Major Araújo comandará o COSAR em Bacabal

BACABAL, 23 de maio de 2024 – O Major Araújo, após dois anos de serviço no 19º Batalhão da Polícia Militar (BPM) em Pedreiras, foi transferido para o 15º BPM em Bacabal, onde assumirá o comando do COSAR (Comando de Operações de Salvamento e Resgate). Sua apresentação oficial em Bacabal ocorreu hoje, e a transição de comando será concluída amanhã (24). Durante uma entrevista concedida à imprensa local, o Major Araújo compartilhou suas experiências e aprendizados adquiridos enquanto comandava a Polícia Militar em Pedreiras. Ele destacou que Pedreiras foi uma cidade acolhedora e que, embora esteja se mudando, sua colaboração com a região continuará devido ao amplo alcance de atuação do COSAR. “Trabalhei por muito tempo em Bacabal e, há dois anos, recebi o convite do Coronel Aguiar para ajudá-lo em Pedreiras. Esses dois anos foram um período de aprendizado significativo, onde pude desenvolver nosso serviço na região. Guardo boas lembranças de Pedreiras, mas essa mudança não significa o fim da minha passagem por aqui, já que o COSAR atua em toda a região do Médio Mearim”, afirmou o Major. A transferência de Major Araújo também é notável por marcar a primeira vez que uma mulher assumirá o comando do 19º BPM, destacando um momento significativo de progresso na liderança dentro da Polícia Militar na região.

Deputado maranhense aprova moção de repúdio contra show anticristão

BRASÍLIA, 23 de maio de 2024 – A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (22), uma moção de repúdio direcionada às cantoras Madonna, Anitta e ao cantor Pabllo Vittar. O motivo da censura é o conteúdo do show anticristão realizado na praia de Copacabana, em 4 de maio, que, segundo os deputados, ofendeu a fé da maioria dos brasileiros. O deputado da bancada maranhense, Allan Garcês (PP), foi um dos autores do pedido de repúdio. O show anticristão foi também criticado por ter acontecido durante um período de graves enchentes no Rio Grande do Sul, o que adicionou uma camada de controvérsia ao espetáculo. Outros signatários incluem Chris Tonietto (PL-RJ), Cristiane Lopes (União-RO), Clarissa Tércio (PP-PE) e Júlia Zanatta (PL-SC). Deputadas de extrema-esquerda, como Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e Erika Kokay (PT-DF), tentaram excluir o texto da ordem do dia do colegiado, mas foram votados contra. Segundo o Código Penal brasileiro, o crime de “vilipêndio da fé” ocorre quando há desrespeito por crenças religiosas, manifestado por meio de palavras, escritos ou gestos ofensivos. A moção de repúdio também se estende ao governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e ao prefeito da cidade, Eduardo Paes (PSD), criticados por autorizarem a realização do show. “Se a Prefeitura e o Governo do Rio permitiram o show, sabendo de seu conteúdo sexual e erótico aberto ao público, então assumiram o risco”, afirmou Garcês.

Senado aprova lei de proteção para criminosos LGBTQIA+

BRASÍLIA, 23 DE MAIO DE 2024 – O Senado aprovou nesta quarta-feira (22) um projeto de lei que, caso sancionado, irá proteger criminosos encarcerados pertencentes à comunidade LGBTQIA+. O PLP 150/2021, do senador petista Fabiano Contarato (PT-ES), exige que o estado seja responsável pela construção de celas exclusivas para pessoas que se autodeclarem LGBTQIA+. O texto ainda deve ser apreciado pela Câmara dos Deputados. Os senadores maranhenses, Weverton Rocha (PDT), Eliziane Gama (PSD) e Ana Paula Lobato (PDT) votaram pela aprovação do projeto. Além de celas personalizadas e exclusivas, criminosos LGBTQIA+ também irão ter direito a atendimento diferenciado por parte dos agentes carcerários. Recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) irão ser destinados para capacitação continuada dos profissionais do sistema prisional para o tratamento dos presos que se identificarem como LGBTQIA+.  Apesar do caráter nítido de elevação da condição dos criminosos LGBTQIA+ em relação aos demais presidiários, tanto base do governo quanto oposição manifestaram apoio ao projeto. Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que a lei que condiciona celas exclusivas e tratamento diferenciado não traz privilégios para a população LGBTQIA+.

Toffoli anula decisões da Lava Jato contra Marcelo Odebrecht

BRASÍLIA, 22 de maio de 2024 – O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou nesta terça-feira (21) todas as decisões tomadas pela 13ª Vara Federal de Curitiba relacionadas ao empresário Marcelo Odebrecht no contexto da Operação Lava Jato. A decisão incluiu também o trancamento de todos os procedimentos penais contra o empresário. Toffoli justificou a anulação apontando para um conluio entre magistrados e procuradores da República que atuavam na operação, evidenciando problemas como arbitrariedades, desrespeito ao devido processo legal, parcialidade e atuações fora da competência. “Diante do conteúdo dos diálogos entre magistrado e procurador sobre o requerente e as empresas que presidia, a função de acusação se confundiu com a de julgar, comprometendo as bases do processo penal democrático”, afirmou Toffoli. A Operação Spoofing, que revelou trocas de mensagens entre membros da Lava Jato, mostrou condutas ilegais, como ameaças a familiares do empresário, exigência de renúncia ao direito de defesa para liberação e pressões sobre o advogado. Toffoli ainda mencionou um relatório do corregedor-nacional de Justiça, ministro Luís Felipe Salomão, que descreveu a gestão dos recursos da Operação Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba como “absolutamente caótica”. A defesa de Marcelo Odebrecht argumentou que o caso dele era similar ao de outros réus da Lava Jato que tiveram seus processos anulados devido a irregularidades nas investigações, levando à decisão favorável do STF. Em um evento relacionado, a Segunda Turma do Supremo reconheceu a prescrição de uma das condenações do ex-ministro José Dirceu na Operação Lava Jato. A maioria dos ministros concordou que a condenação de Dirceu por corrupção passiva, de oito anos e dez meses de prisão, prescreveu, eliminando a possibilidade de punição pelo crime. Dirceu foi condenado em um processo que investigou irregularidades entre contratos da Petrobras e a empresa Apolo Tubulars.

Governo Lula vai instituir maior taxa do mundo para importados

BRASÍLIA, 16 de maio de 2024 – Deve ser votada em breve proposta apoiada pelo Governo Lula que deve transformar o Brasil no país que mais cobra imposto do mundo de encomendas da China. O Projeto Mover, que tramita na Câmara de Deputados, todos itens serão taxados em 92%. A taxa será a maior praticada em todo o mundo. Na prática, a nova legislação irá exigir que o consumidor adquira um produto e pague por dois. Sendo que o valor do outro vai para o governo. A justificativa do projeto, chamado de Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), é a isonomia tributária entre a taxação sobre produtos brasileiros e os importados. Segundo empresas de importação da China, os principais atingidos devem ser os mais pobres do Brasil. A nova política de taxação não irá afetar quem viaja para fora o exterior para fazer compras. Afinal a lei permite a pessoas que viajem compras de até R$ 5 mil livres de imposto.   Quem não tem possibilidade de viajar e usa as plataformas de e-commerce internacional para importar, será muito mais afetado. “A mudança terá grande impacto, principalmente na população mais pobre, que utiliza as plataformas de e-commerce internacional para acessar uma rica variedade de bens a preços acessíveis”, afirmou o Aliexpress. A nova política de taxação do Governo Lula (Remessa Conforme), que deu fim ao afrouxamento de cobrança de imposto durante os anos da gestão de Jair Bolsonaro, vem crescendo exponencialmente. Neste ano aconteceu um aumento de 243% a mais do que no primeiro ano de gestão do petista. Atualmente, a Remessa Conforme isenta de imposto de importação compras internacionais abaixo de US$ 50 feitas por pessoas físicas no Brasil e enviadas por pessoas jurídicas no exterior. Para isso, as empresas precisam se cadastrar na Receita, em uma espécie de plano de conformidade que regularizou essas transações. Caso seja aprovado o novo texto, todas as compras de qualquer valor serão taxadas pelo governo, elevando a taxa de imposto para o primeiro lugar em todo o planeta.  

Janja espalha fake News sobre possível candidatura

BRASÍLIA, 16 de maio de 2024 – A mulher do presidente Lula, Janja Lula da Silva, deu a entender em entrevista concedida nesta semana que não disputa cargo público por falta de vontade. “Sempre fui uma pessoa ativa na política, mas muito dos bastidores“, disse. A informação é falsa. Mesmo se quisesse, a primeira-dama seria impedida de disputar eleição. Desta forma, não é a vontade que determina a não participação em eleições, mas a Constituição. A primeira-dama ainda afirmou, como justificativa de sua não eleição, a falta de atração por cargos. “Talvez eu não tenha muita paciência“. “Não (sobre a disputa de cargos), eu sempre fui uma profissional, uma pessoa ativa na política, mas eu sempre fui muito de bastidor”, completou Janja. O inciso 7º do 14ºartigo da Constituição são expressamente proibitivos em relação a uma possível tentativa de candidatura de Janja. “São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consanguíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção, do Presidente da República, de governador de Estado ou Território, do Distrito Federal, de prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito, salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição”. Desta forma, de acordo com a Constituição, a mulher de Lula é inelegível para qualquer cargo público em todo o Brasil. A menos que ela já fosse titular de mandato eletivo antes da eleição de 2022, o que não é o caso. A primeira-dama Janja mente ao ocultar a razão real pela qual não pode disputar eleições e coloca sua vontade como determinante para tanto.  e esteja se candidatando à reeleição.

Âncora da Globo que chamou Bolsonaro de ‘genocida’ é demitido por assédio sexual

Rio de Janeiro, 29 de abril de 2024 – Alexandre Kapiche, apresentador do RJ1 da InterTV, afiliada da Globo no interior do Rio de Janeiro, foi demitido nesta sexta-feira, 26. O jornalista, que também trabalhava como chefe de Redação da afiliada, era popular nas redes sociais por contra Jair Bolsonaro e foi dispensado pela emissora diante de uma acusação de assédio sexual. O âncora e executivo estava na empresa desde 2017, inicialmente dando expediente no interior de Minas Gerais, e foi transferido para o Rio de Janeiro 2 anos depois, como âncora do telejornal noturno RJ2. A afiliada da Globo se manifestou publicamente depois que os telespectadores cobraram um posicionamento. A InterTV confirmou a demissão de Alexandre Kapiche, mas não quis se pronunciar sobre as denúncias de assédio sexual contra seu principal nome. “A InterTV RJ confirma o desligamento de Alexandre Kapiche, mas não comenta assuntos internos”, afirmou a empresa. Mayara Rodrigues, mulher do jornalista e titular do mapa-tempo nos telejornais da InterTV, usou as redes sociais para defender o marido. “Eu só tenho orgulho de você, meu amor! Hoje e sempre! Você é um homem integro e todos sabem disso! Eu te amo!”, escreveu a comunicadora, que até a publicação deste texto segue como contratada da emissora. Acusado de assédio sexual, jornalista da Globo era ‘queridinho’ da web Popular nas redes sociais, Alexandre Kapiche já havia feito reportagens e entradas ao vivo para diversos programas nacionais da Globo, como Mais Você, Jornal Hoje, Encontro com Patrícia Poeta e até mesmo o Jornal Nacional. Ele ganhou notoriedade há 3 anos, depois de adotar uma postura opinativa como âncora da versão do interior do telejornal RJ2. Em 2021, o apresentador ensinou ao público como votar para eliminar Karol Conká do BBB usando o telão do telejornal. “Vai aparecer aqui para clicar no ‘sou humano’, agora sim, votação feita. Se é pra tombar, tombamos. Tchau, tchau pessoal”. A referência na palavra tombar era por causa da música Tombei, uma das mais conhecidas da cantora. Meses depois, Kapiche voltou a repercutir nacionalmente por conta de seu posicionamento contra Jair Bolsonaro. Em 11 de março daquele ano, quem assistia ao RJ2 se deparou com um editorial fazendo uma retrospectiva das falas do político em pronunciamentos em rede nacional e em aparições públicas desde que o início da pandemia. O telejornal, que era apresentado pelo jornalista, que acumulava a ancoragem com o posto de editor-chefe, afirmou textualmente que o então Presidente da República era “negacionista” e “genocida”.

Detalhes inéditos da agressão do professor do IFMA contra estudante

SÃO LUÍS, 27 de abril de 2024 – Na madrugada de quinta-feira (26), por volta de 1h da manhã, o estudante de economia Claudio (sobrenome ocultado a pedido da vítima) voltava para o interior de seu apartamento, localizado no La Touche Residente, quando cruzou com o professor Ariel Tavares Pereira. Visivelmente sob o efeito de entorpecentes, o professor partiu começou a xingar o estudante e agredi-lo. A seguir, você irá saber todos os detalhes da agressão. 1:05 O ENCONTRO Claudio acabara de voltar do recebimento de uma entrega no condomínio La Touche Residence, quando cruzou com o professor do IFMA, Ariel Tavares Pereira. Sem camisa, o estudante cruzou com o professor que saía do prédio em disparada. Ao passar por Cláudio, o professor perguntou a ele se era bolsonarista. O estudante respondeu apenas “sim”. A palavra foi o suficiente para que o professor entrasse em surto e começasse a xingar o estudante. Ariel o chamou de “viado”, “moleque”, “fudido” e “gordinho fascista”. Morador do prédio, Cláudio afirmou que nunca havia cruzado com o professor nas dependências do prédio. Por segurança, ele decidiu filmar as agressões verbais e a placa do veículo de Ariel, que estava estacionado na porta do condomínio. Enquanto era xingado, Claudio foi abordado por outros dois professores do IFMA. O estudante manifestou sua insatisfação com o comportamento de Ariel Tavares Pereira e perguntou aos dois se algum iria leva-lo para casa, dado seu visível estado de intoxicação. Subitamente, o surto do professor se agravou e as violência verbal tornou-se física. Ariel empurrou Cláudio, depois desferiu um chute, seguido de um soco. O estudante caiu e, com a ajuda de um amigo que o acompanhava, conseguiu desvencilhar-se do agressor e entrou no condomínio. 1:20 INVASÃO E RACISMO Ao perceber que a vítima havia entrado no condomínio, o professor arrombou o portão e invadiu o condomínio e continuou as agressões. Neste momento, ele foi interpelado pelo porteiro do condomínio. Neste momento, as agressões também se voltaram contra o porteiro. Ariel começou a chamá-lo de “capitão do mato”, “escravo da burguesia” e “preto safado”. Acordado pelos gritos de Ariel, o subsíndico desceu e também foi xingado. Um dos professores que participava da festa conteve Ariel Tavares Pereira após ele invadir o prédio. Testemunhas afirmam que, também incomodado pelo surto do colega, ele chegou a agredir o próprio Ariel, pedindo a ele que parasse. Segundo pessoas que presenciaram a cena, o colega de Ariel temia que o surto do colega o prejudicasse em uma eleição. 2H30 ARIEL TAVARES PEREIRA PRESO Por volta de 1h30 da madrugada, Claudio decidiu ligar para a polícia. Duas guarnições da Polícia Militar chegaram ao lugar. Ao constatarem o surto do professor e os visíveis indícios de intoxicação, os policiais decidiram colocá-lo no camburão. O agressor e as vítimas foram conduzidos ao Plantão central da Polícia Civil, na Rua do Norte. Na delegacia, cerca de 2 horas após o início da confusão, Ariel ainda apresentava surto motivado por possível intoxicação. A pedido dos agentes civis, a guarnição da Polícia Militar o levou até o Socorrão para atendimento médico. 5H PRISÃO, FESTIVAL DE CRIMES E BACANAL DE “PROFESSORES” O atendimento ao professor no Socorrão demorou cerca de 1h. Neste meio tempo, ele agrediu as enfermeiras e médicas que lhe prestavam atendimento. Ao retornar para a delegacia, Ariel Tavares Pereira, ainda em surto, cuspiu o escrivão e agrediu outros agentes. Por volta das 5h da manhã, o delgado de plantão decretou sua prisão em flagrante por desacato. A reportagem entrou em contato com a assessoria da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Maranhão para saber se Ariel Tavares Pereira continua preso. Uma consulta jurídica revela que o professor incidiu em vários crimes. Lesão corporal, prevista nos artigos 129 a 212 do Código Penal. Com pena que varia desde uma pena de detenção de 3 meses a 1 ano para lesões leves até 12 anos de reclusão em casos de lesões graves ou gravíssimas. Injúria racial, que está tipificado no artigo 140, § 3º, do Código Penal Brasileiro. O crime é inafiançável e imprescritível, e a pena é de reclusão de um a três anos e multa. Invasão de domicílio”, que está previsto no artigo 150 do Código Penal. O crime consiste em entrar ou permanecer, clandestina ou astuciosamente, ou contra a vontade expressa ou tácita de quem de direito, em casa alheia ou em suas dependências. A pena básica para invasão de domicílio é de detenção, de um a três meses, ou multa. Desacato, que está previsto no artigo 331 do Código Penal. O desacato é definido como desrespeitar funcionário público no exercício da função ou em razão dela, com o objetivo de depreciar a autoridade no desempenho de suas funções. A pena para desacato é de detenção, de seis meses a dois anos, ou multa. Pela lei brasileira, Ariel foi preso em flagrante e deveria ser sujeitado a uma audiência de custódia que deveria decidir pela manutenção de sua prisão ou libertação. Em contato com funcionários do IFMA, a reportagem teve a informação de que Ariel participava de um bacanal regado a drogas promovido por outros professores do IFMA. Testemunhas afirmam que os dois professores que acompanharam Ariel também apresentavam sintomas de embriaguez, o que confirma a informação sobre o bacanal.

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