhos da 4ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura e terá início às 9h30. Já na Câmara Municipal de São Luís, a sessão solene corresponde a 20ª Legislatura do 3º Período Legislativo e começa às 8h.

TJMA define Mesa Diretora para próximo biênio nesta semana

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A votação da Mesa Diretora que deve definir os (as) desembargadores (as) do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) que vão comandar o Poder Judiciário estadual no biênio que se inicia em abril de 2022 e vai até abril de 2024 ocorrerá nesta quarta (2). As eleições definirão os nomes para os cargos de presidente, vice-presidente e corregedor-geral da Justiça e acontecerá em sessão plenária administrativa, marcada para as 9h, na Sala das Sessões Plenárias do Tribunal, com transmissão ao vivo pelo canal oficial do TJMA no YouTube e pela Rádio Web Justiça do Maranhão. Os candidatos e candidatas para cada cargo deverão se inscrever com pelo menos 48 horas de antecedência, cujo quórum para votação é de dois terços dos membros do Tribunal. Será adotada uma cédula para eleição de cada cargo e, antes da votação, os candidatos a presidente e a corregedor-geral farão apresentação de suas propostas por, no máximo, dez minutos. Os membros eleitos para os cargos de presidente, vice e corregedor-geral da Justiça vão exercer mandato de dois anos, sendo vedada a reeleição, seja para o período subsequente ou não. Conforme o Regimento Interno, o desembargador que tiver exercido dois de quaisquer dos cargos de direção, não figurará mais entre os elegíveis, até que se esgotem todos os nomes na ordem de antiguidade. Isto não se aplica ao desembargador eleito para completar período de mandato inferior a um ano. A posse dos eleitos ocorrerá na última sexta-feira útil do mês de abril do ano da eleição, que será realizada em sessão solene do Plenário.

Prefeitura de São Luís adia aulas e Carlos Lula contesta

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Após a Secretaria Municipal de Educação (Semed) anunciar, na última sexta (28), o adiamento do início do ano letivo de 2022 na rede de ensino para o dia 22 de fevereiro devido aos aumentos de casos do novo coronavírus e das síndromes gripais na região metropolitana, o secretário de Estado de Saúde Carlos Lula contestou. Eu entendo a dificuldade do momento mas já são praticamente 2 anos sem aulas em São Luís. Isso é preocupante. Uma perda irreparável para nossas crianças. Cidades menores, com bastante cautela, já conseguiram retomar as aulas. Por que a capital do estado não conseguiu? https://t.co/aXcIMak3tM — Carlos Eduardo Lula (@carloselula) January 29, 2022 De acordo com o secretário estadual de Saúde do Maranhão e pré-candidato a deputado estadual pelo PSB, Carlos Lula, a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas (ONU), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef-Brasil) são a favor do retorno. O titular da SES/MA mandou recados nas redes sociais destinadas a gestão do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), alegando que não dá para a capital continuar pelo terceiro ano sem funcionamento das escolas. Todos os professores e demais funcionários ativos já estão vacinados. E o melhor lugar para vacinar crianças e adolescentes rapidamente é na Escola, não nas férias eternas ou com atividades remotas. A perda pra vida das crianças é incalculável. — Carlos Eduardo Lula (@carloselula) January 29, 2022 Precisamos é vacinar e nos cuidar. Mas não podemos assumir ou enfrentar a pandemia como se estivéssemos numa era pré-vacinas. A pandemia não acabou, mas caminhamos para derrotá-la. De preferência, sem ofender o direito à educação de nossas crianças e adolescentes. — Carlos Eduardo Lula (@carloselula) January 29, 2022 O retorno presencial das atividades estava previsto para o dia 1º de fevereiro. A decisão é fruto de reunião entre Semed, Sindicato dos Profissionais do Ensino Público Municipal (Sindeducação) e o Ministério Público do Maranhão (MP-MA).

Versão de Daniela Tema sobre veículo apreendido pela PRF é falsa

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Agentes da Polícia Rodoviária Federal aprenderam R$ 575.860 em espécie nas proximidades de Peritoró no dia 18 de janeiro. Após investigações, ficou comprovado que o veículo é de proriedade de Zale Jardão Meneses, mãe da deputada Daniela Tema. Em nota divulgada no dia seguinte, a deputada tomou para si a explicação do acontecido e afirmou que o veículo já havia sido vendido e que, tanto ela quanto a mãe, não poderiam ser envolvidas no caso. Pois bem, a versão contada pela deputada não condiz à realidade. Não há registros legais da suposta venda divulgada pela deputada. o documento comunicou que o veículo, um Toyota Corola XEI de placas PTM4562, não era mais de propriedade da sua mãe e que o processo de venda havia “seguido os tramites legais do processo de compra e venda”. Levando-se em consideração que esse processo significa a comunicação da venda do veículo ao Detran (reconhecidamente como a autoridade legal responsável por esse tipo de processo), a versão contada pela parlamentar não é verdadeira. Não constam quaisquer registros de transferência, comunicação de venda e nem sequer a emissão de guias de pagamento para o início do processo no sistema. A informação foi repassada por fontes dentro da Polícia Rodoviária Federal que têm acesso ao sistema. Para provar a veracidade da denúncia contra a parlamentar, são expostos aqui os últimos quatro números do chassi (1599) e do Registro Nacional de Veículos Automotores, o Renavam (7285). PROBLEMA ANTIGO No início de dezembro de 2021 a parlamehtrar envolveu-se em uma polêmica com policiais militares após uma revista de rotina em Tuntun, cidade do interior maranhense. Na ocasião, a parlamentar reclamou da forma como foi aborada pelos policiais. Um vídeo da ação dos policiais mostra que eles seguiram todos os procedimentos legais. Apesar disso, a deputada afirmou ser vítima de abuso de autoridade pelos agentes. O fato é que, até a publicação da nota, a deputada não poderia ser envolvida de nenhuma forma com o episódio. Após divulgar informação inverídica, não se pode dizer o mesmo. Qual a intenção da parlamentar em tentar eximir a família do caso?

As inúmeras contradições da pandemia

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Não é grave, é grave. Fique em casa, procure ajuda. Não transmite, transmite. Não precisa de máscara, use máscara. Uma dose basta. Depois duas, três, agora quatro. O enfrentamento de um vírus desconhecido foi (e ainda é) uma montanha-russa de descobertas, que desafia os centros mais avançados da medicina e da pesquisa mundial. Em pouco mais de dois anos, a ciência teve um papel decisivo nos rumos da pandemia, ao trazer conhecimento, alternativas de tratamento e prevenção, e no desenvolvimento de vacinas contra a covid-19. Apesar dos inegáveis avanços, a emergência sanitária escancarou uma realidade global: sempre houve mais dúvidas do que certezas sobre a pandemia. E é natural que seja assim. Afinal, a ciência se baseia no ceticismo, na observação e na experimentação para formular conclusões. E não em crenças nem tabus.  No entanto, o que se viu ao longo dos meses de convivência com a doença foi uma tonelada de “orientações científicas” defendidas como verdades absolutas, sem possibilidade de questionamento algum. Pior. Em alguns momentos, o debate foi simplesmente interditado, e a tentativa de dialogar com opiniões divergentes foi desastrosa. Algumas notícias tachadas de “falsas” se mostraram reais no decorrer da crise. A possibilidade de um reforço quando autoridades ainda “pregavam” que o cidadão estaria completamente protegido com duas doses é só um exemplo. Sim, alguns países já estão na quarta injeção. É como se, de um lado, estivesse a ciência, incontestável, e, de outro, uma turma irresponsável que desdenha do conhecimento e do trabalho dos cientistas. No curso da crise sanitária, políticos e “gestores” globais juram de pés juntos que todas as suas decisões foram amparadas pelo rigor científico. Mas é só rebobinar um pouco a “fita pandêmica” para constatar que muitas medidas desafiaram não apenas a ciência, como também a lógica. A desconfiança e o cansaço de boa parte da população são justificáveis.  Quando a OMS decretou pandemia, o mundo registrava 118 mil casos de covid-19 em 114 países e mais de 4 mil mortes pela doença Diante das contradições e das incertezas em torno da pandemia — coisa que raríssimas autoridades são capazes de reconhecer —, Oeste reuniu algumas orientações que mudaram ao longo do tempo, sem prejuízo de outras, que (certamente) ainda estão por vir: Demora na decretação da pandemia A Organização Mundial da Saúde (OMS) demorou a reconhecer a gravidade da covid-19, o que contribuiu para que o vírus se espalhasse mais rápido pelo planeta. Em 14 de janeiro de 2020, a OMS divulgou, em seu perfil oficial do Twitter, que não havia evidências, segundo as autoridades chinesas, de que o coronavírus fosse transmitido entre humanos: “As investigações preliminares conduzidas pelas autoridades chinesas não encontraram ‘evidências claras’ de transmissão humano para humano do coronavírus identificado em Wuhan.” Preliminary investigations conducted by the Chinese authorities have found no clear evidence of human-to-human transmission of the novel #coronavirus (2019-nCoV) identified in #Wuhan, #China . pic.twitter.com/Fnl5P877VG — World Health Organization (WHO) (@WHO) January 14, 2020 Duas semanas depois, o órgão publicou que o contágio fora da China era “muito limitado”: “Até agora, WHO está atenta a um caso de transmissão humano para humano do coronavírus fora da China, no Vietnã. Ainda é um caso em muitos. Mas estamos encorajados que até agora não vimos mais transmissão de humano para humano fora da China. Estamos monitorando o surto constantemente.” So far, WHO is aware of one case of human-to-human transmission of #coronavirus outside , in Vietnam. That’s still one case too many. But we’re encouraged that so far we have not seen more human-to-human transmission outside . We’re monitoring the outbreak constantly. pic.twitter.com/Kh3bwljpDG — World Health Organization (WHO) (@WHO) January 27, 2020 O reconhecimento oficial da pandemia pelo presidente da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, só aconteceu na segunda semana de março de 2020: “Esta é a primeira pandemia causada por um coronavírus. Não podemos dizer isso alto o suficiente, com clareza suficiente ou com frequência suficiente: todos os países ainda podem mudar o curso da pandemia. Esta é a primeira pandemia que pode ser controlada.” Describing the situation as a pandemic does not change @WHO’s assessment of the threat posed by this #coronavirus. It doesn’t change what WHO is doing, and it doesn’t change what countries should do. https://t.co/B50XcObEva — Tedros Adhanom Ghebreyesus (@DrTedros) March 11, 2020 Quando a OMS decretou pandemia, o mundo registrava 118 mil casos de covid-19 em 114 países e 4.291 mortes pela doença.   Uso de máscara No início da crise sanitária, a OMS afirmava que não havia evidências suficientes para recomendar o uso de máscaras em pessoas saudáveis. O órgão aconselhava o uso do item de segurança apenas por doentes, por profissionais da saúde e pessoas em contato com contaminados.  No entanto, em junho de 2020, a OMS mudou a orientação, com base em estudos, e disse que as máscaras deveriam ser usadas em público, para ajudar a impedir a propagação do coronavírus. Mas o órgão não recomendava o uso do equipamento de proteção durante a prática de atividades físicas. Ao mesmo tempo, no Brasil, a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) defendia o uso do equipamento para praticar exercícios físicos. “Se você pedala em uma bicicleta, o deslocamento do seu corpo produz um turbilhonamento do ar, formando um pequeno vácuo atrás, que cria uma ‘cauda’, como se fosse um cometa, levando as gotículas da sua saliva. Quem vier atrás será atingido, mesmo a uma distância de 10 a 20 metros”, disse Carlos Alberto Eid, coordenador da comissão de atendimento pré-hospitalar da Abramet. Boa parte das cidades brasileiras instituiu o uso obrigatório de máscaras, em locais abertos e fechados, e impôs cobrança de multa para quem não usasse o item. No Estado de São Paulo, o uso de máscaras continua obrigatório pelo menos até 31 de março.  Hospital? Só em caso de falta de ar Enquanto esteve à frente da pasta, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta foi criticado por orientar as pessoas com sintomas de covid-19 a ficarem em casa e só procurarem ajuda médica em caso de falta de ar.  Ao

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