São Paulo dá exemplo ao Maranhão e reduz ICMS da gasolina

Seguindo a determinação da lei sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) na semana passada sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), anunciou nesta segunda (27/06) que o ICMS da gasolina irá cair de 25% para 18%. O ICMS é um imposto estadual que compõe o preço da maioria dos produtos vendidos no país, sendo responsável pela maior parte dos tributos arrecadados pelos estados. Mesmo o secretário da Fazenda, Felipe Salto, estimando uma perda de R$ 4,4 bilhões ao ano em receita, São Paulo se tornou o primeiro estado do país a se enquadrar na nova lei. Leia mais em: Bolsonaro sanciona lei que limita ICMS sobre combustível e energia A partir disso, portanto, fica a expectativa dos demais estados seguirem o exemplo de São Paulo, com exeção do Maranhão e mais 10, haja vista que os governadores de Pernambuco, da Paraíba, do Piauí, da Bahia, de Mato Grosso do Sul, de Sergipe, do Rio Grande do Norte, de Alagoas, do Ceará, Rio Grande do Sul e do Maranhão acionaram o Supremo Tribunal Federal na última semana para pedir a declaração de inconstitucionalidade de regras da Lei Complementar federal 192/2022 que determinaram a uniformidade, em todo território nacional, das alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre combustíveis. Veja em Maranhão e outros estados tentam derrubar alíquota única do ICMS A alegação na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7191, que tem pedido de liminar, é de que essa inovação legal impõe ônus excessivo e desproporcional aos estados e ao Distrito Federal, comprometendo continuidade dos serviços essenciais prestados à população.
Russia lança míssil em shopping lotado na Ucrânia deixando mortos e feridos

Zelensky diz que havia mais de mil pessoas no local quando ocorreu o bombardeio.
Segunda vistoria proíbe operação de ferryboat trazido do Pará

ferry ‘José Humberto’ pertence à empresa Nacon, do Pará, que, segundo as investigações do Ministério Público Estadual, acompanhadas pelo MPF, trabalha com balsas fluviais e não com ferrys para regiões de mar, com o é o caso de São Luís
Atuação de Simplicio foi determinante para fortalecimento do turismo em Barreirinhas

Fruto da articulação de Simplício, os voos regionais para Barreirinhas, irão potencializar o turismo, a economia e proporcionar serviço aéreo para todo o povo do Maranhão que merece esse voo conectando os itinerários da rota das emoções.
Quase 50% dos brasileiros avaliam STF negativamente

Desempenho da Corte é considerado “bom” ou “ótimo” por 24% dos brasileiros, variação de 4 p.p. para cima desde março
Lahesio participa de evento ao lado de Roberto Rocha

Lahesio Bonfim (PSC), pré-candidato ao Governo do Maranhão, participou nesse domingo (22 junho) de um evento ao lado do senador e candidato a reeleição Roberto Rocha (PTB). Roberto e Lahesio participaram da tradicional cavalgada de São Pedro dos Crentes, cidade que o candidato ao Palácio dos Leões foi prefeito. Rocha afirmou que o evento é um dos maiores da América do Sul. “Comecei o domingo participando da tradicional cavalgada de São Pedro dos Crentes, que a cada ano consolida-se como uma das maiores do Sul do Maranhão. Agradeço a recepção carinhosa da população de São Pedro dos crentes, nas pessoas do prefeito Rômulo Arruda e do ex-gestor do município e pré- candidato ao Governo do Maranhão, Lahesio Bonfim”, afirmou Roberto Rocha.
Barroso é contestado em Fórum no Reino Unido sobre o voto impresso

Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), emitiu uma nota neste domingo (26) para reafirmar todo seu discurso durante participação no Brazil Forum UK, realizado ontem, em Oxford, no Reino Unido. O magistrado afirmou durante o evento que impediu “o abominável retrocesso que seria a volta ao voto impresso com contagem pública manual, que sempre foi o caminho da fraude”. A afirmação originou um debate entre Barroso e alguns presentes. “Isso é mentira. Ninguém nunca falou em contagem manual”, retrucou uma mulher na plateia. “A senhora pode entrar na internet”, devolveu o membro do STF, que falou em “déficit de civilidade”. A fala de Barroso provocou a reação de aliados e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL). “Barroso é interrompido durante discurso em Oxford. Ele falava sobre o ‘abominável retrocesso que seria a volta do voto impresso com contagem pública manual’. Na última proposta de voto impresso, da deputada Bia Kicis, não há a expressão ‘contagem pública manual’”, declarou Mario Frias, ex-secretário especial de Cultura e pré-candidato a uma vaga na Câmara Federal. “Barroso foi fazer fake news fora do Brasil. Provavelmente se esqueceu que lá não se prende pessoas que discordam das suas mentiras”, disse o deputado federal Junio Amaral (PL-MG). Diante da repercussão do caso, o gabinete de Barroso emitiu uma nota dizendo que “a verdade brilha por si só”. “O texto final apresentado pelo relator da PEC 135/2019, que previa o voto impresso, afirmava expressamente: ‘Altera a Constituição Federal a fim de assegurar o direito do eleitor de verificar a integridade de seu próprio voto por meio da conferência visual de registro impresso, bem como objetivando garantir que a apuração do resultado das eleições se dê por meio de contagem pública e manual dos votos’”, diz trecho do comunicado. “Portanto, o que o ministro Luís Roberto Barroso afirmou corresponde à exata realidade dos fatos, à pura verdade. Como tem afirmado o ministro, o voto impresso, em boa hora rejeitado pela Câmara dos Deputados, poderia trazer de volta o caminho da fraude eleitoral. Essa é a posição do ministro, que respeita as opiniões diferentes.” Não é papel de um ministro do STF gostar ou não das leis, muito menos INTERFERIR na decisão soberana do povo acerca de qualquer tema. Tampouco participar de eventos POLÍTICOS, com participação de pré-candidatos. Eventos que têm lado – oposição ao Presidente do Poder Executivo. pic.twitter.com/nOCwacEKkV — Carla Zambelli (@CarlaZambelli38) June 25, 2022
O fio de esperança: a hipocrisia da esquerda

Resolvi analisar uma postagem de Lula, feita no Twitter, na tentativa de entender o que ele pensa de nós. Quem e como ele imagina que sejamos. Dividi o texto postado por ele em três frases, para que a compreensão se torne mais fácil, sem dar margens para muitas dúvidas. Vejamos: “Eu quero ser presidente de um movimento pelo restabelecimento da democracia”. Em primeiro lugar a democracia brasileira nunca esteve tão forte, pois ela tem aguentado ataques vindos de todos os lados e não dá demonstração alguma de enfraquecimento! Ela tem sido atacada por quem deveria proteger a lei que a instituiu; é atacada pelo destempero de quem deveria administrar as ações que acontecessem por causa dela; é atacada pelo desleixo daqueles que deveriam trabalhar para aprimorá-la; é atacada pelos que deveriam noticiar a verdade sobre os acontecimentos gerados por sua existência; e por fim, inacreditavelmente, é atacada por aqueles que deveriam ser seus beneficiários. Nesta frase, o autor tenta incutir na cabeça do leitor desavisado, a necessidade de termos um salvador, um messias, alguém que venha nos salvar de alguma coisa que ele diz que existe, mas que todos sabem que não é real. Em segundo lugar, se alguém atenta contra a democracia, são aqueles que descumprem as leis estabelecidas, a lei civil, a lei penal, a lei constitucional, como tem sido comprovado recorrentemente, como é o caso do autor da frase e de seus asseclas. Tudo bem que hipocrisia e mentira não são crimes tipificados em nossos códigos, pois se fossem, quase todos seriam criminosos. “Que a gente possa colocar no coração de cada um de nós a indignação contra a miséria, a pobreza e o desalento que está caindo hoje nesse país”. Ora!… Nosso país foi governado durante 24 anos por partidos de ideologia esquerdista, dezesseis dos quais pelo PT, partido do autor desta frase. A pergunta que precisa ser feita, é por que nos 16 anos que eles estiveram no poder, e seu poder foi imenso naquela ocasião, eles não acabaram ou pelo menos minimizaram “a miséria, a pobreza e o desalento” do povo deste país? Como é que “a miséria, a pobreza e o desalento” de agora podem ter surgido repentinamente, se ela já não existisse desde antes? Existem várias respostas para essa pergunta. A primeira é que esse tipo de pessoa, e principalmente de político, só consegue manter o poder se houver miséria, pobreza e desalento, pois a ideologia deles é quase uma religião. Eles vendem esperança, a eterna esperança, aquela mesma que para existir, precisa que a realização do objetivo aventado, jamais se realize. Como alcançar o objeto da esperança é muito difícil, o tempo inteiro o indivíduo fica cativo desse tipo asqueroso de político, que lhe oferece um fio de esperança, dando-lhe pequenas porções de alento, para causar-lhe uma leve sensação de conquista, que logo se apaga, necessitando de mais injeção de esperança e assim sucessiva e eternamente. Uma verdadeira escravização. Se não houvesse miséria, pobreza e desalento, e existisse em contrapartida, abundância, riqueza e conforto, não precisaríamos de grandes disputas políticas e todos poderíamos ser “socialistas”, pois todos seriam minimamente desiguais, e se isso acontecesse, não precisaríamos de políticos para nos prometer redenção e nos iludir com esperanças fugazes e falsas. A imagem que me vem à mente quando leio, vejo ou ouço essas pessoas, me remete às revistinhas em quadrinhos de minha infância, onde um cocheiro segura uma vara de pescar com uma cenoura pendurada na ponta, colocada à frente de um animal que arrasta a carroça, fazendo com que o pobre coitado trabalhe na esperança de pegar o alimento. Ora, se é verdade que o objetivo dessa gente é acabar com a desigualdade, a injustiça, a dificuldade, se eles realmente acabarem com essas mazelas, qual poder eles vão almejar? Entender isso é indispensável para a compreensão do contexto político, o nosso e o de todos. Esse tipo de gente, essa esquerda, busca uma coisa que não deseja realmente encontrar, até porque se o fizerem, destroem-se a si mesmos! Em muitos aspectos a esquerda brasileira é diferente de esquerdas de países como Estados Unidos e Dinamarca, por exemplo, que conseguem se manter numa linha mínima de ação, com coerência e lógica, e veja que ao dizer isso, não estou generalizando. Mesmo que eu discorde e me oponha a eles, existem esquerdistas, socialistas e até comunistas que não são mal-intencionados, que não são criminosos, que não são canalhas. Na frase final da postagem, o autor diz: “Vamos juntos pelo Brasil. Bom dia!” Em minha modesta opinião, Lula foi um bom governante em seu primeiro ano de governo, entre 2003 e 2004, enquanto estava fascinado com o efetivo poder. Nos anos seguintes, rendeu-se ao lado negro da força e enveredou por um caminho onde a manutenção do poder era a única coisa que interessava a ele e aos seus comparsas, e não ao povo brasileiro e ao Brasil. PS: Antes que algum palhaço venha reclamar, quando digo “lado negro da força” faço uma referência a Star Wars, de George Lucas. Minha frase nada tem de preconceituosa. Quem desejar, pode substituir a expressão usada por Lucas por outra, como “obscuro”.